An Endless Tale

3 O acampamento das camisetas laranjas


Notas iniciais
Oi pessoas. Desculpem pela demora por postar o capitulo.

Finalmente, depois de horas eu tive uma refeição. O garoto irritante estava me explicando o que estava acontecendo:

- Você lembra que eu disse que o acampamento fica nos EUA? Então... Na verdade até pouco tempo atrás, só sabíamos de semideuses lá também. Mas depois de uma guerra descobrimos que aqui na America do Sul têm vários também. E no Canadá também. Por isso foram mandadas algumas equipes pra cá. Mas agora tem uma guerra acontecendo contra alguns ex-campistas estranhos. Eles se voltaram contra o acampamento e ninguém sabe o porque. Parece que eles têm tentado conseguir aliados daqui. E tem conseguido. – Ele me olhou. Talvez eu devesse ter feito cara de surpresa ou coisa assim, mas continuei comendo. – Quer saber? Desisto de explicar as coisas pra você. Parece que você acha que tudo isso é normal. – E ele se levantou e foi embora. Mas o que ele queria que fizesse? Eu só agi normalmente.

Depois que eu terminei meu café, eu fui até o meu quarto. Lá fiquei jogando num dos meus videogames portáteis que havia trazido comigo até que alguém me chamasse. Parece que iam arrumar uma passagem ou um modo pra mim ir até os EUA. Bem, não importava muito. Desde que se resolvessem sem me envolver, tava bom.

Uma hora depois, ou pelo menos o que eu achava ser uma hora, bateram na porta do meu quarto. Era um garoto e uma garota. Eles me falaram que já tinham arrumado um transporte pra lá. Peguei minha mala e a levei até fora do hotel, onde tinha um jatinho. Aquilo não fazia sentido. Nenhum. Me levaram pra dentro dele e foram guardar a bagagem no porta-malas do jatinho. Quando entrei, vi que tinham uns vinte lugares, e que quase todos estavam cheios. Provavelmente, pessoas na mesma situação que eu. Só queria entender de onde tiraram o maldito jato. Sentei-me num dos lugares vagos, e por sorte, não tinha ninguém do meu lado. Alguns minutos depois, o avião decolou. Adivinha o que eu fiz durante a viagem? Dormi. E só acordei quando o jatinho pousou e olhei pela janela. A paisagem era um lugar bem bonito, com grama verde, construções no estilo Greco-romano e pessoas com camisetas laranja por ai. Vi que todo mundo estava saindo do jatinho, então fui junto, lá fora uma garota loira estava tentando juntar todo mundo, o que não estava dando certo porque aparentemente, eu era a única pessoa que entendia inglês dali. Depois de muito esforço, finalmente ela conseguiu fazer todos se acalmarem e irem atrás dela até uma grande casa branca. Na sacada da casa um velho numa cadeira de rodas estava jogando alguma coisa um com cara estranho que não tinha nenhum senso de moda, afinal ele usava uma camisa com uma estampa horrível de tigre. O velho da cadeira de rodas chama alguém de dentro da casa e um garoto sai de lá. O homem da cadeira de rodas fala algumas coisas pra ele e ele começa a traduzir:

- Vocês já devem que são semideuses e por isso vieram pra cá... – E eu não ouvi o resto. Depois da pequena apresentação, nos levaram para uma pequena praça com os chalés dispostos em forma de Ω. Lá nos levaram para um dos chalés, o chalé de Hermes. Os novatos do acampamento ficavam lá até serem reclamados. Entrei e vi que já tinham levado as bagagens e que tinham preparado sacos de dormir. Na verdade o chalé estava lotado de sacos de dormir. Falaram pra gente se ajeitar lá e depois irmos com eles pegar uma arma. Eu já tinha minha Katana, então fiquei por lá mesmo, jogando videogame. Logo depois que terminaram, fizeram um tour pelo acampamento e quando acabaram, nó deram os horários dos treinos e nós levaram para jantar. Depois aconteceu um negocio chamado ‘’a fogueira’’, onde ficavam cantando. Eu não gostei muito daquilo, então fui ao chalé dormir.

Acordei no outro dia com uma pessoa tropeçando em mim. Adoro minha vida.

- CARAMBA! OLHA POR ONDE ANDA, SUA CEGA!! – Gritei para garota que tropeçou em mim. Ela usava uma camiseta do Nirvana, uma calça jeans, um all star que provavelmente não sabia o que limpo quer dizer e tinha cara de doida. Ela pediu desculpas e resolveu que me seguir seria uma boa forma de mostrar que estava realmente arrependida. Ela me segui quando eu fui pro refeitório tomar o café da manhã e se sentou do meu lado. Nunca vi ninguém tomar tanto suco de uva. Ela me seguiu até o lugar onde iríamos ter aulas de uso de espada. Minha sorte era tanta que ela tinha o mesmo horário das atividades que eu. Na aula de espadas, o professor ensinou alguns movimentos, então pediu pra irmos treinar. Adivinha quem quis ir comigo? A garota chata, que tinha me dito que se chamava Rosa. O professor distribuiu espadas de madeira pra todos, provavelmente porque não queria ninguém desmembrado. Começamos a lutar. Ela era um talento. Eu conseguia desviar ou defender seus golpe tão facilmente que lutava pra não rir. No começo eu só defendia, mas me entediei e comecei a atacar. Meus golpes continham mais força dos que o dela, e com apenas algumas espadadas eu consegui fazer com que ela derrubasse sua arma. A vitória era minha.

- Você é boa – Rosa disse. E eu concordava com ela.

- Obrigada – Agradeci ao elogio e então fomos para a próxima aula: Grego antigo. O treino de espadas tinha demorado mais do que parecia. O resto do dia foi bem simples. Depois de conseguir fugir de Rosa no final da aula de grego antigo, fiquei andando pela praia e só fui jantar. Nessa hora, o centauro disse que na noite do outro dia ia ter um negocio chamado capture a bandeira.

Notas finais
Espero que tenham gostado ^^