Notas iniciais
Ser sentimental as vezes lhe rende muitos problemas, por exemplo, hoje é aniversário de 15 anos de uma grande amiga minha a And Allegra e ela é uma pessoa realmente dramática, além disso ela é uma sonserina e você realmente não iria gostar de entrar em uma briga com ela... Como ela tem toda essa queda esquisita por morenos eu fui intimida a fazer isso.
Acho interessante vocês notarem que a data da morte da Andie é justamente no dia do aniversário da And -q , ou seja, podemos fingir que a And é uma reencarnação da Andie, ou não, eu apenas gosto de importuna-la.
Boa leitura.

Plaf

Plaf

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A garotinha de cabelos castanhos corria desajeitadamente pelas masmorras sombrias de Hogwarts atrasada para a sua aula de poções quando bateu em alguém em foi ao chão. Envergonhada ela começou a reconhecer os seus livros, mas quando tentou pegar o último a pessoa com quem havia esbarrado recolhe-o.

“Aqui.” A pessoa disse e ela olhou para cima surpreendendo-se com quem era.

Sirius Black

O grifinório quintanista que provavelmente já havia aparecido mais vezes nos sonhos quentes das meninas de Hogwarts do que você consegue pensar em motivos para gostar de chocolate, mas Sirius não era apenas um rostinho ou corpo bonito. Ele era popular, inteligente e ainda herdeiro dos Black. Que tipo de garota não cairia de amor por eles? Certamente Andie Ashen não era esse tipo de garota, ela estava mais para o tipo de garota desastrada e potencialmente feia que faria de qualquer coisa (E nesse caso ela mostrava um lado sonserino que provavelmente faria o chapéu seletor repensar em sua escolha em mandá-la para a Lufa-Lufa) para conseguir chamar atenção positiva dele. Mas esbarrar nele nas masmorras? Isso certamente não era uma boa maneira de chamar a atenção dele! Pelo menos não literalmente.

“Eu sou Sirius Black e você?” Ele perguntou.

E apesar de toda aquela vontade imensa de sair correndo e se enfiar em um armário de vassouras para nunca mais sair ela levantou-se com o máximo de dignidade que conseguia, o que não era muito, e cumprimentou-lhe.

“Andie Ashen”

Mas tão rápido quanto se deu esse encontro ele foi-se, alguém não muito longe dali gritou “Ei almofadinhas, você vai demorar? Temos sonserinos para azarar” e Sirius foi embora depois de mandar um sorriso na direção dela.

Um. Dois. Três minutos ou até mesmo mais se passaram e ela continuava ali paralisada. Ela finalmente havia falado com ele e tudo o que conseguiu foi provavelmente deixar uma imagem de uma idiota esquisitona. Não que isso fosse muito diferente do que as pessoas falavam que ela era. Para vocês entenderem eu irei resumir a vida escolar dela em poucas palavras: Família de sangue duvidoso, situação financeira duvidosa e a aparência dela... Eu seria até mesmo gentil se lhes dissesse “duvidosa”, mas gentileza é algo que me falta. Quando eu disse “garotinha” no início do texto não era apenas uma metáfora, Andie Ashen realmente era pequena e fácil de ser ignorado e até mesmo esquecida, além disso se você prestasse atenção nela não veria nada demais: cabelos castanhos lisos, rosto reconchudo, estatura baixa. A única coisa que talvez lhe rende-se um segundo olhar seria os olhos azuis, mas mesmo eles não eram lá essas coisas, eles eram apagados e sem vida, talvez pudessem ser tidos como refletores de paciência e um pouco de mistério, mas não era isso, era simplesmente o tédio que cercava toda a existência daquela garota.

No final ninguém realmente notou a figura daquela garota tediante ali parada no corredor, exceto um grupo de sonserinos que geralmente a atormentavam. Então eles fizeram o de costume: lançaram-lhe uma azaração.

Mas isso não é relevante, o fato importante é que vocês acabaram de ver o fator que impulsionou ainda mais aquela paixão estúpida da pequena Andie por seu herói grifinório, que, diga-se de passagem, não tinha nada de herói.

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O resto do quinto ano dela e o sexto se passaram sem nada de importância, assim como todos os eventos que se antecederam a aquele dia onde ela havia encontrado o seu “príncipe encantado”.

Então nesse momento você caro leitor provavelmente ficaria extasiado se eu lhes dissesse que a nossa pequena protagonista finalmente havia desabrochado e se tornado uma mulher que na linguagem popular seria tida como um “avião”. Mas isso aqui não é um conto de fadas e eu não sou uma narradora boazinha. Então eu lhe informo: Andie Ashen continuou sendo insignificante, mas pelo menos ela se tornou mais “bonitinha”, o que poderia lhe render um terceiro olhar. Mas isso ainda não a fazia alguém realmente interessante, uma mocinha indefesa eu diria...

E foi em um evento onde ela estava bancando a mocinha indefesa que aconteceu o segundo evento emocionante da sua vida e provavelmente o mais excitante, ou como eu gosto de ressaltar: o único.

Sonserinos por natureza gostam de atormenta pessoas tidas como fracas e foi em um desses eventos que Sirius Black bancou o herói para ela, ele lançou azarações neles e depois foi espalhar o seu charme infalível para cima dela.

Eu preciso dizer o que aconteceu depois? Acho que vocês iriam gostar, mas eu deixo vocês imaginarem, mas não ultrapassem os limites, eles apenas se agarram no corredor ou em um armário de vassouras, talvez até mesmo em uma sala vazia.

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O terceiro fator mais “emocionante” da vida de Andie Ashen foi a sua morte, no outono de 1977, para ser mais precisa no dia dois de outubro. Em uma missão da Ordem da Fênix, Andie Ashen foi descoberta por Rabastan Lestrange e acabou por ser tortura, para mais tarde provavelmente morta. Seu corpo jamais foi encontrado. E sua família dificilmente se conformou com a morte de sua quieta e doce filha.

Notas finais
Yeah! Dramático, deprimente e melancólico. Isso é como gostamos de escrever...
O que vocês acharam do meu sentimentalismo? Não se esqueçam de comentar!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!