An Angel Of Death

3 Capítulo 3 - Adeus....Mãe


–Finalmente acabou a aula! — Diz Mei

–Hahahahahahahaha! Acho que o Koji está te seguindo! — Exclama Raen

–OQUE? Bom primeiro oque eu quero saber é porque você ri tanto!

–Vocês humanos, são hilários!

Mei para, se vira e anda em direção a Koji.

–Porque estava me seguindo? — Mei pergunta com olhar de ódio.

–Oque você acha de matar com o poder do pensamento?

–MALDITO!!!!!!!!!!!

Mei sai correndo e vai pra casa.

–Oque ele quer comigo? Porque ele estava me perseguindo?

–Talvez porque ele seja um...

–Um idiota que fica me perseguindo para ver se descobre algo! — Mei interronpe

–Eu ia falar, talvez porque ele seja mais um outro anjo da morte!

–O-oque? — Pergunta Mei assustada.

–Sim os anjos da morte também podem se parecer com humanos, e ele pode me ver!

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

Fomos interrompidos por um grito!

–JOANA! NÃOOOOOOO! — Diz José chorando.

–Mãe, pai, oque ouve? Porque o gri...

–MÃEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!

Joana foi atropelada.

–Não, NÃO, NÃOOOOOOOOOOOO! — Grita Mei desesperada.

No outro dia Mei vai a escola pra baixo, mais nervosa do que o normal, Koji a assusta falando:

–Porque está tão triste?

–Minha mãe morreu, agora me deixe em paz!

Mei sai correndo e chorando pelos corredores.

Se passa uma semana!

–Porque você não mata o motorista que atropelou a sua mãe? — Pergunta Raen.

–Boa ideia, hora da vingança!

–Espero que tenha aproveitado sua vida o máximo possível! MORRA! — Mei pensa.

–Mei vou sair, fique aqui! — Avisa José.

Se passam trinta minutos:

–MEI!!!

–Será que ele já voltou? — Pensa Mei.

Mei abre a porta e responde com raiva:

–Oque está fazendo aqui? E como conseguiu o meu endereço?

Era Koji.

–Como sua mãe morreu, eu vim te consolar um pouco! E eu meio que te segui!

–VÁ EMBORA!

Mei bate a porta.

–É duro sem anjo da morte e ter que viver na Terra! Eu gostei dela, de verdade, apesar de anjos da morte não terem sentimentos! Oque a de errado comigo? — Koji ficou pensando.

–Oque é isso? Eu nunca me senti tão! Ele é a primeira pessoa que eu achou que posso confiar! — Pensa Mei.