Anatomy

19 Capítulo 19


Notas iniciais
Oi gente! Quase que esse capítulo não sai, pois foi uma aventura escrevê-lo UHSUHUH Como já foi alertado no capítulo anterior anterior, esse capítulo haverá lemon, que por sinal não ficou lá essas coisas, massssss...

Brian’s Pov

– Você tem pressa de voltar para casa? – Zachary perguntou assim que adentramos no carro, quando começara a anoitecer.

– Nenhuma. – sorri enquanto colocava o cinto de segurança.

– Quer ir pra minha casa?

– Posso?

– Claro! Já ficou um fim de semana lá... Icky e Maggie iriam gostar de te rever.

– Só eles?

– Eu também. – disse baixo e tímido enquanto dava partida no carro.

O trajeto entre nós fora silencioso, porém Zachary cantarolava alguma canção que tocava na rádio. Eu apenas sorria custando em acreditar no que estava acontecendo, pois para mim, aquele momento parecia mais um sonho do que realidade.

– Brian?

– Hm. – murmurei.

– Você tem algo com Joseph?

– Por quê? – perguntei assustado.

– Eu percebi que vocês não se desgrudam... – coçou a nuca.

– Eu também não me desgrudo de Ashley. — comentei

– Mas é diferente...

– Já está com ciúmes? – perguntei risonho.

– Não, não... Apenas curiosidade.

– Sei. – ri, principalmente por notar seu rosto extremamente corado. – Somos só amigos pois tenho olhos somente para um professor de anatomia aí...

Ele riu sem jeito enquanto estava seu carro na garagem de sua casa.

Desci junto com ele do carro enquanto éramos recepcionados pelos 2 cães de Zachary, que latiam e pulavam em nós.

– Eu disse que iam gostar de te rever.

– É... – sorri, pegando Icky no colo. – Também estou gostando de revê-los.

– Você disse que teve uma cachorrinha, não?! Lembro-me vagamente de você ter comentado algo...

– Ela estava junto quando minha mãe morreu.

– Oh... – ele mordeu o lábio. — Desculpe por tocar nesse assunto.

– Não tem problema... – sorri fraco. – O nome dela era Luly. – comentei lembrando-me dela correndo pela minha casa com um tênis meu na boca. – Estou matando minhas saudades dela com Icky e Maggie. – disse, acariciando os pêlos dos dois cães.

Zacky sorriu e entrou em casa, resolvi o acompanhar. Retirei o casaco que vestia e o deixei em cima do sofá.

– Quer comer algo? – perguntou, jogando seus pertences em cima da mesa de centro.

– Não, obrigado. – sorri.

– Bem, eu vou tomar banho... – disse, enterrando suas mãos nos bolsos da calça. – Fique a vontade.

– Ok. – murmurei, sorrindo sem jeito.

Porém ele não se retirou, ficou parado onde estava me encarando. Parecia estar cravando uma briga interna consigo mesmo.

– Zacky? – perguntei sem graça.

Ele pareceu sair de seu transe, mas permanecia me encarando.

- Brian... – ele veio em minha direção, selando nossos lábios mais uma vez com uma ponta de desespero em nosso beijo. Era como se nossas línguas necessitassem do outro a todo instante.

Logo eu tomei o controle da situação e o empurrei até a escada.

Seguimos cuidadosamente até o quarto onde fiquei da ultima vez em que estive ali, ele tentou me levar até a cama, porém eu resisti e permaneci em pé, tratando de encostar seu corpo na parede enquanto eu o beijava ferozmente.

Nossos corpos estavam colados e logo as roupas nos pareciam extremamente desnecessárias naquele momento. Zachary ainda parecia muito receoso, mas eu o beijava com tanta veracidade, com tanto desejo e tanta luxuria que logo ele me deixoueu tirar sua camisa xadrez, revelando a regata branca que ele usava por baixo.

Meus dedos deslizaram por toda a extensão de suas costas, logo me livrando da tal regata também. Ele mesmo sem jeito tirou minha camiseta e a jogou num canto qualquer do quarto. Nossos lábios só se separavam quando as peças de roupas eram tiradas.

Eu já podia sentir sua ereção roçar em mim e um suspiro longo foi ouvido quando eu passei minha mão na região por cima de sua calça assim como eu havia feito na orla. Então resolvi abrir o zíper da calça, para terminar o que eu queria fazer durante a tarde, enquanto seus dedos deslizavam em meu peitoral.

Passei a beijar seu pescoço, ombro e lambi e mordisquei seu mamilo direito, o que o fez me arranhar fortemente nas costas. Sem delongas, deslizei minha língua até a área de sua calça entreaberta, deixando leves chupões em seu corpo. Agachei-me em sua frente e com minhas mãos apertando firmemente suas coxas eu o encarava com malicia.

Eu queria tanto que ele implorasse para que eu o chupasse...

Tirei sua calça de vez e passei a acariciar seu membro, completamente duro, por cima da cueca que ele vestia. Pude perceber o quão sedento por um toque ele estava.

– Por Deus Brian... Tire essa merda de cueca e me chupa logo. – ele disse entre ofegos, com a voz rouca.

Ri baixo e tirei sua ultima peça de roupa. Pude ouvir um suspiro longo assim que seu membro se viu liberto de sua boxer escura.

– E o que eu ganharia em troca? – provoquei com meus lábios extremamente próximos de seu membro.

– Eu te fodo a noite inteira, eu... Eu faço o que você quiser Bri... – sua frase foi interrompida com um longo gemido uma vez que eu abocanhei seu membro. Logo fazendo um movimento de vai-e-vem com a boca.

Minha língua brincava com a glande enquanto minha mão direita fazia o trabalho de masturbá-lo. Com a minha mão esquerda eu tentava me livrar de minha calça e cueca, uma vez que eu tinha a sensação que iria explodir se eu não me aliviasse e logo.

Irritei-me com o zíper de minha calça que não queria colaborar com a minha necessidade, e então eu tirei o membro de Zacky da minha boca e me levantei. Ele me encarou confuso, mas eu apenas sorri mordendo meu lábio e o conduzi até sua cama.

Com um pouco mais de atenção tirei minha calça, junto de minha cueca e logo estava eu abaixado em frente ao meu professor, retomando seu membro em minha boca.

Deixei que Zachary enfiasse toda a extensão de seu pênis em minha boca e com as mãos eu massageava suavemente suas bolas. Sua mão veio de encontro ao meu cabelo e ele acariciava e por vezes puxava meu cabelo de forma rude, o que particularmente eu gostei. Passei a tocar uma pra mim, enquanto minha língua tratava de deslizar por toda a extensão de seu pênis. Zachary dizia coisas desconexas, e seus olhos fechados com a cabeça jogada para trás indicava que ele estava gostando.

Ao sentir seu pré-gozo eu parei e subi gatinhando até chegar em sua boca, o beijando em seguida, fazendo-o sentir seu próprio gosto.

– Agora você vai ter que cumprir o que me prometeu... – disse baixo em seu ouvido, enquanto o provocava, encostando seu membro em minha entrada.

– Eu não tenho nada de lubrificante por aqui... – disse rouco. – Posso te comer a seco mesmo? – disse tão baixo e de uma forma tão provocante, que se eu não soubesse a dor que aquilo me causaria eu até deixaria.

– Calma meninão... – ri baixo contra a sua pele. – Acha que eu agüentaria isso assim? Você é grande Zacky... Muito grande. – peguei uma de suas mãos e encostei seu dedo indicador em minha boca, deslizei minha língua pela extensão de seu dedo, o deixando úmido. Mas ele logo entendeu minha intenção e colocou seu dedo médio para que eu umedecesse também. – Ainda tenho amor ao meu rabo. – comentei rindo baixo após ele retirar seus dedos de minha boca.

– Eu também vou ter amor ao seu... rabo. – mordeu meu queixo, tratando logo de introduzir o primeiro dedo na minha entrada. Afastei mais minhas pernas, para facilitar, mas se bem que os dedos dele não eram nada finos.

Mordi seu ombro com certa força ao sentir seu primeiro dedo dentro de mim. E não demorou muito para que ele introduzisse o segundo também, o que me fez fechar os olhos por instantes. Ele tirava e introduzia seus dedos em mim várias vezes.

– Agora chega de brincar, huh? – passou sua língua no lóbulo de minha orelha, trocando nossas posições.

Posicionei-me de quatro para Zacky, que me encarava com um sorriso de canto.

– Se doer você me avisa... – disse próximo ao meu ouvido, arranhando de leve as minhas costas.

Apenas acenei, procurando me empinar mais para ele, só para provocá-lo mais e mais. Logo senti sua mão acariciar minhas nádegas e seu membro roçar na minha entrada.

Primeiro ele introduziu só a cabeça do pênis, o que já me causou uma sensação de dor, acabei por me contrair. Ele mordeu seu lábio e gemeu principalmente pelo fato de eu ter “apertado” a área mais sensível dele.

Respirei fundo e apertei o lençol, procurando me acostumar com a dor, e Zacky aos poucos ia introduzindo mais e mais.

Não que eu fosse completamente desentendido do assunto, mas a primeira e a única vez que eu até então havia transado, não fora uma das melhores experiências que alguém gostaria de ter.

Zachary logo penetrou seu membro por completo em mim, segurando minha cintura com força. Eu gemi alto principalmente por conta da sensação que havia sido rasgado ao meio que havia me dominado.

Ele tentava me confortar e me fazer relaxar, com beijos pelas costas e sua mão deslizando pelo meu membro que latejava. E assim que me acostumei com ele dentro de mim, eu me friccionei nele, o que o fez a iniciar seus movimentos de vai e vem mais lento.

A dor foi se dissipando aos poucos e finalmente veio o tão aguardado prazer.

Zachary foi aumentando o ritmo e a força de suas investidas. Eu gemia alto, principalmente quando ele alcançou minha próstata. Seus movimentos de “vai e vem” eram intensos, até era possível ouvir o baque de nossos corpos colidindo e céus, como eu não queria que aquilo acabasse. Eu gemia e pedia por mais, Zacky também gemia, xingava e chamava por meu nome.

Ele se sentou na cama e eu envolvi minhas pernas em sua cintura, logo completei o vazio que me invadiu quando ele havia saído de dentro de mim.

Selei nossos lábios até começar literalmente a cavalgar em cima de Zachary, que gentilmente passou a me masturbar.

– Awwn... Zee. – eu gemia com a cabeça jogada para trás, enquanto me apoiava em suas coxas.

Zachary passou a lamber e morder meus mamilos enquanto eu rebolava em cima de seu membro. Suas mãos estavam em minhas nádegas, as apertando, enquanto as minhas mãos se encontravam em sua nuca. Ele passou a beijar meu pescoço e por fim passou a dizer coisas sacanas em meu ouvido, eu apenas sorria malicioso e gemia.

Logo ele se derramou dentro de mim e não demorou muito para que eu me derramasse também sujando tanto a minha quanto a barriga de Zachary, que acariciava meu corpo.

Entreolhamos-nos e sorrimos tímidos.

Brian’s Pov Off


Os dois se encaravam, com os corpos suados e sorrisos tímidos.

Era a primeira vez que Zachary transava com outro homem e por isso a timidez aumentava.

Estavam um de frente para o outro e apenas um lençol envolvia seus corpos nus.

Brian estava nas “nuvens”. Seus dedos contornavam as tatuagens do braço direito de Zachary, que apenas respirava pesadamente. Às vezes fechava os olhos perguntando para si mesmo se era verdade tudo aquilo que acabara de fazer. Seu subconsciente ainda de luto parecia o alertar que ele tinha feito uma grande bosta. Mas Brian interrompeu esses pensamentos dele assim que se inclinou para beijá-lo. O professor retribuía o beijo, deslizando seus dedos pelas costas do outro, que sentia seu corpo arrepiar sob os toques do mais velho.

– Se importa se eu dormir com você? – Brian perguntou baixo sob os lábios de Zachary.

– Nem um pouco. – o outro lhe respondeu rouco.

Brian sorriu, selando seus lábios mais uma vez nos do mais velho e virou-se, sentindo o braço do professor o envolver.


Notas finais
Ficou uma bosta, eu sei, mas eu me esforcei ok? UAHUSA reviews?