Amorosas marotices

9 -Madie? Madison! MADISON DILLAN!


Notas iniciais
jfnpoer era pra eu ter postado antes de ontem, mas acontece que eu dormi KFNERPIOFNER foi mal ae. E ontem eu nao postei pq nem usei o computador. Agora sem mais delongas, VAO LER!

Narrador: Fred

Eu estava andando por um corredor de escola, estava escuro e vazio, só havia uma luz no fim, a uns 5 metros de distância, andei até lá.

Chegando na tal luz, tudo ficou claro, pessoas começaram a andar no corredor. Mas elas não me viam e atravessavam o meu corpo, como se eu fosse um fantasma. Olhei para a frente e tinha um banheiro feminino. Sei que meninos não entram em banheiros femininos, mas eu não respondia pelo meu corpo, entrei dentro do banheiro sendo puxado como um ímã.

Lá dentro estava vazio, e pude ouvir o sinal batendo e todos indo para as suas aulas. Somente um banheiro estava ocupado, e lá de dentro podia ouvir um choro baixo. Atravessei a porta como um fantasma e me deparei com Madie encolhida num canto, abraçando os braços e olhando para a sua mochila, chorando.

–Madie! O que aconteceu? — eu disse, me agachando á seu lado, mas ela não me ouviu, nem sequer deu ideia de que eu estava ali. — Madie? Madison! MADISON DILLAN!

Tentei balançar de leve os seus ombros, mas minha mão atravessou o seu corpo.

Vi ela murmurar um "fraca" e abrir o zíper de sua mochila, tirando la de dentro um estojo e logo em seguida tirando uma lâmina lá de dentro.

Tentei raciocinar o que ela estava fazendo, mas quando me dei conta era tarde demais, ela havia enfiado violentamente no pulso. Tampei a minha boca e me encolhi sobre a porta.

De repente tudo começou a ficar escuro, o sangue começou a ficar grande demais pro pequeno corte que ela havia feito, e me senti mergulhado num mar de sangue (n/a eca, q nojinho ofidknfwe), gritando o seu nome.

Acordei de um salto e quase caí da cama. Num reflexo rápido peguei aquele...Como é? Ah, telefone, e liguei pra Madie.

–Oi – disse ela, meiga.

–Oi, Madie, te acordei? — eu sussurrei, para não acordar Jorge, que dormia na cama ao lado.

–Não, não. Eu estava só deitada, mas não consigo dormir.

Pensei e estremeci só de lembrar do meu sonho.

–Eu tive outro pesadelo.

A ouvi suspirar, preocupada. Eu queria tanto abraçá-la agora. Por que os telefones não nos permitem abraçar a pessoa?

–De novo, Fred?

Tentei dizer "sim" mas minha voz saiu rouca e falhada.

–Você está com sono? — ela perguntou, sua voz doce.

–Bastante. Mas tenho medo de dormir de novo. — eu disse, o que era verdade, já estava com medo desses pesadelos.

Eu estava tenso deitado na cama, com o telefone no ouvido e olhando para o teto escuro. Essa tensão acabou quando ela começou a cantar.

A sua voz era uma das mais bonitas que eu já ouvi na vida, uma onda de alívio tomou conta de mim e senti meus olhos pesarem. Eu estava semi-dormindo quando a ouvi sussurrar um "boa noite" e desligar o telefone. Peguei no sono.

Desta vez sonhei com bolinhos de chocolate.

Narradora: Madie

Eu estava no aeroporto com minha tia, meus pais e meu irmão esperando o meu voo, que chegava ás 7.

Estava encarando o meu celular, pensando em ligar para o Fred, mas estava com medo de acordá-lo.

Será que em casa ele acordava as seis e meia também? Ou só em Hogwarts? Ah, quer saber? Ele me ligou ontem ás 03 da manhã, isso me da o direito de ligar ás seis.

O telefone tocou duas vezes antes dele atender, sua voz rouca. AI CARALHO POR QUE A VOZ DELE TEM SEMPRE QUE SER ROUCA?

–Alô? — disse ele.

–Fred? Tava dormindo é? — eu disse, saindo de perto da minha família, pra eles não ouvirem a minha conversa pq né

–Na verdade, acordei agora pouco, estava penteando meus cabelos ruivos. – ele disse isso em tom de ironia e logo após deu uma risada baixa, fdp.

–Ui, desculpa eu ter te atrapalhado a cuidar dos seus cabelos ruivos.

–Sua telefonação não me atrapalha.

Confesso que dito isso eu fiquei meio sem-graça, mas arrumei um jeito de não mostrar que estava constrangida.

–Fred, é ligação.

–Ah! Ta, certo...O que te leva a me ligar?

–Hmmm..É que eu vou viajar daqui a pouco, e lá eu não vou poder ligar e nem receber ligação.

Espero que ele tenha entendido que eu quis dizer que queria ouvir a voz dele antes de viajar, e que iria sentir saudades, pois eu não queria ter que falar isso.

–Mas já? Poxa, eu...

Ele não terminou a frase, e eu nunca soube o que ele quis dizer, pois neste momento o Harry chegou do meu lado pulando e dizendo:

–Hey, quer sorvete? Com quem você ta falando? É o seu namorado? Aquele tal de Gred, Fred..

Ouvi Fred rir na outra linha.

–Quem é esse?

–HAROLD! Já te falei que ele não é meu namorado! E sim, eu quero sorvete. É o meu irmão. — eu disse, dando uma risadinha fraca.

–EI, EU NÃO TE DEI PERMISSÃO PRA NAMORAR A MINHA IRMÃ! — disse harry, QUE CRIANÇA PERTURBADA SENHOR.

–CALA ESSA BOCA SE NÃO EU CORTO O SEU CABELO QUANDO ESTIVER DORMINDO! — eu disse e ele saiu correndo. — Fred, vou ter que desligar, daqui a pouco eu vou embarcar. Tchau, até Hogwarts, diga pro Jorge que eu estou com muitas saudades daquele fedido.

Senti uma vontade de dizer 3 palavrinhas, logo depois pensei "EITA, QUE PORRA É ESSA?" espero que seja um amor fraternal, acho que é, não é? Não sei.

–Tchau, Madie. Até.

Dito isso eu desliguei e fui buscar o meu sorvete com o Harold.

Nem sei por que eu estava comendo sorvete no frio, mas eu nunca fui normal mesmo.

Ajeitei minhas luvas para a minha mão não congelar e comi.

Fiquei sentada conversando com a minha mãe até nós termos que embarcar.

Eu estava na janela, Harold do meu lado e meu pai do lado do Harold, minha mãe e minha tia estavam nos acentos da frente.

Eu estava louca para ver os meus primos brasileiros e o resto dos tios — que eram muitos.

Acabei adormecendo depois de duas horas.

Tive um sonho estranho, mas não muito significativo, bom, pelo menos eu achava que não.

Notas finais
Gostaram? Vcs querem q eu escreva a parte dela visitando o Brasil, ou já pule pra ela em Hogwarts logo? IKEWFEN eu sei eu sei q ta tendo muito sonho nessa fic, mas fzr uq ne TEM ALGUMA SEMIDEUSA AÍ? QUEREM QUE EU FAÇA UMA FIC DO NICO-DI-GAY-ANGELO?