And All Things Will End...
34 Contagem regressiva!
Notas iniciais
NAO MESMO!!! EU TOH MUITOOOO FELIXXX!
OBRIGADO VanGatesHaner PELA RECOMENDAÇÃO LINDAAA! OBRIGADO MESMO! AMEI!
- galerinha du mau vcs estao me fazendo a garota mais felixx!!!
- é serio as reviews, as recomendaçoes, tudooooo!
obrigadooooo mesmo!
- vou postar sem minha beta, Ro Baker vou ai te da uns tapas! kkkkkkkkkkkkkk brincadeira more, desculpa postar logo, mas se eu nao postar vou morrer aqui! kkkkkkkkkkkkkkk
- enfim curtam esse pequeno capitulo, logo teremos vai loucuras e muitas revelaçoes! HUMMMMMMMMMMMMMMMMMM!
bjinnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
Annie
Acabei acordando em cima da hora, novidade. Corri para banheiro e fiz minha higiene matinal. Vesti uma blusa preta com um desenho de uma caveira e uma calça jeans escura, calcei meu tênis e desci as escadas apressadamente.
Avistei minha mãe na cozinha sentada tomando seu café normalmente e já arrumada para seu novo trabalho.
- Por que não me acordou? – eu perguntei me servindo de leite e fazendo um big sanduiche.
- Você tem certeza que quer ir estudar agora? Não acha que está muito cedo?
Revirei os olhos. Eu já conhecia essa conversa de cor e salteado. A semana toda ela achou melhor eu ficar em casa e ainda achava cedo demais por tudo que me aconteceu.
- Mãe, já conversamos sobre isso, não vamos discutir, além do mais... – eu sorri – o Jimmy voltou!
- A-hãm! É por isso toda essa animação!
Fingi não escuta-la e virei todo o copo de leite e dei um beijo em sua bochecha levando em minha mão um sanduiche enorme.
Saí de casa com ela gritando para eu não chegar tarde, pois queria que eu conhecesse o tal Dave. Não andei nem cinco metros e um ser enorme pulou na minha frente.
- BOM DIA!
Levei a mão ao meu coração com o susto.
- Porra, James! Quase eu morro agora!
Ele gargalhou da minha cara e me deu um abraço apertado, tipo aqueles de cinema em que o mocinho levantada à mocinha no colo e roda com ela. Pois é, só que não estamos em um filme e acabamos os dois caindo na grama em frente à casa da vizinha. Jimmy gargalhava ainda mais e eu tentei não rir da situação, obvio que não foi fácil.
- Você é totalmente perturbado! – eu disse me levantando e tirando a sujeira da minha roupa e vendo o resto do meu sanduiche no chão.
Perfeito!
- Então vamos logo que eu já estou atrasado por sua culpa!
Ele disse como se eu fosse à única culpada de estarmos atrasados.
Olhei desconfiada e tentando parecer irritada assim que ele abriu a porta de um carro pra mim.
- Vem logo... ou preferi ir a pé? – ele sorriu e eu entrei ainda emburrada.
A viagem toda foi um encrencando com outro e quase se matando. Por vezes o Jimmy quase bateu o carro e eu não consegui não reparar como aquele carro fedia a comida e a roupa suja.
Ele parecia irritado quando eu perguntei se ele estava transformando seu carro em quarto de motel. Não entendi muito bem o motivo de sua irritação, mas eu acabei ficando irritada também.
Mesmo com Jimmy correndo com o carro, chegamos atrasados. Por sorte Nina nos deixou entrar, mas me senti péssima quando ele apenas me deu um beijo na bochecha e foi pra sua sala, cabisbaixo.
Entrei na sala e por sorte o professor ainda não tinha aparecido, mas em compensação os irmãos Fox´s e Suzana estavam na sala e como sempre começaram a tirar brincadeiras comigo. Motivos: bem, invenções sobre o que eu fiz durante uma semana fora do colégio e comentários sobre certo alguém.
Fingi ser surda e sentei na minha cadeira no fundo. Estava tão distraída que nem notei um garoto novo sentar ao meu lado. Pude perceber que ele me encarava e aquilo já estava me irritando. Ao virar pra ele senti que o chão havia sumido.
Não podia ser! Não podia ser ele? Ou podia?!
Antes que eu pudesse falar alguma coisa pra fazer aquele sorriso sínico sumir daquela carinha bonitinha o professor entrou avisando que teria uma prova surpresa.
Agora vejam bem... eu faltei durante uma semana e quando volto dou de cara com um fantasma do meu passado e ainda tem prova surpresa... me digam vocês... é bomba na certa e com toda certeza uma “Bomba de Hiroshima”.
Jimmy
Estava me sentindo um pouco irritado, não pelas palavras de Annie. Não tinha muito haver com ela. Tinha haver comigo. Tudo estava dando errado, e pra variar quando entrei na sala todos me olharam espantados, claro, menos os caras.
Brian sorriu pra mim, Zacky apenas me comprimento e Matt me lançou um de seus olhares, mas especificamente um: “Quero falar com você e é urgente!”
Já até já imaginava o assunto.
Pra variar a supervisora Nina pediu a presença de todos os alunos que estão participando da peça da escola a comparecerem no ginásio na hora do intervalo. Ou seja, sem comida de graça e estômago vazio. Fodeu!
Limitei-me apenas a rabiscar meu caderno e esquecer qualquer presença humana do meu lado. Pois é, preferi imaginar que todos eram cachorros ou coisa do tipo.
Brian
Fiquei a manhã toda esperando Annie. Pensei em trazê-la para o colégio, mas me deparei com Jimmy encostado em um carro na frente da casa dela. Desisti na hora. Algo me diz que essa semana em que passei do lado de Annie não irá fazer nenhuma diferença em sua vida, já que o grandão e seu protetor voltou, não vou ter nenhuma chance de chega perto dela.
Assim que o sinal tocou, fui direto pra sala emburrado. Acabei dando de cara com Michelle, bufei ao vê-la parada na minha frente esperando algum tipo de explicação por tê-la abandonado essa semana toda.
Sinceramente, eu não estava a fim de explicar nada e muito menos olhar pra ela. Por sorte o professor entrou na sala e ela logo sentou no seu lugarzinho, ou seja, bem do meu lado.
Tentei ao máximo fingir estar concentrado no que o professor falava, mas a única coisa que passava na minha cabeça era Annie.
E quando eu vi o Rev entrar na sala parecendo irritado, sorri. Com toda certeza aconteceu alguma coisa entre eles e não foi nada bom. Que foi? Eu não quero que eles briguem, mas eu também não quero que eles fiquem juntos. Pois é, uma situação difícil.
Depois que ele sentou do meu outro lado ficou com aquela cara de paisagem, talvez a mesma que a minha, fingindo prestar atenção da aula, mas eu sei que no fundo ele devia estar aéreo e pensando que todos são cães.
Pois é, eu tinha certeza que hoje seria um dia infernal. Já estava quente mesmo, só faltava à bomba explodir. Talvez uma “Bomba de Hiroshima” pra acabar logo com tudo. É minha gente, pra alguém explodir nessa escola estar faltado poucos segundos.
Annie
O sinal do intervalo tocou e quando eu pensei que poderia ir com toda calma e segurança para o ginásio, me enganei.
Vi um ser bem maior que eu parar na minha frente e cruza os braços com um sorriso nos lábios. Christopher como sempre tinha presença, sempre o achei bonito, mas nunca confiei nele. Na época eu não sabia o motivo, mas depois que tudo aconteceu eu descobri. Admito que quando o vi no hospital senti pena dele, mas logo as lembranças de um quase estupro voltaram na minha cabeça. E agora olhando ele ali debochado, minha raiva com toda certeza estava de volta e eu tinha muitos motivos pra explodir ali mesmo.
- Christopher, me dá licença!
Eu disse tentando passar por ele, mas o mesmo não parecia colaborar e pra variar, Michael e sua turma estava na porta esperando que eu tentasse fugir para me impedir.
- Meu amor, eu só vim lhe cumprimentar...
- Nós não somos nada um do outro, de longe somos amigos... então não há motivos pra comprimentos!
- Há sim! – ele segurou meu braço com força e por um momento meu corpo inteiro tremeu, não podia ser medo, prometi que não me submeteria a mais ninguém – Annie... – ele aproximou seu rosto do meu e eu sentir o ar faltar com isso – só quero dizer que estou de volta, e que eu não esqueci o que aconteceu no passado...
- Você acha que eu esqueci, já que fui a vitima nessa historia toda!?
Ele soltou uma gargalhada que fez ate mesmo minha alma se arrepiar. Se tinha alguém que eu não queria mais ver ou até mesmo me meter seria Christopher Jones. Além de ser um playboy da pior espécie, ele tinha certo poder sobre quase todos nessa droga de colégio.
- Como sempre fingindo ser a pobre coitada filha de uma mãe alcoólatra e um “pai” ausente... AH! Sem esquecer o padrasto pedófilo!
Antes dos meninos, Christopher era o único que sabia sobre minha situação em casa e sobre Steve que vivia me rondando de forma estranha. Naquela época eu pensei que talvez ele fosse meu amigo, assim como Suzana e Katharine. Me enganei.
- Falando nele... finalmente ele conseguiu o que queria... – ele sorriu malicioso e tocou meu rosto.
Esquivei-me do seu toque e consegui me soltar dele indo em direção à porta.
- Pode deixar ela ir... – disse Christopher vendo os garotos sorrindo e me dando passagem – Hei, Annie!
Eu parei, mas não olhei pra trás.
- Cuidado por onde andar... eu estarei de olho!
Corri o mais rápido possível dali, e antes de ir para ginásio entrei no banheiro e lavei meu rosto. Fitei meu rosto pálido, não poderia me deixar vencer assim. Ele não iria mais me meter medo, não como antes.
Notas finais
axo que nao neh :n ficou uma bosta!
enfim, deixem qualquer coisa so pra me fazer sorri! :D
bjinnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
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