Angel Of The Night
3 Na manssão mal assombrada
Notas iniciais
Desculpa á demora! ^^
mas está ai!
Boa leitura!
Estava dormindo quando minha mãe chegou ao meu quarto e puxou a coberta que estava em mim, caí da minha cama e acordei assustado.
— MÃE, PORQUE VOCÊ FEZ ISSO?
— Está na hora de acordar filho, vai se atrasar pra ir á escola
— Mas mãe, hoje é reunião de professores, agora é 06h30min e a reunião acaba 08h00min
Mina mãe me olhou meio sem jeito e percebi que ela estava buscando o que falar pra mim naquela hora e a situação era: eu deitado no chão com olhos assustados olhando pra ela, que me olhava segurando a coberta como uma estatua.
— Desculpa filho! Mas você não me avisou.
— É foi minha culpa mesmo, mas mãe eu posso te perguntar uma coisa?
— Fala!
— Porque toda vez que eu falo de vampiros você fica estranha?
Minha mãe me olhou assustada, parecia que ela estava querendo falar alguma coisa, mas não conseguia e eu olhava para ela curiosamente. Ela abaixou a cabeça olhou de um lado para o outro, abriu varias vezes a boca, mas não conseguiu falar nenhuma palavra, em alguns segundos ela levantou a cabeça para olhar pra mim e conseguiu falar.
— Vai pra cama filho, depois eu te acordo!
QUE RAIVA, É SÓ ISSO QUE ELA ME FALA! Levantei-me do chão emburrado e me deitei na cama. Ela me cobriu com a coberta e saiu do meu quarto fechando a porta com uma cara que ainda estava assustada. Nessa hora não consegui dormir, minha mãe estava escondendo alguma coisa que eu não sei e eu não vou desistir de descobrir.
— Será que é uma coisa tão ruim assim pra ela ficar desse jeito? Mas de qualquer jeito eu vou descobrir
Nessa hora meu celular tocou me levantei e atendi
— Moshi moshi
Ouvi um chiado no outro lado da linha.
-Quem está falando?
Continuava chiando e não parava.
— Quem é?
Ainda continuava chiando, até que ouvi um grito de uma mulher e desliguei rapidamente. Levantei assustado e fui me arrumar pra ir á escola, não queria que minha mãe grita-se pra me acordar.
***
Cheguei á escola e fui direto pra sala de aula, peguei minha apostila de matemática e fiquei esperando o cinal bater. Nessa hora senti meu estomago embrulhar, minha cabeça começou á doer, comecei á tremer e á ficar tonto, passou um tempinho e comecei á melhorar. Senti a mesma coisa quando meu pai morreu atacado por lobos, tomara que não seja nada grave. Ja estava bem, mas não tão bem, estava preocupado. Quando bateu o cinal todos foram pra sala, o professor entrou e começou á dar aula. A aula foi só revisão, até que bateu o cinal, peguei minha apostila de matemática e quardei, peguei á de português e o professor de matemática foi logo saindo na sala de aula e entrou o professor de português. No meio da aula dele, dois policiais entraram. O professor foi logo saber o que era, fechou a porta da sala e começou á conversar com os policiais. Passou um tempinho, ele me chamou, e parece que a cara dele não é nada boa ''O que eu fiz de errado?''. Sai da sala e os dois policiais me olharam com uma cara de dó.
— Sinto muito, sua mãe sofreu um acidente de carro e não sobreviveu.
— Também sinto muito, o enterro vai ser segunda-feira, e estamos investigando ainda e passamos aqui pra avisar.
— Você não tem nenhum parente que possa cuidar de você?
— Não...
Respondi quaze chorando.
— Nenhum amigo?
Nessa hora fiquei calado, não respondi mais nada, os dois policiais me olharam esperando a resposta, não queria ser criado em uma outra família então eu menti.
— Sim...
— Então nós vamos indo.
Não respondi nada, senti uma dor no coração e uma vontade imenssa de chorar, quando notei os dois policiais ja foram embora, entrei na sala e o professor me olhou com dó de mim. Estava indo na minha carteira, todos os alunos me olhavam preocupados.
— A diretora deixou você ir pra casa, quer que alguêm te leve?
— Não, obrigado, eu sei o caminho de casa.
— Está bem.
Quardei meus materiais, peguei a mochila e coloquei nas minhas costas e sai da escola. Já estava longe da escola, no meio do caminho começou á chover e eu comecei a chorar, comecei á ficar sem rumo, já estava indo pra um outro lugar, nem eu estava sabendo onde estava indo, estava em choque. Entrei no meio de uma floresta e fui caminhando sem rumo, caminhei muito, já estava cansado. Continuei caminhando, até que cheguei em uma mansão abandonada. '' Não custa nada entrar, está chovendo muito e já está escurecendo'' pensei. Subi as escadas que levava até a porta, quando eu ia bater na porta, a porta abriu sozinha, comecei á ficar com medo ''Essa mansão é mal assombrada, melhor sair daqui '' pensei, quando eu ia sair dali a chuva aumentou e os relampagos começaram. Por medo de relampagos eu entrei na mansão mal assombrada, quando eu entrei a porta se fechou rapidamente com brutalidade e com muita força, eu olhei pra traz e comecei a correr até a porta, tentei com todas as minhas forças abri-la, mas não consegui, me virei e olhei pra todos os cantos e não achei nenhuma saída.
— Kami-sama, tem que aver uma saída!
Corri pra todos os cantos e não achei nenhuma saída e o peso da mochila nas minhas costas já estava me cansando, joguei minha mochila em um canto da sala.
— É! Parece que eu vou ter que dormir aqui! Está chovendo muito lá fora, E PARECE QUE TEM ALGUM FANTASMA QUE NÃO ESTÁ DEIXANDO EU SAIR DAQUI!
Falei mudando de tom de voz na última frase.
— Só preciso arrumar o sofá e pronto!
Comecei á arrumar o sofá, estava com muito medo, e nem queria imaginar o que vai acontecer anoite, mas estava faltando o cobertô, olhei para cima onde uma escada levava ao corredor de cima e duas portas fechadas. Nessa hora decidi dormir sem cobertô mesmo, não queria nem saber o que tinha atraz daquelas duas portas. Já estava escurecendo, e eu fui dormir.
***
Estava dormindo em um sono profundo, até que ouvi um barulho de panela e acordei, estava anoite. Me levantei e fui caminhando calmamente e morrendo de medo.
— Tem alguêm ai?
Fui pra cozinha com medo, liguei a luz e nada, não tinha ninguêm só uma panela caida no chão. Peguei a panela caida no chão e coloquei na pia, resolvi ir dormir, apaguei a luz da cozinha e deitei no sofá, mas não consegui dormir, estava com muito medo.
Fechei meus olhos até conceguir dormir, mas não concegui, fiquei de barriga pra cima e com uma mão na minha barriga e a outra no traviseiro. Dei um longo suspiro e pensei '' Eu quero ir pra casa!'', nessa hora eu lembrei do sonho que eu tive com aquele garoto, era assustador mas ele era lindo! Tá Uruha, para de penssar bobeira. Até que foi assim que concegui dormir.
****
Acordei com o Sol na minha cara, na sala tinha uma janela de vidro com proteção e que estava fechada e n queria abrir de geito nenhum. Tinha um cobertô macio e que dava pra me aquecer e.... ESPERA UM POUQUINHO, eu não estava com cobertô algum. Tá, estou começando a pirar aqui! Tenhu certeza agora que tem alguêm nessa mansão. Me levantei depressa, e tentei imaginar quem deve ter me cobrido essa noite.
'' Será que foi á que derrubou a panela naquela noite?'', não tinha a mínima noção de quem era então deixei de lado e fui no banheiro, entrei e fechei á porta, minha mente tava dormindo ainda e minha visão tava embaçada. Lavei meu rosto, minha visão voltou ao normal, mas quando eu olhei pro chão todo cheio de sangue eu comecei apavorar.
-AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!
Gritei, já saindo no banheiro depressa, e depois comecei á chorar, desesperado comecei a chutar a porta, mas ela não quebrava, chutei mais com toda minha força mas não fazia nenhum arranhão e nem quebrava, comecei a me debater numa última tentativa, mas não adiantou, comecei a me sentar de lado ainda encostado na porta apavorado e chorando.
— EU QUERO SAIR DAQUI, por favor!
Gritei alto, sussurrando a última palavra, me fazendo chorar mais ainda.
— Por favor... eu emploro...
Mas nada acontecia, nem portas ou janelas se abriam.
Foi ai que lembrei do que o garoto falou no meu sonho '' Uruha, você é meu, só meu ''.
— Como você sabe meu nome?...
Sussurrei e acabei lembrando do geito em que o garoto me olhava segurando seus joelhos sentado no canto do quarto.
— Por que isso está acontecendo comigo, por que comigo?
Foi nessa hora que a porta do quarto de cima abriu e eu apavorado fiquei só olhando.
— Kami-sama...
Notas finais
beijinhos ^^
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