An Epic Love
5 Capítulo 4 – Hangover
Notas iniciais
Capítulo novinho pra vcs...
;)
Acordei e vi que estava na casa da Carol, minha cabeça doía e não lembrava de quase nada do que tinha feito na noite passada, apenas alguns flashs passavam pela minha mente, era cedo, tínhamos que ir pra aula, chacoalhei Carol.
- O que? Me deixa dormir!
- Temos aula. Levanta.
- Não vamos hoje.
- Vamos sim. Temos prova lembra?
- Droga.
- Pois é. Digo o mesmo.
Me levantei e fui procurei meu tênis que não fazia idéia da onde estava, eu estava com a mesma roupa de ontem, droga será que avisei minha mãe que iria dormir aqui, droga, mil vezes droga. Achei meu tênis, e vesti rapidamente, eu tinha que ir pra casa pra trocar de roupa e me arrumar, Carol desceu comigo e Ian estava na cozinha.
- Hey meninas. Bom Dia.
- Só se for pra você. – Carol respondeu.
- Vejo que alguém acordou de ressaca hoje.
- Cala a boca.
- Quer que eu te leve e te busque do colégio hoje?
- Quero sim. Obrigada.
- Elena quer uma carona também? Acho bom não dirigir hoje heim.
- Okay eu aceito. Carol vou pra casa tenho que me arrumar.
- Já passamos lá te pegar.
- Ta vou esperar.
Sai da casa da Carol e fui pra minha, abri a porta e dei de cara com minha mãe, e agora o que falar, bom vou começar com o normal de todo dia, quem sabe assim me livro das perguntas.
- Bom Dia mãe.
- Bom dia Filha. Dormiu bem?
- Dormi sim.
- Ah que bom. O Primo da Carol ligou avisando que vocês duas acabaram dormindo e ele não tinha certeza se você tinha me avisado.
- Ah sim. – Sorri forçadamente.
- Ta tudo bem filha?
- Ta sim mãe. Apenas dor de cabeça.
- Vai ficar tudo bem entre você e o Stefan. Confia em mim.
- Tomara mãe. – me virei e subi para o meu quarto.
Troquei de roupa rapidamente, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, passei uma maquiagem pra tentar esconder as olheiras o que não resolveu muito, então meus óculos escuros e desci.
- Não vai comer nada filha.
- Não mãe. To sem fome. – na verdade meu estomago revirou só de pensar em comida.
- Boa aula.
-Obrigada. – Minha cabeça doía com cada vez mais, quanto mais eu falava mais ela doía.
Carol já me esperava com Damon em frente de casa, entrei no carro sem falar uma palavra, tava evitando qualquer palavra hoje.
- Tenho duas mudas em meu carro ou é impressão minha?
- Cala a boca. – Falamos juntas.
- Okay. Tomaram uma aspirina pelo menos?
- Não. – respondemos juntas de novo.
- Imaginei. Carol tem umas ai dentro do porta luvas. – Ela abriu e olhou pro Damon assustada e levantou seu óculos pra olhar pra ele.
- Damon pra que tudo isso?
- Tudo isso o que?
- Essa quantidade de camisinha aqui dentro. – Eu corei na hora, ainda bem que eu estava no banco de trás e ninguém viu, eu era virgem, e essas coisas me deixavam encabulada.
- Carol, por favor né. Você ainda pergunta. Sou homem tenho minhas necessidades, mas eu me cuido.
- Mas toda essa quantia? Quantas você uso por noite?
- Carol isso é coisa que se pergunte? – Eu falei.
- É verdade Carol, isso não é coisa que se pergunte.
- Mas eu quero saber.
- Ta bom. Depende da noite.
- Como assim?
- Ué as vezes fazemos duas, três ou mais vezes ai depende. – Que fogo pensei comigo mesma.
- Nossa Damon como você é safado. – Carol disse e eu ri.
- Você também é né Elena. – Damon disse olhando pelo retrovisor e eu arregalei os olhos.
- Eu? Porque?
- Não lembra o que fez ontem a noite?
- Não.
- Então deixa eu ficar quieto.
- Não fale. O que eu fiz?
- Você tava dançando toda sensual, me puxou e você queria que eu a tocasse.
- OMG. Eu não fiz isso. Ai deus.
- Fez sim Lena, porque me lembro dessa parte.
- Ah droga. Que vergonha.
- Nem esquenta Elena. Não vou falar nada pra ninguém.
- Obrigado.
Chegamos na escola desci do carro junto com Carol e vi o olhar mortal de Stefan por eu ter vindo de carona com Damon. Mas nem liguei, ele tem que crescer.
- Vamos Carol, antes que Stefan resolva vir falar comigo.
- Vamos. Tchau primo safado.
- Tchau Damon. – Disse educado e forcei um sorriso.
- Tchau meninas.
Saímos e fomos em direção a entrada do colégio, Matt nos parou para confirmar o jantar com a Carol e então eu segui para a sala deixando os dois a sós. Senti uma mão segurando o pulso e me virando, lógico era o Stefan.
- O que você quer?
- Conversar Lena.
- Não tenho o que conversar com você.
- Lena por favor. Me desculpa pelas coisas que eu disse ontem.
- Fácil né Stefan. Ai eu te perdôo e você vem jogar na minha cara depois que a culpa é toda minha de novo? Não dá Stefan.
- Lena por favor. Me escuta.
- Fale de um vez, que eu to com muita dor de cabeça e só vim hoje por causa da prova.
- Lena, eu te amo. Não consigo ficar sem você. Por favor me perdoa, não farei mais aquilo, e prometo não jogar a culpa em você nunca mais.
- Não é tão fácil assim. Não sei se consigo.
- Ah claro, mais pra vim de carona você consegue né.
- Não acredito que ouvi isso. E ainda quer que eu te perdoe. Por favor né.
- Desculpa. Mas tinha que ser com ele, porque não me ligou?
- Obvio, porque estamos brigados, e eu não estou em condição de dirigir hoje, então ele se ofereceu para nos trazer.
- Mas Lena eu não confio nele.
- Stefan por favor, você nem ao menos conhece ele.
- Okay. Promete que vai pensar até o fim da aula se me perdoa? Juro não fazer mais nada que você não goste.
- Vou pensar. Mas não vou prometer se te perdôo ou não. Ainda to magoada.
- Ta bom.
Me virei e sai e fui pra sala. E agora, o que eu faço, dou uma segunda chance pra ele?
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