An Epic Love

23 Capítulo 22 - Never Underestimate Me


Notas iniciais
Hey quero agradecer a todos vcs que fazem meus dias mais feliz com os comentários, sério, eu amoooo/souu os comentários de vcs, to esperando minhas recomendações heimm ;D
Não me matem por causa do final, eu vou continuar, mas se vocês quiserem que eu faça eles pararem eu faço hehehehe...
Boa leitura *-*

Acordei um pouco antes das nove e meia da manha, estava sentindo uma dor no peito estranha, nunca senti antes, mas deve apenas um mal estar e nada demais, me levantei e desci de pijama sabia que apenas minha mãe e minha irmã estavam em casa, então não via problemas em andar pela casa assim, cheguei na cozinha e minha mãe estava lavando a louça, dei um beijo de bom dia nela e na chatinha da Meredith.

- Bom dia filha. Dormiu bem?

- Bom dia mãe, dormi sim, estava cansada.

- Como foi seu passeio ontem? – Oh droga não tinha conversado com ela sobre ir morar com Damon nem nada disso, e agora?

- Ah fomos ver a casa que Damon comprou, e fazer compras pra ela.

- Hum ele comprou um casa, onde?

- Perto da Columbia mãe.

- Hum.

- Ele chamou eu e a Carol pra morar lá, por ser extremamente perto.

- Filha eu não sei se isso seria uma boa idéia.

- Porque?

- Bom vocês acabaram de se conhecer, não sei filha.

- Mãe, pense na economia, você sabe que vocês me incentivaram a ir pra Columbia porque eu ia me casar e ia morar lá perto e não teriam que pagar aluguel. Só que eu não vou me casar mais, e não trabalho pra poder pagar aluguel, e Damon disse que não cobrar nada de nenhuma de nós duas se formos morar lá.

- Eu sei filha, mas e seu pai? Ele não vai gostar nada disse e você sabe.

- Eu sei, mas não tenho escolha, se não for assim não conseguirei estudar.

- Eu sei filha, mas seu pai vai enlouquecer.

- Não fala nada pra ele, pelo menos por enquanto.

- Ta bom.

O assunto tinha acabado, tomei um gole do café que havia em minha xícara e senti uma dor leve ao engolir, era estranho, aquela dor no peito ainda não havia passado, tomei mais alguns goles e o café descia ardendo, terminei ele mesmo assim, lavei minha xícara e subi, tomei um banho e troquei de roupa, peguei meu celular e havia uma mensagem do Damon.

Bom dia pequena! Dormiu bem?”

Um sorriso bobo brotou em meus lábios. E respondi no mesmo instante.

“Bom dia. Dormi sim e você? Tenho que arranjar um apelido carinhoso pra você também.”

Em menos de um minuto meu celular tocou novamente.

Dormi, mas senti sua falta ao meu lado. Que apelidos carinhosos você sugere?”

“Bobo. Não sei ainda, estou pensando ainda. Falei com minha mãe hoje, sobre ir morar com você.”

“E ela?”

“Apenas disse que meu pai vai surtar e essas coisas, disse que não seria uma boa idéia, pois, acabei de te conhecer.”

“Hum, ela vai falar para o seu pai?”

“Pedi pra que ela esperasse, que não falasse nada agora, sei lá o que ele seria capaz, ele ta muito irritado ultimamente.”

“Bom tenho que conquistar seu pai de um jeito ou de outro, caso contrario ele não vai aliviar o meu lado tão cedo.”

“Com certeza não aliviará mesmo. Ontem mesmo quando cheguei ele veio me dar sermão. Mas estava cansada não dei muita bola.”

“Vamos mudar de assunto. Nosso passeio ainda esta de pé, certo?

“Certo.”

“Queria beijar seus lábios agora.”

“E porque não vem fazer?”

“Ta me desafiando?”

“Sim.”

“Espero então.”

“Quero ver.”

Ele parou de responder, será que ele realmente estava vindo aqui? Meu celular vibrou.

Posso entrar?”

“Sim.”

A porta do meu quarto se abriu lentamente, meus lábios se abriram em um sorriso, e os deles fizeram o mesmo, ele encostou a porta atrás dele e veio em na minha direção lentamente, eu fiquei parada, não achei que ele viria, achei que estava apenas brincando. Ele se aproximou mais, ficando por cima de mim na cama, ele colou nossos lábios lentamente, sua língua pediu passagem e eu cedi, seu beijo era calmo, nossas línguas dançavam em uma sincronia fantástica, o ar nos faltou e ele se afastou deitando ao meu lado na cama.

- Achou que eu não iria vir né?

- Achei. – Sorri.

- Nunca me subestime pequena. – Ele piscou e sorriu.

- Filha? – Minha mãe bateu na porta. – Posso entrar?

- Claro mãe. – Ela abriu a porta lentamente e sorriu ao me ver sorrindo por Damon estar comigo ali.

- Filha vou no mercado com sua irmã, daqui mais ou menos uma hora eu volto.

- Ta bom mãe.

Ela veio me deu um beijo se despediu de Damon e saiu, Damon me olhou malicioso.

- Sua mãe confia mesmo em você.

- Ela sempre confiou, nunca fiz nada que fizesse ela pensar ao contrario.

- Hum. – Ele ergueu uma das sobrancelhas e o sorriso malicioso ainda continuava em seus lábios.

- No que você esta pensando posso saber?

- No quanto sua mãe poderá ser nossa aliada, quando sairmos, ou para o caso da noite em que estou preparando para nós dois.

- Eu estou muito curiosa com essa noite que você esta preparando, gostaria de saber detalhes sobre ela.

- Bom eu não posso falar. Você terá que esperar pra ver.

- Ah fala. Por favor.

- Não, não.

- Vai demorar muito esta noite?

- Na verdade não, está tudo correndo conforme o combinado, chegará mais rápido do que você pensa.

- Espero que sim, porque você esta me matando de curiosidade desse jeito.

- É mesmo?

- É sim.

- Quer uma outra prévia do que faríamos?

- Hum seria bem interessante.

Ele me beijou e suas perna pediram espaço entre as minhas e eu cedi, seu corpo colou no meu, seus lábios nos meus, suas mãos passeavam em meu corpo todo, arrepios percorriam o meu corpo, uma de suas mãos levantaram um pouco minha camiseta e eu senti sua mão diretamente em minha pele, aquilo fez algo dentro de mim se esticar, e um gemido fraco saiu pelos meus lábios, e ele sorriu, sua mão apertava minha cintura, seus beijos desceram até a minha orelha, ele passou a língua lentamente pelo meu lóbulo, ahh, que sensação deliciosa, outro gemido baixo escapou, seus beijos passaram para meu pescoço, descendo lentamente até chegar perto do meu seio esquerdo, ele levanta a cabeça e me olha, eu engulo em seco, eu já sei o que ele quer, e será que devo deixar? Nunca mostrei meu corpo pra ninguém, oh céus. Preciso perder essa vergonha. Ele não disse nada, eu apenas assenti ele me puxou me fazendo sentar na cama enquanto tirava minha camiseta, ele desabotoou meu sutiã, ele tirou e colocou ao nosso lado na cama, ele me olhava nos olhos, ele me deitou novamente e continuou descendo seus beijos do mesmo lugar de onde tinha parado, ele passou a língua lentamente pelo auréola do meu seio esquerdo, eu gemi mais alto, e ele sorriu, ah que sensação era aquela, senhor. Nunca senti algo parecido, eu sentia minha intimidade umedecer, seus quadril estava colado no meu, eu sentia seu membro totalmente ereto, e aqui me deixava excitada, eu o queria dentro de mim naquele momento, eu não queria esperar mais.

- Damon, eu quero você agora! Não quero mais esperar! – Ele levantou a cabeça e me encarou.

- Tem certeza?

- Sim.

- Absoluta?

- Sim.

- Mas tem um problema.

- Qual?

- Eu não vim preparado pra isso, não tenho nenhuma camisinha comigo.

Estiquei meu braço e abri a primeira gaveta do meu criado mudo, ele me olhava confuso, apalpei a gaveta e achei o pequeno pacote em formato quadrado com algo liso dentro, ele sorriu torto e eu sorri também.

- O que?

- Você tem uma camisinha Lena. Quem diria. – Ele riu.

- Eu ganhei no colégio uma vez, e resolvi guardar. – Dei de ombros.

Ele sorriu largamente e voltou a me beijar deste vez foi um beijo cheio de desejo. Eu iria perder a minha virgindade? Sim eu ia, e com a pessoa que me faz feliz.

Notas finais
E então, querem que eu continue, ou querem que eu pare e faça a noite especial deles???
Espero meus reviews lindos e minhas recomendações heim ;D