An Epic Love

87 Capítulo 86 - I Can't Resist


Notas iniciais
Hey babies...
Bom quero agradecer aos 130 leitores, fica cada dia mais feliz em ver que esse numero só está crescendo...
Muitoooooooooooooooooooooooooooo Obrigadaa mesmoo!
Amo vc demais ♥
Boa leitura my babies *-*

Continuei provocando o Damon durante muito tempo enquanto voltávamos do mercado, assim que chegamos em casa ele tirou as sacolas do carro e subiu correndo para o andar de cima, eu não tinha entendido o porque então resolvi subir também, subi bem devagar e o mais silenciosamente possível, quando cheguei no ultimo degrau ouvi o barulho do chuveiro, ri internamente, com toda certeza ele estava tomando um banho gelado depois de toda a minha provocação. Ah isso vai ser tão divertido.

Desci e fui guardar as compras. Estava quase terminando de guardar tudo quando ouvi barulho vindo das escadas, olhei para o lugar da onde vinha o som e vi Damon totalmente nu se aproximando, meus olhos estavam arregalados e algo dentro de mim se repuxou, ele se aproximou ainda mais e eu engoli em seco.

- Você tinha que ver a sua cara pequena. – Ele disse debochado.

- Ta tirando comigo é? – Peguei o pano de prato e atirei na direção dele.

- Que isso. Porque eu iria tirar com você?

- Bobo. – Me virei e continuei arrumando as coisas.

Ele ficou ali parado totalmente nu perto da geladeira, olhei pro lado e vi uma torta em cima da mesa, peguei ela e fui em direção a geladeira, fiz questão de colocar em uma das ultimas prateleiras da geladeira, me abaixei e fiz com que minha perna encostasse na pele nua dele, senti ele se arrepiar e se afastar, se ele quer guerra teremos guerra.

Depois que guardei todas as compras eu subi tomei um banho e desci com a lingerie mais sexy que eu tinha na mala, desci e me sentei no outro sofá e fiquei alisando minha barriga enquanto assistia TV, com minha visão periférica vi ele engolir em seco, suas mãos cobriam o seu membro que estava ereto, ele estava excitado em me ver só de lingerie, ah Damon, Damon. Ele respirou fundo por um tempo, mas sua mão não saia de cima do seu membro ainda ereto.

- Quer saber, foda-se essa merda toda, nunca vou conseguir fazer greve com você vestida desse jeito.

Ele se levantou e quando ele terminou de falar ele me beijou, não o empurrei, aceitei o beijo, ele me deitou no sofá e ficou por cima de mim, ele desceu seus beijos para o meu pescoço, ele intercalava beijo, lambidas e leves mordidas, com apenas uma das mãos ele desabotoou meu sutiã e jogou no chão, seus lábios tocaram o meu seio esquerdo me fazendo arfar de prazer e um pouco de dor, meus seios estavam doloridos devido a gravidez. Ele desceu seus beijos para minha barriga, ele circulou meu umbigo com a língua, tirou minha calcinha e jogou junto com meu sutiã no chão, sem aviso prévio ele começou a massagear meu clitóris com a língua e me penetrou dois dedos, eu gemi e mordi meu lábio.

- Ah Damon! Você é tão... tão... ah... gostoso.

Ele subiu beijando minha barriga, meu pescoço, minha orelha e minha boca, sem eu esperar ele me penetrou, gemi alto, suas estocadas eram leves e seu ritmo era lento e torturante. Abri meu olhos e encarei aquele mar azul que eram os seus olhos, ele sorriu e eu sorri também, meu marido, só meu. Damon aumentou o ritmo de suas estocadas me fazendo gemer ainda mais alto. Chegamos ao ápice juntos, Damon deitou no tapete da sala, desci do sofá com as pernas meio bambas e me deitei com ele ali.

Estava deitada em seu braço e acariciando seu peito, e o pensando de tudo o que aconteceu hoje me ocorreu, e eu comecei a rir, ele me olhou confuso.

- O que foi?

- Estou pensando em tudo que aconteceu hoje e eu sabia que você não ia resistir por muito tempo.

- Como você tinha tanta certeza disso?

- Eu conheço você meu amado marido. Sei que você nunca nega fogo pra mim.

- Diferente de você né amada esposa.

- O que? Olha só, eu neguei fogo poucas vezes, e todas tinham motivos justos e você sabe disso.

- Eu sei. Mas negou. – Ele riu. Dei um tapa em seu peito. – Au! Isso dói.

- Eu sei. – Sorri.

- Você me provocou até não querer mais né? Mas duvido que você não tenha gostado de me ver nu na cozinha.

- Se eu provoque você? Imagina, não fiz isso não. E se eu adorei ver você nu na cozinha? Claro que eu adorei, eu amo ver você nu em qualquer lugar.

- E eu amo ver você nua agarrada comigo depois de fazer amor, como agora.

- Bobo.

Nos beijamos, e o que era pra ser um beijo calmo foi esquentando, quando vi já estávamos fazendo amor no chão da sala.

A noite chegou e devido aos exercícios que fizemos durante a tarde tivemos que tomar outro banho, e é claro que aproveitamos à hora do banho para “brincar” também.

Preparei o jantar, Damon me ajudou, eu estava me sentindo muito cansada, o dia foi super exaustivo. Terminamos o jantar e Damon não deixou eu lavar a louça, então ele mesmo o fez. Enquanto Damon lavava a louça eu me deitei no sofá da sala e liguei a TV, meus olhos estavam pesados, não estava conseguindo manter eles abertos, e aos poucos fui caindo na inconsciência.

Acordei com o celular do Damon gritando na mesa de centro, Damon já estava na sala então ele atendeu.

- Damon Salvatore... Ah oi, tudo bem?... por aqui ta tudo bem também... hum, sei... pode demorar então?... quanto tempo mais ou menos?... tudo isso? Não tem como agilizar mais?... não mesmo?... okay... tudo bem. Eu entendo... me mantenha informado...

Me sentei, cocei meus olhos, e esperei Damon desligar o celular.

- O que aconteceu amor?

- Sobre a adoção.

- O que houve?

- Eles acharam a mãe, o pai e mais alguns outros membros da família, mas ninguém quer a criança.

- Então podemos ficar com ele?

- Não, ainda não.

- Por quê?

- Porque uma assistente social vai em nossa casa, vai analisar e fazer perguntas sobre o nosso dia a dia, e essas coisas.

- Pra que?

- Para terem certeza se somos aptos para cuidar de uma criança.

- Hum, entendi. E quanto tempo isso vai demorar?

- Bom bastante, pois estamos aqui e quando voltarmos a assistente estará de férias, e portanto será só daqui a um mês e meio mais ou menos.

- Tudo isso?

- Sim. E não tem como adiantar isso.

- Bom, mas ainda temos chance.

- Sim.

- Mas enquanto isso, o bebê ficara onde?

- Em um lar para crianças abandonadas.

- Ai, eu não queria deixar ele em um lugar desses.

- Mas não podemos fazer nada. Não podemos ficar com ele enquanto não fizerem esse avaliação.

- Bom o negocio é rezar e esperar. – Suspirei.

- É.

Ficamos um tempo em silêncio e o Damon sentou no mesmo sofá que eu estava, me deitei em sua perna e ele ficou acariciando meus cabelos.

- Vai dar tudo certo pequena, tudo! – Apenas assenti com a cabeça e deixei a inconsciência me levar novamente.

Notas finais
Gostaram?
Espero que simmmmmm heimmm
quero meus reviews ;)
heheheh