Amor por acaso

20 Capítulo 20


Notas iniciais
Heyyy. Gente, esse capítulo tem hot então vai ter (" ") no começo e no fim para quem não gosta, ok?! Boa leitura.

O filme continuava passando e Mulan também dormiu então desliguei a televisão e fui dormir pensando na mulher que povoaria meus sonhos não só naquela , mas em muitas outras noites.

Me levantei pelas 11h e as meninas já tinham acordado. Mulan estava com dor no pescoço por ter apagado na poltrona e brigou comigo por não tê-la acordado para que fosse para a cama, mas eu a conhecia se eu tivesse chamado ela brigaria comigo por tê-la acordado.

Então só me troquei, escovei os dentes e fui me despedir porque já não via a hora de ver minha morena.

– Você não vai mais desgrudar dessa prefeita, não é?

– Não pretendo. – Respondi, para a Mulan, rido e lhe dando um beijo no rosto, assim como em Ruby.

Quando cheguei a casa estava silenciosa, eles ainda estavam dormindo. Subi e arrumei a mochila que tinha levado para a casa da minha amiga, pondo as coisas no lugar e logo desci para preparar almoço para nós três.

Subi para chamar eles e fui primeiro ao quarto da Regina. Me perguntei se ela realmente estava com aquela lingerie ou só queria me provocar.

Abri a porta devagar e ela dormia enrolada nas cobertas. Sentei –me na cama e comecei a distribuir beijos leves em seu rosto. Ela acordou, sorrindo ao ver que era eu.

– Você já está aqui? – Ela fala com a voz rouca se sentando devagar, ainda sonolenta. Ponho a mão em sua perna e acaricio.

Ela estava com um pijama de frio normal então deduzi que o que disse ontem a noite foi só para me provocar.

– Já é quase meio dia dorminhoca. O que você e Henry ficaram fazendo ontem para acordarem tão tarde?

– Na verdade nada demais. Eu estava meio cansada mesmo, mas Henry deve ter ficado no computador até tarde.

– Então você troca de roupa e desce que eu vou chama-lo e já preparei o almoço.

– Mas para que essa pressa toda? Hoje é domingo.

– Você me propôs de ir à praça ontem e já se esqueceu? – Falo fingindo indignação fazendo ela sorrir.

– Eu achei que tinha passado para hoje só para me agradar e que ia acabar nem dando porque iria perder a noção do tempo com as suas amigas. – Ela, ao dizer isso, faz um biquinho sem perceber.

– Lógico que eu nunca faria isso. – Falei lhe dando um selinho e chegando perto da orelha dela para cochichar, sentindo aquele cheirinho doce dela. – Além do mais tenho que fazer Henry ficar cansado para não acordar a noite quando for descontar o que o você me provocou na noite passada. – Por fim mordisquei o lóbulo de sua orelha, apertando sua coxa que estava sob minha mão . O que a fez arrepiar toda e me fez sorri satisfeita.

Ela me olhou com um sorriso malicioso e mordeu o lábio. Decidi ir logo antes que começasse a beijar aquela boca e não a provocasse, fazendo com que esperasse, como queria.

– Agora acho melhor chamar Henry e descer antes que a comida esfrie.

Dou-lhe um beijo na bochecha e vou até o quarto de Henry. Custou a acordar, mas parou de fazer corpo mole quando disse que íamos sair.

Quando estávamos almoçando Regina chegou, para se juntar a nós, e pela primeira vez eu a via de calça jeans. Eu só tinha três palavras para aquela calça, colada que ela decidiu colocar, que parecia deixar a bunda dela, que já era grande, ainda maior e aquela blusa um pouco decotada: AI MEU DEUS.

Porque ela tinha que ter um corpo daqueles? Lembro-me que ela disse uma vez que queria ter um corpo como o meu, que é definido e um pouco musculoso, mas eu babava no corpo dela porque Regina não precisava ficar musculosa. Seu corpo possui curvas perfeitamente acentuadas. Regina só podia ser classificada em uma palavra: GOSTOSA. Deixaria muitas mulheres com raiva porque ela não fazia esforço algum para possuir tais curvas.

– Para onde nós vamos? – Henry perguntou, fazendo com que tirasse os olhos de sua mãe que desviava o olhar quando me pegava a olhando.

– Sabe aquele parquinho perto da floresta? – Henry abriu um sorrisão, balançando a cabeça concordando. – Você sabe jogar alguma coisa?

– Na verdade ele não é muito bom em esportes. – Regina responde ao ver o filho ficar meio apreensivo.

– Mas é porque eu não sei jogar mãe.

– E que tal aprender a jogar futebol? Modéstia a parte eu era a melhor do meu bairro quando tinha sua idade. – Fala passando a mão no cabelo, com cara de convencida, fazendo que me gabava e os dois começaram a rir.

– Swan, você é uma criança mesmo.

– Eu quero aprender. Tenho uma bola lá em cima, mas nunca usei.

Nós terminamos de comer e Henry sobe para pegar a bola enquanto arrumamos a cozinha.

Quando chegamos na praça Henry desce do carro com a bola debaixo de um braço, custando a caber por seu braço ser pequeno, e com a mão livre puxa a minha para que eu andasse mais depressa para a quadra. Estava pouco movimentado. Apenas umas dez crianças brincavam no parquinho e havia umas três mães sentadas, conversando e observando as crianças. Não me surpreendia de ter mais crianças do que adultos porque na floresta havia uma trilha onde caminhavam e acabavam deixando as crianças ali enquanto se exercitavam.

– Vai com calma garoto, ainda temos a tarde toda para brincarmos.

Estávamos atravessando a rua a e Regina veio logo atrás falando.

– Henry para de correr porque você ainda nem passou protetor no rosto e hoje vai fazer muito sol.

Fomos para uns banquinhos que estavam em baixo de uma árvore, mais afastada das pessoas ali, do lado da quadra e Henry pulava ansioso enquanto Regina lutava para passar protetor nele.

Regina estava sentada e quando terminou de passar protetor no filho e ele saiu correndo. Ele parecia uma criança hiperativa para que olhasse de fora, mas ele era um menino muito tranquilo. Eu sabia que aquela afobação toda era porque ele quase não saia de casa e, além do mais, ele era uma criança, tudo que ele queria era aproveitar como se tudo fosse acabar o mais rápido possível.

Quando fui me levantar para ir até ele Regina me deu um beijo no rosto. Abri um sorriso e olhei para ela que sorria.

– Faz um gol para mim.

Assenti e fui para quadra onde ele já gritava por mim. Ensinei ele algumas coisas básicas porque, por mais que ela fosse bom com as mãos no vídeo game, ele era péssimo com os pés na vida real. Com um bocado de paciência começamos a evoluir e, depois de uma meia hora, alguns dos meninos dali chegaram na quadra e pediram para jogar com nós dois. Henry ficou animado e ficamos um tempo jogando até que chegaram mais e achei melhor deixar só eles brincarem, já não tinha mais 8 anos.

– Você esta vermelhinha. – Regina fala assim que me sento ao seu lado. Pego a garrafinha e bebo um pouco d’água. Eu estava cansada, suada e morrendo de calor.

– Eu estou morrendo.

– Você não quer andar na floresta para se refrescar, não? – Ela fala rindo do meu drama.

– Claro.

Henry estava brincando então avisamos que íamos andar um pouco e ele mal deu atenção por estar focado no jogo.

Ao entrar pela trilha e andarmos um pouco ela pegou em uma de minhas mãos e entrelaçou nossos dedos. Andamos devagar, em um silêncio acolhedor e a brisa leve.

Eu ainda não tinha ido ali, era linda. Todas as arvores e flores me traziam uma paz imensa.

– Eu adorava vir aqui quando pequena. – Regina disse ne fazendo olha-la. – Eu chamava um monte de amigos meus e a gente brincava de pique esconde. Lembro que nunca me achavam porque eu subia nas árvores para me esconder. – Ela olhava para as árvores com um sorriso sereno no rosto.

Eu começo a rir e ela estreita os olhos.

– Por que está rindo?

– Fique imaginando você, que é cheia de frescuras, correndo na terra e subindo em árvores.

– Não sou fresca. – Sua voz era birrenta.

– É sim.

– Não sou, não. A minha diferença é que eu cresci e você continua uma criança. – Ela viu que não me agradou o que disse e completou. – Mas esse seu jeito moleca é um dos motivos de eu amar você. – Ela fala parando na minha frente e pondo a mão em meu queixo, unindo nossos lábios.

Andamos mais um pouco até que ouvi um riacho fora da trilha. Custei convencer Regina a entrar no meio das árvores, mas depois que chegamos lá ela adorou. Era lindo, a água era transparente e dava para ver os peixes no fundo, tinha uns 2 metros de profundidade e várias cascatas pequenas que vinham de um ponto no alto do rio que desaguava do alto de uma montanha. A margem era ampla dos dois lados.

Nos sentamos em um tronco caído e ficamos olhando a água descer.

– Você não vinha aqui quando criança?

– Meus amigos me chamavam, mas não sei nadar então sempre tive medo de vir.

– Um dia nós temos que vim só para eu te ensinar então. – Vejo ela esboçar um sorriso. Chego perto de seu ouvido sussurrando: — E claro que não posso perder a oportunidade de te ver de biquíni.

– Minha namorada não presta. – Ela fala rindo.

Eu quase engasguei, não sabia que estávamos namorando. Eu acreditei que estava no controle da situação e ela havia acabado de me desarmar.

– Namorada? – Perguntei incrédula.

– Sim ou te incomoda que nossa relação seja chamada assim? – Ela vira seu rosto para mim e posso ver um pouco de medo.

Ela olhava para minha expressão de “ Eu não acredito nisso” e creio que ela achou que eu realmente não queria porque suas sobrancelhas se juntaram a fazendo parecer apreensiva. Então em um segundo abri meu sorriso mais radiante e comecei a beija-la. Levantei com minha boca na dela, encostei suas costas em um árvore que estava ao nosso lado, e continuei a beija-la no mesmo ritmo, nem rápido, nem lento. Apenas nosso ritmo onde eu expressava minha ternura por ela.

– Eu sou namorada da mulher mais linda desse mundo. – Disse quebrando o beijo, fazendo Regina sorrir.

Ela encarou meus olhos por alguns segundos, me puxou pela nuca e me beijou mais uma vez, mas dessa vez ela aprofundou sua língua em minha boca. Minhas mãos desceram por suas costas em direção a sua bunda e a apertei a puxando mais para mim, ela fraquejou em minha boca e apertou suas unhas em minhas costas. Levei minha coxa para o meio de suas pernas e comecei a movimentar de encontro ao seu centro enquanto beijava seu pescoço. Ela suspirava baixinho, de olhos fechados, então parei e me afastei. Ela abriu os olhos e me olhou confusa.

– Isso é pelo que me fez ontem. – Ela abriu a boca incrédula.

– Você vai mesmo fazer isso comigo? – Sua voz saiu muito brava e me arrependi por ter a provocado.

– De qualquer forma esta escurecendo e hoje a noite a gente termina.

Fui lhe dar um selinho e ela virou o rosto. Desencostou da árvore e foi andando de volta para a trilha. Eu vinha fazendo anotações mentais do que nunca fazer para irritar a Regina e essa seria mais uma anotação: Nunca provoque Regina Mills se não for terminar o que começou.

Corri para alcança-la, ela andava rápido e seus passos eram duros. Eu realmente havia irritado ela.

Quando chegamos na praça ela mau havia olhado para mim e já estava ficando preocupada. Ela chamou Henry que mesmo parecendo acabado de tanto correr custou a querer ir embora.

No caminho fomos em silêncio. Olhei para Regina que dirigia, mas sua expressão não era de brava. Olhei para trás e descobri porque estava tão calado, Henry estava olhando para a estrada com os olhos pesados, quase dormindo.

– Dorme não, príncipe. Quando chegarmos você tem que comer alguma coisa e tomar um banho porque estou sentindo seu fedor daqui. – Tampo o nariz brincando e ele ri, mas posso ver que ainda está mole e sonolento.

Quando chegamos Regina sobe para dar banho nele, pois estava quase caindo em pé e eu vou para a cozinha. Preparo um sanduíche para ele e levo para o seu quarto, deixando na escrivaninha. Desço e preparo um para mim e para a Regina.

Ela chega com o prato do filho na mão e me vê comendo na bancada.

– Fiz um para você também. – Digo apontando para o balcão na minha frente.

– Obrigada. – Ela se senta ao meu lado. Não conseguia dizer o que ela estava sentindo, seu rosto não expressava nada. – Henry comeu e capotou.

– Regina... – Falei receosa depois de alguns minutos. – Você esta brava comigo?

Ela terminou de engolir o resto do sanduíche e falou:

– Não estou brava. – Ela se vira de lado no banco e põe a mão em minha coxa. – Eu estou frustrada. Eu não sei como você consegue se controlar depois que começa, mas eu não consigo. Ainda mais com seu toque. Você me deixou excitada e simplesmente parou. Essa já foi a segunda vez e isso não se faz Emma. – Seu tom de voz era manso e beirava ao manhoso.

– Eu posso dar um jeito nisso.

Avancei contra sua boca e ela apertou minha coxa.

– Agora não. Eu vou subir, tomar um banho e pegar uma coisa. Me espere no seu quarto. – Ela me dá um beijo rápido e sobe.

“ “

Eu subo e tomo banho também e vou para meu quarto espera-la. Estava sentada na cama, com uma calcinha e sutiã roxos que tem um pano que parece uma telinha preta, por cima do roxo, que fazia a composição do conjunto, esperando Regina. Até que ela entra, de roupão, dá um sorrisinho em me ver e se vira para trancar a porta.

– Ué? Você não disse que ia pegar uma coisa?

Ela não disse nada apenas ficou parada perto da porta e com uma mão puxou o laço do roupão devagar, e esse deslizou por seus braços, revelando seu corpo coberto apenas por um sutiã vermelho quase vinho que dava volume ao seus seios e uma calcinha do mesmo tom, pequena e de renda transparente.

– Que tal? – Ela perguntou com as mãos na cintura, arqueando uma sobrancelha e um sorriso malicioso nos lábios.

– Ai. Meu. Deus. – Falei tentando puxar ar pois meus pulmões parecia ter se esquecido de uma tarefa simples como a de respirar.

Dizer que meu queixo caiu e que eu estava babando ao ver aquela mulher – no mínimo magnifica – na minha frente seria um grande eufemismo. Eu não consigo falar nada é como se o desejo que aquela visão me trazia bloqueasse as funções do meu corpo, principalmente meu raciocínio.

– Fecha a boca, amor. Vai acabar babando. – Regina falou rindo da minha situação.

Repreendi-me, mentalmente, por estar parecendo um boba e me levantei com o objetivo de ir até ela.

– Não. – Ela disse erguendo a mão para que eu parasse. – Sentada.

Eu simplesmente obedeci, me sentando na beirada da cama. Como dizer não naquela situação?

Ela veio até mim se sentou em meu colo como da última vez na sala. Eu não sabia mais como conseguia me controlar com ela sentada no meu colo com aquela lingerie, que eu queria tirar com os dentes.

Eu pus minhas mãos em suas coxas e comecei a apertar, mas ela as tirou e ne fez coloca-las na cama. A única que coisa que se passava na minha cabeça era tirar aquela pouca roupa que a cobria e morder, beijar, arranhar seu corpo até faze-la delirar de prazer.

– Você não vai me tocar por enquanto. – murmuro no meu ouvido, deu um beijo leve em meu pescoço, fazendo minhas pernas ficarem mais bambas do que já estavam, e voltou a falar. – Você vai me pagar pelo que me fez na floresta.

– Regina eu... – Tentei falar já com dificuldade com suas mãos passeando pela minha barriga.

– Shhh. – Ela põe um dedo tampando minha boca. – Eu avisei para não fazer aquilo comigo.

Regina começou a se movimentar vagarosamente em meu colo, beijando, mordendo e chupando toda a extensão do meu pescoço. Eu gemia baixinho e me derretia com aquela sensação, mas toda vez que eu tentava urgentemente toca-la ela tirava minha mão.

Sua intimidade roçava molhada em minha barriga. Ela não tinha consciência do quando mexia comigo. Ela abriu meu sutiã e começou a massagear meus seios, abriu seu sutiã também e me deitou. Ela veio para cima e me encarou , beijando minha boca de forma lenta mesmo que eu quisesse que fosse mais rápido. Tentei por novamente minhas mãos em suas costas, mas ela entrelaçou minhas mãos nas dela e elevou para o alto de nossas cabeças.

– Para de me torturar Regina. – Minha respiração estava falha e eu já suava, minha voz saiu manhosa.

– Isso é para você pensar duas vezes antes de me fazer ficar excitada e sair andando como se nada tivesse acontecido.

Ela solta minhas mãos e vai descendo seus beijos até meus seios. Sua mão livre desce até minha intimidade e começa a massagear por cima da minha calcinha. Já não conseguia controlar meus gemidos doloridos por querer ela logo em mim, querer toca- lá e ela continuava com aquela agonia que de certa forma só aumentava minha vontade de tê-la.

– Regina... – Seu nome saiu em um gemido implorando, por dentro, para que parrasse de me deixar ansiosa e fosse direto ao ponto.

Ela atendeu meu pedido e pôs sua mão por dentro da minha calcinha e me penetrando com dois dedos, me fazendo gemer alto e fechar os olhos.

– Olha a altura. Henry pode acordar. – Ela fala sorrindo, voltando à altura do meu rosto, ofegante assim como eu.

Ela volta a me beijar e me penetra cada vez mais rápido. Minha mãos foram para suas costas a puxando para mim, arranhando de leve sua cintura e dessa vez ela não me impediu. Nossos corpos se movimentam em conjunto e meus gemidos só são abaixados por sua boca de encontro a minha, que só se soltavam por poucos momentos para recuperar o ar. Uma sensação crescente toma conta de mim, mais e mais. Não aguentei e gozei em seus dedos mordendo minha boca para conter um gemido mais intenso.

Regina permaneceu em cima de mim e retirou seus dedos os levando até sua boca. Ela se deita em meu pescoço e posso sentir seu coração tão acelerado quanto o meu.

Rolo ficando por cima e começo a fazer um trilha de beijos em seu seios, ela que ainda respirava da com dificuldade começou a suspirar. Me torturar daquela forma só me fez ficar mais sedenta por seu corpo.

Paro os beijos. Subo e olho em cada detalhe de seu rosto. Ela estava suando, vermelha e ofegante, mas ainda assim continuava linda. Ela me da um beijo rápido e logo voltei a beijar seu corpo. Me levantei para tirar minha calcinha e retirei a dela.

Levei minha mão a parte sensível dela e comecei a massagear fazendo-a gemer de acordo com a intensidade que mexia meus dedos, dando leves mordidas desde seu queixo até todo o seu tronco, me deliciando de cada parte daquela morena. Meus beijos desceram para as coxas e seus gemidos e suspiros aumentavam ao me aproximar do meu objetivo. Ela abriu suas pernas me dando passagem. Dei um beijo leve e ela gemeu em aprovação, comecei a lamber por toda extensão, dando atenção as áreas onde ela gemia mais alto. Até que a vi mordendo o lábio e fechando os olhos com força, logo após arqueando e gozando em minha boca.

Não satisfeita, antes que ela pudesse se recompor comecei a massageá-la novamente. Voltei para cima e a beijei ao penetra-la. Passei a cochichar em seu ouvido o quanto a amava e o quanto ela era linda enquanto a penetrava em um ritmo constante. Ela arfava, gemia, suspirava e acariciava minhas costas, beijando meu ombro.

“ “

De alguma forma eu sabia que aquilo não era só sexo, era físico e carnal sim, mas era mais do que isso. De alguma forma era como se todo nosso amor fosse abundante demais para ser expresso apenas em beijos e palavras. Aquela era a forma como podíamos expressa-lo, tão abertamente. De corpo e alma expostos para a outra. Nós dizíamos em silêncio o quanto significávamos para ambas.

Regina se entregou mais uma vez e eu a envolvi em meus braços, ainda por cima dela a abracei. Ela colocou seus braços em volta de mim também, dei um leve beijo em seu nariz e afundei meu rosto em seu pescoço.

Eu fiquei oscilando, em meio a pensamentos, entre a felicidade — que me deixava boba por pensar que meus sentimentos são correspondidos e que Regina é minha, aquele cheirinho doce é meu, aquela boca, que tinha o melhor gosto do mundo, é minha, aqueles olhos, escuros, intensos e profundos, são meus — e a tristeza — de saber que não poderia gritar para o mundo o quanto eu a amo, o quanto me faz feliz e o quanto sou sortuda por tê-la ao meu lado

Sai de cima dela apenas para nos deitarmos direito. Logo estávamos abraçadas, de frente para a outra, pernas entrelaçadas e eu fazendo cafuné em seu cabelo, ela lentamente subia e descia seus dedos em minhas costas.

Estiquei meu braço para atrás de mim para apagar o abajur.

– Eu te amo tanto, Emma, que as vezes acho que essa palavra não basta para dizer o que sinto. – Ela sussurra, com a voz calma de quem caía no sono.

– Não duvide que meu amor esteja no mesmo patamar. Se não estiver até mais além. – Falo também caindo no sono por estar exausta.

Notas finais
Aproveitem esses capítulos mais calmos porque estou pretendento por umas coisinhas para dar mais ação. Uma dessas coisas é Killian como alumas falarama, mas só a longo prazo. A outra coisa é surpresa kkkkkk. Me digam o que acharam, o que devo melhorar e blá, blá, blá kkkkk Beijos até o próximo.