Sentada no chão frio assim como meu corpo, pensava iria conseguiria falar com Riley. O grande motivo para eu querer falar com ele é porque ele salvou minha vida eu queria agradecer – pode parecer bobagem, mas não é. E nenhum mortal seria capaz de me fazer andar, Riley fez, mesmo não sabendo e mesmo me transformando numa vampira.

Tentando me concentrar, olhei ao redor e vi vampiros brigando, e também notei uma garota, encolhida atrás do vampiro que de algum deixa os vampiros paralisados. Toda vez que ele se mexia, todos paravam de brigar por sangue, todos se encolhiam e a quietude estranha se alastrava.

A garota cujo não sabia o nome, ficava quieta, não brigava por sangue – ela era assim como eu.

Depois de um tempo decidi que seguiria Riley e falaria com ele. Assim que tomei essa decisão vi o saindo depois de quebrar o videogame de um grupo de um grupo de vampiros depois que eles brigaram com um outro vampiro e o queimaram. Riley abriu a porta e saiu como um flash do galpão.

Era a minha chance.

Disparei para a porta e o segui com toda a cautela do mundo, iria esperar o momento certo.

Riley era rápido, ágil, as vezes pulava em prédios. Nós depois de um tempo, estávamos em área suburbana e afastada de Seatle.

Ele parou em frente de uma casa em ruínas e abriu um sorriso antes de entrar. Ele entrou e eu o segui pelo telhado – ele parou de andar algum tempo depois. Eu parei no telhado, perto de uma janela.

O que ele fazia ali? Eu me perguntei.