Ana Chase - A irmã de Annabeth ~HIATUS~
2 Capitulo 2 - A joven Deusa
Notas iniciais
– Ana! — gritou Annabeth — Onde você tá? Aparece!
Annabeth ouviu um choro abafado atrás de uma árvore.
Ana estava lá, sentada com a cabeça nos joelhos.
– Ai está você! — Annabeth gritou e logo se arrependeu.
– Nao! Eu nao estou aqui! Eu nao estou aqui! Ninguem está aqui.
– Bem, eu sou ninguem, e ninguem esta aqui. — respondeu Annabeth sentando ao lado de Ana.
Ana levantou a cabeça e olhou com uma expressao de "Han?"
– Longa historia — respondeu ela rindo, mas logo depois ficou séria — Por que saiu correndo e chorando desse jeito?
– Você nao entende? — perguntou Ana agora sem chorar.
– Nao — respondeu Annabeth sincera
– Bem, eu nao sei, ás vezes acho que as pessoas vaome odiar por causa disso! — Ana gritou comm os olhos marejados.
– Ah Ana! Que besteira! Sim, nós odiamos alguns Deuses, mas você é diferente! Você é como a gente! Só que de um jeito especial.
– Nao gosto disso tambem. — murmurou Ana cruzando os braços
– De que? — perguntou Annabeth
– Ser bajulada. Nao gosto entendeu? N-Ã-O.
– O.k rainha da humildade, nao vamos te odiar e nem te bajular.
– Ótimo! — Ana se levantou -
– O.k, agora vamos voltar para a fogueira. Anda! — Ordenou Annabeth.
Ana hesitou. Deu um passo para trás, a expressao dela aparentava medo.
– Calma Ana! Está tudo bem! Nao vai acontecer nada! — Annabeth pegou na mao de Ana e apuxou.
Ana cedeu e foi com ela. Ao chegarem na fogueira, todos olhavam para Ana. Alguns com uma expressao confusa, outros á estudavam.
– Que bom que voltou Ana! — Quíron apareceu.
– Annie me disse que se eu nao viesse, ela mandava a Clarisse me espancar, entao nao tive escolha. — reclamei.
Todos riram. E Quíron perguntou:
– Quer explicar o que aconteceu? Ou quer que eu explique? -
– Nao estou em condiçoes de explicar nada a ninguém. — Ana respondeu e se sentou ao lado de Percy e Annabeth.
(n/ autora: Inves da Piper no capitulo 1, era o Percy quem estava ali e a frase que ela disse, bem, esqueçam kkk )
– Isso foi incrivel! Como fez aquilo? — perguntou Percy
– Jura? Incrivel? Bem nao fui eu, foram os Deuses. Ainda mato eles. — resmungou Ana e prestou atençao no que Quíron estava explicando:
– Bem, digamos assim. Para quem nao entendeu a Ana é meio que...
– Desenrola isso Quíron! Deixa que eu falo: A Ana nao é uma semideusa, ela é uma Deusa! Dá pra perceber por que eu ja ouvi falar disso ai que aconteceu na cabeça dela, e tals. Pronto! — Clarisse interrompeu Quíron, estava animada.
– Nossa Clarisse, tá parecendo a Annie! — disse um dos meninos sentados perto dela
Clarisse fez uma careta e deixou para lá.
– É, mais ou menos isso. — Falou ainda sentada no seu lugar.
– Os simbolos que ficaram parados eram de Atena e de Ares. Entao você é filha deles? — um menino perguntou e Ana assentiu — É a combinaçao perfeita! Sabedoria e guerra unidos!
Entao todos fizeram comentários, perguntas entre outras coisas. Ana se sentiu mais á vontade. Annabeth ficou feliz por ver que sua irma estava se enturmando e perdendo a timidez que ela nao tinha.
– Conta a sua história! — pediu uma menina
– Gente! Vocês estao pressionando-a demais! — Tentou acalmar a multidao.
– Nao! Tudo bem! Eu conto, mas presciso de silencio sim? — ela falou com um sorriso.
Todos fizeram que sim com a cabeça e calram a boca.
– O.k. Bem, quando nasci, permaneci 2 anos no Olimpo, pois Atena e Zeus haviam discutido e Zeus jurou que mataria os filhos dela que moravam no Olimpo. Ou seja: EU.
– Você era a única? — perguntou Percy
Eu fiz um + ou — com as maos :
– Na verdade eu tinha irmaos lá, mas ja eram adultos, ou a amioria adolescentes entao Zeus nao queria fazer nada com eles, ele queria a menor : EU. Bem, prosseguindo, minha mae ficou desesperada, entao nao teve outra alternativa, e me deu para um homen que ela já conhecia muito bem, Frederick Chase, o pai da Annabeth, por isso meu nome é Ana Sophia Chase. Fiquei com ele, a mulher dele e mais meus 2 irmaos de criaçao até os 10 anos, quando as coisas começaram a piorar para o meu lado. Muitos ataques proximos de mim, muitas procuras, enfim, meu pai pediu á Hermes que me trouxesse ao Olimpo, pois ali eu nao estava segura.
– Nosso pai é demais! — gritaram algumas pessoas do chalé de Hermes. Ana riu
– Quando cheguei ao Olimpo, os deuses me aceitaram e minha mae me explicou quase tudo o que havia acontecido. Fiz amigos por lá. Éramos inseparaveis, Finnick, Kéfera, Morgan e Liana. Fiquei mais 3 anos por lá. Mas muita coisa aconteceu enquanto estive fora, coisas que me magoaram muito. Aprontava direto com Zeus, até que um dia resolvi ir embora do Olimpo junto com meus amigos, mas antes de ir tauei fogo na casa de Zeus. Foi legal, ninguem iria se machucar nem nada, mas só a raiva de Zeus já me satisfaria. Ele ficou com raiva. Muita raiva e me jogou um gastigo — disse ela mechendo no cabelo — meu sangue, eu nao tenho, quer dizer, eu tenho mas se me ferir profundamente perco ele e morro.
– Mas você nao é imortal? — perguntou Clarisse
– Sim, mas posso morrer. É uma coisa confusa, depois explico — respondi rindo- Estou em minha forma humana, com esse pouco sangue, nao consigo voltar a forma de Deusa e nem consigo 1/3 dos meus dons. Quando sai do olimpo fui para um acampamento que me acolheu durante 1 ano, mas depois fui embora e fiquei um ano viajando por esse mundo. Até que Atena me encontrou e me mandou vir para cá, achar minha irma. E aqui estou eu!!! — disse Ana animada na ultima parte
Alguns riram do final da frase.
– Que dom você tem Ana? — perguntou Percy novamente -
– Ah claro! Esqueci de comentar! Eu quando estive no Olimpo, fui aprendiz de Hécate, entao aprendi alguns truques, se é que vocês me entendem, Por lá era considerada Deusa das crianças e da cura. Depois que aprendi os truques, virei deusa do oráculo tambem.
– Ih Rachel, perdeu hein! — Brincou Laerte, um filho de Apolo
– Cale a boca — ela resmungou
Todos gostaram da história de Ana, continuaram coma as perguntas e ela respondia calmamente á todas. Até que soltou uma novidade:
– Ah, telepatia é comum entre os filhos de Atena, cada um tem que descobrir como usar, mas é comum.
Mais e mais comentarios surgiram, aquele com certeza foi um longo dia.
No fim da fogueira Annabeth e Ana foram para o chalé, junto com os outros.
O dia havia sido perfeito, e havia acabado.
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