Amor por acaso

29 Capítulo 29


Notas iniciais
Gente lindaaaa. Perdoem minha demora e não desistam de mim, por favor. Desculpem eu tive um bloqueio horrível e ando muito corrida por causa da escola e blá blá blá. Bom, a boa notícia é que eu já comecei a escrever uma fic nova, só que ela vai ter capítulos mais curtos para que eu não demore tanto a postar. Enfim, vou começar a posta-la quando terminar esta e espero que gostem desse capítulo.

— Você não cansa, não? — Pergunto preguiçosamente, sonolenta, deitada de bruços e ainda de olhos fechados ao sentir os lábios de Regina distribuindo beijos lentos em minhas costas nuas.

— Então quer dizer que cansei? — Ela retruca, de forma maliciosa me fazendo abrir os olhos, vê-la deitado de lado na minha frente e me fitando.

— Talvez um pouquinho. – Respondo, levantando o braço e gesticulando com a mão a medida da qual falava.

Ela sorri de forma carinhosa e eu levo minha mão para os seus cabelos acariciando.

— Eu te amo. — Ela sussurra e se inclina para perto selando nossos lábios.

A noite passada havia sido prazerosa, harmoniosa e diferente de tudo que já vivi em qualquer relacionamento. Fez-me sentir que nosso relacionamento evoluiu de uma forma diferente. Eu nunca me entreguei dessa forma em uma relação, mas com Regina eu não importo de amar lá de um jeito que me deixe vulnerável.

— Eu também te amo tanto. — Falo levando minha mão pra sua cintura.

Conversamos, nos beijamos e nos mimamos, um tempo na cama, envolvidas pelo ar de paz calma e tranquilidade que nos rodeava desde a última noite.

Notei que seu celular não havia despertado então achei que estivesse muito cedo e acabei levando susto ao pegar o celular e ver que já eram quase duas da tarde.

— Não sei se você viu, mas fomos dormir quase seis da manhã e eu desliguei o despertador porque como você me ajudou ontem não preciso resolver nada urgente. — Regina fala, ao notar minha surpresa — Além do mais, meu principezinho volta hoje e quero saber de tudo que aconteceu. — Ela acrescenta, se levantando e colocando roupão.

— Será que ele beijou alguma menina? — Pergunto para implicar a morena que no mesmo instante faz uma cara de ciúmes e mostra língua pois sabia que era para provocá-la o que me faz rir.

Vestimo-nos e arrumamos o quarto, que estava meio revirado com lençóis, cobertores, travesseiros e peças de roupas espalhados por lá.

Regina inventou de fazer a torta de maçã Henry tanto gosta e ficou pronta a tempo de irmos busca-lo, lá pelas quatro da tarde. Ficamos uma meia hora na entrada do colégio junto de uma meia dúzia de pais pois o ônibus se atrasou.

Quando chegaram a morena faltou dar pulinhos de alegria enquanto tentava avistar o filho no meio das crianças que saíram gritando, rindo e pulando de dentro do ônibus. Porém, diferente dos outros, Henry desceu calado, mas com os olhinhos curiosos na multidão até que nos achou e correu em nossa direção antes mesmo de pegar a mala. Quase derrubou Regina ao abraçá-la no quadril e logo em seguida se soltou e agarrou o meu.

— E aí, como foi? — Regina pergunta quando ele já esta na frente de nós duas e ao 1ue parecia ela estava mais animada do que ele.

— Foi legal... Esperem um pouquinho, vou buscar minha mala. — Ele fala indo correndo até a lateral do veículo onde estavam as outras crianças e pais pegando as malas.

Depois de dois minutos ele estava de volta e fomos para o carro. Durante o caminho nós duas não parávamos de fazer perguntas e ele sempre dizia que havia sido legal ou respondia com algum sinônimo, não dava detalhes e também não estava empolgado como tínhamos previsto. Não sei se Regina estavam tão feliz pela volta do pequeno que não notou que ele estava diferente ou se ela preferiu ignorar.

Chegamos e ele subiu direto para o banheiro dizendo que precisava de um banho.

— Amor, você não acha que o Henry está estranho, não? — Pergunto fazendo ela virar a cabeça em meu colo e me olhar.

Estávamos as duas na sala, a morena deitada no sofá com a cabeça em minhas pernas esperando Henry para comermos a torta, e o jeito do pequeno agir ainda me incomodava.

— Como assim? — Ela pergunta juntando as sobrancelhas.

— Não sei, porque eu esperava que ele fosse chegar como os outros meninos e não parar de falar um segundo sequer do que fez lá, mas mal respondeu nossas perguntas.

— Ele só deve estar cansado, você sabe como ele fica mole e com preguiça quando brinca muito.

Dei de ombros e concordei, ela tinha certa razão. Voltei a fazer cafune em sua cabeça até que meu celular tocou, era Mulan, primeiro, dizendo que estava com saudades e que o livro a estava tomando muito tempo, depois que a Ruby tinha conversado com ela porém não poderia ir na cachoeira porque ela viajaria no sábado para uma reunião com a gráfica e a editora para os últimos detalhes antes do lançamento. Ela pediu desculpas e ficamos de marcar outro dia. Eu particularmente fico muito feliz pela Mulan, sei o quanto significa para ela estar publicando mais um livro, ainda mais agora que é em uma editora muito conhecida. Regina não ficou chateada de não irmos na cachoeira e adorou saber que Mulan estava progredindo em sua carreira.

Henry desceu, comeu uns dois pedaços da torta e depois ficou deitado no colo de nós duas enquanto assistíamos Tv. Ele não conversou muito e até aceitei o Regina havia dito porque ele dormiu rapidamente em nosso colo.

Quando ficou mais tarde peguei ele no colo e o levei para cama. Aproveitei comecei a desfazer a mala que o preguiçoso só havia colocado na cadeira da escrivaninha. Separei as roupas que colocaria para lavar quando fui para olhar o compartimento de fora achei um papel, pensei que não era nada até ler e naquele momento entendi porque o pequeno estava tão calado.

O papel era um bilhete solicitando o comparecimento dos responsáveis na escola na manhã de segunda-feira. Não havia mais nenhuma informação, nada que me disse se o que Henry havia aprontado para aquilo e deveria ser algo muito serio pois a escola não é muito rigorosa.

Não sabia ao certo se esperava Henry nos contar ou mostrava o bilhete para Regina, decidi levar até ela e conversaria para que não surtasse antes que ele nos explicasse. Então levei suas roupas para a lavanderia e depois subi e encontrei a morena, em seu ritual de toda noite, sentada na cama lendo um livro.

Quando me viu e sorriu de leve e logo voltou a atenção para a história. Me sentei na beirada da cama ao seu lado e ela voltou a me olhar.

— Precisamos conversar.

— Aconteceu alguma coisa? – Ela pergunta fechando o livro.

— Aconteceu, mas ainda não sei o que é.

— Como assim? – Ela junta as sobrancelhas endireitando os óculos de leitura e lhe entrego o papel.

Sua expressão vai de confusa para irritada em segundos e ela diz : — O que ele aprontou?

— Eu ainda não sei, encontrei o bilhete enquanto desfazia a mala.

Eu não estava brava como ela, estava preocupada porque ainda era nova nessa coisa de ser mãe.

— Eu vou ter uma conversa muito séria com ele amanhã. – Ela braveja colocando o bilhete e o livro no criado-mudo.

— Meu bem, eu sei como você é. Então quero que me prometa que vai ouvi-lo antes de começar a brigar com ele.

— Mas Emma, Henry está nos escondendo algo que até a direção quer discutir conosco. Ele vai me ouvir sim.

— Regina... – Tento contra argumentar, mas sei que será em vão. Então apenas me levanto e vou tomar uma ducha rápida antes de me deitar de costas para a morena

— Sei que você se preocupa com ele, mas Henry precisa aprender a ter limites. – Regina sussurra ao me abraçar pela cintura e dar um beijo em minhas costas.

No outro dia eu estava na cozinha colocando café na caneca de Regina, que estava me observando sentada no balcão, quando o pequeno entrou sem falar nada indo direto a geladeira pegar o leite.

— Bom dia para você também. – Falo para ele, ao entregar a caneca para a morena e sentar me do seu lado.

— Bom dia. – Ele fala baixo e de costas para mim enquanto coloca leite em um copo que estava na pia.

Ele não abriu mais a boca, só guardou o leite, pegou o copo e ia saindo da cozinha quando Regina, que estava em silêncio até aquela hora, disse: — Henry, espera, quero conversar com você.

O que me surpreendeu foi que sua voz não saiu zangada, mas quando o garoto se virou para vir sentar do outro lado do balcão vi um lampejo da apreensão dele.

— Sobre o que quer conversar? – Ele pergunta normalmente, mas dava para ver que estava tenso.

— Quero saber o que você fez na viajem, quase não me contou nada ontem. — Ela estava calma como se desse a ela a chance de se defender.

— Nada demais, foi o que te falei nós brincamos e foi legal. – Ele diz bebendo um gole do leite logo em seguida.

Eu tinha um certo medo do que aconteceria então só observava quieta.

— Só isso? Mais nada que queira me contar? – Ela insistiu, e eu conseguia ver que estava se esforçando para ser paciente porque eu pedi.

— Aham... – Ele respondeu desviando o olhar, ele sabia que ela suspeitava e estava com medo.

— Sabe o que me deixa mais desapontada com você? – Ela fala fazendo ele olhá-la no mesmo instante – Não é você me esconder algo, é eu te dar a chance de me contar e você mentir. – sua voz era firme agora e se já doía em mim ouvir aquilo, o que dirá em Henry que já olhava com uma expressão tão triste que me dava vontade de abraçá-lo – Você acha isso bonito, mentir para sua mãe? Pensei que podia confiar em você, mas pelo jeito não posso mais ter a confiança que tinha no meu filho. – Ela terminou e os olhos dele estavam cheios de água a fitando.

— Mãe... – Ele fala com a voz arrastada por conta do choro preso em sua garganta.

Eu não suportava assistir aquilo, mas Regina estava certa. Ela pareceu perceber minha enquietação e segurou minha mão, ela também não estava gostando de fazer aquilo.

— Quero que vá para o seu quarto e só saia quando estiver disposto a me contar o que aconteceu e nada de mexer no computador.

Ele abaixou o olhar e desceu do banquinho, chorando e indo para o quarto. Seria mentira se eu dissesse que não me segurei com todas as forças para não ir atrás dele, mas Regina também não deixaria.

Não vi mais ele até a hora do almoço em que levei um prato para ele. Quando abri a porta do quarto me deparei com ele encolhido no meio da cama abraçado a um travesseiro. Ele se sentou e lhe entreguei o prato, seu rosto ainda estava inchado e vermelho o que fazia meu coração se apertar.

— Emma... – Ele me chamou baixinho quando já estava saindo – A mamãe está muito triste comigo? – Ele pergunta e vou até a cama me sentando de frente a ele.

— Não posso dizer isso por ela. Porque você não conta o que aconteceu e acaba com isso? Porque de qualquer forma vão dizer quando formos na escola segunda.

— Eu fiquei com medo de ela ficar brava comigo se soubesse o que eu fiz.

— Mas ela vai saber uma hora ou outra, não é melhor ela saber por você do que deixa-la chateada? – Ele ouviu e ficou olhando para comida um tempo – Porque não me diz o que houve e eu converso com ela?

Ele hesitou um pouco e falou olhando para as mãos: — Eu bati em um garoto.

— Henry! – Exclamei meio surpresa e com um tom de repreensão.

— Mas eu não tive culpa. Ele ficou me enchendo e tirando sarro de mim desde que entrei no ônibus.

— E por que não falou com os supervisores?

— Eu falei e ela tinha parado, mas ai ele falou que sou um estranho e que a mãe dele disse que tem pena de mim por ter que conviver com duas sapatonas. – Arregalei os olhos horrorizada com aquilo. Como alguém poderia falar aquilo para uma criança?

— Ai ele disse que eu bati nele por nenhum motivo e eles não quiseram me ouvir. – Ele continuou e o puxei para meu colo o abraçando como se pudesse fazer com que ele não tivesse ouvido aquilo.

Foi ali que entendi o medo de Regina de ter o filho passando pelo que ela passou e aquilo era tudo culpa minha por fazê-la mudar de ideia.

— Olha, eu vou conversar com a sua mãe e tenho certeza que ela vai te perdoar, tudo bem? Mas você tem que prometer que não vai esconder nada de nós duas. – Ele confirmou com a cabeça e me abraçou apertado fazendo o nó em minha garganta aumentar junto da vontade de chorar.

Sai de lá e fui conversar com Regina e me segurei o máximo que pude para não chorar. Ela ficou um pouco mal por ter sido tão dura com o filho e foi conversar com ele.

Fiquei sozinha e a única coisa que pude fazer foi me culpar. Em minutos as lágrimas caiam por meu rosto e Regina entrou pela porta me flagrando sentada na cama e chorando. A vi ficar preocupada com aquilo e me perguntou o porquê daquilo vindo até mim, lhe expliquei que aquilo era por minha responsabilidade e ela começou a negar, mas ela não me entenderia então disse que precisava de um tempo e sai dali indo para o meu antigo quarto e fechando a porta. Encostei as costas na porta e deslizei até ficar sentada.

Regina havia me contado tudo o que passou, mas eu tinha de insistir.

— Meu amor, por favor, abre a porta. – Regina suplicou pela terceira vez

— Regina, você não entende? É tudo culpa minha. – Falei entre os soluços que vinham em meio as lagrimas que não paravam de cair e molhavam meu joelho onde estava apoiada como queixo e apoiada com as costas na porta.

— Eu já falei que não. Por favor abre a porta para que possamos conversar direito.

Levantei-me, tentando limpar as lágrimas o máximo possível e enxugando na calça, sabia que ela não iria embora enquanto não conversássemos, mas conversar o que? Aquela situação era minha culpa.

— Regina, me deixa sozinha por um tempo. – Falei abrindo a porta com a esperança de que ela fosse embora.

Assim que ela me viu, avançou e me abraçou e eu, como sou absurdamente apaixonada por essa mulher, me deixei levar por aquele abraço e mesmo que eu tenha dito a poucos segundos que queria ficar sozinha eu não tinha noção do quanto estava errada, eu não tinha noção do quanto me doeria mais não estar com ela ali me abraçando apertado com o rosto enterrado em meu pescoço, sem aquele perfume que só ela tinha e que me fazia sentir bem porque ao senti-lo eu sabia que ela estava ali comigo e isso me fazia sentir tão radiante, mesmo que aquele não fosse o momento para sentir me assim.

— Amor, você tem que entender que nós estamos nisso juntas. – Ela fala afastando para olhar em meus olhos com carinho, mas continuamos abraçadas.

— Eu sei, mas se não fosse por minha insistência nada disso teria acontecido. – Eu a olho triste e me solto indo me sentar na cama.

— Você acha mesmo que foi só porque você ficou insistindo que nós estamos juntas? – Ela disse se sentando ao meu lado e acariciando minhas costas enquanto eu olhava para o chão.

— Eu sei que não é só por isso, mas...

— Olha Emma. – ela pôs a mão em minha bochecha me fazendo olha-la – Eu estou nessa junto com você porque eu quis, porque eu te amo. Talvez desde que te vi no escritório para sua entrevista, talvez desde que te vi chegando na cidade e tive a certeza que você seria um problema para o meu coração, — ela esboçou um sorriso e me surpreendeu, pois não sabia que me conhecia antes da entrevista — não importa quando e nem o que as pessoas achem, eu te amo. Eu nunca te disse, mas quando você me beijou quando veio morar aqui eu mesma não te beijei antes por falta de coragem porque eu não tinha evoluído como evolui com você e me preocupava com o que as pessoas poderiam pensar, mas hoje eu vejo que foi besteira minha porque aprendi com você e com esse amor imenso que nutro por você que podemos vencer tudo o que vier juntas que o que vale é o quanto me sinto feliz e sortuda por ter você e Henry na vida. – eu estava a ponto de beija-la, mas não queria que ela parasse de falar -Que mesmo que as pessoas venham a falar ou a fazer algo, como agora, nós vamos superar. Juntas. Pois Emma, você é a minha força, o seu sorriso é o que me deixa mais feliz a cada dia ao acordar e vê-lo, as suas teimosias deixam minha vida cada vez mais bonita e eu não sei como, mas a cada dia você me mostra uma Emma que eu não conhecia, uma Emma frágil, divertida, amorosa, criança, birrenta e outras mil Emmas que me fazem amá-la ainda mais. – eu que cada vez chorava mais só a ouvia e ficava a cada segundo mais encantada com suas palavras e já podia ver lágrimas em seus olhos também – Então, meu amor, por favor não quero que ache que isso aconteceu por sua culpa, eu sabia o que nos esperava quando aceitei contar as pessoas sobre nós. O nosso amor é maior que tudo isso e se você ainda não achar que a amo o suficiente para passar por isso eu desenho que amo você, que eu quero você, que eu quero dividir minha única vida com você, que eu...

Não deixei que dissesse mais uma palavra, a puxei e lhe beije como nunca havia beijado ninguém antes, eu podia sentir como o nosso amor era forte. Eu não conseguia dizer a ela em palavras o meu sentimento assim como ela fez então continuei a beija-la, minhas mãos em seu rosto e as dela em minha nuca me puxando para mais perto como se nossas bocas fossem se fundir, com ternura e carinho como se um movimento mais brusco fosse danificar aquela minha boneca de porcelana.

Henry por incrível que pareça não parecia bravo ou triste pelo que o menino disse, pelo contrario, ele ficou bravo e bateu no garoto porque ele falou das mães dele e não porque estava ligando para o que ele disse.

Na segunda eu e Regina fomos na escola e a mãe e o pai do garoto também apareceram. Regina ficou muito indignada e nervosa quando ficou sabendo o motivo da briga e como previ ela descontou nos pais da outra criança.

Primeiro o diretor explicou o porquê de estarmos ali caso uma das partes não soubesse e depois falou que como eram bons alunos ele só pediria que conversássemos com nossos filhos pois a escola não permitia agressão seja ela física ou verbal. Até ai tudo bem, só que a mãe do garoto que apanhou resolveu fazer um discurso indignada porque o filho voltou com uma marca roxa para casa e foi ai que Regina não se aguentou e falou “ Você quer que eu dê boas maneiras ao meu filho, mas o seu também precisa. A diferença é que o seu não têm quem dê, já que ele reproduziu palavras que saíram da senhora e pelo que ele falou nem a senhora tem boas maneiras, como esperar que tenha capacidade para ensinar tal coisa a uma criança?”. A mulher ficou muito vermelha ao ouvir aquilo, mas não de raiva e sim de vergonha. Olhei para o diretor que tentava segurar o riso assim como eu, mas que acabou pedindo para evitarmos brigas desnecessárias e nos liberou.

Só sei que me senti orgulhosa de ouvir minha namorada dizendo aquilo e que não tiveram mais casos como aquele novamente

Notas finais
E então, o que acharam? Me digam suas dúvidas, o que gostaram ou não. Adoro todos os comentários de vocês. Beijos e até o próximo.