Amor quase platônico
18 Meu Gray!
Notas iniciais
Juvia Locker
“Está livre hoje á tarde? Se estiver, vamos ir ao café book? Posso te mostrar a cidade.”
— Gray... – murmurou Juvia.
Assim que ela respondeu a mensagem, Gray visualizou rapidamente. “Certo. Vou te buscar ás duas horas!”.
Juvia já não estava mais na casa de Lucy; ela conseguiu uma casinha, no mesmo bairro. E, adorou aquele lugar.
.
.
Era quase duas horas da tarde quando começou á chover forte. Juvia ficou preocupada; Gray deveria está á caminho. Ela ficou ainda mais apreensiva quando batidas ecoaram na pequena casa; Juvia correu para abrir a porta e se depara com Gray todo molhado. Ele sorriu de orelha á orelha e disse:
— Acho que não vai dar para sairmos hoje – disse.
Juvia o puxou para dentro de sua casa afim de tira-lo da chuva.
— Juvia ama a chuva – disse ela pegando algumas toalhas. – Mas você pode pegar um resfriado.
—O frio não me incomoda. – Sibilou Gray enquanto Juvia secava seu cabelo.
— Quer tomar um banho quente? – perguntou ela. – Tenho algumas roupas que Jellal esqueceu comigo..
— O que quê Jellal estava fazendo aqui? – Exclamou Gray.
— Estávamos em um parque aquático com Levy e Lucy, ele é só amigo de Juvia.
— Entendi. Bem, onde fica o banheiro?
Juvia apontou para uma porta á direita. Gray entrou e depois de alguns minutos, saiu com uma toalha cobrindo somente a parte de baixo. Juvia tampou os olhos com as mãos assim que o viu.
— Cadê as roupas?
— J-Juvia vou pegar.
Juvia adentrou seu quarto e pegou uma bolça azul que estava jogada em cima de sua cama. Voltou para sala ainda com os olhos fechados, e entregou a bolça á Gray.
.
.
—Gray, você não sabe fritar um ovo? – Juvia riu baixinho com o fracasso culinário de Gray.
— È claro que eu sei! – murmurou ele. – Só acho que é melhor você fazer.
— Certo. Juvia também acha melhor. Você pode se queimar.
Gray fez careta e esperou os ovos e as toradas ficarem prontas, observando a chuva que ainda caía forte. Estou apaixonado feito mariquinha.
Juvia arrumou os pratos na mesa, com cuidado.
— Pronto. Você sabe comer não é, meu Gray? Juvia não vai precisar te dar na boca!
Meu Gray.
Ele sentiu o rosto arder com o apelido possessivo; Juvia se sentou defronte á ele na mesa e se serviu um copo de leite. Por um minuto, mergulharam e um silêncio constrangedor.
— Ahh. Sei, é claro! – Exclamou Gray. – Seu Gray adorou o apelido.
Juvia sorriu, com o rosto ruborizado pegando uma torrada. Sem dúvida, ele é diferente.
(...)
Fale com o autor