Anja Solitária

9 Um dia mais calmo


Notas iniciais
Genteeeeee, hoje estou fazendo 15 anos e estou muito feliz. Foi uma festa a fantasia e fui de espanhola, mas morri de vergonha pois meu pai ficou fitando meus amigos, mas no final foi legal e consegui vir para casa para postar para vocês meus lindos leitores. Esse capitulo ficou menor, mas é só para descontrair e acalmar os animos dos personagens, mas não é por isso qeu a qualidade vai diminuir. Deixando minha felicidade de 15 anos de lado... BOA LEITURA!!!!!

Os três me abraçaram tão forte que eu me senti amparada, protegida, amada novamente, mas eu não conseguia mais falar, só o que eu queria era chorar.

Depois de tanto chorar, respirei fundo e sequei minhas lagrimas. Eu já me sentia mais calma e não mais tão triste. Quando levantei meu olhar vi que meus amigos ainda estavam preocupados. Sorri para eles que sorriram para mim. Quando me dei conta já passava das 21:00 então decidimos que seria melhor irmos dormir e pela primeira vez em meses tive um sonho bom.

Acordei ainda desnorteada e com a cabeça palpitando, deve ter sido de tanto ter chorado ontem. Levantei-me e olhei para o calendário na parede do lado e percebi que hoje ia ser um dia bem preocupante. Fui fazer minha higiene matinal, para depois encher minha banheira e me afundar nela, e a água estava tão fria que senti meu corpo inteiro se arrepiar, mas não liguei para o choque térmico. Sai do banho e me sequei, para depois colocar um vestido de alcinha branco e ir fazer o café. Quando cheguei na cozinha vi um milagre, estava Teito, Ikuto e Natsume fazendo o café; para quem é o ultimo a acordar, Natsume me surpreendeu.

Demorou um pouco para me perceberem na cozinha e quando me viram com uma cara mais surpresa que a de quando os conheci, ficaram um pouco preocupados, mas antes que pudessem dizer alguma coisa eu comecei a rir, espantando ainda mais o trio de cozinheiros.

— O que fizeram com vocês? — perguntei entre risos. — Estou presenciando um milagre, todos juntos acordados fazendo café! — disse tentando não chorar de tanto rir e ao perceberem o porque da minha cara de surpresa começaram a rir também e isso foi muito bom, pois consegui me sentir mais viva.

— Realmente isso está muito estanho, até eu estou acordado há essa hora. Nunca pensei que isso fosse acontecer. — falou Natsume cessando a crise de risos de todos e com uma caixa de suco em mãos.

— Mas como todos nós acabamos acordando cedo pensamos em fazer o café, até porque é você que sempre faz. — disse Teito com uma frigideira com ovos e bacon.

— De toda forma, vou ajudá-los. Vamos, me passe a frigideira, Teito! — disse pegando a frigideira que por pouco não queimava tudo, mas consegui dar um jeito.

— É muito bom ter todos assim juntos, parecemos uma grande famí... — disse Ikuto sendo impedido por Teito que tampou sua boca para não dizer o resto da frase e assim que ele percebeu o que ia falar se calou.

O olhei sabendo o porquê daquilo e apenas sorri e disse com uma voz mais calorosa que eu mesma poderia imaginar.

— É verdade somos como uma grande família, e isso me felicita muito. — falei deixando um enorme sorriso escapar no final fazendo os meninos me olharem e corarem violentamente para depois desviarem o rosto e voltarem a fazer o café.

Quando finalmente terminamos de preparar o almoço/café, decidi dar uma saída para tratar de um assunto, pois mesmo tendo começado cedo Natsume e Teito começaram a fazer bagunça, como derramar o suco, quebrar um prato e no final eu e Ikuto expulsamos os dois da cozinha e só terminamos na hora do almoço, mas mesmo assim foi divertido.

— Mina, vou sair agora, tentem não bagunçar a casa e se bagunçarem... – ameacei-os apenas com o olhar, com uma aura assassina fazendo-os entender. Eles se encolheram com cara de "imagina se que nós bagunçaríamos alguma coisa", entendendo bem o recado. Assim que dei as costas senti alguém segurar minha mão e ao olhar, era Ikuto.

— Tenha cuidado, não faz muito tempo desde nosso ultimo confronto, Kisho pode voltar a qualquer momento. — disse ele cheio de preocupação. — E, além disso, há muitos pervertidos por ai, tem certeza que não quer nossa companhia? — perguntou. Eu vi que os outros também estavam me olhando com cara de preocupados.

— O que eu tenho pra fazer hoje é complicado, mas gostaria muito que viessem comigo, gostaria que "eles" os conhecessem. — disse ao trio com um pequeno sorriso e eles assentiram em vir, até porque era mais seguro e estavam curiosos para saber aonde eu ia e quem eram "eles".

Na estação de trem comprei quatro passagens para nosso destino e seguimos nosso caminho, o qual vai suspreender muito esses meus amigos.

Notas finais
E ai o que acharam? Quero que comentem, apareçam leitores fantasmas, estou a espera de novos comentários...e ainda muito feliz por finalmente estar fazendo 15 anos e me tornando mais independente. Beijos e um abraço de coelho.