Angel

3 – Calma criança eu não mordo.


– O o oi – eu disse gaguejando, queria morrer naquela hora, mas meu Deus como ele era perfeito, ele percebeu minha vergonha e sorriu, isso me vez corar ainda mais.

– melhor irmos o Aro esta ansioso com sua chegada – Sua frase me deu calafrios, mas naquele momento eu iria ate o inferno com ele, mau eu sabia que era para lá aonde eu estava indo.

– quem é Aro? – eu disse o seguindo para um ponto de taxi, ele levava minhas malas que não eram muitas.

– E o dono na empresa, e eu sou seu filho digamos assim – fiquei sem entender, ele colocou minhas malas no taxi já aberto e esperando por ele, entramos – Para Volterra. – eu olhava para ele, seus olhos eram hipnotizantes.

Durante a metade da viajem ele ficou em silencio, enquanto eu apreciava o caminho, eu via arquiteturas antigas, era encantador, nesse meio tempo, eu percebi que ele não parava de me olhar, já chegando na cidade eu não aquentei e perguntei.

– Então – eu pausei, o ar estava realmente pesado no taxi, e estava frio, mesmo o sol aparecendo de leve entre as montanhas. – Para onde vamos?

– Ali – Ele me falou apontando para um castelo.

– E lindo – meus olhos tentavam capturar cada detalhe.

Quando soltamos um brutamonte veio buscar minhas malas, e eu e o Deus grego Alec, entramos, dentro era mais belo do que do lado de fora, as janelas eram tampadas com uma grosa cortina de veludo vermelha, as paredes eram de pedras, eu via um monte de pessoas em excursões, ali parecia algo como um museu, pinturas e moveis realmente lindos no caminho, passávamos por portas pesadas de madeira, e eu não imaginava como ele conseguia abri-las, ao passar o tempo, os corredores por onde entravamos eram mais estreito e frio, eu tive a sensação de estar em algum lugar subterrâneo, pois chegou a um ponto que nem janelas tinham mais, e a única luz que iluminava era as lâmpadas. Finalmente chegamos a uma sala enorme aonde no meio tinha três tronos, e mais algumas cadeiras, ali era realmente sombrio. Então percebi que não estava sozinha na sala, ali nos tronos tinham três homens, os três eram parecidos com o Alec tanto na pele como nos olhos preto breu. Um tinha cabelos loiros compridos e os outros dois cabelos negros, na mesma altura. Logo o Alec saiu de perto de mim, quando percebi ele já estava ao lado de uma garota,baixa e loira, ela me dava calafrios. Ali cheirava a algo doce ,era enjoativo o cheiro, me dando náuseas.

– Eis que a garota perfeita finalmente chegou – O homem que estava no meio falou, me tirando os pensamentos, ele começou a chegar perto de mim, inconscientemente eu dei um passo para trás

– O o oi – eu disse gaguejando, queria morrer naquela hora, mas meu Deus como ele era perfeito, ele percebeu minha vergonha e sorriu, isso me vez corar ainda mais.

– melhor irmos o Aro esta ansioso com sua chegada – Sua frase me deu calafrios, mas naquele momento eu iria ate o inferno com ele, mau eu sabia que era para lá aonde eu estava indo.

– quem é Aro? – eu disse o seguindo para um ponto de taxi, ele levava minhas malas que não eram muitas.

– E o dono na empresa, e eu sou seu filho digamos assim – fiquei sem entender, ele colocou minhas malas no taxi já aberto e esperando por ele, entramos – Para Volterra. – eu olhava para ele, seus olhos eram hipnotizantes.

Durante a metade da viajem ele ficou em silencio, enquanto eu apreciava o caminho, eu via arquiteturas antigas, era encantador, nesse meio tempo, eu percebi que ele não parava de me olhar, já chegando na cidade eu não aquentei e perguntei.

– Então – eu pausei, o ar estava realmente pesado no taxi, e estava frio, mesmo o sol aparecendo de leve entre as montanhas. – Para onde vamos?

– Ali – Ele me falou apontando para um castelo.

– E lindo – meus olhos tentavam capturar cada detalhe.

Quando soltamos um brutamonte veio buscar minhas malas, e eu e o Deus grego Alec, entramos, dentro era mais belo do que do lado de fora, as janelas eram tampadas com uma grosa cortina de veludo vermelha, as paredes eram de pedras, eu via um monte de pessoas em excursões, ali parecia algo como um museu, pinturas e moveis realmente lindos no caminho, passávamos por portas pesadas de madeira, e eu não imaginava como ele conseguia abri-las, ao passar o tempo, os corredores por onde entravamos eram mais estreito e frio, eu tive a sensação de estar em algum lugar subterrâneo, pois chegou a um ponto que nem janelas tinham mais, e a única luz que iluminava era as lâmpadas. Finalmente chegamos a uma sala enorme aonde no meio tinha três tronos, e mais algumas cadeiras, ali era realmente sombrio. Então percebi que não estava sozinha na sala, ali nos tronos tinham três homens, os três eram parecidos com o Alec tanto na pele como nos olhos preto breu. Um dia cabelos loiros compridos e os outros dois cabelos negros, na mesma altura. Logo o Alec saiu de perto de mim, quando percebi ele já estava ao lado de uma garota,baixa e loira, ela me dava calafrios. Ali cheirava a algo doce ,era enjoativo o cheiro, me dando náuseas.

– Eis que a garota perfeita finalmente chegou – O homem que estava no meio falou, me tirando os pensamentos, ele começou a chegar perto de mim, inconscientemente eu dei um passo para trás – Calma criança eu não mordo.

– D-ddesculpe – naquele momento eu queria morrer por ter gaguejado, ele chegou mais perto, segurou minha mão, estranhamente todas minhas lembranças vieram a tona, desde meus primeiros passos ao meu primeiro namorado, a mão dele era congelante. – Qqquem e vvooce?

– Era melhor perguntar quem eu sou – ele sorriu e seus dentes ficaram a mostras, seus caninos brilharam com a pouca luz da sala. – Desculpe por isso – e então eu apaguei.

– O o oi – eu disse gaguejando, queria morrer naquela hora, mas meu Deus como ele era perfeito, ele percebeu minha vergonha e sorriu, isso me vez corar ainda mais.

– melhor irmos o Aro esta ansioso com sua chegada – Sua frase me deu calafrios, mas naquele momento eu iria ate o inferno com ele, mau eu sabia que era para lá aonde eu estava indo.

– quem é Aro? – eu disse o seguindo para um ponto de taxi, ele levava minhas malas que não eram muitas.

– E o dono na empresa, e eu sou seu filho digamos assim – fiquei sem entender, ele colocou minhas malas no taxi já aberto e esperando por ele, entramos – Para Volterra. – eu olhava para ele, seus olhos eram hipnotizantes.

Durante a metade da viajem ele ficou em silencio, enquanto eu apreciava o caminho, eu via arquiteturas antigas, era encantador, nesse meio tempo, eu percebi que ele não parava de me olhar, já chegando na cidade eu não aquentei e perguntei.

– Então – eu pausei, o ar estava realmente pesado no taxi, e estava frio, mesmo o sol aparecendo de leve entre as montanhas. – Para onde vamos?

– Ali – Ele me falou apontando para um castelo.

– E lindo – meus olhos tentavam capturar cada detalhe.

Quando soltamos um brutamonte veio buscar minhas malas, e eu e o Deus grego Alec, entramos, dentro era mais belo do que do lado de fora, as janelas eram tampadas com uma grosa cortina de veludo vermelha, as paredes eram de pedras, eu via um monte de pessoas em excursões, ali parecia algo como um museu, pinturas e moveis realmente lindos no caminho, passávamos por portas pesadas de madeira, e eu não imaginava como ele conseguia abri-las, ao passar o tempo, os corredores por onde entravamos eram mais estreito e frio, eu tive a sensação de estar em algum lugar subterrâneo, pois chegou a um ponto que nem janelas tinham mais, e a única luz que iluminava era as lâmpadas. Finalmente chegamos a uma sala enorme aonde no meio tinha três tronos, e mais algumas cadeiras, ali era realmente sombrio. Então percebi que não estava sozinha na sala, ali nos tronos tinham três homens, os três eram parecidos com o Alec tanto na pele como nos olhos preto breu. Um dia cabelos loiros compridos e os outros dois cabelos negros, na mesma altura. Logo o Alec saiu de perto de mim, quando percebi ele já estava ao lado de uma garota,baixa e loira, ela me dava calafrios. Ali cheirava a algo doce ,era enjoativo o cheiro, me dando náuseas.

– Eis que a garota perfeita finalmente chegou – O homem que estava no meio falou, me tirando os pensamentos, ele começou a chegar perto de mim, inconscientemente eu dei um passo para trás – Calma criança eu não mordo.

– D-ddesculpe – naquele momento eu queria morrer por ter gaguejado, ele chegou mais perto, segurou minha mão, estranhamente todas minhas lembranças vieram a tona, desde meus primeiros passos ao meu primeiro namorado, a mão dele era congelante. – Qqquem e vvooce?

– Era melhor perguntar quem eu sou – ele sorriu e seus dentes ficaram a mostras, seus caninos brilharam com a pouca luz da sala. – Desculpe por isso – e então eu apaguei.

– D-ddesculpe – naquele momento eu queria morrer por ter gaguejado, ele chegou mais perto, segurou minha mão, estranhamente todas minhas lembranças vieram a tona, desde meus primeiros passos ao meu primeiro namorado, a mão dele era congelante. – Qqquem e vvooce?

– Era melhor perguntar quem eu sou – ele sorriu e seus dentes ficaram a mostras, seus caninos brilharam com a pouca luz da sala. – Desculpe por isso – e então eu apaguei.


Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.