An Epic Love
80 Capítulo 79 - It's a little...
Notas iniciais
Mas um capítulo fofo para vcs, espero que gostem ;D
amanha vou viajar mais vou tentar postar um capítulo novinho em folha para vcs ;)
1 mês depois
Ah hoje é o dia da meu ultra-som, talvez conseguiremos ver o sexo do nosso bebê hoje, estou ansiosa, desde que descobri minha gravidez tenho sido bajulada por todos, meus pais estavam nas nuvens porque vão ser avós, já ganhei sapatinhos fofos brancos.
Eu já estava pronta, só faltava Damon sair do banho.
- Amor! Vamos, estamos atrasados já!
- Calma pequena, já estou quase saindo.
- Ah Damon, você é mais enrolado do que eu pra se arrumar.
- To saindo, to saindo. – Ele apareceu pela porta com o cabelo desarrumado e molhado, e por incrível que pareça aquilo ficou extremamente sexy, bom mas agora não era hora de pensar nisso.
Damon terminou de se arrumar e saímos em direção ao hospital, estávamos parados em um sinaleiro e eu olhei para o meu lado da janela, vi algo no meio fio enrolado em um pano branco se mexendo.
- Damon olha ali, tem algo se mexendo.
- Onde?
- Ali. – Apontei com o dedo.
- Ta se mexendo mesmo.
- Eu vou lá ver o que é.
- Não Lena, o sinal já vai abrir.
- Calma eu só vou ver o que é. – Tirei meu cinto e fui correndo.
- Elena, vai abrir.
Eu sai correndo e fui até o local, quando me aproximei meus olhos se arregalaram, e meu extinto de mãe não me deixou eu continuar olhando aquela pequena criaturinha indefesa abandonada ali no meio fio no chão. Peguei aquele bebê e voltei para o carro, por sorte o sinal abriu assim que eu entrei no carro.
- Lena o que é?
- Damon, é um bebê. – Eu não estava conseguindo falar direito, minha voz saiu como um sussurro.
- O que Lena? Como assim?
- É Damon. É um bebê. Parece ser um menino. Ele deve estar com fome.
- Lena, quem em sã consciência deixa uma criança na rua? Isso é um absurdo, como pode isso?
- Não sei amor, mas eu nunca faria isso com criança nenhuma, nunca deixaria meu filho na rua. Olha Damon ele é tão fofo.
- Agora não posso Lena, estou tentando chegar no hospital para que examinem esse bebê, não quero que nada de ruim aconteça com ele.
- Damon, a gente poderia... – Fiquei meio assim em dizer o que eu queria, mas Damon completou a minha frase.
- Adotar?
- É.
- Eu pensei nisso, mas teremos um longo processo na justiça para isso, mas podemos tentar. – ele sorriu.
- Sério? Você ta falando sério? Sério mesmo?
- Sim pequena, podemos tentar.
- Ah amor! – Sim eu quero adotar ele, vou ter um bebê, porque não ter mais um adiantado?
Seguimos para o hospital, quando chegamos lá, esperamos a minha médica me chamar e entramos na sala com o bebê, explicamos toda a situação para ela, ela pegou o bebê, e examinou ela disse que ele tinha um pouco mais de um mês de vida, estava um pouco desidratado mas nada do que leite materno e algumas vitaminas não fizessem ele melhorar, ela nos aconselhou e disse o que se fazer nessas situações, depois que ela examinou o pequeno bebê que achamos, ela me examinou e então fomos até a sala do ultra-som. Me deitei, ela colocou o gel gelado em minha barriga, Damon segurava o bebê em seu colo e com a mão livre ele segurava a minha mão.
Ela passou o aparelhinho de um lado para o outro, marcou algumas coisas na tela que eu não entendia o que era, ela continuou passando de um lado ao outro e então sorriu.
- Sua bebê está bem, está no tamanho certinho.
- Sua? É uma menina?
- Sim! Uma grande menina.
- Uma menina Damon, nossa menina.
- Nossa pequena! – Meus olhos e os do Damon também estavam lacrimejados, era a nossa menina, nossa pequena.
- Já escolheram um nome?
- Ainda não. – Respondemos juntos.
- Mas tem um que eu gosto.
- Qual pequena?
- Katherine.
- Eu gostei desse nome. Nossa pequena Kath.
- Nossa linda menina Kath. E se conseguirmos adotar esse lindo menino teremos um casal. E meu maior sonho será realizado.
- Ah pequena estou tão feliz.
- Eu também estou amor.
Depois de algum tempo chorando de emoção eu limpei minha barriga levantei e então a médica passou todas as recomendações e vitaminas que eu teria que tomar, ela ficou com o menino, eles ligariam para a polícia, pois era um bebê encontrado, e isso precisava ser feito, mas ela falaria que nós vamos querer adotar caso ninguém queira ficar com ele.
Saímos do hospital e voltamos para a casa, eu ainda iria sai com a Car mais tarde para escolher o vestido de casamento dela e os das madrinhas e daminhas.
Chegando em casa Car veio correndo, saltitando feito uma gazela.
- Então, conseguiram ver o que é? É menina? Já escolheram o nome?
- Sim conseguimos ver. É menina, e o nome dela será Katherine.
- Ah que lindo, amei o nome. – Ela dava pulinhos e batia palmas.
- E aconteceu algo antes de chegarmos ao hospital.
- O que?
- Achamos um bebê.
- Como assim? Onde?
- Na rua, ele estava enrolado em um paninho branco jogado no meio fio.
- O que vocês fizeram?
- Eu peguei e então levamos ao hospital.
- Nossa.
- E vamos tentar adotá-lo.
- O que? – ela arregalou os olhos.
- Sim, vamos tentar adotar ele.
- Mas, vocês já vão ter um.
- Mas vamos ter mais um, um meninão lindo.
- Mas... mas...
- Car, ele foi abandonado, na rua. Ele ta desidratado, não consigo pensar em largar aquele bebê em um orfanato ou com a mesma família que o abandonou na rua.
- É você ta certa, eu também não conseguiria.
- E adotando ele, eu vou realizar meu maior sonho.
- Qual?
- Ser mãe de um casal.
- Ah Lena, você é tão ownt, por isso que eu te amo amiga.
- Boba.
- Eu aqui te elogiando, e você me chama de boba. O aqui pra você. – ela me mostrou a língua, eu ri. – Chata.
- Você que é chata.
- Lena depois do almoço vamos ver os vestidos, não esquece.
- Pode deixar que eu não vou esquecer.
Ah essa Car não muda mesmo, quero só ver no dia do casamento, ela fala de mim, mas vai estar mais nervosa do que eu. Aproveitei para descansar um pouco antes de sair para uma longa caminhada atrás de vestidos de noivas.
Notas finais
Vcs querem que eu escreva o casamento da Car ou não???
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