Amuletos de CraftLand

7 Um bolo, uma mentira. Uma porta, uma saída?


Notas iniciais
Gente só queria avisar que segunda vou viajar então não vai dar para eu postar (vou tentar programar alguns capítulos).

— Vocês podem ficar neste andar, vocês escolhem seus quartos.

— EU FICO COM O MAIOR!! – gritou Luísa.

— NÃO SE EU PUDER IMPEDIR! – falou Pedro.

— Bom eu vou indo. – falou Rayol – Vou lá fora buscar algo para vocês comerem.

— Okay...

Alguns minutos depois...

— Que tédio... – disse Pedro – Acho que vou dar uma olhada na casa.

Pedro desce as escadas e chega ao salão principal por onde tinham entrado. Ele era gigante, tinha cortinas brancas de mais de 10m ,um tapete azul claro que ligava a escadaria com a porta de entrada. E a escada se dividia em dois caminhos: um para os quartos em que Pedro estava e o outro que ele não conhecia.

— Vamos ver o que temos por aqui.

Pedro subiu a outra escada e encontrou um imenso corredor sem portas. Ele andou, andou, andou até dizer chega, e quando chegou ao final do corredor ele encontrou um bolo. Nele tinha um bilhete: “The cake is a fake”.

— Haha. Que engraçado. – disse com sarcasmo – Bom, acho que Rayol deve estar chegando melhor eu...

Ao se virar havia uma parede e uma porta de madeira quase apodrecida.

— ... voltar.

“O que eu faço agora?” Ele pensou. Sua única saída era abrir a porta. Ao entrar percebeu que a porta dava em uma casa de madeira bem velha. Ele começou a explorar até que encontrou uma moldura. Nela havia a imagem de uma pessoa. Era um homem que estava usando uma camiseta azul com um símbolo de uma crafting table. Em sua mão havia uma picareta de diamante.

— Eu reconheço ele de algum lugar.

— Lógico que reconhece, esse é Creaty.

— RAYOL!! O que você está fazendo aqui?

— O que VOCÊ está fazendo aqui?!

— Bem... eu... tava procurando o banheiro. – mentiu.

— Ahã, tô sabendo. Não importa, agora temos que voltar. Eles devem estar com fome.

— ESPERE AÍ! Você ainda não respondeu o que você estava fazendo aqui.

— Bem... eu... – nesse instante Rayol desapareceu e Pedro acabou sendo teleportado para seu quarto na mansão.

— Gente! Desçam e venham comer. – disse Rayol lá do salão principal — É a porta atrás da escada.

— Droga! Fui trollado. – disse Pedro.

Todos desceram e foram comer. Eles estavam achando que iriam encontrar uma mesa só com itens/comidas do Minecraft, mas para a surpresa deles havia muito mais. Tinha carnes, aves, peixes de todos as espécies, verduras, legumes, frutas, sucos, doces, refrigerantes (?) e tudo mais que você pudesse imaginar.

— OMG. Eu morri e não tô sabendo? – disse Lara.

— Não. – disse Henrique – Isso tudo é real.

— OBA! – gritou Luísa – PIZZA!

— Bom podem comer à vontade. – disse Rayol — Eu vou estar no meu quarto. Se quiserem me chamar é só apertar aquele botão. – ele apontou para uma das paredes e nela havia um botão (que não estava lá antes).

— Você não vai comer?

— Por quê? Eu sou imortal esqueceu. Bom, até. — disse enquanto fechava a porta.

— Galera posso contar uma coisa? – perguntou Pedro.

— Claro maninho. – disse Luísa.

— Eu estava, bem, “passeando” pela mansão quando... – Pedro contou tudo: do corredor, do bolo, da porta, do quadro, de Rayol, de absolutamente tudo.

— Cara se eu não te conhecesse e não estive preso dentro do Minecraft eu diria que você é maluco. – falou Henrique.

— Não sei (nhac,nhac) essa história (nhac,nhac) é meio estranha. – disse Lara enquanto engolia o último pedaço de pizza.

— Como você não engorda criatura?!!! – falou Henrique.

— Bom se é verdade ou não eu não sei mas só há uma maneira de descobrir. – disse Luísa enquanto clicava no botão.

— NÃO!!!!! — gritaram o resto.

— Me chamaram? – perguntou Rayol logo após se teleportar para perto deles.

— Bem, é que... Olha. Vou ser direto: você fugiu na hora que eu te perguntei o que você estava fazendo naquela casa que tinha o quadro do Steve. Mas você não vai fazer isso de novo. Quero que você me conte a verdade: o que você estava fazendo naquela casa, por que nos chamou até aqui e por que justo a gente?!

— Papai e mamãe já devem ter voltado. – falou Luísa parecendo que ia chorar.

— OK! Vocês querem a verdade eu vou dizer. Mas acho melhor vocês se sentarem.

Notas finais
Comentem se não vou perseguí-los em seus pesadelos. Só :)