An Epic Love
77 Capítulo 76 - You?
Notas iniciais
Tenho uma má noticia para vocês =(
Vou viajar daqui a pouquinho e só volto na terça feira, e pra onde eu vou não tem net, só de celular e muitooooooooooooooo ruimm, então não vai ter como eu postar, mas prometo fazer o possível para postar terça a noite ou quarta ;)
Não me abandonem por favorrrrr, imploro para vocês não me deixaremmmmmm, assim que eu voltar eu respondo os reviews.
Enfimmmm boa leitura ♥
Uma semana se passou, o clima não estava nada legal, Damon andava irritado e chateado, não conversava muito e não estava comendo direito, esse quase golpe está afetando a todos nós. Eu acordava todas as manhas e não sentia Damon ao meu lado, apenas um bilhete dizendo o mesmo de sempre, que teve que ir mais cedo ao trabalho que assim que der ele volta para a casa, todas as manhas desde que voltamos de Paris é assim, não tinha sábado e nem domingo, eram todos os dias. Hoje era segunda feira, estavam todos loucos porque a menina estava quase confessando quem são os golpistas, mas ela ainda está com o bico calado sobre os nomes específicos.
Depois do almoço estava deitada no sofá com a Car assistindo filme tranquilamente, até meu celular começar a berrar, corri pra atender e vi que era o Damon, estranhei, e atendi logo.
Ligação on
- Amor? O que houve?
- Pequena, ela confessou, e a policia me ligou dizendo que os criminosos já estão presos, estou indo para delegacia para ver quem são, eles não quiseram me dizer por telefone.
- Eu quero ir junto.
- Não pequena, não se preocupe.
- Mas eu quero ir Damon, quero saber quem são esses ordinários.
- Ta okay. Estou saindo da empresa agora, daqui uns 20 minutos estou ai.
- Tudo bem. Estarei pronta.
- Ta. Te amo. Tchau.
- Também te amo. Tchau.
Ligação off
Ah até que enfim pegaram esses filhos da mãe, eu quero ver a cara dessas pessoas idiotas que não tem o que fazer da vida.
- Car pegaram os golpistas.
- Sério? Quem são?
- Não sei ainda. Vou com o Damon na delegacia, para ver quem são.
- Posso ir também.
- Acho que sim. Se arrume então, Damon estará aqui em 20 minutos.
- Ta bom.
Car correu se arrumar e eu também, coloquei uma roupa básica, arrumei o cabelo e desci, minutos depois Car também estava pronta, ficamos um tempo ali na sala conversando, Damon buzinou e então saímos.
Seguimos para a delegacia, Damon estava ansioso e impaciente, ele não dizia nada, mas dava pra ver como ele tava com vontade de socar a cara da pessoa que tentou dar um golpe nele.
Chegamos na delegacia e um frio percorreu minha espinha, como se eu soubesse o que esperar. Damon pegou a minha mão e fomos ao encontro do investigador, a mão dele estava gelada e suada de nervoso.
- Então, posso ver esse filho da mãe que tentaram me roubar?
- Pode, mas antes você precisa se acalmar. Porque essa pode ser a maior surpresa da sua vida. – Como assim? O que ele quer dizer com isso?
- Como assim?
- Você está calmo?
- O mais que posso.
- Está esperando por tudo?
- Acho que sim.
- Então me acompanhem.
Seguimos o investigador por um longo corredor e então entramos numa salinha que ficava as direita no final do imenso corredor. Quando entramos e eu olhei para aquelas duas pessoas sentadas algemadas e nos olhando, eu fiquei estática, eu não conseguia me mexer, não sabia o que fazer, não estava acreditando naquilo que eu estava vendo. Como pode isso? Damon apertava minha mão, ele estava de olhos arregalados e boca aberta, assim como eu, ele também não acreditava no que estava vendo, eu esperaria por qualquer pessoa menos eles. Damon finalmente conseguiu dizer algo.
- Eu não acredito nisso! Acho que eu to tendo um pesadelo, só pode, isso não pode ser verdade. Não pode. Não acredito, não acredito.
- Filho, nos entenda.
- Entender? Vocês tentaram me roubar e quer que eu entenda vocês! A pelo amor de Deus. Você faliram e agora querem que eu fosse pro buraco igual vocês, e o pior de tudo usando uma pobre moça que não tem onde cair morta para fazer o trabalho sujo, depois de tudo que você já fizeram pra mim, eu tenho que agüentar isso. – Eu não tinha forças para me mexer.
- Uma hora ou outra você vai falir, e você sabe disso, essa garotinha da qual você defende tanto vai fazer isso por nós. Ela vai te dar o golpe, você vai ver.
- Cala a boca mulher.
- Me respeita, sou sua mãe.
- Não é minha mãe porra nenhuma, uma mãe não faria com um filho o que vocês dois fizeram pra mim. E não fale mal da minha esposa, ela nunca faria isso. Ela é a mulher mais maravilhosa do mundo, ela não é esse lixo que vocês dois são. Vocês não merecem respeito nenhum, de ninguém. Você tem que apodrecer na cadeia pelo que me fizeram a vida inteira.
- Filho.
- Não me chama de filho. Eu não sou filho de vocês. Meu pais morreram.
- Não fala isso filho.
- Já disse não me chama de filho porque não sou seu filho. – Havia traços de lagrimas nos olhos do Damon, aquilo era doloroso demais pra ele. Os pais dele de novo.
- Coloquem esse dois na cadeia, quero que eles apodreçam em uma sela, se for preciso eu pago para eles ficarem o resto da vida aqui.
- Calma senhor Salvatore, eles tem que ir a julgamento, mas em quanto isso eles vão ficar sob custodia.
- Preciso fazer mais alguma coisa aqui?
- Não senhor Salvatore, pode ir. Assumimos daqui.
- Okay, muito obrigado por descobrir quem eras os infelizes que tentaram me dar o golpe.
- Que isso, apenas fiz o meu trabalho.
Eu e a Car não dissemos uma palavra, respeitamos o silêncio dele, eu tenho certeza de que ele precisa pensar, isso deve ter sido horrível para ele, mas ele precisa de espaço agora, e eu vou respeitar, quando ele quiser falar sobre isso estarei aqui, como esposa e amiga.
Não trocamos nem uma palavra até chegarmos em casa, ele respirava fundo e soltava sorrisos irônicos no caminho, ele subiu para o quarto e eu o acompanhei, ele se jogou na cama, eu me sentei ao seu lado e comecei a acariciar seus cabelos, ele se ajeitou e deitou sua cabeça em meu colo, senti suas lagrimas molhando o meu jeans, uma dor em meu peito surgiu esmagando-o.
- Quer falar sobre isso? – Ele apenas balançou a cabeça em negativo. Eu vou respeitar isso, quando ele quiser ele vai falar.
Ficamos ali, ele chorando baixinho e eu acariciando seu cabelos, o único barulho no quarto era o som de nossas respirações e os soluços baixos do Damon.
Notas finais
Tadinho do Damon né gente, ele sofre demais com esses pais dele "/
Espero que tenham gostado ;)
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