Anjos E Demônios
13 Capítulo XII
Notas iniciais
Eu nem demorei tanto dessa vez, né? Deu o que, quase um mês? Tô melhorando XD ~sonha com o dia em que eu consiga postar um capítulo por semana~
Anyway, eu sei que o capítulo tá curto, mas o próximo vai ser gigante (tipo, o dobro desse, pelo menos @-@) então se acalmem X3
Já tinha gente perguntando da personagem 'nova' que veio nesse capítulo e bom, ela chegou XDD
Capítulo betado lindamente pela Aleyna-chan, obri linda *------*
E as coisas começam a caminhar X3 (Inlcusive GaLe \o/)
Espero que gostem :3
Boa leitura!
Capítulo XII
Gajeel suspirou longamente quando sentiu o jato de água quente cair sobre seus ombros largos. De algum jeito, a água sempre o acalmava.
Colocou a cabeça debaixo do chuveiro, abaixando-a e sentindo as gotas se chocarem com uma pressão gostosa na sua nuca, causando uma massagem deliciosa.
Abriu os olhos vermelhos, que por causa de sua posição, não deixava que a água incomodasse sua visão, os pensamentos longes do banho ou qualquer coisa relacionada à isso.
Em questão de segundos, seus pensamentos pegaram o caminho conhecido, que era pensar em Levy, e refletiu sobre o dia de hoje.
A reação dela o surpreendera demais.
Primeiro, não achava que o estaria esperando na saída do colégio.
Segundo, nem lhe passou pela cabeça que ela fosse querer conversar com ele.
Terceiro, nunca iria imaginar que ela iria agir daquele jeito, puxando sua mochila quando ele a ignorou.
Quarto, aquele biquinho nos lábios dela era adorável. Quase adorável demais para seu autocontrole.
Seu coração e seu Dragão se enchiam de alegria ao se lembrar dos momentos curtos que passara com Levy hoje.
Era incrível como sua mente sempre voltava a pensar na garota pequena de cabelos azuis. Não importava o que acontecia, seu cérebro parecia obrigado a reservar algumas horas do dia para lhe atormentar com lembranças e suposições sobre a humana.
O Dragão de Metal suspirou novamente, pegou o shampoo e despejou uma quantidade relativamente grande no longo cabelo negro logo começando a esfregar.
O chuveiro começou a fazer alguns barulhos estranhos e água começou a cair em menor quantidade.
Gajeel franziu as sobrancelhas pro pedaço de metal, se perguntando o que diabos tinha acontecido.
Os barulhos continuaram e com o som final de algo que lembrava um engasgo, a água sumiu.
Ótimo. O chuveiro tinha que dar problema justo quando ele estava com o cabelo cheio de shampoo que ameaçava cair sobre seus olhos vermelhos.
Antes que o Dragão pudesse bufar e começar a resmungar sobre que tinha acontecido, o chuveiro fez outro ruído estranho e a água caiu de forma torrencial sobre o homem.
Surpreso com a forma com que a água saía com extrema pressão, ele moveu as mãos grandes para tentar tampar o chuveiro.
Quando a situação não poderia ficar mais estranha, uma voz reclamona encheu o box e Gajeel paralisou, tentando entender o que era tudo aquilo.
Os olhos vermelhos se arregalaram enquanto o Dragão encarava a forma maciça de uma mulher que se formava com a água que saía do chuveiro ainda de forma quase descontrolada.
As gotas de água quente e com pressão caíam no chão, e de lá se agrupavam, subindo e se amontoando; e por fim dando forma ao corpo curvilíneo da garota de cabelos azuis, que oscilava como se ondas brotassem do seu interior.
— CARALHO!
Ele conseguiu ver a Juvia de água sorrir maliciosamente, olhando sem vergonha nenhuma para o corpo nu dele, os olhos se demorando na virilha do Dragão.
— Realmente, caralho.
— O que diabos você está fazendo aqui? — ele perguntou, nem mais se incomodando de se cobrir. Pelo menos grande parte do shampoo e sua espuma havia sido lavados quando o chuveiro enlouqueceu.
A Juvia de água mostrou um sorriso debochado, os olhos correndo pelo corpo musculoso dele.
— Eu admito que tenho uma quedinha por morenos, mas você não faz o meu tipo, grandão. — ela piscou. — Você é muito teimoso pro meu gosto. — ela fez uma pausa, sentindo o cheiro no ar. — Aliás, adorei o shampoo de ervas, combina muito com você. Mas, não foi pra falar do seu shampoo que eu quase me matei tentando quebrar todas as milhares de proteções que vocês tem nessa casa. Ainda bem que achei uma brecha, não precisei quebrar todos os lacres. — ela falou, como se não fosse nada demais.
Uma sobrancelha metálica se ergueu no rosto do Dragão.
— Posso saber como e porque você está aqui? — de algum modo, apesar de Juvia ter “invadido” a casa, ele não se sentia ameaçado.
A azulada continuou sorrindo.
— Respondendo na ordem, isso é uma magia de água, mas não é como se você, com esse focinho de cachorro, não notasse que eu tenho afinidade por esse elemento. Depois, eu vim aqui, porque eu descobri uma coisa muito interessante sobre o seu pontinho azul. — Juvia sorriu, e dessa vez, não havia tanto deboche ou escárnio em seus lábios.
Gajeel automaticamente adotou uma postura defensiva e rosnou.
Em resposta, a azulada bufou.
— De volta com isso? Eu passo horas invadindo essa casa pra te contar que a Levy faz aniversário em cinco dias e que seria uma oportunidade muito legal pra você dar um presente pra ela, e você ainda acha que eu vou fazer alguma coisa, tipo te chantagear? Gajeel, você precisa abrir mais o seu coração, homem de lata.
O Dragão nem notou a metade final das palavras de Juvia.
O aniversário de sua companheira aconteceria em cinco dias?
Sua mente travou, tentando descobrir o que sentira com isso.
No mesmo instante, o dragão dentro dele soltou algo como um rosnado, mas muito mais amigável e a sensação de querer fazer algo para presentear a sua companheira tomou conta do peito do moreno. Sentia como se a cauda escamosa se contorcesse de animação.
Juvia sorriu abertamente quando viu os olhos vermelhos brilhando, as pupilas redondas se afinando como as de um gato, mostrando a proximidade do homem com sua parte dragão.
E ela sabia que não poderia ter dado um presente maior para Levy do que esse.
–x-
As mãos grande e másculas seguravam com força a cintura fina, puxando o corpo feminino dotado de voluptuosas curvas para mais perto do seu.
Laxus se inclinou sobre a mesa, fazendo a mulher albina se deitar sobre a madeira e o monte de papéis, sem parar de beijá-la ou querer arrancar os tecidos que cobriam a pele dela.
Uma batida na porta fez o loiro grunhir irritado, não querendo se separar de Mirajane. Ela sorriu com a reação dele, empurrando-o sutilmente para trás, quebrando o beijo faminto e o impedindo de ter o contato dos dois corpos.
Os olhos azuis dela se encontraram com os dele.
— Vai. — a albina disse e o demônio se afastou mais, ainda irritado por terem sido interrompidos. Sentou-se na cadeira de couro, enquanto Mirajane apenas se sentava sobre a mesa e cruzava as longas pernas sem se importar de esconder a pele das coxas que as mãos do homem tinham deixado à mostra.
— Entre.
A porta escura se abriu e o casal travou com a pessoa que entrava por ela.
O escritório amplo tinha várias prateleiras intercaladas de livros e decorações. Uma escrivaninha grande de mogno era o que mais chamava a atenção. A poltrona de couro atrás dela era igualmente grande, para acomodar o loiro alto e musculoso.
Havia também duas poltronas de frente para uma lareira, além de um bar com garrafas de whisky antigos e copos à disposição. Obras de arte de Monet originais estavam penduradas nas paredes.
Tudo ali indicava bom gosto e sofisticação.
E no meio do tapete persa, parou um demônio de estatura mais baixa que o normal e longos cabelos verdes.
Mirajane desviou os olhos azuis para suas unhas, fingindo que Freed não existia.
Laxus não podia fazer o mesmo que a albina, mas no fundo se sentia extremamente incomodado com essa situação.
— Laxus-sama.
— O que está fazendo aqui, Freed? — a voz soou firme, como o líder nato que ele era.
O homem menor desviou os olhos claros para o chão, tentando manter a máscara de seriedade, sem deixar que suas emoções transparecerem no rosto.
Tudo aquilo que sentia por Laxus não havia sumido, nem mesmo um décimo daqueles sentimentos.
Mesmo que já havia se passado algum tempo, aquilo ainda doía.
Doía ainda mais ao ver a mulher albina ali, junto dele.
Tentando ignorar a onda de lembranças que surgiam em sua mente, Freed endireitou as costas.
— Eu gostaria de falar a sós com o senhor.
Os olhos de Mira se ergueram para a figura de cabelos esverdeados, o azul refletindo a irritação dela.
— Não. — a voz normalmente doce soou ácida.
O demônio menor suspirou. Não era malícia sua, porque sabia que agir assim era inútil. Apenas achava que a informação deveria ser ouvida pelo menor número de pessoas.
E ele não confiava na mulher.
Laxus olhou de um para o outro. Era melhor interferir antes das coisas piorarem novamente.
— Mira, calma. Freed, pode falar, de qualquer jeito eu contaria depois pra minha companheira o que quer que você for falar. — o loiro ditou, sem deixar brechas para qualquer um deles discutir.
Ao mesmo tempo que o coração da albina pulou ao ser chamada de 'companheira' pelo Dragão, o de Freed parecia afundar alguns metros dentro do peito.
Laxus não era filho direto de um Dragão como Natsu e Gajeel, mas havia sido criado por um; e seguia as mesmas regras de acasalamento que eles.
Mirajane abriu um sorriso lindo para o loiro, quase se esquecendo que Freed também estava ali.
— Eu descobri que um de nossos Dragões já encontrou sua companheira. — o homem menor falou, quebrando o clima entre o casal antes que eles começassem a se beijar na sua frente.
— O que? — Laxus perguntou, desviando os olhos de Mira para encarar o seu subordinado.
Ele sabia que não era impossível achar o/a companheiro/a de um Dragão, afinal ele mesmo havia encontrado Mira. Mas isso ainda era algo raro.
A ligação entre um Dragão e seu companheiro era tão profunda que eles viviam quase como um só. Muitos companheiros já foram capturados e torturados apenas para atazanar e enfurecer seu Dragão.
Eram inúmeros os casos de morte simultânea. Quando um dos dois elementos da união morria, o outro morria quase instantaneamente, como se a vida sem sua metade não valesse à pena.
Mas ao mesmo tempo de ter o papel de ser um ponto fraco gigantesco, essa união fortalece tanto Dragões como companheiros de um modo absurdo.
Era uma faca de dois gumes.
— Qual deles?
— Gajeel. — Freed falou, se sentindo ridículo por ficar feliz ao notar que tinha chamado a atenção do Dragão.
— Quem é ela? — Mira surpreendeu os dois perguntando isso, com certa doçura na voz. Sem falar no sorriso fofo.
O esverdeado hesitou. Era estranho pra ele ver Mira com aquela expressão. Era estranho ele ver ela com qualquer expressão que não fosse desprezo ou ciúmes. Geralmente era a mistura das duas.
— Levy McGarden, uma humana do colégio—
— McGarden? — Mira interrompeu — Esse nome não me é estranho...
Laxus suspirou, a testa franzida.
— Alguém mais sabe disso?
— Eu acho que não, Laxus-sama.
O Dragão ergueu a sobrancelha.
— Então você descobriu da pior maneira?
Freed corou e desviou o olhar.
— Ela estava lendo livros de demônios em latim, e você ordenou que eu ficasse atento e eu só desconfi—
— Não se feriu?
Não era segredo que Dragões eram extremamente violentos quando se tratava da proteção de seus parceiros.
O coração do homem falhou uma batida com a pergunta. Sentiu a esperança crescer minimamente no peito.
— Se tivermos que trocar de bibliotecário novamente, as pessoas vão começar a suspeitar.
E a plantinha que acabara de nascer fora arrancada brutalmente, deixando um buraco dolorido no peito de Freed.
— Não... Eu não me feri. Deve ser porque Gajeel ainda não a marcou. — ele deu as costas para os dois, abrindo a porta. — Era apenas isso Laxus-sama, eu devo voltar para a Terra agora.
Pensando consigo mesmo, Freed sabia que deveria ir para qualquer lugar onde tivesse chance de curar suas feridas em paz.
–x-
A pequena bolha de água flutuava alguns centímetros acima da mão do Demônio, que nem notava o que fazia. Com magia, ele alternava em congelar e descongelar a água, mas não deixa uma gota sequer cair quando ela estava em sua fase líquida.
Gray estava sentado em uma das confortáveis cadeira, e Natsu andava de um lado para o outro.
Ao contrário do Demônio do Gelo, O Dragão do Fogo encarava a magia, começando a se irritar com a mesma.
A sala onde os dois estavam era ampla, uma das muitas salas de reuniões do Inferno. Uma grande mesa com várias cadeiras ocupava boa parte do ambiente. Num dos cantos, uma porta dupla de madeira escura; no outro, um grupo de sofás e poltronas sofisticados.
Sobre a mesa estavam vários papéis, inclusive o relatório oficial da polícia sobre o assassinato que acontecera no colégio. Fotos da perícia da vítima e do local tinham lugar de destaque.
— Será que dá pra você parar com isso? — Natsu exclamou, irritado.
— Só tô tentando pensar, cabeça de fósforo.
— E com isso tá me distraindo! Para com essa magia idiota, geladinho.
O moreno bufou e encarou o outro.
— Pelo menos eu tô pensando, diferente de você, que só fica andando de um lado para o outro. Você não vai tropeçar na resposta, sabia?
— Ora seu...
Os dois garotos já estavam cara a cara, se olhando com ódio. As auras se repeliam, o fogo e o gelo brigando, assim como os lados demônios querendo alguma ação.
A porta se escancarou e os dois olharam para a mesma.
— Será que os meus meninos já descobriram o que aconteceu na escola de vocês?
Mirajane entrou, e os olhos azuis brilharam ao ver a cena diante dela. Do lado da albina, estava a Demônia das Armas.
Os olhos de Erza brilharam perigosamente ao ver os dois amigos tão próximos, um com as mãos na gola do outro.
— Vocês estavam brigando?
— Não, Erza, não! — Natsu falou rapidamente.
— Duas cabeças próximas pensam melhor do que duas separadas. — Gray emendou, com um sorriso amarelo.
Mira riu baixinho.
— Acho bom. — a ruiva ditou, levemente desconfiada. Olhou depois para os diversos papéis em cima da mesa. — Alguma ideia do que pode ter sido aquilo?
Os dois demônios masculinos se separaram, aliviados pela amiga de infância acreditar na mentira que eles contaram.
— Algumas, mas nenhuma delas faz sentido de fato. — Gray cruzou os braços, vendo Mira folhear os documentos dispersos.
— Existem monstros que fariam isso, embora todos eles vivam a pelo menos 500 quilômetros daqui.
Erza suspirou e encarou o Dragão de Fogo.
— Vamos depois da aula checar o local e ver se conseguimos achar alguma pista. Até lá todos os humanos policiais já foram embora. — ele determinou, e os outros dois demônios acenaram, concordando.
Mirajane observou as fotos que a perícia tirara do corpo da vítima.
A quantidade de sangue que havia no piso escuro do porão ficara bem nítida com o flash da foto. Pequenas plaquinhas típicas da perícia apontavam muitas gotas de sangue, além de fotos separadas de um dos braços que fora arrancado, assim como pedaços da carne humana que jaziam no chão.
Contendo um arrepio a albina soltou as fotos e encarou os três demônios que debatiam seriamente sobre o acontecido.
Era mais do que óbvio que aquilo não havia sido feito por mãos humanas.
–x-
Depois de girar a fechadura de seu armário, Levy ficou na ponta dos pés para conseguir colocar os livros dentro do espaço pequeno e pegar os outros, que usaria para estudar hoje à noite.
Mesmo que fosse seu aniversário, ela não deixaria de estudar.
Sorrindo consigo mesma, ajeitou os presentes que ganhara dos amigos em um dos braços e puxou o livro de física para fora do armário.
Com isso, algo escorregou dali e caiu com um baque suave no chão.
Movendo os olhos castanhos para seus pés, Levy franziu as sobrancelhas quando notou que aquele era o seu lenço.
O mesmo lenço rosa claro que usara para estancar o sangue do corte da mão de Gajeel.
Surpresa, ela recolocou o livro no armário se abaixou e pegou o pano, sentindo-o mais pesado do que o normal.
Desdobrando o pequeno tecido, Levy ofegou.
Delicadamente colocado no meio do lenço, havia um colar prateado.
Erguendo a joia com a outra mão, a azulada viu o colar se desenrolar e o pingente cair no meio dele, balançando de um lado para o outro.
Era lindo.
O metal parecia prata, mas ao mesmo tempo era mais escuro do que a mesma. Não como se estivesse velho, apenas um tom mais escuro, mas ainda polido e sem nenhuma imperfeição.
O pequeno gato prateado tinha sido moldado de forma que parecia estar sentado. No lugar dos olhos, duas pedrinhas vermelhas brilhavam conforme a luz refletia nelas.
Incrédula, Levy olhou do colar para o lenço, como se quisesse ter certeza de que não havia outro jeito daquilo ter chegado em suas mãos a não ser que fosse por Gajeel. Viu as suas iniciais bordadas no canto do tecido e não havia como negar.
Seu coração começou a bater mais forte no peito.
Gajeel havia lhe dado isso?
Como ele sabia que hoje era seu aniversário?
Espera, ele se importava com ela a ponte de lhe dar um presente?
Sorrindo, completamente boba e sem deixar de olhar o pingente, Levy fechou o armário, nem se lembrando de pegar o tal livro.
Definitivamente, esse havia sido um presente melhor do que o livro ilustrado de Alice que havia ganhado de Lucy.
Colocou o lenço no bolso e apertou o colar contra o lado esquerdo do peito, os olhos castanhos buscando os amigos, qualquer um deles.
Queria colocar aquele colar o mais rápido possível em volta do pescoço e não tirar nunca mais.
Notas finais
Mirajane apareceu, essa linda não podia ficar de fora, né? *u*
Não me matem pela parte do Gajeel e da Juvia, eu já shippei esses dois no início da saga Phantom Lord e tenho uma amiga diva que crack shippa eles então...Um pseudo momentinho deles XDDD
E o próximo capítulo vai ser cheio de ação *-* espero conseguir escrever isso bem, porque quero colocar muuuuita ação em AD X3
Anyway, eu vou responder todos os reviews (SIM, EU VOU ♥ um dia eu chego lá -q) e queria dizer que eu leio tooodos eles, mesmo que eu não responda, ok? XD Minha internet aqui é mais do que ruim, mas já recebi autprização da mãe para melhorar isso então vai ficar fácil XD
Qualquer dúvida, sugestão, reclamação, pergunta, frio, fome, sono, comentem! A Fooxy não morde, rawr :3
Obrigada por ler ♥
Até mais~
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