And we kiss on the roof, was magic
6 Red Faced
Cat pov
— Todas essas televisões, como é possível você trabalhar com tanta poluição visual te atacando — disse minha mãe assim que entrou em meu escritório aquela manhã, cinco minutos com ela em National City e eu já queria mandá-la embora e me deitar em minha cama com Kara até eu esquecer que ela veio todo o caminho de Metrópoles para me denegrir
— Essa poluição visual é meu trabalho mamãe — eu falei de forma seria, ela nem se deu ao trabalho de me olhar
— É mesmo, a minha filha. Como eles dizem, é a princesa do proletariado — ela desdenhou me fazendo suspirar enquanto eu passava por ela me sentando em minha mesa
— Rainha da Mídia mãe. Então o que a traz a National City? — eu não pude segurar a pergunta de escapar de meus lábios
— Turnê de livro, eu editei o mais novo romance do Piaget Willoby — ela se vangloriou e eu como uma criança não resisti a soltar sons de tédio com suas palavras, por deus eu me parecia com o Carter quando minha mãe vinha me ver
— Talvez você possa ouvir quando sair em formato de audiolivro — ela disse me dando as costas eu revirei meus olhos assim que ela o fez
— Acho que o Carter vai gostar de ver você já que está aqui — eu disse mesmo que já soubesse a resposta. Katherine Grant nunca tem tempo para ver o próprio neto
— Eu não sei se terei tempo, ele recebeu o dinheiro que eu mandei para ele de aniversario? — ela perguntou e eu segurei minha vontade de pular em seu pescoço
— Sim ele ficou tão animado que mostrou para todos os amigos — eu disse de forma fria e irônica, ela como sempre nem se abalou
— Supergirl — ela mudou de assunto olhando o grande pôster em meu escritório com a heroína de National City
— Soube que ajudou ela contra aquele vilão, como é mesmo o nome... — ela falou me fazendo revirar os olhos novamente
— Reactron — eu supri sem levantar minha cabeça dos papeis a minha frente
— De qualquer forma, não deveria ser SuperWoman? — ela perguntou de forma arrogante eu suspirei levantando meus olhos irritadamente
— Não leu o artigo que eu escrevi não é — eu disse suspirando nem sequer me surpreendendo
— Não tive oportunidade, mas o jovem sentado ao meu lado no avião tinha uma copia parece que ele leu um pouco. Tão interessante não é? Uma mulher heroína — eu levantei minha cabeça conforme ela andava pelo escritório finalmente voltando seus olhos para mim
— Não posso evitar me sentir mais segura em Metrópoles, me chame de antiquada mas eu prefiro médicos homens — ela disse enquanto eu colocava meus óculos, uma careta inevitavelmente em meu rosto
Kara pov
— Cat eu preciso da sua opinião sobre o digital... — eu entrei na sala de Cat, sua mãe havia saído a menos de dois minutos
— Agora não Kerah — ela disse sua voz era irritada e cansada
— Cat eu sei que está irritada mas o digital.... -
— Eu disse agora não, será que eu não fui clara ou é só o fato de eu talvez ter te dado muita liberdade. Saia da minha sala — ela ordenou me fazendo tremer, Cat nunca agira comigo daquela forma nem mesmo antes de nos relacionarmos
— Como quiser Miss Grant — eu disse abaixando minha cabeça enquanto saia
— Kara... — ela disse em um sussurro alto mas eu não me virei para ela, foi quando eu vi Alex parada perto de minha mesa
— Alex o que está fazendo aqui? — eu perguntei e ela parecia desconfortável
— Eu tenho que falar sobre o meu pai — ela disse me deixando preocupada
— Nós vamos descobrir o que aconteceu com o seu pai Alex, eu prometo mas como você pode ver eu to meio enrolada e não é uma boa hora nesse momento — eu falei, ela me olhou mais desconfortável
— Na verdade eu vim falar com o Winn — ela disse me fazendo corar envergonhada
— Uhn, porque? — eu perguntei
— Quanto menos você souber melhor Kara — ela disse me fazendo suspirar, Winn chegou logo em seguida desaparecendo com Alex, eu suspirei novamente recebendo a mensagem que mandava eu ir ao encontro de Henshaw na base
— Diretor Henshaw — um homem de meia idade apareceu, suas vestimentas deixavam claro que ele era um soldado
— General Lane, O que posso fazer pela inteligência militar? — Hank cumprimentou seriamente
— Preciso que aprove uma transferência imediata, um membro da sua equipe de campo para o meu comando — ele disse de forma quase arrogante
— E quem seria? — perguntou Hank, um sorriso que eu não gostei surgiu nos lábios do General
— A moça de vermelho — disse ele, Alex imediatamente se virou para mim
— Tecnicamente Supergirl não trabalha para essa organização — falou Alex olhando para o general, eu oficialmente não gostava dele
— Se as coisas fossem do meu jeito ninguém trabalharia, suas operações poderiam ser resolvidas de forma eficiente pelas minhas forças especiais e sem a ajuda de estrangeiros — ele disse arrogantemente me lembrando de Cat, eu senti meu sangue ferver
— Se é assim que pensa, não precisa da minha ajuda para o que quer que você queira general — eu falei e o vi fechar a cara irritado com minha obvia insolência
— Mas você não tem escolha — eu me virei para figura que chegava, Lucy vinha vestida em seu uniforme militar uma aura de poder a sua volta eu não conseguia desviar meus olhos dela
— Nós temos uma ordem executiva que te força a aceitar — disse Lucy com um papel em sua mão, eu grunhi irritadamente não só por ter outra pessoa me dando ordens, mas por eu de certa forma gostar quando eu sabia que não deveria
— Minha encarregada legal e minha filha major Lane — ele disse com orgulho
— Foi assinada pelo presidente você pode se entender com ele — disse Lucy com um sorriso triunfante
— Ótimo. Eu tenho que ir, agente Danvers.... -
— Nós informaremos as especificas da operação para você Supergirl — disse Alex de prontidão, eu assenti com a cabeça voando para longe dali
— O jantar com a sua mãe tá confirmado para as oito, eu reservei uma mesa bem na praia — eu falei de forma seria e profissional, Cat se virou para mim
— Kara... -
— Miss Grant eu não acho profissional que tenhamos esse tipo de conversa no escritório, a senhora já me acusou de esquecer o meu lugar hoje. Não vou cometer esse erro novamente — eu disse firmemente
— Eu... Tudo bem — ela falou entrando em sua sala, sua mãe estava sentada em seu sofá, eu não pude deixar de sentir uma pontada de dor quando Cat se aproximou para abraçar sua mãe e a mesma a recusou, eu olhei friamente para Katherine sem que a mesma visse enquanto Cat andava duramente até sua mesa
— Chegou cedo mamãe o jantar era só as oito — disse Cat
— Escute querida ouve uma mudança de planos, pelo jeito a Toni Morrison está na cidade, dá pra acreditar nisso? — disse Katherine e eu sentia que isso não seria bom
— Uh estou tremendo — disse Cat sarcasticamente
— Enfim a Toni vai dar um jantar de ultima hora na casa que está alugando em Monte Cito, apenas alguns velhos amigos — disse a mulher que eu já desgostava largamente
— Bom é pelo menos uma viajem de duas horas, então temos que sair já — disse Cat suspirando
— Ah querida Toni quer que isso seja um encontro intimo, apenas amigos próximos — Katherine disse de forma displicente e eu me segurei para não destruir os modelos em minha mão
— Oh. Eu deixei essa noite para você — disse Cat visivelmente desapontada
— Gatinha, o que você teria para conversar com dois ganhadores do Nobel e a Margaret Atwood — disse Katherine presunçosamente
— Aproveite seu jantar — disse Cat abaixando sua cabeça, Katherine sorriu vindo em minha direção para sair do escritório, ela esbarrou em meu ombro me olhando desgostosa quando eu não me movi um centímetro com nosso encontro
— Senhora Grant, precisa que eu lhe acompanhe até o elevador — minha voz era fria e sarcástica algo que fez com que Katherine levantasse sua sobrancelha para mim e Cat que me olhasse chocada
— Não, eu sei o meu caminho coisinha — disse Katherine, eu sorri friamente para a mulher repugnante fechando as portas do escritório logo atrás dela
— Kara... — falou Cat ainda em choque quando eu fui direto até sua mesa
— O controle das paredes Cat. Agora — eu disse quando vi a loira a minha frente não se mover, Cat ainda surpresa me entregou o controle me deixando escurecer os vidros de sua sala até que não mais pudessem nos ver do lado de fora
— Kara o que.... -
— Sofá, agora — eu falei e ela novamente chocada demais para dizer não me obedeceu
— Relaxe — eu falei me sentando atrás dela, minhas mãos passavam por seus ombros lhe massageando. Não demorou muito para que Cat relaxasse
— Melhor? — eu perguntei cerca de meia hora depois a resposta de Cat foi um gemido de olhos fechados me fazendo sorrir, eu me levantei logo em seguida
— Onde vai? — ela perguntou se levantando rapidamente
— Os rascunhos da seção de moda estão em cima da sua mesa Miss Grant — eu disse simplesmente saindo da sala
— Kara, eu soube da luta contra o brinquedo novo do pai da Lucy. Ainda iremos ter a noite de jogos? — perguntou James assim que me sentei em minha mesa
— Claro. A noite de jogos é a única coisa normal nas nossas vidas agora, precisamos disso — eu falei sorrindo
— Ah. Eu odeio a textura disso na minha boca — falou Lucy alegremente
— Berinjela — respondeu o animado James
— Esse é o lugar que a gente sempre disse que queria ir -
— Machu Picchu -
— Deixe a arma, leve o cannolli -
— Poderoso chefão -
— Tempo, tempo. Acabou o tempo — eu cortei o casal que sorria animado
— E eles fizeram 11 — disse Winn impressionado, eu sorri alegremente
— Vocês dois formam um time muito bom mesmo — eu falei sentindo um gosto amargo na boca, pensando em minha briga com Cat hoje
— Ah. Ajuda quando você conhece bem seu parceiro — ela disse beijando James e eu não pude deixar de me sentir desconfortável
— Nossa vez Winn — eu falei virando a ampulheta marcando o tempo
— Oh, Ahn. Certo isso meio que uma criatura com umas coisas nos braços e... -
— Eu não sei o que — eu cortei quando ele não pode mais explicar
— Passo — ele disse desistindo
— A pera ai eu nem sei o que é isso aqui — ele disse passando de novo, Lucy e James riram
— Vai, vai, vai — eu falei o apressando vendo nosso tempo acabar
— É bom essa aqui é facil o seu primo — disse Winn fazendo a mim e James gelarem
— Grood, Sultão gostam muito dessa musica — disse o rapaz tentado consertar, por sorte o tempo acabou logo depois
— Uh, Superman porque você não disse namoradinho secreto do Jimmy Olsen? — falou Lucy implicando com o namorado, nós rimos desconfortáveis
— Conheci a priminha dele hoje, a Supergirl — disse ela de forma estranha
— Seri... — eu fui interrompida pelo som de batidas na porta
— Tá esperando alguém Kara? — perguntou James e eu neguei com a cabeça indo em direção a porta
— Eu sinto muito, Kara eu... — eu olhava surpresa para a figura de Cat Grant parada em frente a minha porta, sua expressão de arrependimento mudava rapidamente para confusão
— Eu não sabia que tinha visitas, conversamos amanhã no escritório — ela disse de forma fria seus olhos pregados em James, ela saiu tempestuosa. Eu suspirei frustrada antes de sair correndo atrás dela
— Cat, Cat espera — eu disse a alcançando dentro do elevador
— Não tem porque Kara — ela disse de forma fria, eu bufei apertando o botão que parava o elevador
— Não, eu cansei desse jogo de gato e rato Cat, nós vamos conversar e vamos fazer isso agora. Caso contrario você pode sair do meu prédio e não se preocupar em voltar — eu falei firmemente ela riu amarga
— Seria muito mais fácil para você e James não é? Você até já trouxe ele pra dentro do seu apartamento, qual era o próximo passo? Se livrar da Lucy e dar pra ele? Porque você rasteja por ele desde de o dia em que eu o contratei, é por isso que está comigo? Eu sou o premio de consolação? Aquela que cuida de você enquanto ele não está disponível é isso.... — por um momento tudo ficou branco e quando eu dei por mim, Cat tinha a mão em seu rosto e um olhar chocado nos olhos, eu havia acertado um tapa em sua cara
— Você não tem o direito de falar assim comigo Cat. Eu posso ser sua assistente na Cat.Co, mas na minha casa, no meu prédio você não pode falar comigo assim — eu disse chorando, Cat ainda estava chocada demais para falar qualquer coisa. Eu apertei o botão iniciando o elevador novamente saindo dele assim que ele chegou ao próximo andar
— E se pensa tão pouco de mim, se pensa que eu trairia você assim tão fácil. Eu não quero mais olhar na sua cara, amanhã eu vou deixar a minha carta de demissão na sua sala — eu disse virando as costas para ela que não disse uma palavra conforme as portas do elevador se fechavam
— Kara? — eu desabei no chão de meu apartamento chorando, imaginando que meus amigos tivessem ido a essa hora
— Lucy? — eu perguntei tentando e falhando miseravelmente em esconder que estava chorando, a militar a minha frente se sentou ao meu lado na porta sem nenhuma palavra, seus braços me envolvendo protetoramente
— Vocês terminaram? — ela perguntou calmamente me fazendo erguer minha cabeça rapidamente
— Como você..? Os outros eles..? — eu perguntei assustada, não preparada para lidar com James e Winn sobre minha sexualidade
— Não, eles não sabem. Só eu percebi — ela disse me deixando suspirar aliviada
— Bom, eu não tenho cabeça para lidar com Cat e eles agora — eu disse tristemente enterrando minha cabeça no pescoço de Lucy
— Eu sei, foi muito feia a briga? — ela perguntou e eu assenti com a cabeça
— Ela praticamente me chamou de prostituta e que eu queria dormir com o seu namorado — eu disse e Lucy riu
— Mais fácil ele querer dormir com você — ela disse me fazendo olhá-la surpresa uma segunda vez naquela noite, ela riu novamente dessa vez mais suavemente
— Eu conheço o James, e nosso relacionamento é aberto Kara. Eu sabia desde de o começo que ele queria dormir com você assim como eu sabia que você não sente nada por ele alem de amizade — ela disse calmamente
— Queria que Cat visse também — eu falei tristemente, Lucy segurou meu rosto carinhosamente
— Se ela não vê, é porque ela é cega e não merece alguém como você Kara — ela disse me olhando nos olhos, eu acabei me perdendo em suas orbes verdes e quando dei por mim eu já tinha minha boca colada ferozmente a de Lucy, e eu não tinha forças para lutar mais, eu apenas me deixei levar pelo ritmo fácil e entorpecente da irmã de Lois Lane
Eu acordei com meu despertador tocando, por um minuto eu fiquei confusa antes de me lembrar do que eu e Lucy fizemos na noite anterior, eu me virei para o outro lado da cama que já se encontrava vazio tirando pelo bilhete que descansava sobre o travesseiro
— " Nossa noite foi ótima mas eu tive que sair cedo, o dever chama. Não se atrase para o teste hoje no deserto, e seja discreta meu pai não pode saber que eu sei quem você é Supergirl" - eu senti meu corpo gelar, Lucy Lane sabia quem eu era de verdade. Pior que isso eu havia dormido com a filha do homem que mais odeia Aliens na terra
Eu havia derrotado o robô do Lane sem nenhum problema usando minha raiva para aumentar meus poderes, claro que quando eu abri o peito dele e descobri que aquilo não era para derrubar inimigos e sim Kriptonianos como eu, Hank ficou uma fera e o general não ficou feliz de eu ter destruído seu brinquedo mas eu não podia me importar menos quando eu estava pela ultima vez para em frente ao escritório de Cat, minha carta de demissão em minhas mãos
— Miss Grant... — eu falei entrando na sala
— Ai está ela, meu carro deveria estar aqui meia hora atrás — eu fui cortada por Katherine que me olhava desgostosa
— Sinceramente gatinha, essa criatura é algum tipo de estagiaria não remunerada. Como justifica pagar um salário para alguém tão relapso — disse a mulher, eu já esperava que Cat como todas as vezes não fizesse nada
— Em primeiro lugar você não fala com ela assim, e em segundo lugar ela não é uma estagiaria, nem é só minha assistente. Ela é minha namorada, ou era antes de você aparecer e me fazer estragar tudo; eu entendo mamãe que meu sucesso sempre ameaçou você e você sempre tentou se elevar me denegrindo, e que o meu erro nisso foi deixar você me ferir, deixar que você me alcançasse mas isso não vai mais acontecer mamãe. Eu não quero mais que você venha me ver, eu não quero mais que você fique perto de meu filho. Na verdade não se de ao trabalho de me ligar — disse Cat se levantando de sua mesa
— O que? — perguntou a mulher de cabelos negros curtos
— Isso que você ouviu, e se quiser chegar ao aeroporto pegue um ônibus. Agora saia do meu prédio antes que eu te tire daqui — ameaçou a loira, Katherine saiu rapidamente após isso
— Kara, eu, eu sinto muito. Por tudo — disse Cat, sua voz não era mais feroz como a poucos minutos atrás, ela era quebrada e frágil
— Cat... -
— Não, por favor me deixa, só me deixa... Kara eu te amo, amo mais do que tudo nesse mundo e eu não onde eu estava com a cabeça quando eu te falei tudo aquilo ontem. Por deus eu nunca deveria ter dito nada daquilo, eu sei que você nunca me trairia. Mas eu estava chateada, me sentindo insegura e abandonada, eu estava com raiva da minha mãe e acabei descontando em você e quando eu fui no seu apartamento e vi ele lá, eu, eu só. Eu surtei, e falei as maiores bobagens da minha vida. Por favor me perdoa — ela pediu, havia lagrimas presas aos olhos de Cat que ela lutava contra e muito arrependimento nas orbes âmbar esverdeadas
— Cat, não dá. Eu te amo, mas não dá pra ter um relacionamento onde eu nunca sei se estou ultrapassando limites, onde eu não sei se sou sua assistente ou sua namorada. Onde eu não posso confiar em você, porque você sabe ser má e cruel; e enquanto eu como sua assistente eu consigo aguentar o seu pior, como sua namorada não dá. Dói...doeu demais quando a gente brigou no elevador ontem, e eu, eu não consigo aguentar outra briga dessas. Eu não quero isso — eu disse tristemente entregando a ela minha carta de demissão, a esse ponto tanto eu como Cat chorávamos
— Adeus Cat — eu disse dando passos em direção a saída de sua sala, quando tudo a minha volta começou a tremer violentamente
— Kara cuidado — eu escutei o grito de Cat antes de sentir meu corpo ser lançado para frente
— Cat — eu gritei vendo o corpo ferido e desacordado de Cat, ela havia me empurrado quando o lustre de sua sala caiu o que resultou nele caindo sobre ela
— Cat, acorda, Cat por favor — eu falei pegando o corpo desacordado em meus braços, eu me vi desesperada quando levantei minhas mãos de seu corpo as vendo cobertas de sangue, sangue de Cat
— Não, por favor não -
Continua
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