Anata no soba de
1 Capítulo 1-Encontro
Ano de 1485
Cidade nova, casa nova, vida nova. Era o que um certo moreno pensava, era tudo que ele queria agora. Ele já havia retirado todas as malas e caixotes da carroça e carregava algumas para dentro da sua nova casa. Ele tinha escolhido o melhor lugar para se morar. Uma cidade pequena com belos campos cobertos por alimentos, bela vista para a capital do pais, comercio livre e sem muita concorrência, sem as irritantes vozes da cidade grande que nunca sessavam... era perfeito!
O moreno terminou de levar os caixotes para dentro da casa, deixando-os no chão de madeira. A casa era grande, mas tão quanto a que morava antes. O moreno inspecionou cada cômodo de seu novo lar, sala, quartos, cozinha, até o quintal, onde descobriu uma bela vista para as montanhas dos raios. Era perfeito para ele. Adentrou na casa e começou a desempacotar algumas caixas.
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A neve caia com chuva, dançando com os belos trovões. As montanhas dos raios não era muito visitada, na verdade, era conhecida como assassina. Muitos já se aventuraram a ir a te elas, mas nunca voltaram. Mas lá estava ela. Andando sobre o solo branco e frio, uma garota de estranhos longos cabelos rosados não parecia se importar com nada. Ela apenas andava sem rumo... Suas vestes sujas e rasgadas mostravam a maior parte de seu corpo, que era exposto ao vento gelado, mas ela não ligava. Não podia. Aquele era o único lugar seguro para ela. Sem muito ela vagava para achar uma caverna onde pode-se passa a noite. A rosada andava no pé da montanha até encontrar uma pequena caverna. Agora apenas precisava anoitecer para que ela pode-se procurar por comida nas plantações ali perto.
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Já era noite quando o moreno terminou de arrumar sua coisas dentro da casa. Cansado, ele pegou algo que tinha em sua mala de viajem comestível e se dirigiu ao “quintal”. Sentou-se perto de uma arvore quase na plantação vizinha, olhando na direção dela. Era um plantação de simples arroz, mas tinha algo lá que parecia atrativo. Talvez por que ele estava com fome e só tinha comido uma pequena maça o dia todo. Ele continuou olhando para lá, quando avistou uma coisa rosa no meio da plantação arrancando um pouco do arroz plantado. O moreno se levantou e sorrateiramente foi se aproximando da plantação, até que ouviu gritos de dentro da casa do fazendeiro e algumas flechas sendo direcionadas a coisa rosa.
- “Va embora, seu monstro desprezível!” — gritava o homem atiram do mais flechas enquanto a coisa rosa corria para as montanhas. O moreno podia ver claramente agora, a coisa rosa era uma garota com estranhos cabelos cor de rosa. A rosada corria para as montanha desviando das flecha que vinham a seu encontro. E quanto mais ela corria mais flechas eram disparadas, e uma única dessas acertou seu braço esquerdo. A rosada rugiu de dor, mas continuou correndo para as montanhas.
O moreno assistia tudo escondido. “Quem era ela?” pensou. Tudo que ele queria saber era por que ele atirará nela. O que ela fez para aquele homem disparar flechas contra ela?
O moreno não conseguia entender. Saiu de seu esconderijo e foi em direção as belas montanhas de raios.
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A rosada adentrou a caverna que escolhera mais cedo e se sentou parando para respirar. A flecha que perfurava seu braço manchava a neve com um vermelho intenso. Dor. Ela não a sentia mais. Quebrou a parte afiada da flecha e depois retirou-a com cuidado de seu braço. Seu sangue não pintava apenas a neve, mas agora pintava suas roupas também. A rosada pegou sua capa e estendeu sobre a neve deitando-se sobre ela. Na manhã seguinte provavelmente já estaria curada, como sempre. Fechou seus olhos verdes cansados pensando em quando tudo isso iria acabar.
- “então é aqui que se esconde...” – a rosada deu um pulo. Como? Como eles a acharam la... – “deveria cuidar de sua ferida.” – A rosada olhou para o homem parado na entrada de sua caverna “segura”. Ele era belo com cabelos e olhos negros com a noite.
- “quem... é ...você? “– a voz da rosada era tão doce, mas com medo nela também. O moreno não respondeu. – “Como... me encontrou?” a rosada se afastou dele, já esperando uma espada em seu pescoço, mas nada. Ele só ficou parado lá.
- “Quem é você?” – O moreno falou como um sussurro.
- “Eu perguntei primeiro.” – O moreno estendeu a mão a ela que ficou assustada e confusa. O que ele queria com ela se não fosse matá-la.
- “Vai aceitar minha ajuda ou não?”
- “por que você me ajudaria?” A rosada não entendia. Por que ajuda-la?
- “você tem um belo de um arrombo no seu braço e se não cuidar vai morrer. Por que não a ajudaria?” – A rosada sorriu. Um sorriso triste.
- “Eu bem queria poder morrer.” – rosada olhou para o moreno a sua frente – “Não tens medo de mim?”
- “E por que deveria?” – A garota se espantou com a resposta do moreno. E uma fina lagrima correu seu rosto. Mas logo um belo sorriso apareceu.
- “meu nome é Sakura. E o seu?” – O moreno sorrio de canto.
- “Sasuke. Meu nome é Sasuke.” – Sakura segurou a mão de Sasuke que a ergueu da neve. – “Você deve estar morrendo de frio com que veste.” – O Moreno retirou seu casaco e colocou sobre os ombros da garota que sorriu.
- “E bem quentinho.”
- “Vamos então Sakura.” – O moreno pegou na mão da rosada e começou a puxa-la para fora daquele lugar. Mas a rosada parou.
- “Não posso sair daqui Sasuke.” – A rosada abaixou a cabeça.
- “....”
- “sinto muito Sasuke.”
- “Eu não estou nem ai.” – O moreno segurou a rosada em seus braços e começou a andar novamente para fora da caverna.
- “Mas- “
- “Sem mas Sakura. Só fique calada por um segundo.”
OoOoOoOoO
Logo que chegaram a casa do moreno e Sasuke logo tratou de estalar a rosada no sofá e ir trásde uma caixa de remédios.
A rosada estava confusa com tudo o que tinha acontecido. Por que ele queria ajuda-la? Por que ele a levara para a casa dele? Se é que aquilo podia-se chamar de casa. Era enorme! E pensar que ele morava sozinho ai...
O moreno adentrou na sala com uma pequena caixa de madeira, se sentando ao lado da rosada.
- “Deixe me ver seu braço.” O moreno pegou seu braço ferido e limpou com cuidado.
- “Sasuke realmente não é necessário isso. Amanhã eu estarei curada.”
- “devia parar de falar asneiras. Talvez seja por isso que as pessoas querem te matar. Acham que é louca.” – O moreno falou como se isso fosse uma coisa normal de se dizer, terminando o curativo no braço da rosada.
- “Acha que eu sou louca. Pois bem senhor Sasuke. Acho que devo ir embora agora.” – Sakura se levantou e se dirigiu a porta. – “Obrigado mesmo assim pelo curativo.” A rosada abriu a porta e saiu novamente para a montanha dos raios. Teria que procurar um novo lugar para se esconder. Talvez um pouco mais acima na montanha. Assim ninguém a acharia. Só estariam ela, a neve e os raios. Ela não deveria confiar em ninguém... nunca.
Notas finais
kissus Mit-sama
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