Amor quase platônico

2 Amor é amor, comidas á parte!


Notas iniciais
Eu tô apaixonada, sério! - Não, eu sou uma encalhada da vida :/ Mas tô apaixonada por essa música: Be as one. Gentey :O eu acho assim, essa música combina super com Nalu *3* e, aí no início da fic, coloquei um verso dela. OK's! Vamo ao que interessa! Boa leitura amres *-*

Estou sempre pensando

Mesmo nos dias em que não nos encontramos

Toda vez eu sinto

Natsu Dragneel

Natsu estava ficando cada dia mais cansado. Por que diabos teve que se casar com Lisanna? OK. Há muitas respostas, uma mais sem noção que a outra.

– Natsu! – Chamou Lisanna. – Natsu, você pode pegar a toalha pra mim?

Mais uma das ridículas tentativas de Lisanna para conseguir junta-los. Ela sempre diz que quer um filho. Mas hoje Natsu resolveu sair de fininho. Foi direto pra casa de Gray.

– Eu te avisei! – exclamou ele. – Esse lance de casar é complicado. Mas, diz aí – ele jogou o controle do videogame no chão -, cadê a Lucy? Você sabe pra onde ela foi?

– Se eu soubesse, acha que eu estaria aqui?

– Você sabia que eu já fui caidinho pela Lucy?

– Hã?! Cara, que bom amigo! Você dava em cima da minha namorada!...

– Ops! – ele imitou um som que parecia um elefante engasgado. — Mesmo se ela estivesse aqui, Lucy não ficaria com você.

– Claro que sim! Ela gostava de mim quando crianças.

Gostava quando criança. Na época do colegial ela já não queria saber de você.

– Ela também nunca deu bola pra você. Nem quando erámos crianças!

– Certo! Hoje eu tô em outra. Acho que estou apaixonado...

– Ah, cale a boca! Quero ver você conseguir me ganhar no videogame!

Natsu passou a tarde ali, jogando videogame. E, foi realmente uma paz – paz no que se diz “paz sem Lisanna”. Mas a paz só durou durante a tarde. Quando chegou em casa Lisanna deu seu show.

– Natsu! Te procurei a tarde toda! – gritou ela. – Onde você se meteu?

– Estava com o Gray.

– Òtimo! Agora você deu pra me deixar sozinha pra curtir a tarde com o palhaço do Gray?

– Olha – disse, calmo -, se você quer alguém para arrastar pra onde você for, é melhor adotar um cachorro.

– Ah! – Lisanna pareceu sem fala. É certo que ela queria ir para casa de sua irmã, mas Natsu não é motorista. Pelo contrario, ele fica enjoado só de pensar em dirigir. – Que loucura! Você não gosta mais de mim, Natsu...? – Natsu foi até a cozinha e pegou um grande pedaço de carne. – Eu estou falando com você!

– Deixa de ser chata, Lis! – Respondeu de boca cheia. – È mais do que óbvio que eu nunca gostei de você!, não do jeito que você quer que eu goste.

– E-então por que se casou comigo?

– È a pergunta que venho fazendo desde então. Acho que passei muito tempo com a Cana por causa daquele velho maldito! Devo ter bebido litros com ela.

– Não, n-não... O Gray te deu drogas, Natsu?

– Que pensamento besta! – Natsu riu. – Tá mais fácil eu ter dado drogas ao Gray.

– Você só pode está brincando!

– Então, você sai ou é eu?

– Sair pra onde? – Perguntou Lisanna.

– Embora! Eu não irei continuar aqui com você.

– Não, não, não! Nós vamos ficar! Nós vamos ficar juntos, você só precisa de um tratamento!

– OK! – Disse pegando uma mochila e guardando as comidas dentro dela. – Eu saio!

– Não! Natsu, que isso! – disse, rouca. – Você me ama!

Natsu riu mais alto.

– Certo, Lis. É você quem precisa de um tratamento. Tchau.

Natsu saiu levando somente a comida. Claro, pra onde iria agora? Bem, isso não importa! Estava livre de Lisanna, e agora poderia morar até debaixo da ponte. Mas não iria precisar chegar a esse ponto. Silver autorizou ele morar em sua casa. A ideia aterrorizava Natsu. Morar com o Gray? Mas ele se conformou. È melhor do que morar com Lisanna.