Anima Dead- Fic Interativa
6 Howard- Capitulo 1- O jovem.
Howard
Meu nome é Howard Mather O’Conner. Não sei quem são meus pais biológicos, fui adotado por um homem chamado Stainer, um mecânico local muito querido por todos, ele ensinou tudo que sabia para mim. Aos sete anos minha mãe adotiva morreu de câncer, Stainer ficou muito doente e morreu quando completei quinze anos, vitima de uma febre muita alta devido aos antidepressivos que tomava. Desde então tomei conta de sua oficina, de seus negócios, me tornei muito bom como mecânico. Não sou muito acostumado em interagir com pessoas, não tenho muitos amigos, somente os clientes com quem desenvolvi algumas conversas, mas eram sempre sobre negócios. Mas essa monotonia mudou, mas será que minha vida continua a mesma?
Dia 1-
Estou em minha oficina reunindo algumas ferramentas e guardando em uma mochila grande, acabei de sair de casa e peguei a rota mais segura desviando destes demônios. É algo muito assustador, eles devoram os humanos como se fossem tortas de morango deliciosas. Depois de reunir minhas ferramentas preferidas vou até meu gabinete e o abro, é lá onde guardo minha arma, nunca a usei realmente, é uma M9 preta, usada pela policia, a coloco na cintura, pego minha camiseta azul escura que sempre uso aqui na oficina, está toda suja de graxa. Saio pela porta dos fundos e abro minha picape cinza, jogo a mochila na traseira e dirijo até o quartel de policia local, preciso de explicações para isso.
No caminho vejo várias pessoas correndo desesperadas e essas criaturas logo atrás sedentas por sangue. Tento desviar mas é impossível! Um deles salta na frente do meu veiculo e começa a socar a vidraça, acelero e jogo o carro par aos dois lados da rua tentando fazer com que ele caia, em um movimento a criatura é lançada no canto da calçada e bato de frente com um poste. Por pouco não bati a cabeça na vidraça, recupero a consciência rapidamente, bato a mão em minha testa e chuto a porta abrindo-a. Um deles vem correndo com os braços estendidos de encontro comigo, me inclino, abro o porta-luvas e pego minha arma, miro em sua perna e disparo, ele cai no chão com o tiro. Isso deve segura-lo. Levanto, pego a bolsa na traseira da picape e olho a minha volta, todas as criaturas estão vindo em minha direção, desgraçados! Vejo um mercadinho de esquina e corro até ele, um carro está parado no caminho, salto ele pelo capo. Desvio de uma lata de lixo e subo as escadas que dão de frente as portas do mercado, entro e jogo a bolsa no chão, me viro a fecho as portas com as duas mãos. Procuro por algo para usar como apoio para segurar as portas, vejo um balde com pás e vassouras, corro até lá e deslizo no piso escorregadio do mercado, agarro uma pá e volto até a porta, um deles enfia a mão entre as portas, bato com a pá em seus dedos várias vezes até que ele retira o braço, coloco a pá como apoio, eles batem na porta mas sem sucesso. Ufa! Ando pelo mercado que está todo revirado, esses caras não perdem tempo mesmo, pego minha mochila e coloco encima de um caixote de cereal. Um dos mortos está andando distraído, abaixo entre as prateleiras de produtos. Pego minha arma e vou andando abaixado, coloco a cabeça para tentar ver algo e vejo outro, só que este estava na fileira do lado, ele me viu, levanto e miro em sua cabeça, vou ter que fazer isso cedo ou tarde. Atiro e me viro rapidamente para não ver o estrago, vou até o final do corredor e atiro no outro, o tiro pega no peito, atiro em sua perna e depois novamente no peito, ele cai no chão morto. Passo a mão sobre meu rosto suado e fico um tempo observando o estrago que fiz. Puta merda...
Escuto uma voz vindo dos corredores laterais, é uma voz feminina:
– Tudo certo ai amigo? – Olho e vejo uma mulher de cabelos negros compridos, olhos esverdeados e um rosto angelical, mas que porra é essa!? Ela está vestindo um sutiã branco com bolinhas pretas, que peitos bonitos.
– Sim, mas acho que com você não. – Aponto para seus seios e sorrio maliciosamente. Ela olha e nem faz questão de tapa-los.
– Você é gay?
– Lógico que não! Só estava tentando ser educado. – Ela cruza os braços e sorri.
– Tudo bem, obrigado amigo.
– Meu nome não é amigo. – Ela se aproxima e fico olhando seus seios.
– Seu nome não me interessa. Eu só vim aqui porque pensei que você era um policial mas me enganei. – Ela anda até um freezer de bebidas e abre, pega umas cervejas e joga em sua bolsa. Ela pega uma cerveja e me oferece. Pego e a observo.
– Isso é um convite de amizade? – Ela sorri e dá um gole em sua cerveja.
– Não tenho muitas opções. – Retribuo o sorriso e bebo a cerveja junto a ela.
– Você sabe que a porta não vai aguentar muito não é?
– Eu sei, só que estou sem opções de onde ir agora.
– Eu vi um carro lá fora enquanto corria, estava em bom estado, se chegarmos até ele consigo fazer uma ligação direta e saímos daqui rapidamente. – Ela se levanta.
– E vamos até aonde se conseguimos chegar a este carro?
Escolhas:
1- Ir para a floresta.
2- Ir para a delegacia.
3- Ir para o hospital.
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