An Epic Love

44 Capítulo 43 - What are you doing here?


Notas iniciais
Hey amores, desta vez não demorei tanto pra postar hehehe, tenho que dizer que esse capítulo é meio tenso, mas calma, não será nenhuma briga entre nosso casal lindo e amado okay!
Quero agradecer a Dany poubel Salvatore pela recomendação lindaaa, euu ameii de coração... Muitoooo obrigadaaa ♥
Bom agora vou deixar vocês lerem ;D

1 mês depois

Mais um mês havia se passado, as provas haviam passado, e faltava pouco para o fim do semestre, tive algumas discussões com Damon durante esse mês, por conta de alguns trabalhos em grupo nos quais incluíam meninos, mas enfim todas as nossas brigas acabavam na cama, isso sem duvida era bom demais, o bebê do Stefan já havia nascido, e como a mãe tinha prometido ela abandonou a criança com ele e foi embora, mas Stefan estava feliz, Rebekah já havia se mudado, estavam morando juntos e cuidando do pequeno Michael. Stefan comprou muitas coisas, ele seria uma bebê mais mimado do que nunca. Meu pequeno afilhado tinha cabelos castanhos e olhos verdes, era gordinho e fofo, eu e Damon já tínhamos dado vários presentes. Stefan e Damon pareciam ter virado amigos, e eu e Rebekah nos dávamos muito bem, ela é um amor de pessoa, e tem um jeito com crianças incrível, ela o chamava de filho, e ele sorria pra ela sempre que ela conversava com ele, era esperto e risonho.

Stefan fez um almoço para comemorar a chegada do filho semana passada, foi um almoço super divertido, ele chamou o pessoal que estudou com a gente no colégio, a maioria foi, e muitos ficarão surpresos com as reviravoltas em nossa vida, e muitos também não sabiam que eu e Stefan não estávamos juntos mais a um bom tempo. Muitas mulheres solteiras que estavam lá, olhavam com desejo em Damon, mas como eu cuido do que é meu, mas sem pressionar muito, de cada 5 minutos eu dava um beijo que espantava qualquer metida a besta de querer o Damon.

Damon e eu já tínhamos marcado a data do casamento, seria no final do ano, ainda tínhamos um pouco mais de 6 meses para organizar tudo, então estávamos fazendo tudo tranquilamente.

Hoje era aniversario do Damon, ele não queria que fizesse nada, e ficou meio irritado quando toquei nesse assunto, preferi não discutir, e ainda acabar causando alguma briga boba, mas comprei algo simples para ele, pois sei que ele tem tudo.

O dia passou sem mais delongas, eu fingi que não lembrei do aniversario dele, Car também, ele ficou quieto e sua feição era triste, com certeza ele achou que havíamos esquecido, mas claro que não, eu tinha encomendado um bolo para nós três, já que ele não queria festa, seria apenas eu, ele e a Car. Estávamos na sala assistindo filme tranquilamente, e a campainha tocou, levantei e fui atender, achei que poderia ser o bolo que eu havia encomendado, mas quando abri a porta tinha uma mulher de estatura não muito alta, e um senhor de cabelos grisalhos um pouco mais alto que a senhora que estava ao seu lado, achei muito estranho então resolvi chamar o Damon.

- Amor, tem um casal aqui na frente, não sei quem são. – Ele se levantou e veio rápido. Ele parou ao meu lado e senti sua tensão, ele congelou e seus olhos se arregalaram, eu não estava entendendo nada, quem eram aquelas pessoas. Car nesse momento apareceu ao meu lado também, e assim que ela avistou o casal ela arregalou os olhos também, e foi ai que não entendi nada de vez, quem eram aquelas pessoas? – Alguém pode me dizer o que está acontecendo aqui?

- Lena, são os pais dele! – Car disse baixo.

- O que? – Agora quem estava de olhos arregalados era eu.

- Sim Lena, são eles. – Meu Deus.

- Filho, somos nós, seus pais. – A mulher gritou do lado de fora.

- O filho de vocês morreu! – Damon disse frio.

- Filho, por favor, precisamos conversar! Deixe-nos entrar. Por favor filho!

- E porque eu faria isso?

- Filho por favor! – Damon me olhou, seus olhos eram mais tristes ainda, mas havia muita dor ali, e eu não sabia o que fazer ou falar pra ele.

- Okay! – Ele disse frio e abriu o portão, eles entraram sorridentes, Damon estava sério.

Eu e a Car sentamos e logo Damon se sentou ao meu lado, o casal se sentou no sofá que ficava de frente para nós. Damon ficou sério esperando que eles dissessem algo, mas nada, eles olhavam meio incertos do que falar, e Damon não dava brecha para uma conversa tranqüila.

- Então. Porque estão aqui? – Damon disse ao perceber que eles não iriam falar nada.

- É, viemos conversar. – o Senhor disse meio nervoso e olhou para Car e para mim.

- Podem falar, não tenho nada para esconder delas.

- Filho, seria uma conversa particular. – Eu já estava começando a me sentir mal de estar ai.

- Não me interessa, não tenho o que esconder da minha esposa nem da Car. E não me chame de filho.

- Esposa? Como assim? – A senhora disse em um tom nada agradável, ela me olhava com cara de nojo.

- Sim minha esposa.

- Ela parece uma menininha, isso é golpe.

- Como é? – Isso foi a gota d’agua.

- Isso mesmo que você ouviu menina, você só pode estar querendo dar o golpe em meu filho, pois sabe que ele é rico.

- Em primeiro lugar, quando conheci o Damon, mal sabia que ele trabalhava. Em segundo eu o amo, e não to nem ai pra dinheiro nenhum. Com licença. – Me levantei mas Damon me segurou.

- Fica pequena, por favor! – Havia suplica em seus olhos, e eu não poderia deixá-lo sozinho aqui, então me sentei novamente. – Quem vocês acham que são pra virem aqui e falarem essas coisas pra minha mulher?

- Somos seus pais, e queremos o seu bem.

- Ah sim, vocês querem meu bem, assim como queriam a alguns anos atrás me expulsando de casa com uma mão atrás e outra na frente, isso é querer o meu bem, poxa muito obrigado, por todo o sofrimento e por tudo que tive que passar sozinho. – Ele deu ênfase no sozinho.

- Ora filho não diga isso, estamos te procurando a anos.

- Duvido, se estivessem me procurando a anos como dizem, já teriam me encontrado, pois nunca sai da cidade.

- Filho que isso, não fale assim.

- Não me chame de filho, já disse. E como vocês mesmo disseram, o filho de vocês morreu.

- Não diga isso querido, estamos aqui pra tentar lhe ajudar, seu pai quer te ajudar na empresa, administrar.

- O que?

- Sim filho. – O homem de cabelos grisalhos disse. – Eu quero te ajudar, te ajudar a crescer.

- Não precisei da ajuda de ninguém para crescer, e não vai ser agora que eu vou precisar. Não preciso de ninguém me dizendo o que devo fazer com minha empresa, sei muito bem o que fazer.

- Querido, queremos te ajudar. Queremos aumentar sua fortuna e cobrir nossa falência.

- O que você acabou de dizer?

- É... é nada querido, eu não disse nada. – Ela disse nervosa e o homem de cabelos grisalhos a olhou feio.

- Eu ouvi, você disse falência, vocês faliram. Por isso estão me procurando, então não se trata de arrependimento, se trata de dinheiro. Eu deveria ter imaginado isso, vindo de vocês, o que eu poderia esperar.

- Filho não é isso.

- Não me chama de filho! – Damon gritou, foi a primeira vez que o vi gritando.

Eles ficaram em silêncio, Damon também, eu olhava as reações dele, que variavam de sorrisos irônicos, dor, tristeza, e seus pais estava apenas de cabeça baixa, não diziam nada, e mal se olhavam, Car estava estática ao meu lado, mal respirava.

- Saiam da minha casa! – Damon se levantou e foi abrir a porta.

- Mas filho.

- Seu filho morreu, vão embora. Agora.

- Queri...

- Vão embora agora. Não quero ver a cara de vocês nunca mais.

- Mas...

- Vão embora. Fora da minha casa, ou será que terei que chamar a policia.

- Já estamos indo.

Eles saíram porta a fora, Damon abriu o portão e quando voltou bateu a porta, ele começou a andar de um lado pro outro, ele passava as mãos no cabelo nervoso. Me levantei e fui até ele.

- Hey amor, não fica assim. – O abracei.

- Hoje não é meu dia.

- Claro que é, pois é seu aniversario.

- Você não esqueceu?

- Claro que não, apenas iria fazer uma surpresa com a Car pra você, mas aconteceu tudo isso.

- Mas eu disse que não queria surpresas.

- Não se preocupe, era apenas nós três, mas ninguém.

- Ah sim. Obrigado. – Ele sorriu fraco e me abraçou de novo.

A campainha tocou e Car atendeu. Minutos depois ela entrou com o bolo nas mãos, ela levou para a cozinha, eu e Damon a acompanhamos. Cantamos parabéns, ele ficou meio sem graça, e ainda havia alguns traços de tristeza eu seu rosto. Espero que eu consiga animá-lo com meu presente, mas entregarei pra ele mais tarde, quando estivermos a sós.

Notas finais
Vish, esses pais são complicados né, primeiro o pai da lena, agora eles, O.o
Pois é...
Mas e aii o que acham que é o presente da Lena???