Anima Dead- Fic Interativa
25 Dracule Mihawk- Capitulo 1-Um bom mentiroso.
Notas iniciais
Armas:
Ak-47 (30/30)
Itens:
Munição de Ak-47 (Três pentes)
Lanterna
Bússola
Dracule Mihawk
Nasci no Brasil, tenho vinte e um anos. Era filho de um grande marinheiro, meu pai era almirante de frota da marinha brasileira. Minha mãe morreu em meu parto. Meu pai me treinava sempre para ser um grande marinheiro como ele. Mas aos quinze anos ele faleceu por causas naturais. Entrei na marinha aos dezesseis e me tornei um prodígio, me tornei Comodoro ais vinte após prender uma de navios piratas no caribe. Aos vinte e um anos fui promovido a vice-almirante da marinha brasileira. Eu estava de férias e resolvi visitar o pais onde minha mãe nasceu, ela era americana. Mas quando cheguei em sua cidade natal me deparei com um caos total. Nunca imaginei que isso aconteceria. Mas agora não tem mais volta, vou sobreviver.
Dia 5-
Já fazem cinco dias que encontrei essa pequena cidade rural. Ela se chama Blackwater, acabei encontrando algumas pessoas que são sobreviventes. Um deles é o que mais me simpatizei, um indiano que se chama Raj Kuirien (http://25.media.tumblr.com/5ff03b49043f0f35f889d485a20c51c4/tumblr_misxrgHsRJ1s6is7vo1_1280.jpg), ele é uma pessoa intrigante, sempre aconselhando as pessoas. Ele não fala muito sobre si mesmo, mas visivelmente parece perturbado por algo que o assombrou. Nós nos apossamos de um carro recentemente, somos quatro pessoas, Raj, Mercy que é um velho chato armado com uma escopeta M-37 e Nancy que é filha de Mercy, uma garota linda com um esbelto corpo recheado de curvas e cabelos castanhos quase ruivos. Estou dirigindo pela cidade com o rádio ligado emitindo alguns chiados. Nancy está dormindo com a boca aberta e babando no estofado de meu Mustang laranjado, ordinária. Mercy está irritado com a lentidão que estou andando, mas ele não entende que se eu acelerar essa belezura aqui vai chamar atenção de todos esses filhos da puta.
– Acelera essa merda! – Ele grita em um tom alto já acordando Nancy. Pelo menos a babona vai parar de manchar meu estofado, mesmo sendo gostosa.
– Cala a boca seu velho idiota. – Carrego comigo uma Ak-47 que peguei com um dos zumbis, e três pentes reservas.
– Olha como fala comigo moleque! – Raj olha para Mercy por detrás de banco, ele está sentado do meu lado no banco do passageiro.
– Mercy por favor fique calado. Você quer que sua filha morra? – O velho se cala mas fica emburrado. Nancy parece não ligar para o pai rabugento e fica olhando pela janela observando a estrada deserta.
Já estamos longes de Blackwater, não foi uma boa ideia perambular por lá, está infestada dessas criaturas, não tinha muito espaço para correr nem agir. Lá perdemos dois membros do grupo, era um casal genérico no qual nem me lembro os nomes. Eles nem fazem falta.
–------ Duas horas depois
Já fazem duas horas que estou dirigindo, passei em frente a um hospital mas não é uma boa ideia entrar em um hospital cheio desses putos por ai. To morrendo de vontade de mijar, merda. Raj está acariciando um anel que está preso a seu colar. Ele fica o dia inteiro olhando isso, ainda não compreendo o que significa. Mercy está contando os cartuchos de escopeta que tem. Nancy continua olhando pela janela. Ela parece carente, hum, ela é gostosa, não tenho muitas opções também.
– Ei. – Diz Raj quase dormindo.
– O que?
– A gasolina tá acabando. – Merda, eu nem tinha reparado nesse ponteiro. Estava tão distraído olhando para os peitos de Nancy pelo retrovisor...
– Merda! E o que faremos? Não tem nenhum posto aqui perto. – Ele fica me olhando com o banco rebaixado para poder deitar.
– Você pode voltar naquele hotel que acabou de passar agora pouco. – Caralho, eu to cansado mesmo. Nem notei que passamos por um hotel.
Paro o carro e dou meia volta. Tomara que esse hotel não esteja infestado. É um hotel de estrada, aqueles parecidos com uma pensão, devem ter vários quartos detrás desses muros altos, o portão está trancado. Paro em frente e desço do carro junto com Raj e Mercy. Pego minha Ak-47 e a empunho, o portão está trancado com um enorme cadeado e correntes grossas. Vejo um jipe parado perto de um dos quartos. A porta está aberta, parece que não fomos os primeiros a chegar aqui. Nancy desce do carro e vem até nós, Raj segura nas barras do portão e o balança gritando:
– Tem alguém ai!? – De repente uma mulher aparece de dentro de uma porta perto do portão do lado de dentro do hotel. Ela tem cabelos castanhos e olhos castanhos claros com mechas loiras, um corpo atlético com seios médios, cintura perfeita e coxas duras, ela veste uma calça bem apertada e uma camisa de mangas curtas de cor azul. Que gostosa. A mulher está segurando uma pistola M9 e aponta para nós, Mercy apronta sua arma mas Raj a abaixa olhando para o velho com um olhar sério.
– Essa é a casa deles. – Ele diz sério. Talvez esteja certo, mas as coisas mudaram.
Ela fica nos olhando por alguns instantes sem dizer uma palavra. Um homem sai de dentro do lugar de onde ela estava, ele veste um terno social, tem a barba rasa, cabelos castanhos desleixados e olhos azuis. Aparenta ter vinte e cinco anos.
– Vocês não podem nos deixar entrar? – Digo colocando minha arma no canto da cintura a deixando meio solta com a bandoleira. A mulher olha para o homem de olhos azuis e os dois ficam quietos. De repente ela fala algo:
– Vou abrir o portão, tragam seu veiculo para dentro. – Ela pega uma chave prateada e abre o cadeado do portão, retira as correntes e com a ajuda do cara bonitão abrem o portão. Dirijo meu carro para dentro do hotel e o deixo parado em um canto. Só tem esses dois aqui?
– Obrigado por nos deixar entrar. Meu nome é Raj, esse é Dracule, Mercy e Nancy.
– Vocês são humanos, temos que ajudar o próximo. Eu sou Kim e esse é Josh. – Que voz angelical.
– Há quanto tempo estão aqui nesse hotel? – Pergunto curioso.
– Eu estou aqui há três dias, Josh chegou ontem. – Interessante. Então não são namorados.
– Estão só os dois aqui? – Pergunta Nancy.
– Não. Vocês ainda vão conhecer os outros, são Gaspar e Jimmy. Aliás, devem estar famintos, temos um grande estoque de comida aqui e cinco quartos sobrando, cada um pode pegar um quarto que vou buscar comida para vocês. – Que garota educada, gosto disso, além de gostosa é educada.
Depois de um tempo já escolhi meu quarto, fica perto do lado do quarto de Mercy e Nancy, eles resolveram dividir o quarto. Velho chato de merda. Kim trouxe comida e a esquentei no fogão, eles tem um gerador aqui, que sorte. Um homem abre a porta de meu quarto, ele é musculoso, alto e tem um corte de cabelo militar. Ele fica me olhando enquanto como uma sopa bem quentinha de legumes.
– Seja bem vindo. Kim me falou de você. Meu nome é Gaspar. – Engulo uma colher cheia dessa deliciosa sopa.
– Obrigado pela moradia. Meu nome é Dracule.
– Você é militar?
– Eu era Vice-Almirante da marinha brasileira.
– Uau! Você deve ter várias historias para me contar e tenho certeza que vou querer ouvi-las. Eu era major do exercito americano. – Caramba. E eu achava que era a pessoa mais experiente aqui.
– Isso é interessante, vamos realmente ter várias historias para trocar depois.
– Certo. Bem, eu vou para a cama agora. Foi um dia cansativo, amanhã vamos voltar a explorar os arredores do hotel e limpa-lo, se quiser se juntar a nós.
– Tudo bem, boa noite Major. – Ele ir enquanto sai.
– Boa noite Almirante.
Escolhas:
1- Ajudar Gaspar a explorar os arredores.
2- Interagir com Nancy.
3- Ajudar Raj a organizar o freezer com Jimmy.
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