Notas iniciais
Yo minna o/////
Etto, bem, eu não sei bem o que falar >.<!
Boa leitura o/

A menina de orbes esmeralda e cabelos róseos observava uma pequena poça. Ela via pessoas indo e vindo em diferentes lugares, porém, ao mesmo tempo. Sua respiração oscilava um pouco enquanto desejava fortemente ser um humano. Ou ter um coração.

Ela chegava mais perto da poça, ajoelhando se por último. Os dedos ansiavam por aquilo. Ela quase tocou e cometeria o pecado mais temível de todos. Até para demônios existe pecado.

Uma voz ressoou pela caverna escura.

- Número 7, venha até minha. – o jeito como dizia era arrastado.

A garota não deixou de sentir um certo medo. Afinal, não era todo dia que o seu mestre, o segundo grande e poderoso, entrava em sua caverna.

Ela se demorou enquanto podia, e sabia que não poderia resistir às ordens dele. Ele estava no ponto mais obscuro da caverna.

Ninguém sabia que forma ele tinha, ninguém podia desvendá-lo.

Ninguém conseguia ser tão cruel como ele.

- Número 7, chegou a sua vez. – falou.

Número 7 estava com a cabeça baixa.

- Eu preciso de que me faça algo. – disse. – Responda! – ordenou. Relâmpagos assombraram ainda mais a caverna.

- Sim senhor. – ela respondeu. Sua voz era baixa.

- Como eu dizia, preciso que destrua certo grupo.

Ela sabia que devia responder.

- Sim senhor.

- Obviamente não lhe devo explicações, mas como terá o destino do mundo nas mãos, eu terei de te informar. – o Mestre suspirou entediado. – Tem um grupo de humanos que...

- Humanos? – interrompeu-o Número Sete, olhando o Mestre.

Raios e relâmpagos.

No mesmo momento Número Sete percebeu seu erro e se jogou no chão implorando perdão.

- Inseto inútil. Eu só irei lhe conceder perdão porque você é a ligação. Você irá para a Terra e será humana. Você vai impedir esse grupo de se formar. E assim conceder a destruição do mundo.

Número 7 apenas assentiu. Era tarefa fácil. Até o demônio mais novo poderia cumpri-la.

- Sim senhor. – respondeu.

- Uma última coisa. Não se apaixone. Nem tenha qualquer emoção ou sentimento característico dos seres humanos. Se o fizer, você será uma humana completa e eu te matarei. Seu nome na Terra será Haruno Sakura.

Dito isto a caverna começou a se mexer e Número Sete, agora denominada Haruno Sakura, começou a cair.

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As folhas de Outono infestavam a rua e Uchiha Sasuke observava entediado. Era um saco morar em Konoha, uma metrópole situada perto de Tókio. E era um saco ser o irmãozinho mais novo de Uchiha Itachi, o mais idolatrado menino de toda Konoha.

Um carro passou rapidamente por ele fazendo com que as folhas, que estavam, outrora, no chão, dançassem no ar. Ele viu o carro parando à apenas duas casas depois da sua.

Ele viu um menino loiro saindo do carro e caindo no chão. “Que retardado.” – pensara. O garoto rira levantando-se. Como era insuportável a felicidade dos outros.

Sua mãe o chamara para o jantar e Sasuke deu uma outra olhada no novo integrante da vizinhança e o vira com um homem enorme de cabelos brancos. Eles riam e Sasuke negou com a cabeça, como se tudo aquilo fosse um absurdo.

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Não era a primeira vez que Itachi chegava atrasado. E nem assim seus pais o repreenderam. Sasuke comia seu rámen enquanto encarava Itachi. O que ele andava fazendo?

- Sasuke – seu pai começou. – por que não segue o exemplo de seu irmão?

“Porque tenho opinião própria” – pensara. Sasuke nada fez.

- Certamente, somente Itachi trará orgulho a esta casa. Se é para não ser um modelo para outros jovens, pelo menos não manche o nome que segura nas costas. – continuou.

- Querido... – sua mãe encarava o pai como forma de repreendê-lo.

- Pai, não comece. – advertiu Itachi.

- Ora, esta é só a verdade. – concluiu seu pai.

Sasuke bateu na mesa.

- EU NÃO PEDI PARA TER NASCIDO! – gritou. Em seguida pegou um casaco e saiu de casa batendo a porta com força.

O dono dos orbes ônix caminhou poucos metros até que viu algo cair.

Ou alguém.