Sinto-me afogado em um mar de mágoas,

Iludido pela suave leveza da tristeza

Em meio às palavras que me consomem

As lágrimas caem e levam o fardo da culpa

Ah vida,

Por que tem que ser tão injusta?

Porque me fazes sofrer assim?

Minha alma se consome,

E aos poucos se desfaz

Ouço o som do suicídio

Na esperança de que a morte seja a saída

Minhas mãos sujas de verdades e mentiras

No ápice do desespero, desapareço aos poucos.

Buscando a resposta para o viver...

Seria apenas nascer, crescer e morrer?

A angústia consome os meus pedaços,

Leva o resto que sobra do ‘meu ser’

Talvez os caminhos se desfaçam

E o pó, voltaremos a ser.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!