Notas iniciais
De um sonho fiz essa historia!

Já trabalhava lá há 10 anos, o mesmo trabalho da mesma forma, mas sabia que o meu dia estava para chegar, e que dessa vez seria diferente. Trabalho no corredor da morte< sou o enfermeiro que cuida do condenado antes da execução, dou de comer, converso, e em alguns casos, faço sua ultima vontade.

Avia três condenados, cada um em sua sela solitária, conversei com o primeiro, três dias seguidos, li seu romance favorito, e sem que ele percebe-se injetei o liquido da morte e ele morreu em meus braços, sentirei falta dele, sempre sinto falta dos atormentados, dos inocentes, daqueles que confortei, sonho com eles de vez enquanto, mas tudo bem esse é meu trabalho.

O segundo me surpreendeu, se matou com um garfo na gigular, já falei para eles darem talheres de plástico para os condenados, mas na verdade aqui, gostam quando o trabalho é facilitado.

O terceiro caso é mais complicado de explicar, foi pego em fragrante, como incendiário do gabinete do novo Governador, nunca nem vi uma só foto do dele, mas tudo bem não sou nada político. Dizem que ele foi queimado vivo e que nem as cinzas ficaram, mas é historia eu acho.

O corpo do condenado estava no chão, todo queimado, mas ele escondia seu lado esquerdo, só deixava o direito todo queimado à mostra e seu corpo estava nu, sua sela era larga mais parecia um pátio e escura só com uma luz azulada bem fraca que podíamos ver um o contorno do corpo do outro, a noite uma luz mais forte ficava no canto da sela para fali citar meu trabalho.

Eu tinha três meses para cuidar dele antes da execução, esse seria diferente, seria executado na sela covardemente, fuzilado por nove soldados. Teria que alimentá-lo, limpa-lo, cuidar de suas feridas e conversar com ele e todo o meu trabalho de sempre.

Inicie meu trabalho, fui compreensivo e delicado com ele, era a minha obrigação. Devia para o governo, por ter sido achado em um... Posso dizer... Casa de desejos, aonde grandes criminosos, e cabeças do governo se divertiam com rapazes, fui encontrado lá, e contratado para ser consolador, dos condenados, ou ser executado, preferir consolar.

Voltando parta sela, vi seu corpo, queimado, via suas veias, pulsarem, e o sangue escorrendo, em sua carne, era grotesca e ao mesmo tempo, linda e excitante, sua febre era grande, mas ele relutava, não conseguia vira-lo, então só cuidei do lado que ele deixava.

Duas semanas se passaram pó incrível que pareça, a camada da casca de ferida, se tornou uma pele roxa, fina e delicada. O alimentava e o limpava, não podia se mexer doía demais.

Um mês se passou e começamos a conversar, seu nome era Manzini, era um homem arrisco, sempre na defensiva, mas falava doce, com uma beleza no olhar que me fascinava. Seu corpo queimado me atraia, um dia fazendo um curativo em seu órgão genital, vi que estava excitado, mas ignorei, e terminei o curativo.

No segundo mês para esticar as pernas, fui caminhar na sela, encontrei outro condenado esse escondia seu lado direito, mas não liguei já estava me acostumando com tanto mistério, era um homem loiro, com a pele dourado nu, com um olhar malicioso, me pegou pela cintura me sentou do seu lado e conversou comigo sem me deixar falar nada só ouvir, seus olhos me devorava e ele me imobilizava com o braço envolto de mim para eu ficar no seu lado sem olhá-lo diretamente. Seu nome era Marcio.

Os dias se passavam, durante a manhã, falava com Manzini o consolava, e a noite Marcio falava comigo, me dava entender suas más intenções, mas não fingia não compreender.

Uma semana para execução, e o meu maior medo estava acontecendo, me apaixonei pelo condenado, e o pior pelos dois ao mesmo tempo. Perguntei o prato favorito dos dois, preparei, o servi, li um romance meloso que eu adorava pro dois, abracei o Manzini e fui abraçado por Marcio, convidei para o seu ultimo banho em uma banheira que daria a eles não aceitaram.

A noite não agüentava mais e confessei tudo a Marcio, falei de Manzini também para ele e como amava os dois, e não sabia administra todo esse sentimento era fascinado pela doçura de Manzini, e a determinação e a malicia de Marcio, estava louco apaixonado pelos dois e não sabia o que fazer.

Marcio me pediu um isqueiro de ouro que eu tinha ganhado de um condenado antes de morrer, Ele acendeu o isqueiro entre ele e eu e disse que seu nome era Marcio Manzini, que era o assim falado falecido Governador, preso ao mesmo tempo por engano e por merecimento, atirou fogo na casa por encontra sua esposa com seu amante encima do gabinete, não suportou a traição da mulher e se vingou porem empregados e familiares também estava na casa e morreram inocentes.

Sobreviveu escondeu sua própria identidade, aproveitou ser pouco conhecido e se tornou seu próprio assassino. Aceitando está no corredor da morte, mas não esperava aqui encontrar um amor verdadeiro.

Me abraço me agradeceu, se amamos loucamente a noite inteira, de manhã foi a sua execução.

Meia noite, compreendi que meu dia chegou, tirei minha roupa, abri minhas asas negras, e fui buscar a alma de Marcio Manzini, para consolar sua alma, e nunca mais voltei.

Fim

Notas finais
Ate mais :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!