And All These Little Things
12 Capitulo 12
Notas iniciais
Pov’s Dam
Eu e Lindsay passamos o dia todo preparando a festa para o seu aniversario. Penduramos luzes de discoteca e globos de luzes por todo o jardim da casa dela. Consegui uma pista de dança de borracha emprestada com um dos meus amigos loucos e enchemos de pufes e mesas ao redor dela. No canto mais afastado da pista de dança colocamos uma mesa com drinques e comidas. Tudo isso com a ajuda de uma amiga da Lindsay promotora de eventos, claro. Não conseguiríamos fazer tudo isso sem ela.
Quando voltei a festa depois de ir em casa me arrumar a musica já tocava alto e as luzes acompanhavam seu ritmo. Passei por algumas pessoas cumprimentando as que eu conhecia e caminhei para dentro da sua casa. Entrei na sala escura e logo senti o perfume de Catherine espalhado no ar, senti falta de acordar sabendo que vou vê-la sempre.
– Lindsay? – chamei ela da porta do seu quarto.
– entra Dam. – ela disse e eu empurrei a porta entreaberta. Ela usava um vestido tomara que caia azul que destacou seus olhos, com os cabelos presos em um coque propositalmente desarrumado como ela dizia.
– você está linda. – eu disse dando um beijo na bochecha dela.
– obrigado, você também está um gato. – ela sorriu.
– toma, eu trouxe para você! – eu disse entregando uma sacola para ela. Ela sorriu e abriu meu presente. Uma corrente de prata com uma pequena pedra de diamante.
– é linda Dam, obrigada. – ela se jogou nos meus braços e me apertou forte. A abracei de volta. Coloquei a corrente no seu pescoço e a levei para fora junto aos convidados.
– oi Dam! – Jessye me cumprimentou toda alegre, “por que Lindsay convidou esse encosto?”
– Jessye! – eu cumprimentei sem entusiasmo logo saindo de perto dela. Passei no meio da pista de dança e fui agarrado por alguma garota, até bonita, mas... Não sei! Me soltei dela e fui até a mesa pegar uma bebida para me livrar dessa agonia.
Quando sai da multidão Catherine estava em pé à mesa com um copo de champanhe na mão. Ela estava de lado olhando para a filha que tirava fotos com algumas amigas, ela não me viu. Aproveitei para apreciar seu corpo envolto por um vestido vermelho vinho, perfeitamente desenhado para suas curvas, seus cabelos levemente cacheados nas pontas caídos sobre os ombros e seu sorriso brilhando de orgulho.
Caminhei até ela e toquei levemente seu ombro nu, ela deu um pulo e se virou para mim em alerta.
– ei. – eu disse.
– você me assustou. – ela disse dando um passo para trás, ela queria manter uma distancia segura.
– desculpa. – eu pedi e ela desviou os olhos de mim bebendo seu champanhe. Coloquei uma bebida no meu copo, encostando meu corpo ao dela. – você está muito linda. – eu disse baixo soprando em seu ouvido.
– você também. – ela disse.
– qual o problema? – eu perguntei já que ela estava distante.
– nenhum.
– olá! – Vartann disse colocando os braços em volta dos ombros dela.
– ah, esse é o problema! – eu disse e sai, mas não sem notar seu olhar de fúria me seguindo.
A musica que Lindsay gostava começou a tocar e eu a puxei para o meio da pista a segurando pela cintura, colando nossos corpos. Eu a guiei pela pista de dança dando voltas e rodopios cantando sua musica no seu ouvido. Mas não deixando de encontrar meus olhos com os de Catherine.
– se quer deixar minha mãe com ciúmes, não vai funcionar comigo.
– eu sei sua peste, só queria uma dança com você. – eu disse e a entreguei para Adam que não dançava porra nenhuma. Peguei Jessye pelo caminho e continuei a dançar com ela, bem colado. Ela tinha um corpo e tanto e não conseguia negar que ela me excitava, mas eu não como chiclete cuspido.
Observei Catherine entrar na sua casa e Vartann ficar conversando com um cara de barba média e Lily. Soltei Jessye na mesma hora e fui atrás dela disfarçadamente. Quando ela chegou a porta do seu quarto eu a virei pelo braço e ela ameaçou gritar, mas eu pus meu dedo em sua boca. Ela suspirou profundamente, eu empurrei meu corpo ao dela até encostar suas costas à parede. Encostei minha boca a pele do seu pescoço e beijei levemente.
– Dam! – ela engasgou meu nome. Eu cobri sua boca com a minha e a levei para dentro do seu quarto trancando a porta atrás dela. Saboreei seus lábios macios com a língua a enfiando dentro da sua boca quente. Levei minha mão a sua coxa subindo seu vestido de seda expondo sua pele branca. Comecei a beijar seu pescoço, deslizei meus dentes suavemente na pele do seu pescoço.
– para! – ela sussurrou, mas nem um músculo do seu corpo negava o tesão que ela estava. Sua respiração estava totalmente descompassada. Movi meu quadril na direção do dela roçando nossos corpos. Ela gemeu.
Deslizei a alça do seu vestido para baixo e coloquei minha mão em seu seio, o sentindo inchar na minha mão. Eu estava com raiva dela, por sua indecisão, por ter que ver o relacionamento dela com o noivo de merda.
– você é minha, porra! – eu disse e a virei de costas empurrando meu corpo contra suas costas com força a prensando contra a porta, lhe arrancando um gemido dolorido. Retirei a outra alça de seu ombro e seu vestido foi ao chão.
– nossa! – ela estava com as duas mãos apoiadas na porta, apenas de lingerie e salto alto. Juntei os cabelos dela na minha mão e os puxei levemente, ela jogou a cabeça para trás e aproveitei para chupar seu pescoço.
– eu vou provar pra você, como você é minha. – eu disse e desci minha mão pela sua barriga, ela suspirou em meus braços quando eu pus minha mão sobre seu sexo.
– você não tem o direito. – ela tenta contestar, mas sua voz saia engasgada e eu não dava a mínima. Enfiei meus dedos dentro da sua calçinha e a senti tremer, a acariciei e abri seus lábios com os dedos.
– vai negar que você é minha? Olha como você está molhada. – eu disse a deslizando meu dedo para cima e para baixo indo um pouco mais profundo a cada descida.
– ah Deus. – ela suspirou e jogou seu corpo para trás esfregando sua bunda em mim, puxei seu cabelo um pouco mais forte e mordi seu ombro. Eu a virei tirando a mão dela que protestou com um gemido. A conduzi até a cama e a empurrei sentada nela. Ela me olhou com seus olhos extremamente azuis e dilatados de luxuria. Me ajoelhei em frente a ela que me seguia com o olhar. Puxei sua calcinha por suas pernas e comecei beijando seu joelho. Ela estava apoiada nos antebraços vigiando cada movimento meu. Desci beijando a parte interna das suas coxas e ela colocou um pé no meu ombro.
– ai caralho. – ela disse baixinho quando minha língua tocou sua carne sensível. Ela ficou ainda mais molhada quando minha língua circulou seu clitóris, saboreei seu doce gosto e olhei para ela. Seus olhos continuavam a me fitar, surpresos e em chamas. Eu sorri e a chupei com força fazendo seu corpo cair para trás na cama e ela arquear as costas, gemendo meu nome.
– você é completamente minha. – eu disse me levantei e abri meu cinto, ela se sentou na cama apoiada com as mãos para trás. Era assim mesmo que eu iria fodê-la. Me coloquei entre suas pernas. Ela pegou meu pau o fazendo crescer em sua mão, enquanto ela me acariciava eu tirei rapidamente a camisa. Segurei suas mãos e as coloquei para trás. Me esfreguei em sua abertura molhada e ela engasgou fechando os olhos.
– seu corpo é meu, você é minha, não sei por que insiste em negar isso!
– cala boca e mete logo, porra. – ela disse com os dentes cerrados e os olhos fechados. Enfiei meu pau todo de uma vez só dentro dela, que gemeu alto. Ela continuava com os olhos fechados, então agarrei seu queixo e a fiz olhar para mim.
– olha para mim, pra ver que só eu faço do jeito que você gosta! – apoiei minhas mãos na cama e comecei a me mover forte e profundamente. Seus gemidos ficavam cada vez mais alto enquanto eu a fodia rápido, descontando minha raiva no sexo. Não parei enquanto ela não gozou e depois de satisfazê-la deixei meu prazer explodir caindo sobre ela, completamente suado.
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