Andarilhos
2 Prorrogação do Capítulo 1
Glast Heim
Apareci em frente da Kafra em Glast Heim no portão leste.
- Droga ela vai me matar. — falei -*Aumentar Agilidade*
Corri até o centro da cidade, que era uma grande sala de combate, e a encontrei lá.
- Você está 1 hora atrasado! Seus pais não me pagam para treinar você à toa! Se você começar a descomprir com suas obrigações deixarei você treinar sozinho com seu estilo e sua imortalidade!
- Sabe o que é? É que um Arch Angeling apareceu no meio da cidade, acho que usaram um Galho Seco e foi o maior tumulto e eu mau consegui sair...
- Não me interessa, usasse Teleporte! Você vai matar 30 druídas hoje, e espero que você tenha comprado poções suficientes! — ela disse
''Falei que ela ia me matar'' — pensei com desânimo. — ''Mas enfim, sou imorrível''
Mas até que o resto desse dia foi tudo bem. Só fui acertado três vezes e ela diminuiu o número de druídas para 12. Estou tentando aprender uma habilidade nova, chamada ''Escudo Mágico''. Azumi usa muito em mim, o que permite que monstros ou pessoas não me encoste.
No fim do dia fui para casa que se situava em Izlude. Meu pai é Cavaleiro e minha mãe é uma Sábia, e por algum motivo decidiram comprar uma casa em Izlude, deve ser porque é a mais vazia das cidades e a menor também. Além de ficar perto da capital onde eles trabalham (Prontera). A cidade não me incomoda, mas acho muito pacata, gostaria mesmo de morar é em Lutie, lá possui as garotas mais bonitas de Rune Midgard, depois de Cômodo que é onde ficam as Odaliscas e Ciganas.
- Você já está quase aprendendo a usar Escuto Mágico, Takeshi — disse minha treinadora.
- Eu sei, faz parte do meu estilo também — falei em tom de deboche o que a fez ficar com raiva.
- Já chega por hoje, vai para casa dormir. Amanhã passo na sua casa as 10 horas, para começar o treino de novo. E NÃO SE ESQUEÇA DAS POÇÕES.
- Sim, senhorita.
Izlude
Já era de noite, apareci em frente da Kafra de Izlude, dei-lhe boa noite, fui em direção a loja de Armas e Armaduras, virei a rua e andei alguns metros até avistar a minha casa. Era uma casa bonita, branca com as bordas pretas e janelas de madeira. Possuía um jardim extenso atrás com uma horta que tinha Plantas Vermelhas, Azuis, Verdes e até um pé de Planta Brilhante, que era extremamente raro e procurado.
- Oi mãe — falei entrando pela porta e subindo as escadas
- Oi filho, não demore lá em cima. Daqui a pouco o jantar vai estar pronto.
- O que vai ter para o jantar?
- Peco-peco
Fui até meu quarto, tirei minha roupa, tomei um breve banho quente e vesti um pijama que possuía Drops desenhados. Sentei na cama de braços abertos e comecei a pensar na menina que tinha conhecido.
''Será que vou vê-la de novo? Ela era tão bonita.''
- TAKEEEEESHI! — minha mãe gritou — NOOOOOORI , VENHAM JANTAR!
Desci as escadas rapidamente e me deparei com um grande Peco-Peco assado.
- Que delícia! — falei com entusiasmo. — Adoro Peco-pecos.
- Oi filho, como está indo sua técnica nova? — disse meu pai
- Está indo bem, olhe — *levantei da mesa*
- Nada disso, sem habilidades dentro de casa, se quiserem façam isso lá fora depois do jantar. — disse minha mãe séria, ela odiava bagunça porque sempre ficava para a Alice dela de estimação limpar.
Estava comendo meu Peco-Peco quando parei para pensar.
- Mãe, pai, porque eu nunca tive um animal de estimação?
Eles pararam de comer e me olharam.
- Você nunca nos pediu um filho.
- Eu gostaria de ter uma Ísis, ela é tão sexy...
- Eu tenho um ovo de lunático aqui, você quer? — ofereceu meu pai, dando uma piscada concordando que a Ísis era sexy
Pensei por um tempo antes de responder, já estava com as bochechas rosadas, e ainda por cima andando com um lunático eu estaria uma perfeita bicha, mas decidi tentar.
- Claro.
Meu pai foi até o armário e pegou um ovo marrom com listras vermelhas, muito incomum para um ovo de lunático que geralmente é branco. Foi até a geladeira e pegou uma incubadora.
- Aí está — disse ele voltando a comer
Peguei o ovo e coloquei sobre a incubadora, apertei o único botão que se encontrava no meio e o ovo começou a tremer. Alguns minutos ele se rachou e de lá de dentro surgiu um Devirutchi.
- Um Devirutchi!? — falou meu pai pensativo.
- Que lindo! — eu exclamei
- Filho, Devirutchis são animais muito barulhentos e trapaceiros. — disse minha mãe olhando para meu pai.
- A mãe, vamos lá. Eu já tenho 20 anos eu consigo cuidar dele, por favor.
Ela ficou calada, o que suponho que tenha concordado, mas não achou a idéia boa.
Coloquei o nome dele de Hikari, fui até a horta e dei alguns Brotos para comer. Ele não parava de sorrir e fazer um barulho engraçado, acho que todos Devirutchis fazem isso.
Fui dormir tarde da noite pensando de como ia usar minhas habilidades no dia seguinte.
No dia seguinte acordei com o sol queimando meu rosto.
- Aii — resmunguei — Isso queima.
Levantei, tomei um longo banho, me arrumei e desci para esperar a treinadora.
- Bom dia Takeshi, tudo bem? — disse a velha
- Bom dia senhorita, eu consegui um Devirutchi! — falei entusiasmado
- Oh, sério? Deixe-me ver
O mostrei a ela:
- Aqui está, o nome dele é Hikari!
- Hmm, belo Devirutchi, mas ele não vai poder ficar com a gente durante o treinamento. Deixe-o em casa.
- Okay. Ah, fessora, vou em prontera comprar mais asas de moscas ok? Meu estilo não está tão gacto hoje.
- Vá lá — disse ela enfezada — MAS NÃO DEMORE!
Corri até a Kafra e paguei-lhe 900Z até Prontera
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