Amor sombrio
24 Epilogo - Meu amor...... Sombrio !!
Notas iniciais
What would I do without your smart mouth
Drawing me in, and you kicking me out
Got my head spinning, no kidding, I can’t pin you down
What’s going on in that beautiful mind?
I’m on your magical mystery ride
And I’m so dizzy, don’t know what hit me, but I’ll be alright
All Of Me – John Legend
Meses depois.
Pov Felicity.
— Sabe por que o noivo fica ao lado direito do altar e não a noiva? – balbucie nervosa e mesmo antes que Tommy respondesse algo eu me adiantei. – Porque no período do império antigo os cavalheiros temiam que suas respectivas noivas fossem sequestradas durante a cerimônia de casamento, nisso a espada ficava do lado direito do cavalheiro que a puxava e derrubava o inimigo antes que sua bela dama fosse retirada dos seus braços. – sorri fazendo Tommy erguer uma sobrancelha incrédulo. – Desculpe preciso falar algo estou muito nervosa.
— Creio que não haverá nenhum inimigo na cerimônia Felicity e que Oliver também não puxará nenhum tipo de espada – sorriu divertido. – Não se preocupe em estar nervosa por causa dos votos, toda noiva tem esse direito de sentir-se assim.
— Obrigada – respirei fundo contando os segundos para enfim subir ao altar. No momento não haveria ninguém melhor do que Tommy para me conduzir ao altar, pois ele é como irmão do Oliver e nosso melhor amigo.
Memórias de toda a minha vida passam na minha cabeça com uma bela música ao fundo e flashes de momentos que jamais esquecerei, como a primeira vez que encontrei Oliver em NY.
Sempre depois do trabalho existe algo que gosto de admirar, quase todas as noites, algo não! Alguém! Eu o vejo todas as noites no mesmo horário, em um restaurante sofisticado e mais caro do centro. Ele é um homem muito lindo de olhos azuis como o oceano em dia ensolarado de verão, barba rala em um queixo rígido e quadrado e cabelos curtos, corpo esculpido pelos deuses. Sempre está próximo a uma janela de vidro de frente para a rua, bebendo um vinho tinto fitando o nada, parece perdido em todos seus sentimentos. Ele nunca sorri, sempre sério e misterioso, com cuidado chego a frente do restaurante, onde o vejo sentando na mesma cadeira de todos os dias, me aproximo só mais um pouco para ficar por trás de um carro luxuoso, hoje ele veste uma camisa de botões preta dobradas até os cotovelos, calça jeans escura e sapatos sociais. Acho que meus olhos estão brilhando só de apenas admira-lo, mas me sinto triste e vazia, ele é o tipo de homem que todas as mulheres desejam em ter para si; seus relacionamentos devem ser com modelos ou mulheres de classe muito alta, ele nunca olharia para alguém como eu, uma simples garçonete. Só tenho vinte e três anos, com cabelos pretos e algumas mexas em tom roxo, roupas escuras e sem nenhum resquício de grife e all stars surrados, por fim pobre. Uma taça daquele vinho dele, deve ser meses do meu humilde salário. Ele nunca olharia para mim assim como olho para ele e isso dói. Deixo uma lágrima solitária escorrer por meu rosto e saio em direção ao meu lar em passos curtos. Talvez nunca saberia ao menos seu nome....
— Terra chamando Felicity – cantarolou Tommy estalando os dedos a minha frente com sorriso animador o que me fez despertar para a realidade. – Vamos? Está na hora srta. Smoak de se tornar uma Queen. Acha que consegue?
— Sim – respondi convicta. Deslizei do banco para fora do carro, todos os paparazzi se aproximaram com várias perguntas e tirando fotos de todos os ângulos, os seguranças brutamontes de Oliver nos cercava impendido que qualquer um deles chegasse muito perto de nós dois, encarei os degraus a minha frente e dei o primeiro passo aquele que seria para vida toda. Me sentia nas nuvens, mas o nervosismo ainda me consumia por dentro, eu sorria como uma boba e como Tommy questionou eu estava mesmo preparada para me tornar uma Queen? Eu sempre responderia com todas as letras e de todo meu coração, que não estava aqui apenas para adquirir um sobrenome, eu estava aqui para me unir aquele homem que eu amei e sempre vou amar até os últimos dias de toda a minha vida.
— Tommy – chamei seu nome apertando firme em seu braço que seria meu apoio por todo o tapete vermelho. – Obrigada por me levar – sorri encarando seus olhos azuis sentindo os meus marejarem.
— Não há o que agradecer Felicity – sussurrou com a voz baixa. – Se tem alguém aqui que precisa agradecer algo sou eu e Cait. Todos esses anos queríamos uma vida de verdade para Oliver, alguém que o fizesse voltar a amar, ser seu braço direito e estar ali todos os momentos da vida dele, então ele encontrou você, mas desperdiçou a oportunidade com receio de perder mais alguém, mas nós não desistimos porque entre todas, você foi a única a toca-lo de maneira sem igual, vimos uma luz em você, tal luz que não seria transparecida por mais ninguém no mundo. Então Felicity Smoak só complete seus sonhos e viva seu grande amor ao lado do homem que sempre vai fazer você feliz. – sorriu com uma vermelhidão no olhar pelas as lágrimas que anseiam em cair, mais que o mesmo não deixaria aparecer, no fundo o Merlyn tinha seu orgulho.
— Todas as minhas escolhas me trouxeram aqui, nesse momento, com ajuda de ambos e com mais um empurrãozinho do destino, já me sinto feliz, lá dentro estão todas as pessoas que amamos, que sempre estará ao nosso lado em momentos difíceis, então Merlyn me acompanhe e não me deixe cair – funguei olhando para frente limpando as lágrimas.
— Você consegue – sorriu também olhando para frente me conduzindo pelos os longos degraus que me levaria ao meu único amor.
Pov Oliver.
Encarei nossos convidados em suas respectivas cadeiras no vasto salão decorado de maneira romântica. Acenei para Thea que estava ao lado de um garoto que a mesma chamava de namorado, ele me parecia um bom homem. Diggle estava com sua esposa Lyla ao lado do reverendo que sorria abertamente para todos. Cait estava ao meu lado segurando Adam nos braços. Ela tinha ficado uma mulher muito bonita com a gravidez.
— Adam – chamei sua atenção ao notar ele tentar pegar as flores. Ele volta o olhar para mim em um sorriso gostoso. Com seus nove meses de vida, mas parece um anjinho, cabelos para o lado em um tom loiro, olhos azuis serenos dentro de um mini Armani igual ao meu. – Papai te ama – sussurrei me inclinando para frente, deixando um beijo suave em sua face, ele gargalha com minha barba roçando em sua pele, suas mãozinhas pequenas se erguem e acaricia minhas orelhas em movimentos circulares com a testa encostada na minha. – Pequeno Queen – sorri olhando em seus olhos e lhe arrancando mais gargalhadas.
— Oliver está na hora – anuncia Thea vindo até nós para pegar Adam. Sorri e assenti voltando para minha posição, todos se erguem e macha nupcial começa a soar pelo o salão. – Ela está linda – diz Thea admirada saindo para seu assento. Meus olhos encontram minha amada Felicity sendo guiada por Tommy, tento conter dentro de mim todos os sentimentos que me faz querer sorrir e chorar ao mesmo tempo. Respiro fundo absorvendo cada detalhe daquela belíssima mulher que será minha por toda a minha vida. Ela sorri para com nervosismo, mesmo de longe posso notar suas expressões se alterarem. Com delicadeza ela segue com passos lentos, em seu vestido branco de cetim delicado e uma renda que envolve partes do seu corpo perfeito, seus cabelos presos em coque com sua grinalda extensa.
— Perfeita – soltei assim que ela parou a minha frente.
— Aqui está sua garota – sorriu Tommy me entregando Felicity com cuidado.
— Obrigado – sorri notando ele ficar ao lado de Cait que pega o boque de Felicity.
— Amor espero não desmaiar nesse momento – balbuciou tremula assim que peguei em sua mão macia. – Estou com o coração tão disparado...
— Respire fundo – pedi com carinho conduzindo-a até o altar.
— Felicity – sussurrou o reverendo. – Oliver.... Sejam todos bem-vindos a união de Oliver Jonas Queen e Felicity Megan Smaok – anunciou o mesmo para todos. Meus olhos estavam sobre Felicity que me fitava com a mesma intensidade. Eu estava me apaixonando por ela mais uma vez naquele exato momento. Entrelaçamos nossas mãos com aperto firme. – Esse passo é dado para a vida toda, entre bons e ruins momentos, então Oliver faça seus votos. – pediu com sorriso torto.
— Eu Oliver Jonas Queen, recebo-te Felicity Megan Smaok, como minha legitima esposa, prometo-te ser fiel, amar-te e respeitar-te, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias das nossas vidas.... – sorri. Ela estende a mão para mim, onde deslizo o anel em seu dedo anelar. – Quero dizer que todos os momentos que passamos juntos desde o início me fizeram perceber que eu não seria nada sem você; nos conhecemos de uma forma tão inusitada que até hoje eu mal consigo acreditar que realmente eu te encontrei para ser minha por toda a vida. Você apareceu em minha vida quando eu já tinha desistido de acreditar no amor. Aos poucos foi conquistando cada pedaço quebrado do meu coração. Hoje, aqui ao seu lado, posso confessar que nem nos meus melhores sonhos eu imaginei que sentiria tamanha felicidade. Eu te amo Felicity, me aceite com seu esposo, seja meu para sempre. – pedi sentindo minha pele molhar com as lágrimas.
— Oliver – sussurrou em suas lágrimas.
— Seus votos Felicty – pediu o reverendo.
— Eu Felicity Megan Smoak, recebo-te Oliver Jonas Queen, como meu legitimo esposo, prometo-te ser fiel, amar-te e respeitar-te, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de nossas vidas.... – afirmou com carinho segurando minha mão. Para deslizar o anel. Sem tirar os olhos dos meus ela continuou: – Esses votos não são apenas promessas, são privilégios. De agora em diante eu vou poder rir e chorar ao seu lado, cuidar de você e compartilhar todos os momentos maravilhosos que estão por vir. Começar uma nova etapa da vida ao seu lado, deixando a dor para o passado. Você é a pessoa por quem o meu coração bate forte, dono do sorriso que ilumina meu dia, eu te amo hoje Oliver e vou amar para sempre. – sorriu.
— Dito isso diante de todos, que seus caminhos sejam iluminados com todo amor que possam sentir um pelo o outro. – afirmou o reverendo, me aproximei a ela sentindo seu calor emanar dela para mim. – Se não há ninguém aqui que deseje impedir essa união, eu vos declaro marido e mulher, pode beijar a noiva. Ergui minhas mãos para encaixar seu rosto entre elas, inclinei-me e selei nossos lábios com suavidade. Entre os aplausos de todos a felicidade nos tornou um só.
— Seja meu caminho – sorri olhando em seus olhos.
— Seja meu caminho – repetiu emocionada.
A partir dali tudo seria o mais novo recomeço, assim como toda sua luz me guiaria diante de todas as coisas. Para sempre era apenas um início de tudo.
Dois anos depois.
Durante esses anos, tenho vivido tudo que sempre sonhei para mim ao lado da família que sempre vou amar e cuidar. Felicity é a melhor parceira e esposa que já deve ter existido no mundo. Quantas vezes brigamos e nos reconciliamos quimicamente e apaixonadamente entregues um ao o outro? Muitas e muitas vezes! Eu a amo com cada batida do meu coração em uma realidade plena e feliz. Nosso filho cresceu rápido, Adam me faz arrepiar cada fio de cabelo quando está em suas brincadeiras digamos um pouco perigosas, pois ele não sabe o que é parar um segundo e respirar, está sempre ligado no 220. No fundo não tenho do que me queixar, aqui está tudo aquilo que escolhi viver quando disse sim no altar, perante todos, diante de Deus.
— Mamãe.... O Bartolomeu não quer brincar. – balbucia Adam assim que entro no nosso quarto, ele mostra para Felicity um boneco do dinossauro onde a mesma segura os outros dois.
— Resolveu dar plantão hoje – murmura Felicity olhando para mim e indicando com o olhar um Adam saltitante na cama.
— Hey garotão – chamo sua atenção, ele gira e dá os bracinhos para mim em seguida. – Isso não é hora de brincar Adam – sussurro em seu ouvido olhando o relógio sobre a cômoda marcar quase onze horas. Ele apenas ignora e volta para cama deitando-se sobre Felicity que sorri e alisa as costas do filho com carinho.
— Papai quero ficar com minha mamãe – resmunga irritado com a voz melosa e enrolada escondendo o rostinho na curvatura do rosto da mesma.
Adam é apegado a mãe de maneira intensa e bonita, ele as vezes deixa de fazer algo só para ter os carinhos de Felicity, que nunca se recusa a responder o gesto por seu filho, dando-me mais orgulho. Como eu pude no início enjeitá-lo? Hoje Adam é minha vida, sou capaz de mover céus e terra para mantê-lo seguro sobre todas as coisas, a garota pela a qual achei que nunca me apaixonaria, e que seria apenas um caso de verão em uma noite em NY, meu deu o melhor presente toda uma vida, tal presente que não possui preço algum. Felicity é linda de todas as maneiras, seja como mulher ou como uma mãe, a cada segundo que passo ao seu lado, com dois anos de casamento, vejo que nossa relação se torna cada vez mais bonita, algo que está fadado a ser para sempre, assim desejei a cada dia da minha vida. Me jogo na cama ficando ao lado de ambos, puxo um dos pezinhos de Adam que solta uma risada gostosa. Mordo o dedinho dele fazendo-o protestar e se encolher nos braços de sua mamãe.
— Garoto esperto – sorri bagunçando seus cabelos que são poucos. Ele devolve o sorriso mais boceja esfregando os olhinhos com as duas mãos.
— Hora de dormir – sussurra Felicity no ouvido dele que tenta protestar. – Não. Não! Dormir Adam, já está tarde e você dá um trabalho enorme para acordar de manhã – repreende com carinho.
— Papai – choraminga com um bico olhando para mim com olhinhos marejados.
— Mamãe tem razão meu amor – afirmo colocando a fralda fofa entre ele e Felicity. – Suas priminhas estão dormindo no apartamento ao lado e você não. – suspiro alisando seus cabelos me referindo a Suzy e Lindy filhas de Tommy e Cait.
Lembro-me como se fosse hoje, o dia em que Tommy descobriu que seria pai de gêmeas, ele ficou pálido e de cabelos em pé, passou dias para processar as informações, seu estado de choque só fazia-nos gargalhar do seu pânico, tudo que Tommy pensava era como se livrar dos possíveis namorados de ambas no futuro próximo. Thea casou-se com Roy mais ainda não optou por filhos, gerencia sua própria boate como uma grande mulher, Thea é um dos meus maiores orgulhos, assim como para seu outro irmão Tommy. Diggle tornou-se padrinho de Adam com o tempo, vive uma vida confortável ao lado de sua amada Lyla que está gravida de Sarah, primeira filha do casal.
— Quero brincar – explica mesmo sonolento. Olho para Felicity que solta um sorriso bobo e me fita com seus olhos azuis completamente fascinantes.
— Amanhã você tem o dia inteiro para brincar com seus amiguinhos na escolinha e quando chegar ainda tem suas primas – argumenta Felicity começando a enrola-lo com a manta azul. – Brincar com os carrinhos e no parquinho, por isso você precisa dormir, para acumular suas energias. – explica por fim com sorriso gostoso. Adam enfim relaxa e concorda mais utiliza sua última jogada para dormir.
— Quero mamar – pediu com a voz baixa e os olhos pidões para sua mamãe já baixando a alça da camisola com nervosismo.
— Mamar e dormir garotinho esperto – avisa Felicity terminado de mostrar seu seio e oferecendo para o mesmo que começa a mamar aproveitando o momento. Observo aquela velha bolha se forma entre os dois, quando Adam era só um bebê e ficava com Felicity em outra dimensão, são lembranças magnificas, que jamais serão apagadas. – Dorme meu anjinho.... – ela começa a cantar sua canção de ninar, fazendo-o fechar os olhinhos e enfim começar a dormir enrolando uma mexa do cabelo dela. Observo seu seio volumoso e me surpreendo como todos os dias em saber que ela ainda tem bastante leite, mesmo que Adam aos seus dois anos só lhe procure quando está todo manhoso.
[...]
Depois de longos minutos ele dorme, me levanto, pego-o no meu colo e continuo a canção seguindo para o seu quarto, onde sei que ele passará a noite em um sono profundo. Deixo a babá eletrônica ligada, assim como a porta entreaberta. Volto para o quarto notando Felicity passar seu creme por aquelas pernas torneadas falando coisas para si, com a expressão despojada. Ela definitivamente não mudou nada, suas curvas permanecem perfeitas para mim, assim como seus sentimentos por mim. Tranco a porta atrás de mim, sigo para a cama tirando minha camisa no percurso e jogando-a em um ponto qualquer no chão engatinhando para ficar entre suas pernas lhe arrancando uma arfada.
— Papai precisa de algo? – questionou com a voz rouca passando creme por meus braços com movimentos arrepiantes.
— Preciso – suspiro com sorriso malicioso tocando seu busto com meus lábios úmidos, inalando seu perfume floral, sentindo sua pele quente em meus lábios. Ela se arrepia seguindo com gemido baixo escapando de seus lábios. – Um pouco de atenção, talvez – explico beijando seu queixo para puxar sua pele com os dentes.
— Tem toda a atenção do mundo Sr. Queen – morde meu lábio inferior puxando-o para si. Um gemido escapa do fundo da minha garganta, com cada parte do meu corpo se arrepiando, minha ânsia só cresce para finalmente estar dentro dela como todas as vezes em que estive. – Eu te amo Oliver – confessa puxando-me para si. – Tanto – olha dentro dos meus olhos com uma mistura de desejo e amor.
— Eu também te amo – correspondo encontrando seus lábios sedosos, sua língua toca a minha com um gosto doce nos envolvendo. Sem separar nosso beijo ela inverte nossas posições ficando sobre meu colo com movimentos de vaivém o que me excita ainda mais, o tecido nos separa o que me deixa frustrado. Como se lesse meus pensamentos ela se afasta um pouco ofegante para puxar sua camisola fina para cima, jogando-a ao nosso lado, mordo o lábio encarando seus seios volumosos e completamente rosados. – São lindos... – soltei fazendo-a sorrir antes de voltar a me beijar. Minhas costas sentem a suavidade do colchão assim que minha pele o encontra.
— Oliver – gemeu com minha ereção tocando abruptamente seu ventre. Acaricio suas costas com as mãos sempre percorrendo um caminho longo até suas nádegas pressionando-a para baixo fazendo-a gemer mais rouco, seus seios roçam em minha pele deixando meu corpo rígido, sinto os espasmos do meu corpo aumentaram cada vez mais. Sem se conter ela retira nossas ultimas peças, com certa urgência deslizando sobre mim e voltando a cobrir meu corpo com o seu. Solto um rosnado baixo com a sensação de preenchimento se fazendo presente para nós dois, com alguns segundos ela começa a se movimentar lentamente beijando cada parte do meu pescoço, minhas mãos seguram sua cintura e lhe guia em movimentos lentos e intensos, sussurro ao seu ouvido todo o amor que sinto por ela, coisas que eu nunca disse a outra mulher, a não ser para ela, minha amada, minha doce e bela Felicity Queen. Abro os olhos para fitar o teto enquanto ela se perde em mim assim como já estou perdido em seus braços, chegamos ao clímax entre gemidos e caricias de amor, inalo o cheiro dos seus cabelos para sussurrar ainda ofegante: – Você nunca vai deixar de ser perfeita.
Ela ergue o rosto para me fitar sorrindo como uma menina, segurando meu rosto com suas mãos voltando a me beijar ardentemente. Temos tanto para viver ainda entre nossos desejos e conceitos familiares. Que o amanhã nos proporcione o dobro do que sentimos hoje. A vida toda acreditei que o amor não sobreviveria nem um segundo depois que Helena se foi, mas a verdade é que eu sempre estive enganado, agora que tenho meu amor verdadeiro ao meu lado. Meu caminho não é mais frio e muito menos solitário, mesmo depois de ter vivido um amor sombrio.
The end!
Fale com o autor