Notas iniciais
quando encontro tempo perco a inspiração e quando acho a inspiração nao tenho tempo. me perdoem.

Quando eu acordei ela ainda estava dormindo deitada de bruços com a coberta cobrindo somente até a base da sua coluna, seus cabelos caídos sobre o rosto enquanto ela respirava tranquilamente, ela é quente, sai da cama antes que eu a acordasse com um sexo oral.

Fui para o banheiro e tomei um banho bem demorado, quando sai ela já não estava mais na cama, então comecei a procurá-la. Quando entrei na cozinha ela estava descalça vestida apenas na minha camisa social branca, os pés descalços. Deus, eu sabia que essa mulher seria minha perdição desde o primeiro dia que eu pus os olhos nela.

Ela se virou para mim notando minha presença. Ela estava fazendo café que por sinal cheirava muito bem. Ela sorriu para mim e voltou sua atenção em despejar a água quente na garrafa. Me aproximei dela até encostar meu corpo as suas costas, ela suspirou e deixou a água derramar um pouco para fora.

– cuidado, meu anjo. – eu disse em seu pescoço e ela terminou de coar o café.

Pov’s Catherine

– cuidado, meu anjo. – ele disse no meu ouvido fazendo minha pele se arrepiar. Terminei logo o que estava fazendo antes que causasse um desastre maior. Ele estava com o corpo colado ao meu respirando no meu ouvido, isso transformava qualquer simples tarefa em algo impraticável.

– o que você está fazendo? – eu perguntei quando senti sua mão subindo pela minha coxa.

– você está tão quente na minha camisa. Aposto que não está usando mais nada alem dela. – ele disse me fazendo sorrir.

– aposta ganha, garotão. – ele rosnou no meu pescoço e passou a língua no lóbulo da minha orelha fazendo meu corpo tremer. Suas mãos seguraram em cada lado da minha cintura e ele me apertou contra seu corpo duro. Fiquei na ponta dos pés me inclinado sobre a pia para pegar duas canecas no armário.

– hum. – ele gemeu no meu ouvido e percebi o que minha posição havia feito a ele. Suas mãos seguraram meus cabelos e os colocaram para o lado enquanto ele beijava e mordia meu pescoço. Tentei manter minha mente no lugar e colocar café nas nossas canecas, mas ele cheirava tão bem, seu xampu me invadia. Ele desceu a sua camisa que eu usava revelando meu ombro onde ele beijava.

– eu não tenho mais idade para te acompanhar. – eu disse e ele mordeu meu ombro, fazendo essa dor gostosa se espalhar pelo meu corpo. Quando larguei a garrafa de café ele me virou pela cintura, me fazendo encarar seu rosto jovial. Ele parecia muito novo, seu rosto não tinha uma misera linha de expressão.

Ele estava sem camisa, seus braços me prendendo contra a pia. Seus olhos de mel me olhavam docemente. Ele levou sua mão ao meu rosto acariciando minha bochecha, e eu fechei meus olhos para sentir seu toque traçar um caminho pelo meu queixo até seu indicador percorrer meus lábios fechados, os fazendo formigarem. Quando não senti mais seu toque contra minha pele abri os olhos para pegá-lo olhando para mim.

– eu queria ter ido atrás de você! – eu sussurrei e traços de surpresa invadiram suas feições. Eu não podia deixar de dizer a ele o quanto eu me importava, mesmo que até agora ele não houvesse me cobrado nada. Eu sabia que ele ainda queria saber, só não queria ter que me cobrar. Eu comecei a contornar os músculos do seu abdômen enquanto pensava em uma justificativa por ter deixado ele ir.

– eu... Não sabia o que fazer, Lou estava furioso. – eu disse. Ele fechou a pouca distancia que ainda restava entre nós, prendendo seu corpo definido contra o meu mais uma vez. Ele cheirava divinamente bem, fresco depois de tomar aquele banho demorado me fazendo sentir, várias vezes, vontade de me juntar a ele. Suas mãos apertaram minha cintura e nossos narizes se encostaram.

Seu hálito refrescante se misturou a minha respiração e eu esperei para que ele me beijasse, mas ele não o fez. Ele levou sua mão aos meus cabelos e os segurou. Eu já estava pegando fogo e louca para sentir seus lábios nos meus, mas ele manteve sua doce provocação. Ele levou sua boca ao meu pescoço onde ele deslizou seus dentes.

– eu sabia que você não viria atrás. – ele disse e sua mão subiu pela minha cintura até chegar ao meu seio que ele apertou em sua mão me fazendo arfar. Ele desceu sua boca do meu pescoço, empurrando a blusa para o lado descobrindo meu ombro até estar com sua boca no meu seio e eu gemi, me apoiando a pia.

– por quê? – eu consegui soltar a palavra mais em forma de gemido. Sua mão acariciava minha coxa indo cada vez mais alto até meu quadril me carregando com um sentimento de antecipação para que ele me tocasse mais intimamente.

– por que você não pode admitir. – ele disse e então ele me beijou densamente, seus lábios pressionando forte contra os meus, mas sem perder a delicadeza, o movimento de sua boca era lento me guiando em um prazeroso beijo. Ele parou com o beijo contra a minha vontade.

– você não pode admitir que precisa do meu toque. – ele disse e passou a mão na minha bunda, por baixo da sua camisa.

– eu preciso do seu toque. – eu disse e ele gemeu baixinho contra a minha pele.

–admitir que você precisa se entregar a mim.

– eu preciso ser sua. – eu respondi rápido, era isso que eu precisava agora também.

– admitir que você me ama. – ele disse e eu tirei minhas mãos dele. Ele me encarou e tirou suas mãos de mim também, me causando frio. Ele estava me pedindo para dizer que eu o amo. Mas eu o amo? Acho que sim. Eu olhei bem dentro de seus olhos, esse era o homem que eu amava.

– eu amo você. – eu disse em alto e bom som. Ele me olhou tão profundamente que se ele me dissesse que água não é para beber eu provavelmente morreria de sede, eu nunca confiei tanto em uma pessoa como nele, eu deixaria minha vida em suas mãos e isso me assustava.

– não sabe como é bom ouvir isso. – ele disse colocando meu rosto em suas mãos. – eu também amo muito você! – ele disse e me beijou novamente ferozmente. Ele puxou meu corpo contra o dele me tirando o fôlego por seu aperto.

Em paços atrapalhados ele me arrastou até o balcão da cozinha, onde ele me colocou sentada me levantando pela cintura. Sua necessidade transparecia em seus movimentos apressados e desesperados para não perder contato comigo nem por um segundo, então fui obrigada a dar um jeito de abrir o seu cinto. E então nós fizemos amor sobre o balcão da cozinha.

Notas finais
dam é um lindo nao? *_*