Notas iniciais
Bom, agora estou dependendo da Mi-chan pra poder continuar u_u

Kurogane resolveu afastar o rosto e observar a reação, mas ao cruzar com aquele par de olhos de uma imensidão oceânica, viu neles a confirmação que precisava, e sentiu-se esquentar.

Apoiou-se na cama sobre os cotovelos soltando o corpo abaixo de si, e aproximando-o do seu. Mil imagens e momentos se passavam em sua mente quando resolveu explorar mais minuciosamente a boca que desejou, mesmo que inconscientemente, durante tanto tempo.

As coisas foram se tornando um pouco mais violentas e necessitadas. Phi inverteu as posições, ficando assim, sobre o outro, e aproveitou da distração dele, para atá-lo à cama com a ajuda da blusa do próprio.

Sentiu-se vulnerável, e de primeiro instante o moreno achou que seria deixado ali na situação mais constrangedora que já tinha passado, mas logo depois viu o mago o observando de uma maneira extremamente excitante. Sentiu uma fisgada em seu baixo ventre, e percebeu que alguma coisa ali em baixo tinha acabado de acordar.

- Hm, parece que o Kuro ficou feliz com alguma coisa! – disse cínico.

- Não sabia que você era sado-masoquista – riu o moreno.

- Não sabia que você era masoquista.

- Eu... hm – não consegui terminar a frase, pois o loiro sentou-se um pouco acima de suas coxas.

Kurogane só podia observar-se ser usado e abusado pelo outro. Não que reclamasse, pelo contrário, mas digamos que não poder agir não era sua posição preferida. Saiu de seus devaneios ao sentir duas mãos ágeis em seu cinto. Olhou para o rosto do mago, e jurou que poderia gozar com apenas aquela expressão mista de desejo e luxúria em seu rosto.

O loiro ao se sentir observado com tanta intensidade, amarrou o cinto sobre os olhos do moreno, vendando-o.

- Phi... – suplicou por não poder tocá-lo nem vê-lo.

Mas Phi não respondeu, e rapidamente libertou a ereção do ninja, que soltou um suspiro de satisfação.

Sentia-se excitado por antecipação, e por não saber o que iria acontecer.

Tudo ficou silencioso e por um instante não sentiu nada. Até que algo, que julgou ser a unha do mago, veio subindo por suas pernas, passando pelas coxas, e virilha, mas sem nunca tocar a ereção. Acariciando aquele local, porém deixando o outro em agonia por não ser tocado.

- Phi... – gemeu agonizado.

- O que foi?

- Por favor...

- Por favor o que, Kuro-quete?

- Você sabe – a garganta começava a secar.

- Se você não me pedir, eu não sei – começou a massagear a ereção exposta a sua frente.

- Phi – gemeu

- Hn?

- Me chupa!

Sem devaneios o loiro abocanhou o membro a sua frente, fazendo com que o moreno mordesse o lábio por ser pego de surpresa.

Phi começou lento, apenas usando a língua para tocar a glande, deixando esta escorregar pelo falo todo, e sentindo o nível de excitação do outro, decidiu por enfiar tudo na boca, e testar as reações.

Ao sentir seu falo dentro daquela cavidade, o que poderia existir da sanidade gritante em seu cérebro, dissolveu-se, dando lugar a sentimentos e reações nunca descobertos antes.

Sentiu o corpo começar a tremer levemente, enquanto o loiro o engolia cada vez mais. Logo seu ventre começou a formigar e sentiu que não agüentaria muito mais com toda aquela pressão ali.

- P-ph... Phi! – respirava rápido e falava com dificuldade já – Eu... Eu vou...

Assim que sentiu o fim, o mago sugou com mais força, passando a língua sobre a fenda na glande, sentindo logo depois, algo quente preencher a sua boca.

Então aquele era o gosto dele? Nada mal.

Kurogane ainda tinha a respiração acelerada quando Phi sentou sobre suas coxas novamente, retirou sua venda, e desamarrou-o.

Beijou-o com tanta devoção, que pareciam estar separados há anos. E aproveitando-se de sua liberdade, inverteu as posições apartando o beijo e deixando Phi de barriga para baixo na cama.

- Kuro- hn – gemeu pela posição.

- O que? Eu sou justo. Se eu me diverti, farei com que você se divirta também – sorriu sádico.

- E o que o Kuro-codilo pretende fazer? – riu malicioso.

O ninja, ainda por cima do loiro, pegou seu cinto que antes servira de venda, e passou pelas laterais do rosto do outro, criando assim, uma mordaça. Tendo o corpo abaixo de si sob seus domínios, passou a mão pelas costas do mago, descendo um pouco, acariciando levemente as partes dele que passavam por debaixo da sua mão, e achando caminho, desceu esta até a frente, encontrando o membro alheio, ainda encoberto pelas roupas, para então acariciá-lo por cima dos panos, recebendo gemidos abafados como resposta; alguém estava bem excitado. É, parece que não era só ele o sado-masoquista ali.

Continua...