Notas iniciais
Gente, esperei por muito tempo pra postar essa belezinha... A linguagem de escrita está um pouco fraca e os capítulos, sei, não são grandes, mas é assim mesmo.

Espero que curtam o enredo e alguns (acho que todos) dos personagens principais presentes aí logo de cara - nem se for por apenas uma breve citação.

Não sei se tem erros - pois dei uma checada antes, mas pode ser que nem todos passaram percebidos. Se localizar algum, perdoe-me e me avise, pra eu poder corrigi-lo.

A sala estava entediante. Fora ser o primeiro dia de aula, também estava um silêncio só. Nenhum dos alunos se conhecia a mais de 10 minutos, mas trocavam olhares de ódio, ira e inveja há bastante tempo. Era tarde – único horário digno pra estudar “prazerosamente” no beco escuro atrás da escola – e Ana suspirava mais uma vez.

A morena de cabelos longos e pretos, olhos pretos, pele média e de 16 anos, estava bufante. Aguardava ansiosamente pela chamada de nomes que a professora perua de óculos de grau iria fazer. Abrindo a pauta, a outra de óculos sentada a frente, aparentemente de 40 anos, fora começar.

— Prestem atenção na chamada... Ana Conda? – Numa expressão de choque, tentando olhar para o nome, a mulher estava chocada. Todos os alunos da sala começaram a se olhar, mas pensavam que era somente um trote de alguma impressora que fumou crack. — Tem alguém aí chamada Ana Conda? – Perguntou outra vez a professora.

— Eu... – Levantou timidamente a mão, a morena. — Presente professora.

Os demais alunos, curiosos, olharam e começaram a rir discretamente.

— Seu nome é Ana Conda? Que diabo de mãe você tem, guria? – Perguntou a professora enquanto olhava para a garota e para a pauta.

— É... Me chamo Ana. Mas meu sobrenome é Conda.

— Que patético! – Fora Drake que falou na maior cara-de-pau, enquanto gargalhava cinicamente. — Onde já se viu uma garota chamar Anaconda? Kkk...

O rapaz moreno de cabelos pretos e olhos castanhos era uma pessoa bem influente na sala. Além de ser vice-líder, era um idiota qualquer que fazia graça com besteiras em outros idiotas.

Como um conjunto, todos os outros alunos presentes na sala começaram a rir também, até a cadela de estimação da Tristy, que ria sem forçar os lábios para não desmanchar o batom de ouro. Além de Ana, que estava boquiaberta e envergonhada, apenas Karen, uma loira de olhos azuis – típica Nerd – não ria.

— Gente, parem de rir. – Disse a loira vendo como a outra se levantara sem graça. — Parem com isso, seus idiotas.

— Ah, sim... Depois que eu matar a Ana Conda. – Drake usou mais uma vez sua idiotice e fez o resto da sala segui-lo numa grande gargalhada em coral. — Que nome idiota.

— Com certeza a mãe dessa garota deve fumar Coca-Cola. – O coreano Ryan foi quem ditou. Além dos cabelos pretos e olhos azuis quase fechados, também era branco feito cera de vela derretida.

Com as mãos em frente aos olhos e tapando o rosto, Ana saiu aos sussurros da sala, correndo como um trem bala e atropelando todas as formigas no seu caminho. No pátio, como não queria ser mais zoada ainda, viu e imediatamente se dirigiu até o muro de divisão da escola com uma floresta muito densa. Sem pensar duas vezes, atirou-se do outro lado, livrando-se dos imundos que riam dela e, ironicamente, entrando numa grande fria floresta...

Notas finais
Deixem seus comentários sobre a fic, que eu prometo responder a todos. O próximo capítulo vem em breve (não demoro postar). Tchau!