Anima Dead- Fic Interativa
3 Maya- Capitulo 1- Caos.
Notas iniciais
Maya
Meu nome é Maya Boldness Vancooper. Não sou uma pessoa muito de bem com a vida, nunca conheci meus malditos pais, fui adotada por traficantes quando perambulava pelas ruas, a principio eu seria usada como prostituta deles, mas eu era muito nova e eles tinham isso em consciência pelo menos. Então me usavam para vender suas drogas de maneira disfarçada, eu me mostrava boa nisso, com o tempo fui crescendo e me apeguei com o líder deles, Mark, ele era como um pai, foi me ensinando suas traquinagens e a sobreviver no mundo a fora, ele dizia que nunca desejou aquilo para si mesmo, que só estava lá porque não aceitava o sistema como ele era, ele queria ser notado, queria ser grande. E me inspirou nisso. Mas um dia ele foi morto por uma gangue inimiga e eles me adotaram sabendo de minhas habilidades, mas o tratamento era diferente, eles me humilhavam e tentavam me assediar. Mas um dia consegui escapar e me mudei de cidade, arrumei um emprego simples de garçonete com o sonho de ser grande como Mark tentou ser, não queria o mesmo destino que o dele, e daquele dia em diante eu bebia sem parar, posso ser classificada como alcoólatra. Não suportava meu patrão tentando mandar em mim e mandei ele a merda, eu estava quase para ser despejada de meu apartamento mas isso tudo aconteceu, não sei se vejo isso como uma salvação ou uma desgraça.
Dia 1-
Estou em meu apartamento, não tem energia, o dono do prédio tinha cortado pois eu não o pagava a dois meses, gastava o dinheiro com bebidas em bares locais. Isso tudo começou ontem a noite e me tranquei aqui, mas logo me lembrei que tinha perdido as chaves em uma bebedeira. Vou até meu quarto, o apartamento não é muito grande e está todo desarrumado, jogo algumas roupas em uma mochila, tiro minha camisa que está toda suada de tanto correr e jogo sobre a cama, vou até a cozinha vestindo somente o sutiã e abro o armário onde costumava armazenar comida, coloco a mochila sobre o chão e checo, lá dentro tem algumas salsichas enlatadas, feijão também enlatado e um atum obviamente enlatado, jogo dentro da bolsa. Procuro por bebidas mas não encontro, merda! Chuto o armário e volto até o quarto, preciso ser rápida, aquelas criaturas estavam me seguindo, coloco a bolsa nas costas e vejo na porta de entrada um deles, é aquele desgraçado do dono do prédio, seu maxilar está a mostra e ele avança em minha direção, agora ele me paga por tanta encheção de saco, jogo a bolsa pela janela, meu apartamento fica no terceiro andar, não é assim tão alto. Ele é gordo e quase da minha altura, pego uma cadeira da cozinha e arremesso em sua direção para ganhar tempo, vou até a gaveta de facas e pego uma bela faca de cortar pepino. Sorrio com a faca nas mãos e olho em sua direção, ele corre babando, deve ser de tesão em me ver só de sutiã, considere-se um homem de sorte haha. Chuto a mesa que cai em sua frente fazendo com que tropece e caia no chão, dou um chute em seu maxilar deformado, fazendo sua cabeça contorcer, me afasto, vou até a cortina e a rasgo com a faca, volto até o desgraçado e amarro em seu pescoço rechonchudo. Vou puxando ele pelo pescoço e arrastando pelo apartamento, ele geme estranhamente enquanto cospe sangue, chuto seu rosto novamente com mais força agora. Rasgo outra cortina e amarro uma na outra formando uma corda pequena e não tão resistente. Vou correndo até a janela e salto com os pés na frente, chutando elas primeiro e depois passando meu corpo, os estilhaços de vidros fazem alguns cortes em mim mas não importa, com o peso do rechonchudo sou levada até a parede quase perto do chão, bato minhas costas com força e acabo soltando a cortina por impulso, caio de cara no gramado do prédio. Faço um pouco de esforço para me levantar, estou com alguns cortes e com as costas doendo, merda. Pego minha bolsa no chão e corro até o muro que separa o prédio das ruas. Subo em uma lata de lixo e escalo o muro facilmente, salto do outro lado. As ruas estão com corpos no chão, carros parados e com os alarmes ligados fazendo barulhos irritantes. Alguns mortos caminham, outros estão devorando um homem vestido de terno perto de um restaurante, vou correndo entre os carros tentando não chamar atenção.
Vejo um beco, é uma ótima opção no momento. Passo por alguns dos lerdões, o beco é estreito e não tem saída, escuto alguns tiros vindo de um mercado, a porta dos fundos está bem a minha frente, os tiros cessam, acho que agora posso entrar. Abro a porta cautelosamente e vejo um corredor pequeno com outra porta, abro-a e vejo algumas prateleiras quase vazias, as portas fechadas e as luzes piscando, alguns produtos estão caídos no chão e de pé com uma arma em mãos está um garoto, aparenta ter dezoito anos, ele está segurando uma M9, arma utilizada por oficiais, garoto esperto, tem os olhos castanhos escuros, cabelos negros lisos e meio compridos bagunçados, ele veste uma camisa azul e por baixo uma azul escuro, uma calça jeans todas rasgada e suja e botas velhas. Ele fica olhando meio espantado com sua arma apontada para um possível morto que acabara de matar, meio irônico isso, ele não me viu, me escondo atrás de uma prateleira.
Escolhas a serem tomadas pela dona da personagem, responder por Mp:
1- Se apresentar ao jovem misterioso.
2- Ir embora sorrateiramente.
3- A terceira pode ser uma ideia do dono do personagem, sobre o que quer que seu personagem faça no próximo capitulo.
Fale com o autor