O dia parecia não terminar, as horas pareciam se arrastarem e os olhares ali se intensificavam...De Repente ele me traz uma bandeja de remédios e olhando para a minha face intensificada de medo e angústia ele fala com um instinto malicioso, eu pude sentir:

-Escolha um.

-Pra quê? — Falei com tamanha ignorância.

-Escolha o menos doloroso pra você.- Ele insistiu.

-Tudo bem. Você me recomenda algum? -Falei resistindo ao seu olhar.

-Não, a escolha é sua e elas são coincididas no seu destino. -Falou intensamente olhando para min.

-Quero o mais doloroso.

-Não devia.

-Mais eu desejo.-Insisti com muita teimosia.

Ele, constrangido pefou o frasco e uma agulha, cravando sobre o meu corpo, que logo entrou em transe com o sono e logo senti meu travesseiro umedecer, não liguei para o mundo e dormi intensamente.

O outro dia passou tão rápido, que tão poucas vezes eu olhei para o relógio para decifrar a hora.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.