Anjelita Malfoy
6 Capítulo 6 - Os Malfoys entram na Ordem Parte 1
Notas iniciais
Recomendo que antes de lerem este capitulo passaem pelo capitulo de Explicações, tem algumas mudanças lá que facilita o entendimento do que acontece aqui.
Bom eu dividi o capitulo em duas partes pois estava muito grande e achei que não ia caber tudo de um vez só, por isto a cerimonia de entrada ficou para o proximo capitulo.
Ps.: Parte desta história passou por uma revisão mas parte dela não, por isto relevem um pouco, quando o restante da história passar pela revisão eu arrumu os erros que estão presente na segunda metade do texto.
Mas uma vez esta reunião é interrompida pelo meu pai e o Alvo, que novamente estão discutindo, desta vez pelo menos posso aproveitar para escrever e esperar que a poção que tomei para dor de cabeça faça efeito, pois acho esta discussão vai muito longe e tenho que ter pique para ele. E como prometido vou contar para vocês como começou a entrada de mais dois outros Malfoys na Ordem.
Um dia eles param de brigar, pelo menos meu pai já sabe que eu gosto do Alvo, e acho que ele já faz de propósito para ver se ele vai disser algo sobre mim. Meu pai é sempre assim super protetor mesmo que não queira deixar transparecer.
Bom já que a reunião foi interrompida novamente acho que vou explicar como este acontecimento acontecou, pois esta entrada foi bastante conturbada. E se todos pensam que foi calma se enganaram e muito, houve muita briga antes, durante e depois a entrada deles, e como vocês já sabem ainda há, pelo menos por parte do meu pai e do Alvo. Vou contar esta história do começo desde a primeira reunião quando anunciei que meu pai e meu irmão entrariam na ordem, para vocês entenderem tudo.
Era Abril, em um dia relativamente quente, eu estava presa na sede da Ordem, esperando o pessoal da Ordem para começar uma reunião que eu sabia que mudaria esta guerra para sempre.
Eu já estava na cozinha e olhava para tudo como se tivesse vendo pela primeira vez, afinal eu sempre chegava depois de todo mundo e as reuniões começavam, e quando terminavam eu era sempre a primeira a sair, pois queria voltar logo para casa. Mas hoje eu mesma convoquei esta reunião e por isto era a primeira a estar sentada aqui.
-Porque as reuniões da Ordem sempre acontece em cozinhas? – eu falei baixo para mim mesma – porque ninguém sabe pra que serve escritório. – eu mesma completei rindo.
Neste momento a porta da cozinha se abriu dando passagem para Lílian, Alvo, os Weslei, Minerva, meu padrinho, e quase todos os outros membros da Ordem que formavam o que muitos chamavam, e ainda chamam, de primeiro escalão, pois era nos que tomávamos as decisões e coordenávamos as operações da Nova Ordem da Fênix, se eu não soubesse poderia jurar que todos combinaram de chegar àquela hora, todos juntos, mas eu desviei o olhar para a parte de cima da porta, onde se encontrava uma relógio e vi que este marcava quatro horas em ponto.
-Pontuais como sempre, — eu não resisti de colocar esta frase, e completei, só para alfinetar o meu padrinho, Severus, — combinaram a chegada? – disse olhando diretamente para ele, com um sorriso cínico no rosto que os outros não viram.
-O que tu estas fazendo aqui? – perguntou Jorge, surpreso.
-Tu sempre é a última, a chegar e a primeira a sair, — complementou Fred, — não tem ninguém em casa que tu tenha que socorrer, não? – ele disse rindo, me lembrando do dia em que minha família foi seqüestrada, se não fosse pela mãe dele, ele teria recebido uma bela maldição bem no meio da testa.
-Não fale assim Fred. – foi tudo que a Molly falou antes de para um belo tapa a cabeça do Fred.
-Podemos começar esta reunião de uma fez, eu tenho muitas aulas para dar. – foi tudo que Severus disse se sentando ao meu lado e esperando que todos fizessem o mesmo.
Assim que todos tomaram seus assentos, eu tomei a palavra.
(Bom vou narrar esta parte mais detalhadamente, pois esta parte é muito louca, até hoje rio cada vez que me lembro.)
-Todos aqui sabem que eu não seu de enrolar, então vou direto ao assunto, dois novos membros prestaram juramento em Agosto próximo, — eu disse e neste momento eu senti o olhar de meu padrinho sobre mim, sim ele já sabia quem eram os dois novos membros, eu não tinha duvida – esta reunião é apenas para anuncio oficial, já que eles estão sendo indicados por um membro ANTIGO. – eu disse olhando em volta e senti que o olhar de Alvo perguntava quem eram os novos membros, mas eu só iria informar se a pergunta fosse feita verbalmente, queria ver até onde ia a curiosidade deles.
Com isto desviei meus olhos para o relógio e controlei o tempo, 1 segundo, 5 segundos, 10 segundos e eu já podia sentir que o silencio poderia ser cortado com uma faca.
- Ta bom, — finalmente o Fred falou e eu olhei para ele – tu queres ouvir a pergunta né. – com certeza eu completei mentalmente. – Quem são os novos membros? – neste momento eu me segurei para não rir, e vi pelo canto de olho Severos subir o canto da boca num pseudo-sorriso. Ele com certeza estava adorando tudo aquilo, assim como eu.
Respirando fundo eu disse com a voz mais clara e calma possível.
-Scorpion Malfoy e Draco Malfoy. – e a sala, ou melhor, sozinha ficou muda. Nem um suspiro era ouvido agora.
Severus e eu olhamos para o relógio para ver quanto tempo o resto da Ordem ia levar para absorver a resposta. E o tempo passou, já fazia 10 minutos que todos estavam em silencio, quando Severos se virou para mim e disse baixinho.
-Não vou precisar voltar à escola. –com um sorrisinho nos lábios, — que pena tinha muito que ensinar aqueles pestinhas.
Eu sabia que a próxima aula dele era com a grifinoria e sonserina, sabia que estava privando ele de tirar pontos dos grifindos.
-Desculpa, por estar te privando de tirar pontos dos seus queridos grifindos. – eu disse com muitos risos presos a garganta, ira dar muitas gargalhadas depois. Ele só me olhou como quem dizia eles me pagam em dobro depois, coisa que eu não duvidei nadinha.
Foi neste momento que eu desviei meu olhar para as pessoas a minha volta, e o que eu vi me faria ter ataques de risos toda a vez que eu me lembrasse.
Eu estava numa as pontas de mesa, ao meu lado esquerdo estava meu padrinho, a cadeira do meu lado direito estava vaga como sempre acontecia e aconteceu até meu pai e meu irmão estarem presente em uma reunião. Depois estava sentado Remos Lupin, que estava mais pálido do que nunca, por um minuto achei que ele iria se transformar em lobisomem bem ali na cozinha, ao seu lado estava a sua esposa Ninfadora, se ela ler isto me mata na hora. Seus cabelos estavam pretos escorridos, quase uma copia dos do meu padrinho.
-A Ninfadora fez uma bela copia dos seus cabelos Severos. – eu disse mostrando para o meu padrinho. Ele simplesmente fez uma cara de desgosto e voltou a encarar o relógio.
Ao lado da Ninfadora estava seu filho Ted, ele tinha a pele pálida e os cabelos brancos como se tivesse visto um fantasma, olhava para mim, mas parecia que não via nada; ao seu lado estava Artur e a Molly Weasley, olhava um para o outro como se perguntassem se tinham ouvido direito. Fred e Jorge simplesmente pareciam ter parado de respirar de porque estavam quase azuis. Ao lado de Fred e Jorge estava suas respectivas mulheres, Alice e Catia, que mantinham os olhos esbugalhados e abriam e fechavam a boca com um peixe fora d’água. Ao lado de Catia esta sua filha Victoria que me olhava como se tivesse vendo um ET em meu lugar. Olho-Tonto estava entre Victoria e Andrômeda que fechava este lado da mesa, seu olho mágico estava parado, o que nunca tinha acontecido fixo em mim assim como o bom, parecia que ele estava pronto para tirar a varinha do bolso e me atacar dizendo que eu tinha sido substituída por alguém com a poção polisuco. Andrômeda era a que por toda a mesa esta em melhor estado, ela simplesmente das risinhos os abafando com a mão sobre a boca.
Eu olhei para o meu padrinho e mostrei Andrômeda para ele, que simplesmente levantou os ombros como que dizendo que era muito difícil entender esta mulher e voltou sua atenção novamente para o relógio.
Na ponta da mesa estavam Alvo e Lily que se levantaram quando eu terminei de falar e estava parados com as mãos sobre a mesa, como se tivessem sido pegos pelo feitiço Petrificus Totalis, em seus rostos uma profunda expressão de descrença, como se nunca em suas vidas esperassem por isto. E por incrível que parece eu também pensava assim até Vitor atacar a minha casa.
Ao lado de Alvo estava Carlinhos que parecia ter levado um coice de dragão no meio das pernas, (não sei se dragão dá coice), pois ele estava com uma cara de dor, os olhos esbugalhados que nem piscavam, a boca aberta e as mãos em baixo da mesa. Sua esposa, Any, parecia que estava sonhando, pois seu rosto não mostrava nada, Gui estava paralisado, e nem percebeu que sua esposa que estava ao seu lado havia desmaiado, se não fosse o filho deles Dominique que estava ao lado da mãe, ela teria ido ao chão e que seria muito mais engraçado. O único dos três filhos do casal que havia comparecido, acho que as irmãs Chantal e Louis teriam a mesma reação da mãe e queria ver isto seria ainda muito mais engraçado, com o pai, paralisado e irmão atendendo a mãe, acho que elas iriam direito para o chão, e a cozinha que já é pequena mesmo com um feitiço expansivo ficaria mais pequena ainda.
Roxanne, que é filha de Jorge e Catia, estava ao lado de primo Dominique e simplesmente chorava, até hoje não sei o motivo. Entre Roxanne e Hadrid estavam dois dos três filhos de Fred e Alice, Sean e Sloan, o filho mais novo deles não estava presente Éderson, pareciam que tinham Esplosivins na cadeira, pois variavam levantando e sentando com a boca aberta sem no entanto nada a disse.
Hadrid, meu grande amigo, até hoje me admiro de chamá-lo de amigo, ele tinha um copo d’água, que tinha pego antes de sentar após reclamar que estava com muita cede, parado próximo da boca e derramava todo sobre a barba, com uma expressão de susto e incredulidade no rosto.
-Olha o Longbottom, eu não o via com esta expressão no rosto deste que ele deixou de freqüentar as minhas aulas. – disse meu padrinho com um sorriso no rosto, que eu juro só vi uma vez, quando meu pai se casou, – Muito obrigada, minha afilhada. Isto até paga um pouco os pontos que não estou tirando.
-Cadê o meu padrinho? – foi o que eu disse olhando para ele, sem reconhece-lo. Ele jamais desde que eu conheço por gente me chamou de afilhada, ou me agradeceu por algo que eu tenha feito para ele. Eu estava olhando para ele incrédula por um minuto e depois desviei meu rosto para o Neville, e eu entendi o Severus quis disse, Neville estava realmente assustado e mexia os lábios repetindo uma frase que eu levei quase 10 minutos para decifrar, ele dizia algo assim “Mais Malfoys, Mais Malfoys . . .”.
-Acho que ele esta apavorado Severus, e não com medo como em suas aulas, acho que mais dois Malfoys vão fazer ele surtar. – eu disse ainda sem acreditar que meu padrinho estivesse se divertindo tanto com isto para sorrir abertamente na frente dos outros – E padrinho o senhor esta sorrindo na frente dos outros? – minha voz saiu incrédula. Realmente não foi a única a surpreender os outros neste dia.
-Bom acho que tem ração, três Malfoys podem fazer ele pirar, acho que vou avisar o Mungus para esperar mais um Longbottom – ele disse com uma voz sarcástica, mais ainda sorrindo, – quanto a este sorriso olha bem que ninguém esta vendo nada, ainda não entenderam direito o que disse minha cara. Vitor poderia aparecer aqui agora que nem um deles iria perceber. – meu padrinho disse ainda rindo, e depois de pensar um segundo também sorri e concordei com ele.
Luna que estava entre o Neville e a Minerva que fechava a mesa, batia palmas e parecia estar pronta para começar uma festa por ter mais gente na Ordem, seu rosto só demonstrava felicidade. A Diretora Minerva já deveria esta com torcicolo de tanto que virava a cabeça entre mim e a Luna, acho que ela tentava determinar quem era a mais louca, eu pela noticia que dei ou a Luna por estar comemorando depois de ouvir os nomes dos mais novos membros da Ordem.
-Acho que a Luna endoidou de vez. – eu disse para o Severus.
Ele só me olhou me perguntando se ela algum dia foi certa, concordei apenas com o olhar, acho que isto é dom de Sonserino, nunca vi outra casa conversar apenas com os olhos como nós fazemos.
Duas longa horas e nada mudou, ou melhor a maior parte esta ainda paralisada no mesmo lugar, a única que esboçou expressão que foi a Fleur que acordou, para logo em seguida desmaiar denovo o que se repetia a cada 10 minutos, e é novamente ser amparada pelo filho.
Dou um longo suspiro, já estava cansada disso assim como meu padrinho que voltou a cara seria e seu olhar volta ao meu tempo de escola quando ele me ameaçava a por em detenção. Acho que é hora de acordar a todos. Só espero que não aja muita gritaria.
-CHEGA. – eu gritei levantando da cadeira. E batendo com as mãos na mesa. Meu padrinho só olhou para mim e levantou a sobrancelha.
Neste momento parasse que todos acordaram e começaram a falar ao mesmo tempo e a gritar. Eu não entendia nada, que mera esperança de que eles não iam gritar. Eu me sentei novamente cruzei os braços e as pernas, fechei os olhos e disse ao meu padrinho como a voz mais Malfoy que qualquer um já ouviu sair da minha boca.
-Severus, por favor, poderia calar a boca de todos, ou eu juro que vou matar um por um com o feitiço mais doloroso que conheço. – não sei se foi as palavras, minha postura, ou minha voz que depois eu vim a ficar sabendo depois, era igual a do meu avô quando estava planejando alguma maldade. Severus disse que por um momento viu o meu avô ali, e meu pai depois que via a memória de Severus daquela reunião repetiu a mesma coisa, cada vez que ele olha para mim agora parece haver um pouco de medo em seus olhos, acho que ele ainda tem medo do avô mesmo depois dele ter morrido.
Eu não sei o que meu padrinho vez, só ouvi ele pronunciar o feitiço Silêncio, e depois ouvi barulho de todos caindo em suas cadeiras. Ainda passei o que para mim foi uns 2 minutos de olhos fechados me acalmando. Quando finalmente os abrir Fleur estava sendo socorrida pelo marido e pelo filho, Alicia que é medibruxa, estava dando para ela um chá, que a Molly estava fazendo e colocando na mesa junto com bolinhos, parecia que estava tudo normal, mas ainda havia a sensação estanha de não haver nem um som na cozinha e eu sabia o feitiço do meu padrinho ainda estava ativo.
Ele quando viu que eu tinha aberto os olhos olhou para mim como se perguntasse se poderia desfazer o feitiço eu apenas consenti, e o som voltou ao lugar, mas ninguém falou, acho que ele esperavam que eu abrisse a boca e dissesse algo, o que fiz prontamente.
-Bom, acho que todos estão mais calmos, — disse isto e passei os olhos por todos que estavam na cozinha, — como eu disse antes esta reunião é apenas para um anuncio oficial como manda a tradição, e os membros mais antigos podem confirmar. – passei o olhos por Lupin, Arthur, Molly, Severus. Tonys, Andrômeda, Olho-Tonto, Minerva e Hadrid, que eram os mais antigos, estavam ali desde a primeira guerra contra Voldmort e todos concordaram com um aceno de cabeça. – E como estão sendo indicados por um membro antigo, e também por um dos lideres, não precisão de votação para serem aceitos, certo? – olhei novamente para os mais velhos ali presentes e novamente ganhei uma confirmação de todos. – Ótimo. Sendo assim Scorpion, meu irmão e Draco o meu pai, vão prestar juramento no dia 13 de Agosto exatamente a meia-noite e um minuto deste dia, eles farão o juramento, e receberam a localização da sede, – neste momento eu vi muitos se levantaram, outros abrirem a boca para reclamar, eu simplesmente levantei da cadeira onde ainda esta sentada , e abri os braços fazendo todos se sentaram e fecharem a boca, acho que ninguém esperava que eu pudesse fazer magia sem varinha, mas eu esta por um fio de perder a paciência. – sim a localização da sede, assim como uma fênix chave de portal, que eu sei que todos aqui nesta sala tem para emergência. – e olhando para o Lupin que era quem as conseguia eu disse. – por isto estou falando com tanto tempo de antecedência.
-Neste dia TODOS – eu grifei a palavra – vocês vão estar presentes, e parabenisar os novos membros como manda a tradição, assim como aceitar o juramento deles e eles vão tomar os seus lugares aqui nesta mesa, — os olhos de todos se voltaram para mim como que querendo me matar, pois ninguém que se tornasse membro assumia um lugar entre os que tomavam as decisões sem provar os seus valores, a não ser se fossem escolhidos pelos lideres, e eu neste momento dei um pequeno sorriso. Pois Alvo e Lilian estavam fazendo não com a cabeça.
-Sim, Alvo. Sim Lilian. Eu escolho Scorpion Malfoy e Draco Malfoy para se sentarem ao meu lado esquerdo, meu pai para dividir a cabeceira comigo e com Severus e meu irmão para ocupar a cadeira vazia ao lado de Lupin – desde que nós reunimos a Ordem nesta guerra contra Victor, tirando Severus e Hadrid, todos os outros estavam aqui por escolha de Alvo e Lilian, e agora eu fazia valer o meu direito de escolher quem colocar aqui. Eu definitivamente tomava meu ligar como líder, pois até agora eu só dava poucas opiniões, sugestões, eu mais participava ativamente mesmo nas batalhas e dos planejamento destas, não me importava com o era discutido nas reuniões só me envolvia quando estas poderiam mudar os rumos das batalhas, mas isto com certeza isto ia mudar com a minha família aqui e eu acho que era isto que preocupava todo mundo. Respirando fundo eu continuei.
-Sendo assim, eles tem direito ao Medalhão da Fênix, a moeda que usamos para avisar quando ocorrerá a próxima reunião, esta também será entregue a eles no dia do juramento. Pode conseguir isto a tempo para os novos membros Severus? – eu perguntei já sabendo a resposta, meu padrinho já deveria ter os dois prontos a dias, ele fez apenas um sim com a cabeça. – Com isto declaro esta reunião encerrada.
Depois de terminar eu simplesmente passei pela mesa já que estava longe da porta, mas todos ficaram em silêncio, apenas se voltaram para me olhar como se eu estivesse louca. Quando sai por ela, pode ouvir que esta explodiu no sentido literal em conversar, gritos, e acho que até alguns desmaios extras da Fleur. Mas eu não queria ouvir mais nada, foi para a sala de leitura que era a mais afastada da cozinha, acendi a lareira e me senti na poltrona que estava bem em frente à lareira, coloquei os pés sobre o acento e abracei os joelhos, fiquei ali em silêncio e na semi-escuridão para ver se minha cabeça parava de dor, não pensei que Alvo e Lily iriam tentar ler a minha mente desde o momento em que Severus calou a todos com o feitiço Silienciador até eu sair da cozinha. Já tinha enfrentado varias pessoas tentando ler minha mente, mas no mesmo nível de Alvo e Lily, só enfrentei uma de cada vez, meu pai ou Vitor. Pois nem meu padrinho, nem meu irmão tentavam isto quando meu pai estava por perto.
Não sei quanto tempo fiquei ali sozinha, só percebe que já era tarde quando meu padrinho entrou na sala.
-Eles finalmente calaram a boca e aceitaram? – eu perguntei com a voz cansada, e acho que isto foi o suficiente para o meu padrinho saber que eu não estava bem, pois foi tirando um frasquinho de dentro da capa e colocando na frente dos meus olhos.
-Toma – eu olhei para ele sem entender – Não discute e toma. – eu sabia que não adiantava falar nada, então pequei o frasco e tomei tudo, tinha um gosto amargo mais me senti melhor na hora.
-Obrigada, acho que não percebi o quanto estava cansada. – eu disse enquanto devolvia o frasco para ele.
-Tua mente deveria esta a ponto de se romper com tanta Oclumancia que teve que enfrentar na cozinha, não é atoa que esta cansada. – ele me olhou com um sorriso se sentado na poltrona ao meu lado, eu não tinha percebido que ele sabia o que tinha acontecendo naquela hora – Tu estava tão preocupada em fechar a tua mente para os outros que não prestou a atenção que eu penetrei nela. E não te esqueça que eu também te ensinei esta arte, não foi só o teu pai – eu baixe a cabeça a encostando nos joelhos novamente e sorri, eu poderia esconder um segredo por oclumancia do meu pai, mas nunca dele, ele ainda me superava.
-Agora respondendo a tua pergunta – ele disse sabendo que eu realmente não estava mais interessada naquilo depois do inicio da nossa conversa – eles discutiram até perder completamente a voz, procuraram nas tradições uma maneira de tu não poder fazer o que quer e ainda por cima até planejaram boicotar o juramento – ele disse serio, olhando para a lareira, eu olhava para ele com a boca aberta, pois sabia que fazer isto era completamente contra o juramento que o próprio Dumbledore tinha posto na Ordem para que todos fossem confiáveis e todas as tradições que eram sempre seguidas.
-Mas... is... isto..., se ... se eles fi.... fizerem is ... isto, eles vão ... – eu não conseguia terminar a frase, eu nem sequer conseguia acreditar no que eles estavam pensando, e depois são os Malfoys que não são confiáveis.
-Sim, eles estariam quebrando o juramento e o juramento é quase um Voto Perpetuo com a Ordem, só que quem o quebra não morre, pelo menos no fisicamente e sim para a Ordem, eles nunca mais poderiam entrar aqui mesmo que o fiel do segredo esteja entre eles e lhes diga onde é a sede e nem conseguiriam falar com qualquer membro da Ordem sobre qualquer assunto que esteja relacionado com a Ordem, não poderíamos acha-lo, nem ajuda-lo, eles estaria por conta própria nesta guerra ou em qualquer outra que surgisse – meu padrinho disse sem olhara para mim, seus olhos estavam perdidos no passado quando Dumbledore fez este juramento para ter certeza que ninguém iria trair ninguém dentro da Ordem.
-Porque? Eu não entendo, eu nunca fiz isto mesmo não concordando com muitas pessoas que eles escolheram. Porque arriscar tudo – eu disse olhando para frente sem acreditar no que estava acontecendo, – Pela segunda vez a Ordem estava ameaçada de deixar de existir. E pela segunda vez pelas minha mãos.
-Não diga isto, você fez o certo. – só neste momento eu me dei conta que tinha falado em voz alta.
-Acho que quando tento fazer o certo eu sempre erro, padrinho. – eu disse olhando para as minhas mãos – elas estão cobertas de sangue, e ainda estamos bem longe de terminar isto, e pensar que tudo começou quando juntamos Sonserina e Grifinoria, naquela época eu achava que era o certo para podermos vender e olha o que deu, quando eu achei que o certo era lutar contra Vitor, muitos morreram inclusive o Harry, depois quando eu achei certo não fazer o voto perpetuo junto com meu pai e meu irmão, eu fui expulsa de casa e a escola foi atacada, e agora isto. Sempre que eu acho que estou certa, sempre estou errada. Eu – neste momento foi obrigada a me calar, pois levei um belo tapa no rosto de meu padrinho.
-Nunca mais duvide de si mesma entendeu. A união das casas, era para acontecer, estava em uma profecia que Rowena Ravenclaw fez logo após Salazar deixar a escola, ela disse que um dia as duas casa se juntariam novamente contra um inimigo em comum dentro da escola, ela nunca disse qual e nem as conseqüências disso, mas isto deveria acontecer. Quando a tua ida a batalha no dia da Morte do Potter, ele sabia dos riscos e preferiu ficar com os filhos na linha de frente, quanto ao voto perpetuo, teu pai estava muito alterado com tudo que aconteceu, e queria apenas te proteger, o problema e que ele não soube fazer isto direito e te jogou mais ainda dentro desta guerra. O ataque à escola, todo mundo sabe que o Vitor quer destruí-la, ele sempre vai ataca-la enquanto tiver chance e naquele dia ele a tinham, tínhamos poucas pessoas na vigia, demos mole para ele, pensamos que estava fraco para tentar um ataque naquele momento. Então pare de disser que é tudo culpa sua. Se tem alguém culpado é o próprio Vitor que nunca aceitou uma derrota. – Severus terminou o discurso me abraçando o que ele raramente fazia. Quando nos separamos ele continuou.
-E não se preocupe, eles vão estar aqui e festejar com você a entrada de seu pai e irmão no dia do seu aniversario, pois eu gentilmente mostrei a eles, o que aconteceria se eles fizessem o que estava pensando. – ele me disse com um largo sorriso no rosto.
Eu cai na gargalhada, meu padrinho sendo gentil, sei muito bem como ele pode ser gentil, deve ter largado uns maldições e mostrado com a voz mais cruel do mundo que daria medo até a um morto, o que aconteceria com eles se fizessens o que estavam pensado. Até hoje não sei o que aconteceu, Severus se nega a me mostra e meu pai que viu a memória por completa também se nega a me disser, só disse que foi muito engraçado, então só me resta imaginar tudo o que aconteceu.
-Agora é melhor tu ir para casa, esta muito tarde, e todos aqui precisam descansar. – meu padrinho falou se levantando já que estava ajoelhada a minha frente me abraçando e me levantando junto.
-Não quero ver nem um deles, e tenho que ir a escola primeiro. – meu padrinho me olhou não entendendo o que queria disser com ir a escola. – a Sede não tem ligação com a minha casa, Só com algumas lareiras da escola. – vi em seu olhos um brilho de esclarecimento, — acho que vou passar a noite aqui mesmo. Pode ir padrinho. — Eu disse dando a ele um novo abraço. Mas ele me pegou pelo braço e me levou até a lareira da sala.
-Não Senhora, tu vai para casa, garanti a teu pai que tu passaria esta noite em casa. E depois do juramento de Draco, eu mesmo vou juntar as lareiras da Mansão com esta aqui. – ele disse com uma voz que não aceitava contradição, eu quero só ver a cara do Alvo e dos outros quando souberem. – Vamos para a escola primeiro, me diz que esta ligada com a Sala comunal da Sonserina? – eu apenas confirmei com a cabeça . – Ótimo. – ele disse já jogando o pó de flú no fogo. E me empurrando para dentro das chamas. – Para a escola vai. — ele disse quando eu já estava quase dentro das chamas.
-Hogwarts Sala Comunal da Sonserina. – eu disse automaticamente ao me sentir dentro das chamas, e segundos depois eu cai com o rosto no chão coberto de tapete verde da Sonserina.
-Agora para a Mansão Malfoy. – disse Severus que me ajudava a levantar do chão, até hoje acho que ele chegou rápido demais. – Vamos. – disse já jogando novamente pó de flú na lareira, e me empurrando para dentro da lareira novamente.
-Mansão Malfoy. – novamente ao me sentir dentro das chamas eu disse automaticamente o meu destino. E novamente fui ao chão quando cheguei a ele. Mas desta vez em vez de meu padrinho me ajudar a levantar eu senti os braços do meu pai me segurarem antes de eu bater no chão, e eu simplesmente agradeci como a muito não fazia – Obrigada Papai.
-Anjelita, minha filha o que houve? – eu ouvi a voz do meu pai muito preocupada, nem quando eu chegava de um batalha toda machucada e cansada ele ficava com esta voz preocupada.
Eu devo mesmo estar péssima – pensei, até hoje me pergunto de onde tirei forçar para pensar naquele momento, pois eu estava muito cansada.
-Draco deixa ela descansar depois, mais tarde eu te conto tudo que aconteceu. – eu somente ouvi a voz do meu padrinho, pois estava quase dormindo nos braços do meu pai, estava tão bom era como voltar a ser criança, já que desde dos dez anos ele não me deixava mais fazer isto. Não ouvi meu pai responder já estava dormindo, este dia foi muito pesado para mim.
(Bom volto a narrar a história normalmente a partir de agora)
Quando acordei ainda sem abrir os olhos passei as mãos sobre as colchas da cama e não as reconheci, com isto foi abrindo lentamente meus olhos, mas tive que fecha-los imediatamente por causa da claridade, eu sabia meu quarto não era tão claro assim, não importasse a hora do dia, afinal a quatro anos atraz eu passei quase um mês dentro do quarto, tempo suficiente para decorar até a mínima diferença na luz que entrava pela janela do quarto.
Tive que piscar varias vezes para finalmente poder enxergar direito, e quando o fiz me surpreendei ao descobri onde estava. Eu estava deitada na cama do meu pai. A última vez que dormi aqui eu nem me lembro, ainda deveria ser um bebê, pois foi antes dele se casar com a mãe de Scorpion.
Com um pouco de dificuldade eu me sentei no centro da cama, onde estava dormindo, e observei o quarto, pois poucas vezes tive autorização para entrar aqui. A cama era muito maior que uma King Sais (acho que duas vezes maior, tanto em largura quando em comprimento), feito de mogno assim como os dois bidês que estavam ao lado desta, e assim como as camas de Hogwarts tinha cortinas que se fechavam em volta, mas deixavam observar o quarto mesmo estando fechadas como agora se encontravam, pois era feitas de um tecido transparente.
A pelo menos um metro do meu dado direito se encontrava uma grande penteadeira que deveria contar no mínimo 10 espelhos também de mogno que estava abarotata de todos os tipos de produtos de beleza. Ao lado da penteadeira havia uma porta que eu sabia dar para o banheiro do quarto, pois era igual ao meu. Pouco depois da penteadeira havia duas poltronas de cor prata que se encontrava em frente a uma majestosa lareira que estava agradavelmente acesa
Do meu lado esquerdo havia apenas uma parede de vidro por onde entrava toda a claridade do quarto, eu sabia que meu pai gostava de claridade no quarto mas minha mãe não, então normalmente esta parede ficava quase toda coberta por uma grossa cortina de seda verde enfeitiçada para não deixar passar a luz do sol.
Eu acompanhei a parede com os olhos e a pouco mais de dois metros depois do final da cama próximas a parede se encontrava outras duas poltronas estas cor verde com uma mesinha entre elas. A uns seis metros do final da cama bem em frente a esta se encontra as portas duplas que devem passagem a esta majestoso aposento, o quarto de meus pais. E fiquei um tempo encarando a porta e me perguntando o que eu estava fazendo dormindo aqui. Foi quando passei as mãos distraidamente pela colcha da cama onde estava que minha atenção foi desviada para este e eu a reconheci como sendo minha.
A colcha era vermelha por isto se destacava sobre os outros lençóis que eram verdes, e tinha um dragão que estava dançando envolta de uma grande fênix, a colcha estava magicamente aumentada para caber na cama por inteiro, pois eu a tinha feito quando fui expulsa pelo meu pai de casa para uma cama de casal normal como a que eu tinha em Hogwarts.
-Acho que não preciso perguntar o significado do bordado, não é minha filha? – no momento em que ouvi a voz do meu pai se assustei um pouco mas não deixei transparecer, apenas continuei passando a mão sobre a colcha e deixei que um largo sorriso surgisse nos meus lábios – Afinal depois do que tu me contou sobre o Jovem Potter não me surpreendi quando Severus me entregou esta colcha que ele disse que tu tinha esquecido na escola. – sente momento eu comecei a gargalhar.
-Pode disser ao meu padrinho que eu não esqueci, bom pelo menos não por esquecimento, foi de propósito. – eu disse olhando finalmente para o meu pai que afastava as cortinas da cama e se sentava na beira desta. – Eu deixei lá, pois não sabia como o Senhor ia reagir quando a visse aqui. – eu disse sendo sincera com ele.
-Bom não posso te culpar por isto, acho que na epoca eu poderia mesmo ter feito alguma loucura. – ele disse pensativo sem olhar para mim, – Mas não acha que seria arrisca deixar na escola com Alvo por perto, se ele visse entenderia na hora que tu minha querida gosta dele. – indicando com a cabeça o que estava bordado em letras grandes com um fino fio enfeitiçado para mudar de cor com a luz embaixo do desenho, a frase escrita em latim “Amoris claustra tantum posse superari temporis”( O amor tem barreiras que só com o tempo podemos superar.).
-O lugar onde ela estava guardada tinha uma feitiço especial para os Potter ou ninguém chegar perto. – eu disse olhando da colcha para o meu pai, – Então pode me disser como meu padrinho conseguiu pagá-la? – eu disse olhando interrogativamente para ele.
-Bom ele foi o único que tu deixou entrar no teu quarto após deixar Hogwarts e voltar para cá, ele só teve que desabilitar os feitiços. – ele disse com um lindo sorriso.
-Devo ter dado um pouco de trabalho. – eu disse também rindo.
-Três dias para ser exato. – eu olhei para ele sem acreditar. – Foi o tempo que ele demorou para desfazer todos os feitiços de proteção que estavam no quarto e descobrir onde estava guardada a tua varinha original. E assim poder fazer tu acordar. – ele disse sem olhar para mim, com uma voz calma como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Eu estive apagada por três dias, e precisei da magia que estes anos desde que eu entrei em Hogwarts eu tinha depositado na minha varinha original, aquela que meu pai me deu quando eu comecei meu treinamento com ele, mas que eu nunca usei em Hogwarts nem em batalhas pois meu pai dize que para isto eu precisava de outra varinha, ele nunca me disse o porque disso, e que eu levei escondido comigo quando sai de casa. Eu sabia que poucos magos tinha feito isto, pois depositar magia em uma varinha não é muito segura, mas sequei o mesmo principio de doação de sangue trouxa. Então eu sabia que se um dia meu nível de magia baixasse demais eu tinha uma lugar onde poderia recorrer para eleva-la a um nível em que eu não corresse mais risco de vida.
-Severus ainda levou mais 12 horas para descobrir um meio de passar a magia para ti sem quebrar a varinha, pois sabíamos que assim toda a magia que tu tinha escondido nele seria perdida. – ele continuou falando sem olhar para mim com os olhos sem foco – Posso disser que ele quase soltou um Crucius nele mesmo quando descobriu que era só colocara a varinha em suas mãos que a magia contida na varinha passaria para ti. – ele finalmente de olhou, e nos seus olhos eu vi uma mistura de alivio, preocupação e por fim um pouco de raiva.
-Eu programei a varinha para que ela mesma detectasse se a minha magia estava em um nível muito baixo transferir o que nela estava contido até que este nível se estabilizasse ou o reservatório dentro do núcleo se esvaísse, o que acontecesse primeiro. – eu disse desviando os meus olhos do dele, não consegui sustentar seu olhar.
-Mas como tu descobriu que o núcleo da varinha pode ser usado para isto? – ele me perguntou e eu detequitei apenas curiosidade em sua voz, e deixei um singelo sorriso surgir nos meus lábios.
-Não são todo as varinhas que suportam isto, apenas com o núcleo de sangue de dragão, com o da minha original. – eu disse passando a mão sobre o dragão bordado na colcha – posso disser que é mais um uso para o sangre de dragão, mas não diria que todos os bruxos podem fazer isto é bem cansativo no começo, pois o nível mágico baixa consideravelmente e demorar para se estabilizar. – eu disse finalmente olhando para ele.
-E mesmo assim tu lutou grandes batalhas, mesmo estando com o nível mágico mais baixo que os outros. – ele disse com um tom de repreenção.
-Isto me tornou muito mais forte que os outros, tento que nos últimos tempo eu tinha que passar a magia para a varinha diariamente, para que Alvo, Lily, o Senhor ou qualquer um não percebesse diferença no meu nível de magia. Assim eu passei a transferir mais energia com o tempo. – eu disse olhando para ele calmamente – Assim como eu teria demorado muito mais tempo para acordar se tivesse o mesmo nível de magia dos tempos da escola.
- Acho que tens ração. – ele me disse se levantando da cama.
-Mas não entendi uma coisa, – eu disse sem deixar ele se afastar muito da cama, ele se voltou para mim quando não terminei a frase – porque estou no seu quarto ao invez do meu? Como descobriram sobre a minha varinha? E porque esta colcha esta aqui? – perguntei olhando diretamente nos olhos dele.
-Tu esta aqui porque precisava de cuidados extensos enquanto a magia não se estabilizasse, e como tinha passado mais de 12 horas desde que tinha voltado para casa e ainda não havia se estabilizado eu chamai Severus e ele achou melhor procurar a tua varinha original pois tinha visto tu passar magia para ela numa noite em que tu vez ronda em Hogwarts, enquanto ele procurava a varinha eu passei tu para cá pois a lareira do teu quarto esta ligada com a dos Potter em Hogwarts não é? – ele me perguntou ainda parando perto da cama e eu apenas confirmei com a cabeça – E eles colocavam a cabeça por ela o tempo todo para disser que nunca aceitariam mais Malfoys na Ordem. – ele disse com muito sarcasmo na voz e um sorriso malvado apareceu no seu rosto e ele voltou a se sentar na beirada da cama – Agora minha filha tenho mais motivos para entrar na Ordem da Fênix. – e eu sabia que meu pai iria fazer os dois pagarem por não me deixar eu me recuperar como devia.
-E com isto tu não conseguia descansar, e para estabilizar a magia é preciso tranqüilidade, por isto – ele abriu os braços mostrando o quarto – eu te passei pra cá. Que é tranqüilo e sem interferências de nem um Potter. Quanto a colcha o teu padrinho achou que irai te acalmar um pouco quando tu começou a delirar na segunda noite que passou inconsciente. Eu duvidei mas até funcionou muito bem. – ele disse passando também a mão pela colcha. – Bom minha filha, que tal tomar um bom banho trocar de roupa e tomar uma chá da tarde com seu pai e seu padrinho na sala. – eu olhei para ele sem acreditar já era quase cinco horas da tarde. Eu passei quarto dias e três noites dormindo. Ainda não consigo acreditar que perdi tanta magia assim apenas naquela reunião, deveria haver outra explicação, mas eu sabia que meu pai não me daria pelo menos não agora ele já tinha dito o que eu deveria fazer.
Com isto ele se levantou e definitivamente deixou o quarto. Eu me levantei da cama e fiz o que ele me disse, tomei um delicioso e demorado banho, quando voltei ao quarto encontrei sobre a cama um lindo vertido verde que coloquei sem pestanejar. Meu pai queria algo se não,não teria me dado um vestido que pertencia a minha mãe biológica para colocar, e eu não vou brigar com ele sem saber o que ele quer. Ao lado do vestido estava um lindo prendedor de cabelo feito de prata na forma do símbolo da sonserina, prendi meus cabelos e vi em cima do bidê as minhas varinhas, a original eu guardei nas minhas costas presa a parte interna do vestido, e a outra eu coloquei no cinto do vestido onde eu sabia tinha um lugar para guardar a varinha da bruxa que usasse o vestido.
Antes de sair eu coloquei a mão sobre a colcha fazendo ela voltar ao tamanho normal, sim eu posso fazer muitos tipos de feitiços e magia sem precisar da varinha, e chamei um elfo domestico e lhe dei ordens de leva-la de volta ao meu quarto, depois disso deixei o quarto do meu pai e foi em direção ao andar de baixo onde ele me esperava junto com meu padrinho para o chá da tarde.
Quando cheguei vi que os dois já estavam servidos e conversavam, quando me aproximei eles pararam na hora, desconfiei que o assunto era eu, e prontamente fechei minha mente e também invoquei parte da magia que eu sabia ainda estar no núcleo da minha varinha original para me ajudar a manter minha mente fechada para os dois.
-Boa tarde padrinho. Pai. – eu disse em tom calmo, me aproximando da cadeira reservada para mim na mesa onde eles estavam tomando chá e sentando.
-Boa tarde, Anjelita é muito bom te ver de pé novamente e não deitada naquela cama. – disse meu padrinho com um pseudo-sorriso no rosto. – Não deveria se esforçar tanto assim Anjelita, fechar a mente para duas pessoas que são mais experientes que tu pode te cansar muito rapido novamente como a quatro dias atrâz. – bingo aqui esta a confirmação eu dormi por quatro dias e três noites, mas agora eu estava muito mais forte, podia sentir isto, agora eu poderia enfrentar todos daquela sala mais meu padrinho tentando ler minha mente e ainda sair sem me sentir cansanda.
-Não se preocupe padrinho, isto não vai acontecer agora. Estou totalmente recuperada, e ainda por cima descobri aspectos da minha magia que não sabia antes. – eu sabia esta fogando verde, queria ver até onde eles sabiam sobre como eu havia ficado naquele estado, pois apenas enfrentando duas pessoas eu não ficaria tão cansada, a ponto de precisar recocer a minha reserva de magia.
Vi os dois se entre olharem e olharem diretamente para mim, senti duas pontas na minha testa, mas mantive a calma, sabia que não precisava me preocupar, de algum jeito eu sabia que não ia ficar cansada de novo, a única coisa que fiz foi me servir de um pouco de chá e de alguns biscoitos que estava dispostos sobre a mesa.
-Vão continuar com isto a tarde toda, – eu disse bebendo um pouco do chá – ou podemos conversar sem precisar ler as mentes uns dos outros.
-Então vamos conversar, – disse meu pai – Severus pode explicar o que aconteceu a quarto dias atraz na sede da Ordem, para nós por favor. – como se vocês dois já não soubesssem, eu completei mentalmente.
-Aconteceu o que um medibruxo denominaria como: esgotamento por excessivo dispêndio de magia, mas me pergunto como isto aconteceu, quando a energia magica da Anjelita é muito maior do que pensamos. – ele disse olhando para mim.
Eu tomei mais um gole do meu chá e deu um longo suspiro, antes de responder.
-Eu tive um encontro desagradavel com Vitor antes da reunião da Ordem. – eu disse calmamente e comi mais um biscoito. Meu pai e Severus que estavam tomando chá naquele momento quase se afogaram.
-En... encon... encontro com Vitor? – os dois falaram ao mesmo tempo, e eu olhei para os dois sem expresão no rosto, pois eu juro nunca tinha visto os dois encasgarem em uma palavra ou ficarem com rostos tão surpreso como agora.
-Sim, Vitor. Nos tivemos uma pequena discução e houve uma saraivada de feitiços, mas eu não sai machucada. E não me sentia cansada. Quando bati de frente com Alvo e Lily eu também não me senti escotada, quando eu cheguei na sala para descançar foi que a forças das emoções que me assolaram o dia inteiro que me deixaram fraca. A única coisa que eu poderia fazer sem passar mal de verdade era ficar sentada na poltrona até que o nivel de magia voltasse a um nivel mais estavel. – eu dei uma pausa para tomar mais um gole de chá e ver se eles estavam me acompanhando. Eles apenas balançaram a cabeça e eu continue. – Mas quando eu tomeia a poção que o senhor me deu padrinho, eu me senti melhor por poucos minuto depois foi como se eu estivesse passado por este mesmo dia só que umas vinte vezes sequidas sem descanço. – olhei para ele, sem entender o que tinha aconteceido.
-A poção que te dei, utiliza energia do núcleo magico do próprio mágico – meu padrinho olhou para mim e em seu rosto vi que ele esta bravo – afinal pouquissimos e ainda assim só os mais poderosos magos e bruxas, podem usar todas as energias que estão dentro do seu núcleo mágico. Nunca pensei que minha afilhada estava dentro deste pequenissimo e seleto grupo. – ele deu um sorriso aberto.
-Nem eu. – eu disse calmamente com voltando a tomar meu chá. E ver a cara surpresa deles. – Eu simplesmente faço isto, desde que era pequena. – complete.
-Uma bruxa poderosa desde muito jovem, acho que realmente Potter deixou verdadeiros Herois e pessoas que podem sequir seus passos assim como Dumbledore o deixou. – falou Severus de modo pensativo. – Afinal posso disser que Alvo e Lily também não tem dons comuns. – Olhe para meu padrinho sem demostrar expreção mas por dentro estava surpresa o que o meu padrinho sabia sobre Lily e Alvo que eu que estava com eles quase todos os dias nos últimos seis anos não sabia.
-Bom agora tenho que voltar a Hogwarts, estou a quase cinco dias sem tirar pontos dos meus queridos grifindos – ouvi meu padrinho falar com uma voz muito sinica e malvada que faria qualquer grifindo sair correndo. – E tu Anjelita, trate de descançar pois esta afastada da Ordem até o proximo mês. – ele me disse isto e eu quase me levantei da cadeira pois seria ficar quase quinze dias longe da guerra, se Vitor atacasse novamente como iriamos vencer. – Não se preocupe com as batalhas, nem um dos Potter quer uma batalha agora contra Vitor, principalmente contigo brava com eles, eles sabem muito bem que podem ser atigidos por fogo amigo, se ficarem na tu frente depois do que falaram de tua familia naquela reunião. – disse Severus com um sorriso se levantando e indo em direção a lareira.
-Se é assim, acho que posso tirar uns dias de folga – eu disso com um sorriso, pois desde do inicio da guerra eu era a única dos três lideres que nunca tinha tirado um tempo só para mim. – A Severus poderia levar um recado meu para os membros da Ordem. – ele se voltou para mim já com o pó de flú na mão e confirmou com a cabeça. – Diga a eles que teremos outra reunião para tratar dos detalhes da entrada de mais dois Malfoys na Ordem – eu disse olhando para o meu pai e dando um largo sorriso extremamente malvado, e voltando para o padrinho continuei – assim que eu retornar da minha folga, no dia dois de maio. Por favor. – falei educamente mostrando todo o sarcasno da frase anterior, deixando bem claro que não havia nada para ser acertado e sim enfiado guala abaixo do povo da Ordem.
Severus só deu um sorriso e por fim jogou o pó de flú no fogo da lareira e se foi em direção a Hogwarts, deixando eu e meu pai a terminar o chá.
-Tem certeza do que pediu a Severus. Tu deu tempo para ele prepararem as armas. – disse meu pai depois de tomar mais um gole do chá.
-Pois é exatamente o que quero. – disse olhando para ele, ele me olhou com surpresa nos olhos. – quero que eles preparem o melhor que tiverem, vou mostrar quem é Anjelita Malfoy, — disse calmamente. – Afinal até agora eu só mostrei a eles porque tenho o nome de anjo, agora eles vão conhecer o lado Malfoy desde belo anjinho aqui. – eu disse olhando para o meu pai e sorrindo, vi um sorrido também surgir em seu rosto.
Afinal um Malfoy sabe do que outro é capaz, principalmente se é subestinado como eu sempre fui, por estar do lado que é considerado certo pelo Ministério.
Quinze dias se passaram, eu poderia descrevi o que andei fazendo mas somente as mulheres iriam entender, há há há, sim homens, eu fiz compras, gastei muito o dinheiro do meu pai, e um pouco do meu sim eu fiz meu dinheiro reder, investi em imoveis para alugar no mundo trouxa, coloquei em investimentos trouxar, dissem que a dor ensina a gemer e meu pai me ensinou muito sobre como valorizar o dinheiro e como faze-lo render quando me explusou de casa. Assim como fiz dinheiro no mundo bruxo também, vendendo poções para muitos menbros da Ordem. Também passei um tempo na biblioteca da Mansão pesquisando o último feitiço que minha mãe usou, e calsou a morte dela, meu pai já havia me contado como ela havia morrido nas agora eu tinha certeza que aquele feitiço era muito perigo mesmo quando usado no momento certo. Mas eu havia prometido deste muito cedo a só usa-lo com atorização do meu pai e quanto não tivesse mais saida. Pode parecer idiotice mas eu sabeia que existia muito mais do que meu pai me contou e agora eu sabia o que esperar quando usasse este feitiço, pois no meu intino eu já sabia que era o único jeito de dar inicio a derrota definitiva de Vitor, mesmo que para isto eu tivesse que sacrificar a minha propria vida pois jamais deixaria Alvo ou qualquer outra pessoa usar este feitiço.
No dia dois de maio como programado eu estava novamente sentado sozinha na cozinha do Largo Grimmauld número 12, sim a sede da Ordem novamente era na antiga casa dos Black, mas agora como existia uma Malfoy no meio da Ordem ela estava mais diquina de ser considerada uma casa da nobreza bruxa, estava bonita e arrunada, eu estava olhando em volta e pensando o que meu pai faria assim que colocasse os pés nesta casa, ele conserteza mudaria as reunião da cozinha teria que ter uma conversa com ele sobre isto. (até hoje ele e Alvo brigam sobre as reuniões serem na cozinha e não no escritorio da casa, que foi adotado pro mim, pelo meu pai, por Scorpion e Severus como um lugar só nosso quando queremos falar de assuntos sem sernos perturbados, o que, digasse de passagem, é comum nesta casa).
Todos novamente entraram juntos e desta vez me segurei para não falar nada, pois via na cara de todos que estavam muito bravos, principalmente Alvo e Lily, que me olhavam com um olhar quase raivo, que juro só o via direcionada para Vitor (acho que neste momento eu esta sendo considerada um inimigo muito mais perigoso que o proprio Vitor), quando se sentaram na ponta oposta da mesa.
-Muito bem Anjelita – começou Alvo me olhando muito sério, e como ele ficou lindo assim, por um segundo tive que fazer muito esforço para segurar um sorriso – diz logo o que tu tem para falar sobre a entrado dos outros Malfoys, pois temos muito a tratar além desta tua brincadeira de casinha – ele disse muito irritado e com serto sarcasmo as últimas palavras, que mataram o sorriso que eu estava fazendo um esforço para segurar, me deixando muito magoada e também com raiva.
Acho que meu padrinho percebeu algo, pois colocou sua mão sobre a minha por de baixo da mesa, eu nem tinha percebido até aquele momento que tinha fechado a minha mão em volta da varinha e a outro em punho que deixava os nós dos dedos brancos. Olhei para ele por alguns segundos e pelo olhar vi ele me pedir calma, fechei meus olhos por alguns segundos para me acalmar e quando os abrir, vi no rosto de Alvo, algo que até hoje me dá raiva, ele estava com um sorriso debochado no rosto. Neste momento os olhares de todos estavão voltados para mim, até os do meu padrinho, eles queriam saber o que eu ia fazer.
Eu antes de me levantar recoloquei minha varinha no bolso da calça, e andei em direção ao Alvo calmamente.
-Finalmente o jovem Potter mostra sua verdadeira face – eu disse calmamente com a mesmo voz que meu pai falava quando se reveria ao Harry, vi o rosto de Alvo ficar muito vermelho de raiva e ele se levantar de onde estava – Calma Potter ou quer receber a sua maldição antes da hora, pois não pense que o me disse vai ficar em pune. – eu falei calmamente, eu passei um olhar pelo pessoal que estava na mesa e vi muitos me olharem apavorados, somente meu padrinho possuia um pseudo-sorriso.
-O QUE DISSE MALFOY? – gritou Alvo. Eu masagiei meus ovidos fingido que tinham doido por causa do grito.
-O que tu ouviu ou já ficou surdo, bom pelo menos acho que eu fiquei um pouco mais surda. – eu disse ainda calmamente – Mas não estamos aqui para brigar, pelo menos acho que não, — dei um lindo sorriso, que jamais alguém naquela cozinha além do meu padrinho já tinha visto. Eu realmente estava pronta para matar um, naquele momento, – só nos reuni aqui, já que foi impossivel falar da última vez, que a cerimonia de iniciação será realizada de modo tradicional, e eu serei a oficiante desta cerimonia e Severus será meu ajudante o segundo celebrante, sendo assim – deixei o resto no ar por alguns minutos, pois queira ver a reação de cada um ali presente. Todos com exeção é claro do meu padrinho ficaram palidos.
E por um minuto eu me lembrei da conversa que tive com meu pai quatro dias antes desta reunião.
Flashback
Como é bom ter um tempo só para gente sem Ordem ou Vitor para encomodar – eu pensava deita na minha cama olhando para o teto do quarto. Quanto ouvi alguém bater na porta do meu quarto.
-Posso entrar minha filha? – perguntou meu pai enquanto abria a porta do quarto.
-Claro que sim pai. – respondi me sentando na cama e me recostando na cabeceira. – Aconteceu algo?
-Na verdade sim, Anjelita – ele me falou sentando na minha frente na cama. Eu o olhei preocupada. – Calma, eu só quero falar contigo sobre a cerimonia de entrada na Ordem. – eu dei um suspiro, ficando mais tranquila.
-Então meu padrinho já falou com vocês sobre esta cerinomia. – eu dei um soriso maldoso, pois sabia que meu pai nunca irai gostar dela, pois em parte lembrava a entrada dele nos Comensai da Morte.
-Sim, ele falou. – sou voz saiu levemente contrariado – E é sobre isto que eu queria te falar, ou melhor pedir uma coisa. – olhei para ele levemente desconfiado, pois ele já mais me pedia uma coisa que eu realmente gostasse de fazer.
-E o que seria pai? – deixei minha voz transparecer minha desconfianção.
-Não precisa ficar desconfiada minha filha. – ele disse com um sorriso aberto sem nem um pingo de sargasno ou maldoso, o que me deixou bem surpresa. – Eu quero lhe pedir que presidice a cerinomia.
-QUE? – agora sim eu estava mais que surpresa, estava chocada, nunca em minha vida eu pensei em ouvir isto de Draco Malfoy, quem era aquele na minha frente, meu pai nunca me pediria aquilo sabem como era realizada a cerinomia.
Meu pai apenas me olhou com o mesmo sorriso no rosto sem nem alterar um minimo o belo sorriso.
-Eu sei que estou te pedindo algo que jamais pediria em estado normal, mas acho que será o melhor jeito de calar a boca de todas a Ordem, principalmente depois do que Severus me mostrou a última reunião, e como eles ficaram depois que tu deu a maravilhoza noticia que eu e teu irmão vamos fazer parte da Ordem. – dele disse com calma, mas conforme ele ia dissendo vi que seu sorriso ia ficando cada fez mais maldoso e sarcastico. – E queria também que Severus fosse seu ajudante.
-Mas pai, — eu disse sem entender a onde ele realmente queria chegar, aquele sorriso maldoso e sarcastico ainda estava lá, mas eu não entendi o que ele queria disser com tudo aquilo, pela primeira vez em muitos anos, eu não entendia o que ele queria disser com suas palavra e ações. – Com isto vocês dois teram que realizar a cerimonia com ostras duas pessoas, e elas serão responsaveis por colocar vocês dois apar das regras, se escolherem pessoas erradas tudo pode ir por agua abaixo, muita gente ainda odia os Malfoys, e não é diferente na Ordem. – eu disse um pouco preocupada.
-Não se preocupe querida, seu padrinho já nos colocou a par de tudo, já sabemos as regras e o que podemos fazer ou não. – ele disse calmamente. – Na verdade acho que isto será mais um teste para ambos os lados. – ele disse desviando os olhos para o teto como se tivesse pensando alto.
-Uma demostração de confiança, — eu disse em voz baixa, finalmente entendendo o que ele queria, ele me confirmou com a cabeça. – de que os Malfoys confiariam ser orientados por outras pessoas se não seus proprios portegidos, e também que a Ordem aceitaria novos membros dando a eles um pequeno voto de confiança. Mas não é só isto né pai? – e vi os olhos dele brilharem, sim ele estava armando e eu iria adorar ajuda-lo com esta armação.
-Tu quer também dar uma bela lição neles né, — vi ele suprimir um riso mais aberto, – avisa-los para não se meter mais com os nossos, certo? – seu sorriso se alargou mais e ele quase já não o escondia mais – Só pesso que tome cuidado e não cause tantos atritos de uma única vez. – eu disse segurando um largo sorriso. – Então me diga com quem tu e meu irmão querem fazer o juramento, pois tenho uma nitida impressão que vocês dois já escolheram as pessoas.
-Nós escolhemos .... – eu não acreditei quando ouvi os nomes e acho que o meu pai teve que repetir uma boas vezes até eu finalemente acreditar e aceitar a verdade, mas por enquanto vou manter segredo, pois acho que muitos não vão acreditar assim como eu naquele momento.
Final Flashback
Quando voltei a realidade, o que não deve ter demorado mais do que alguns segundos, percebi que apenas meu padrinho tinha percebido que eu fiquei perdida em pensamentos, todos os outros ainda estavão digerindo a informação que seria eu a presidir a cerimonia com Severus ao meu lado, coisa que eu nunca tinha feito, e não fazendo o juramento com meu pai.
-Como eu ia dizendo, – eu disse deixando meu sorriso se alargar mais ainda, o que deixou todos mais palidos ainda – sendo assim, é preciso de mais duas pessoas para a realização da cerimonia de entrada na Ordem, eu queria saber se alguém esta disposto àjudar meu pai e meu irmão neste dificil começo. – eu disse segurando uma gragalhada, eu estava mesmo sento uma bela atriz. Pois as caras eram praticamente de se ter um ataque de riso, todos com exeção de Severus estavão literalmente apavorados.
Acho que peguei pessado desta fez – pensei comigo mesma e olhei para meu padrinho e ele discretamente me negou com a cabeça, por um momento achei que ele estivesse elendo meu pensamentos, mas precebi que não, acho que ele simplesmente me conhece muito bem.
-Bom acho que não teremos ninguém, – eu disse fazendo minha voz ganhar um ar debochado e falsamente triste – então eu vou escolher as duas pessoas – vi Lily se levantar em camera lenta e sua cabeça se virar para mim que estava entre ela e Alvo, este também estava virado para mim e parecia que ia me matar a qualquer momento – e eu escolho os os dois outros lideres da Ordem, Alvo para estar com meu pai na cerimonia e Lily para o meu irmão. – eu disse sorrindo calmamente colocando a mão nos ombros de ambos e os forçando a se sentar novamente.
-Ela ... Ela... – foi só o que ouvi a Lily disser em uma voz muito baixa e chorosa, enquanto o olhar dela vagava entre mim, Severus, e em seus olhos eu constatei apenas terror, coisa que eu nunca vi desde o inicio desta guerra, e por último parando em Alvo, como se pedisse ajuda ao irmão para se livrar disso.
-VOCÊ NÃO PODE FAZER ISTO, OS DOIS QUE ACEITAM O JURAMENTO SEMPRE FORAM ESCOLIDOS POR VOTAÇÃO E NÃO SERA TU QUE VAI MUDAR ISTO AGORA. – Alvo deu um tapa na minha mão se levantando novamente, e novamente eu maçaguei o meu ouvido, mas desta vez eu acho que realmente fique surda pois ele gritou olhando para mim e com a boca quase dentro do meu ouvido.
-Na verdade Alvo, ela não só pode por seu direito de lider escolher quem presta juramento com quem, como ela É a oficiante da cerimonia o que dá a ela dublo direito de escolha, e como vocês dois – disse Severus apontando para os Alvo e Lily com a mão direita, – como lideres tem a obrigação de aceitar, por que são lideres e não podem desrespeitar a oficiante de uma cerimonia de juramento, como também não podem ir contra outro lider. – ele terminou levemente irritado como se tive falando com seus alunos de Hogwarts.
-Mas ela esta desrespeitando a gente, fazendo todos aqui aceitar o pai e o irmão dela nesta mesa sendo que não sabemos se eles seram digmos disso. – disse Lily em voz baixa e levemente termida de medo, olhando para Severus.
-E vocês não fizeram a mesma coisa – respondeu Severus com a voz totalmente irritada – quando apenas informaram as pessoas que entrariam na Ordem e onde elas se sentariam nesta bendita mesa. – ele terminou fazendo um gesto e mostranto todos que estavam ao redor da mesa.
Novamente um pessado silêncio reinou na cozinha e eu olhei para meu padrinho, em meu olhos eu mantinha uma pergunta muda, se tudo aquilo tinha ternimado. E ele me respondia que teria cido muito facil se tudo tivesse terminado tão facilmente assim.
Alvo havia abaixado a cabeça, como que se resiquinando a tudo, Lily ainda o olhava procurando uma saida, e todos só olhavam entre nos três, eu sabia o que se passava na cabeça deles, e não precisa ler suas mentes para isto estava escrito em seus rosto, mas uma vez a liderança brigava entre si, o que era comum já que tinhamos ideias muito divergentes, mas pela primeira vez a Ordem corria o verdadeiro risco de nunca mais nos acertamos o que sei pessimo para todos. Todos sabia que alguém teria que seder para chegarmos a um decisão sem maiores problemas, e desta vez sem exeção todos sabiam que eu não iria ceder como sempre fazia, restava saber se Alvo e Lily deixariam de ser tão orgulhosos e aceitariam o que eu estava dissendo e fazendo. E algo me dissia que logo teriamos a resposta. Foi quando eu ouvi um longo suspiro vindo de Alvo.
-Tu ganhastes Anjelita. – ele disse com um voz cansada ainda olhando para baixo.
-Mas Alvo... ela – Lily ainda tentava argumentar.
-Não Lily – ele apenas segurou a mão dela e a puxou para baixo, pois ela começava a tentar se levantar e eu gentilmente a empurava para baixo, pois minha mão ainda estava em seu ombro – nós estaremos lá – ele disse levantando a cabeça e se levantando também, e eu olhei em seus olhos vi tanta raiva que tirei minha mão do ombro de Lily e me afastei um pouco – mas já deixo avisado que se Draco ou Scorpion Malfoy derem um só – ele disse levantando a mão e mostrando o número um com o dedo – eu disse um só, ouvi bem Anjelita, um só escoregão mas regras eles serão imediatamente explusos ouviu bem. – ele disse chegando bem perto de mim, depois se virou para os outros – esta reunião esta encerrado, assim como este assunto só o trataremos novamente no dia 13 de Agosto, dia em que novos membros se juntaram a nós. – depois se virou para mim novamente e falou tão baixo que quase tive dificuldades de entender o que ele falava – Espero que tenha gostado do que fez. – depois de disser isto ele simplesmente saiu da cozinha, e bateu a porta ao passar por ela.
Como que por ligados por fios os outros se levantaram e em silêncio sairam atraz de Alvo, restando na cozinha apenas eu e Severus. Eu ainda encara a porta por onde Alvo e outros haviam saido quando ouvi a voz de Severus.
-Foi mais facil do que eu esperava. – ele disse cruxando os braços sobre o peito e fechando os olhos – Se bem que esta disputa por poder mostrou quem sairia perdendo. Acho que finalmente os filhotes de Potter se tornaram um pouco inteligentes.
-Como assim, padrinho? – eu perguntei sem entender, caminhando até o meu lugar e me sentando ao lado dele.
-Eles sabiam que tinham muito mais a perder batendo de frente contigo, do que aceitando o que tu queria. – ele disse me olhando calmamente. – Bom pelo menos Alvo tem juiso para ver isto.
-Ainda não entendi. – disse com uma voz calma e controlada, sabia muito bem que meu padrinho não gostava muito de esplicar as coisas, mas não estava pegando o que ele queria me disser.
-Bom podemos disser que Alvo percebeu que durante todo este tempo te fez engolir muito sapos, por assim disser – ele falou encondendo o riso, mas eu entendi que ele falava dos membros que eles haviam colocado lá sem eu aceitar e até me forçaram a fazer juramento com alguns deles – E que agora tu estava apenas devolvendo, claro do jeito Malfoy, o que eles fiseram – sim eu estava sendo um pouco mais cruel do que eles foram, mas estava dando o mesmo tratamento que eles me deram no passado – Por isto ele desistiu de brigar, pois sabia que no final tu até poderia sair da Ordem se este impasse continuasse.
-Acho que eu não iria tão longe. – eu disse abaixando a minha cabeça.
-Não minta para mim. – ele disse levantando meu rosto me forçando a olhar para ele – nos dois sabemos que no fundo tu seria capaz de tanto ameaçar como fazer no momento em que eles batessem de frente com tudo. – sim eu sabia que bem lá no fundo eu faria, mesmo que correse o dobro de riscos, eu ameaçaria e por fim faria se a Ordem continuasse se negando a aceitar meu pai e meu irmão. Ele soltou me rosto e voltou seu olhar para o teto. – E para não perder quem particamente garante a vitória para a Ordem ele achou melhor ceder ao que tu queria sem maiores problemas. E posso admitir ele deu um passo muito sonserino desta fez, pois pensou em salvar a própria pele em vez de ser um Herói como os tolos grifindos. – ao falar isto um pequeno sorriso se desenho no seu rosto.
-Acho que o Alvo não gostaria deste elogio, não padrinho. – eu disse também sorrindo.
-E quem disse que foi um elogio. – ele disse e nos dois começamos a gargalhar. Pois sabiamos que não havia mais ninguém na casa, nós dois estavamos sozinhos. E passamos um bom tempo assim apenas rindo e conversando sobre como seriam as futuras brigas entre os Potter e os Malfoys, mal sabiamos nós que elas seriam ainda mais memoraveis do que a primeira, protagonisada a poucos minutos por mim e Alvo, afinal seriam protagonisados por um Malfoy senior, meu pai, e Alvo.
Bom pessoal vou ter que parar por aqui, pois a briga acabou e meu irmão acabou de bater na porta vinto me chamar para a reunião recomeçar, eu ia contar tudo, mas como aconteceu muitas coisa na cerimonia de entrada e para não deixar de lhes dar algum informação, vou deixar para contar na próxima que eles começarem a brigar, o que não vai demorar muito, conhecendo as dois, pois eu demoraria muito tempo contando todos os detalhes e logo eles estariam aqui em cima praticamente me arrastando lá para baixo. E descobrir que eu estou escrevendo estes pergaminhos. Pois isto seria o fim desta história e ninguém mais saberia o que estamos passando aqui. E vocês meus caros leitores teriam que ter suas memorias destes fatos apagadas, pois o Ministério não quer que ninguém saiba da verdade. E eu pergunto, isto é alguma novidade?
Espero que Merlin abençõe vocês, e se tudo der certo volto a contar a cerimonia assim que a briga lá em baixo ficar ensuportavel.
Notas finais
Abraços e até o próximo capitulo.
Abraços
Anjelita
Fale com o autor