Andromeda High School-Interativa

22 A Queda do Domo.Parte 3


Notas iniciais
Olá pessoal!Ando meio estressada ultimamente,querendo esganar todos que passam na minha frente...Estranho né? Alguem sabe de alguma musica que evite um "pequeno acidente" se eu tiver com uma faca não mão e ta,le tiver uma pessoa insuportavel na minha frentel?Estou de braços abertos a qualquer sugestão. Nesse capitulo eu quis dar um momento para um casal,Kouta e Lyanna,já estava querendo a muito tempo fazer isso...Amo casais fofinhos,são tão grudentos e me fazem sentir horrivel por estar sozinha... Mas então é isso,não estou pensando muito bem hoje muita coisa está acontecendo aqui em casa,brigas e mais brigas,oque esta me deixando muito estressada. Os vejo nas notas finais! P.s:Esse texto está sujeito a erros de ortografia!

Lyanna estava sentada em uma cadeira na sala de química da Academia, a garota não dormia há semanas, Lyanna tinha visões constantes de mortes de alunos da Andrômeda, cada vez que piscava ela só conseguia ver sangue nas paredes.

A Lyanna estava ficando louca com aquilo e sabia muito bem,já havia percebido que alguns dos conhecidos delas já havia sumidos,como Melody,Haru,Kenai e Érika.

–Lyah você está bem?-Kouta entrou na sala e tocou o ombro da garota. Lyanna esconde o rosto e responde que sim, ela não queria que Kouta a vê-se naquele estado.

Kouta segura nos ombros da garota e senta em uma mesa na frente dela, e se depara com rosto de Lyah vermelho e encharcado de lágrimas.

–Lyah o que houve?Conte-me, por favor, não goste de te ver assim!-Lyah vira o rosto e se levanta da cadeira e tenta sair da sala, porém é impedida por Kouta, que segurou as mãos dela e olhando fixamente em seus olhos e repetindo a mesma pergunta.

–Eu... Não consigo controlar minhas visões, onde eu olho eu vejo sangue, as pessoas passam na minha frente e eu consigo ver qual é o destino delas, isto está me assustando muito. Tudo está acontecendo muito rapidamente... Eu não estou mais aguentando isso... -Lyanna fala pondo as mãos me seus rosto. Logo sentiu um par de braços a envolveu ela abriu os olhou e percebeu que era Kouta que disse sorrindo:

–Não sei ao certo como é ter visões do futuro, mas saiba de uma coisa, tudo ficara bem. Eu estou com você não importa o tão louca você fique, estarei ao seu lado... Batalhando e te protegendo. -Ele parou e depois ficou vermelho. -I..Isso foi estranho?Não me leve a mal eu só-

Ele foi impedido por um beijo de Lyanna, um beijo intenso, quente e longínquo, só se separaram por falta de ar, os dois vermelhos e ofegantes (E é claro sem graças) se encararam por um tempo,porém o momento durou pouco,um barulho estrondeante os chamou atenção.

–O que é isso?-Kouta pergunta segurando as mãos de Isabelle e a ajudando a levantar.

–É o domo... -Lyanna fala suando frio. -Já começou, ponha o se capacete Kouta,a nave conseguiu quebrar o domo a guerra já vai começar.

–---Em outro lugar---------

A poeira já havia baixado no caso de Nicolas e sua maldição, porém as ações do garoto haviam deixado marcas irreversíveis para a vida de alguns.

–Como estão os pacientes?Algum já demonstrou melhoras?-Merinda pergunta segurando uma prancheta, ela mesma se decidiu que supervisionaria os danos humanos, a mulher estava muito preocupada com os alunos principalmente com o filho, Ganta, que não vira desde que o garoto descobriu que sua amada morreu.

–Bem... Isabelle ainda não havia acordado desde então, a garota está em um coma induzido para que seu corpo sofra menos com a maldição de Nicolas.

–E o causador desse incidente?Onde ele está?

–Nicolas está preso em uma sala de material super-resistente vigiada 24hs, o garoto ainda não demonstrou nenhuma manifestação, porém ele ainda não volta a sua forma humana, o que é muito preocupante para pessoas portadoras do poder dele.

–E o Outro garoto, me desculpe não me recordo seu nome no momento, como ele está?

–O Nian está acordado há um tempo, porém não falou nada até agora,ele acaba tendo desmaios repentinos, e quando acordado ele não deixa nenhuma enfermeira chegar perto dele. Há um pequeno corrimento no seu nariz, um líquido negro... Porém ele não nos deixa examina-lo!-A enfermeira fala exaltada, seu nome era Itália e era uma enfermeira em treinamento.

–Entendi você está indo muito bem, obrigada pela dedicação. -A mulher se curva e faz reverencia.

–Oh não faça isso senhora, fiquei até sem jeit-

A enfermeira foi interrompida pelo estrondo dos destroços do domo e berros de alunos.

–Proteja os alunos feridos agora Itália. -Merinda sai correndo na direção do quarto do filho (Ganta era o único que dormia dentro da Academia). -E não morra!

Merinda corre com toda a velocidade e chega até o quarto do filho, bate uma, duas... Sete vezes e nada, até que a mulher perde a paciência e arromba a porta com o pé.

–Ganta!Onde você está filho!-A mulher gritava com todas as forças.

–Me deixa... Eu quero morrer. -O garoto fala dentro do banheiro, ele havia se trancado lá e barrando a porta. Ganta estava sentado na pia e segurava uma seringa com um liquido verde bem na direção do seu pescoço. -Eu não quero viver sem ela... -O garoto fala chorando.

Merinda fica quieta por um tempo e logo a porta e arrombado por um criado mudo que a própria jogou.

–PARE JÁ COM ESSA MARIQUICE GANTA TAURUS QUARTOZ!-A mulher grita vermelha. -Não gosto de te ver assim, sei que ela era importante para você, e sinto muito por você, mas pare com isso, você está se corroendo filho... -A mulher fala abrindo os braços e indo na direção de Ganta.

–Largue essa seringa e venha comigo, venham viver.

Ganta fica um tempo sem fala, porém logo ele jogo a seringa para lado e abraça a mãe.

–Eu... Quero... Viver. -O garoto fala entre lagrimas e soluços, naquele momento parecia que Ganta regredira e que não tinha mais 15 e sim cinco anos.

Merinda e Ganta vão rápido para o auditório e a mulher pergunta para um dos homens que seguravam a porta de aço que impedia os inimigos de invadirem o local.

–Ainda temos quanto tempo até se arrebentarem?-Merinda fala autoritária.

–Alguns minutos senhora. -Um dos homens fala com dificuldade.

–Está bem. -Merinda fala pegando um alto-falante e subindo em uma mesa e gritou.

–Pessoal me escutem!Sei que tudo isso é estranho e assustador, mas não se acanhem!Somos fortes e treinados, sei que muito me questionaram, me chamaram de louca. Mas não a alternativa a não ser enfrenta-los,aqueles que não confiam em mim tem todo o direito de se esconder,não adiantara nada se os inimigos invadirem Andrômeda.Só peço que lutem...Com cuidado e cautela.

O silencio reinou no local, logo Kenta subiu em cima da mesa e gritou:

–Eu lutarei, mesmo quase tendo um treco de tanta tensão...

–Eu vou cambada de fracotes inuteis!-Kenai gritou confiante. -Se vocês querem sobreviver seus montes de estrume, é melhor lutar.

Aos poucos pessoas começaram e gritar com confiança, todos pegaram alguma arma e assim que os portões se arrebentaram balas de plama começaram a voar, flechas, espadas e corpos também.

–Que loucura... -Ganta pensa segurando uma espada e guerreando com um guarda real de Rynne,porém o garoto não era muito agiu com a espada e acabou levando uma rasteira caindo e perdendo sua espada.

–Que decepção, achei que eu me divertiria mais um pouquinho. -O guarda fala apontando uma pistola lunar na barriga de Kouta.-Fico pensando quem amaria um verme como você,a garoto deve ser doente e cega Hahaha!

Kouta logo fica muito furioso, não admitia falar mal da sua ausente amada.

–Não fale mal dela!-Kouta fala levantando rapidamente e dando um gancho no guarda que cai desorientado.

–Ora seu pirralho!-O guarda mira no Ganta e quando estava apertando o gatilho uma bala sai de trás de Ganta e perfura o peito do quando que cai morto.

–Mas quem... -Ganta se vira e vê sua mãe assoprando a arma.

–E é por isso que você sempre deve prestar atenção ao seu redor. -A mulher sorri.

–Você não existe. -Ganta fala brincando, logo pega uma pistola de ar comprimido, ajeita o seu capacete e fala para Merinda.

–Vou ajudar os alunos que estão presos nas salas, pode ser que eu não volte então saiba que você é a melhor tá?

Merinda esconde o rosto e apenas acede, a mulher viu o seu filho indo para um caminho que talvez não tivesse volta, Merinda sentiu um grande aperto no coração, mas não podia fazer nada apenas continuou ajudando os alunos ali presentes.

Na enfermaria:

–Ai me santinho que roubada eu me meti!-A enfermeira Itália dizia segurando um rifle negro e atirando nos guardas que tentavam chegar perto da área de feridos. Toda vez que ela acertava algum guarda ela se desculpava, era uma situação muito engraçada.

Chegou uma hora que ela foi atingida bem no braço e caiu no chão gritando de dor. Vários guardas passaram para a área de feridos, e alguns ficaram apenas machucando mais a enfermeira.

–Eu tenho que continuar acorda, protegendo... As crianças. -A mulher fala meio desacordada pelos socos e pisoteios que levava. Porém quando ela viu que um dos guardas havia atirado em um dos seus pacientes a mulher mostrou se lado “anormal”.

–Os deixe em paz!-A mulher disse eletrocutando os guardas presentes, seus olhos haviam ficado brancos como relâmpagos assim como seu corpo inteiro, a mulher queimava tudo que bem queria. Naquele setor todas as portas foram barradas por ela e apenas um guarda ainda estava vivo.

–Que coisa é você!-O guarda falou atirando na mulher, todas as balas ricocheteavam para todos os lados.

–O seu pior pesadelo. -A mulher explodiu o corpo do guarda e voltou a sua forma normal.

–Ai não eu baguncei tudo!-A mulher falou batendo a mão no rosto.

–Onde eu estou?-Certo rosado disse sentado na cama meio zonzo. -Que diabos aconteceu aqui?

–A guerra começou, escolha a sua arma ou se esconda. -Nicolas disse dando um sorriso assustador logo depois.

Notas finais
Então é isso,por favor comentem,isso me deixa feliz...E eu não decapito seu personagem ou o fuzilo. Nos vemos em breve!