Angels Of Olympus

11 Capítulo 11-passamos de viajante clandestinos


Notas iniciais
Oláá. Aí está o capitulo, demorei um pouquinho mas espero que não tenham me abandonado. Bom, talvez eu fique um tempo sem postar por alguns problemas, mas eu confio em voces minhas leitoras e leitores e espero que continuem lendo. Boa leitura.

Os dois me encaram. Pareciam sérios, eles desviaram o olhar de mim e se olharam, numa troca de olhar eles pareceram decidir.

–certo, é perigoso, mas se aquele cara for um monstro... – Percy advertiu, parecia nervoso demais.

– tá, tá, eu sei! Mas, eu fico de guarda, prometo que vamos sair vivos- falei e os dois assentiram.

– vivos e sãos?- Annabeth me perguntou.

– talvez com alguns arranhões não sei, mas vivos- brinquei e os dois soltaram risadinhas.

Pegamos nossas coisas e caminhamos até o homem, quando chegamos perto dele, ele nos encarou.

–o que vocês querem crianças?- ele perguntou, tinha um tom engraçado na sua voz.

– err... Pra onde o senhor vai?- Percy perguntou gaguejando.

– Ohio- ele respondeu seco- o que foi? Vocês querem carona?

– sim!- dissemos juntos.

– mas, vocês já são maiores de idade?- o senhor nos perguntou.

– eu e Percy já- Annabeth disse- ela não.

– ah... – ele pareceu não se importar e deu uns tapinhas no capo do carro-vamos entrando então, temos uma longa viagem.

Olhamo-nos e sorrimos, mas assim que entrei no carro e o senhor do meu lado, senti que eu tinha que sair correndo, alguma coisa estava querendo me levar pra fora. Ele pareceu perceber e trancou a porta, depois me encarou.

–espero que tenha uma boa viagem- seu tom era brincalhão e sedutor- senhorita.

Eu fiquei realmente nervosa com aquele homem e pensei na péssima ideia que tive, mas Percy e Annabeth pareceram bem à vontade, até pediram pra ligar o rádio. Estava tocando kansas- dust in the Wind e eu cantava baixinho, a viagem foi longa e o caminhoneiro, que disse se chamar Fred, contou sua enorme história de vida, nós apenas assentíamos, quando estávamos chegando perto da fronteira de Ohio, eles já estavam dormindo, mas eu continuava de guarda, prestando atenção em tudo, ele não parecia ser um monstro, mas eu não queria bobear e depois que estava muito nervosa.

Fiquei um pouco mais calma quando passamos pelo limite, mas então Fred entrou numa rua de terra abandonada.

– senhor... Está saindo do caminho- indiquei a estrada e ele riu.

– esqueça a estrada, vocês ficam aqui- seu tom era assustador, e então eu tive certeza, ele era o monstro.

– para o carro!- gritei, mas ele continuou, decidi fazer a coisa mais idiota do mundo, o empurrei pra fora do carro num chute, e apertei o freio- Percy! Annabeth! Acordem.

Eles abriram os olhos meio sonolentos, mas Annabeth soltou um grito de horror ao olhar pra trás, olhei também e gritei junto com ela, um boi metade homem estava correndo na nossa direção, peguei minha espada e a acionei, Warrior (foi o nome que dei pra ela) se abriu e eu investi contra o monstro que estava quase sobre mim, não adiantou muito, mas me deu tempo de correr para o lado, Annabeth preparou sua faca e subiu em cima dele, ela investiu, mas ele balançou tanto o corpo que ela caiu.

– Annabeth!- Percy gritou e foi até ela, percebi que estava sozinha e fui pra frente do monstro. Preparei minha espada, eu dava golpes, mas ele sempre desviava num desvio ele me jogou com seu braço até uma árvore, bati minha cabeça com força, mas ainda conseguia ver, apesar de embaçado.

– AAAAAAAAAAAAAAA!- Annabeth gritou e investiu contra ele, ela subiu novamente nas costas dele e conseguiu arrancar seu chifre, ela sorriu triunfante e se desequilibrou caindo de costas no chão, outra vez, queria lhe dar um conselho de “não subir mais nas costas de um minotauro”, mas com certeza aquela não era a hora, percebi que o chifre tinha rolado até meus pés e o peguei, fui pra cima do minotauro, mas ele me jogou no chão com o braço, cai de costas, com o chifre nos braços preparado pra crava-lo no monstro, o minotauro veio pra cima de mim, reuni todas as minhas forças pro meu braço e cravei o chifre no peito do monstro, ele se desfez em pó me causando uma crise de tosse.

– Annie, você está bem?- Percy perguntou me observando, balancei a cabeça afirmativamente e ele me deu água pra beber, me senti automaticamente mais forte, Annabeth se levantou e veio até nós.

– quer um pouco de ambrósia?- ela me perguntou, mas eu neguei.

– me sinto bem- respondi e sorri, encarei o chifre do minotauro- o que eu faço com isso?

– fica como premio- Percy falou- também tenho o meu chifre.

– acho que é destino dos filhos de Poseidon matarem minotauros- Annabeth brincou e eu ri.

Notas finais
Gostaram? Mereço muitos comentários? Obrigada. Beijos.