Amor por acaso

27 Capítulo 27


Notas iniciais
AMOREEES DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA PELA DEMORA. Eu meio que fiz um hiatus kkkk. Eu estava com um bloquei terrível, mas saiu hsuaaua. Espero que gostem ♡♡

— Bom, foi só isso que pude ter certeza agora, a parte da cama você vai ter que me provar depois...

Quando subimos a porta do quarto do pequeno estava trancada e ele também se negou a abrir, essa situação me aborrece. Henry nunca ficou emburrado comigo como vem acontecendo e sempre conversou comigo sobre tudo, agora vive de cara fechada para mim, não me contou sobre a Alice e também não é mais carinhoso comigo como antigamente. Não quero dizer que ele tem de ficar grudado em mim vinte e quatro horas por dia, mas seu comportamento mudou em relação a mim e isso não é do feitio dele.

Fui tomar banho, depois ao meu quarto me trocar e quando entrei no quarto da Regina ela estava sentada na cama com os óculos de leitura, porém o livro estava no colo e ela sorria com alguma coisa no celular.

– Posso saber para o que a senhorita tanto sorri? – Pergunto levantando o cobertor e me sentando ao lado dela.

– É um e-mail de uma amiga minha que mora em Londres, ela está voltando para a cidade. -Ela responde bloqueando o celular e o colocando de lado.

– Você nunca me falou dela.

– Eu quase não falo com ela desde que eu tinha uns treze anos, o pai dela foi transferido para Londres e ela teve de se mudar. É bom que eu vá vê-la novamente. – Ela fala se virando para mim.

– Hm, mas ela era sua amiga ou sua “amiga”? – Pergunto sem conter um certo incomodo no tom de voz. Eu não sou uma pessoa muito ciumenta, mas não gosto de ver minha namorada sorrindo para o e-mail de uma mulher que eu nem conheço.

– Pois é... – Ela desvia o olhar por um instante e volta a me olhar — Porque você não tomou banho comigo hoje? Senti falta de você. – Ela fala vindo em minha direção, mas recuei.

– Não muda de assunto.

– É brincadeira, boba. Ela é só minha amiga e mais nada. – Ela fala com um sorrisinho e me dá um beijo no rosto – É fofo te ver com ciúmes, normalmente parece que não liga. – Ela coloca o livro no criado-mudo.

– Não estou com ciúmes. – Falo olhando para minhas mãos, mas não convenço nem a mim mesma. Sabia que deveria estar com um bico enorme.

– Então.... Para te falar a verdade, eu já tive uma quedinha por ela....

– Sério? – A olho rapidamente e ela sorri balançando a cabeça em negação.

– A única pessoa por quem eu tenho uma queda enorme, parece não saber disso. – Ela diz pondo o indicador no meu queixo e me dando um beijo leve – Eu te amo mais do que se é possível amar alguém. – Ela fala baixinho e volta a me beijar quando abro um sorrisinho.

Nos deitamos, mas ela continuou me beijando por um tempinho e ela sempre com a mão boba dela.

– Ah, você não me respondeu. – Ela fala ao separar nossas bocas – Por que você não tomou banho comigo hoje?

– Nada demais. É que minhas coisas estão no meu quarto e o outro banheiro fica mais perto.

– Esse é seu quarto agora, essa é sua cama – Ela fala apontando respectivamente aos lugares que citava – e essa é a sua namorada incrivelmente exausta.

Sorrio com a graça dela e concordo quando ela diz para eu levar minhas coisas para o quarto também.

No outro dia, logo cedo, fomos ao hospital buscar o pai dela. O Henry menor quase não falou nada e estava de cara fechada.

Quando chegamos em casa, o pai de da morena contou que Zelena apareceu no hospital, ela havia tido uma discussão breve com ele apesar de ter ido para ver se ele estava bem e disse que já ia voltar para casa porque não aguentava mais a cidade. Se bem que eu acho que a cidade não aguentava mais ela.

É um alivio, as coisas finalmente voltariam aos eixos, mas primeiro eu tinha que ter uma conversa com o pequeno que só conversava com o avô.

Regina insistiu que o pai ficasse pelo menos mais alguns dias, porém ele quase brigou com ela alegando que só estava estorvando a filha. Ela se deu por vencida e se despediu e indo trabalhar em seguida.

Henry e eu acabamos por levar seu avô até a rodoviária. Quando estávamos voltando para casa tentei puxar assunto com o garoto do meu lado que só olhava para a janela e acabava respondendo sem interesse algum.

– Henry qual é o problema? – Pergunto já sem paciência, estacionando carro no meio do caminho.

– Nenhum. – Ele responde finalmente me olhando.

Respiro fundo e balanço a cabeça, frustrada com aquilo.

– Você vai mesmo continuar com isso?

– Emma eu sei que vocês não querem que eu me magoe com a Alice, mas eu...

– Eu não me refiro somente a isso, Henry. – Falo interrompendo ele que me olha confuso – Eu me refiro ao jeito que você vem se comportando comigo desde que soube de mim e da sua mãe. Você fica emburrado comigo de cinco em cinco minutos, não me conta mais as coisas, não quer nem brincar mais comigo. Você não quer que eu fique com a sua mãe, é isso?

– Meu Deus, não. Não é isso. – Ele se apressa em dizer e abaixa a cabeça – É que... eu tenho medo.

– Medo, de que? – Ele finalmente parecia ser ele mesmo, parecia ter abaixado a guarda.

– Medo de que agora você ou a mamãe não queiram mais saber de mim. Eu vi o jeito que vocês parecem felizes juntas e tenho medo que não precisem mais de mim.

Um nó surgiu em minha garganta. Como ele podia pensar em uma coisa daquelas?

Tirei meu cinto de segurança e o destravei o dele também o puxando para o meu colo, sentando-o de lado.

– Você acha mesmo que não iriamos precisar de você? – Pergunto e ele assente de cabeça baixa – Meu amor, eu estou com sua mãe porque encontrei uma família ao lado dela, e essa família inclui você. – Levanto seu rosto com uma mão em cada lado e vejo algumas lágrimas descendo – Você é a nossa parte mais importante, nós não estaríamos juntas se não fosse por você em nossas vidas. – Falo secando as lágrimas com os polegares e olhando em seus olhos.

Dou-lhe um beijo na testa e ele abraça com força, escondendo seu rosto em meu pescoço. Ele ficou alguns minutos me abraçando e eu acariciava suas costas.

– E, além do mais, — volto a falar e ele levanta a cabeça para me olhar — como poderíamos ser uma família se não tivéssemos o homem da casa? – Ele abre um pequeno sorriso e me dá um beijo na bochecha.

– Eu te amo, mãe.

– Eu também te amo. — Sorrio e ele volta para o seu lugar.

Eu me surpreendo cada vez mais com ele. Posso não conhecer muitas crianças, porém duvido que exista alguma com sentimentos ternura e amor semelhantes aos de Henry. Eu consigo ver que isso vem da mãe dele, e acredito que é isso que me cativa e me faz ama-los tanto.

Quando Regina chegou para o almoço veio direto até a cozinha e me deu um beijo. Aproveitei que Henry estava no quarto dele e lhe contei o que tinha acontecido. Ela subiu e alguns minutos depois os dois estavam descendo a escada correndo e rindo.

– Não, mãe para. – Henry fala ofegante enquanto corre em minha direção e começo a rir vendo Regina vindo logo atrás descalça e sorrindo. Henry se agarra em mim.

– Só porque eu cansei. – Ela diz parando na nossa frente, colocando a mão na cintura e tentando recuperar o ar.

– O que foi que eu perdi? – Pergunto rindo de Regina que parecia acabada.

– A mamãe começou a me fazer cosquinha porque eu disse que se eu sou um príncipe, como ela me chama, eu quero uma princesa quando eu crescer. – Coloquei a mão na boca para segurar uma risada muito alta e olhei para Regina que apenas revirou os olhos.

De tarde ajudei o pequeno com as malas e ele ligou para o Arthur dizendo que não precisava busca-lo. Ele perecia a criança que eu conheci novamente, sem mais birras ou briguinhas e me ajudo a levar minhas coisas para o meu “novo quarto”.

No outro dia acordamos cedo para levar Henry até a escola.

– Tem certeza que pegou tudo? – Regina pergunta quando já estamos na frente de escola junto das outras crianças, pais e professores.

– Tenho mãe. – Henry responde cansado pois é a milésima vez que ela perguntava aquilo.

O motorista do ônibus avisou que já poderiam começar a entrar e Henry nos deu um beijo.

Regina se abaixou um pouco e falou segurando suas mãos: — Toma cuidado e se comporte. Qualquer coisa você pode pedir para me ligarem, ok?

– São só três dias, Regina.

– Fica quieta. – Ela fala olhando para mim e se vira para o filho novamente.

– Vai ficar tudo bem, mãe.

Ela finalmente se levanta e olha meio angustiada para o pequeno que foi correndo conversar com os amigos que entravam no ônibus.

– Falta muito para ele voltar. – Ela pergunta com os braços cruzados olhando para o veículo que já partia.

– Ele acabou de sair, calma. – Falo abraçando-a de lado pela sua cintura.

Depois de alguns instantes fomos para o carro e a levei para a prefeitura.

– Você bem que podia ficar de folga hoje. – Falo, pondo uma mão em sua perna, assim que paramos.

– Eu bem que queria passar o dia todo com você, mas hoje o conselho vai vir na prefeitura para contarmos o que arrecadamos no festival e, como já é primeiro de dezembro, vamos começar a planeja as coisas para o natal. – Ela diz colocando a mão sobre a minha – Só de pensar quantas horas vamos gastar já fico cansada. – Ela completa apoiando a cabeça no encosto do banco e suspirando.

– Se é assim, de noite posso fazer aquela massagem que você gosta. – Proponho olhando para ela umedecendo os lábios.

– Vou contar os minutos para isso. – Ela diz com um sorrisinho e se inclina para frente me dando um beijo lento e demorado. Depois recua, morde de leve a boca e respira fundo – Eu tenho que ir logo, caso contrário não saio desse carro.

Ela se despede e vou para casa.

Enquanto arrumo a casa recebo uma mensagem de Regina dizendo que não daria para ir para casa no almoço, então decido ir ao Granny’s. Fazia tempo que não conversava muito com as meninas e Mulan estava viajando.

Quando chego lá e até as mesas do lado de fora estavam cheias. Ruby estava entrando apressada com os pedidos.

Entro e um homem, que estava distraído conversando, tromba em mim. Ele me olha para se desculpar, mas para no meio da frase, me olha como se tivesse algo errado comigo e sai mais apressado puxando a mulher que estava com ele. Fiquei meio confusa, olhando para a porta que acabara de se fechar. Eu mal conheço ele e pelo que eu saiba não fiz nada de errado. Resolvi não me importar e fui em direção a um dos bancos altos em frente ao balcão que são um dos únicos lugares vazios.

– Emma, que saudades. Por que sumiu? Não gosta mais da comida da vovó? – Diz a senhora assim que me sento enquanto ela entrega um prato a pessoa sentada do meu lado.

— Claro que não é isso, Granny. Eu adoro sua comida, eu só ando sem tempo para vir aqui. – Respondo com um sorriso. Granny me adora porque, de acordo com ela, eu coloco um pouco de juízo na cabeça de sua neta.

Peço um hambúrguer, que Regina repudiaria e ainda brigaria comigo por comer “ hambúrgueres não trazem benefício algum a sua saúde e são bombas de sódio, gordura e carboidratos ” ela vive me lembrando a cada vez que digo que estou com vontade de comer.

Ruby me cumprimenta ao me ver, porém continua na correria. Continuo ali por um tempinho observando e de vez em quando pegava umas pessoas, que nunca vi, me olhando. Mais ou menos, uma hora depois o movimento finalmente abaixa e as poucas pessoas que sobraram já foram atendidas.

– Finalmente lembrou que existe gente fora daquela mansão. – Ruby diz se sentando no banco ao meu lado.

– Você fala como se não tivéssemos nos visto antes de ontem e você sabe que as coisas estavam complicadas semana passada.

Ela concorda e pergunta sobre o pai de Regina e lhe conto tudo o que aconteceu.

– Pelo menos aquela nojenta da irmã dela não deu mais nem um problema. – Suspiro aliviada por ela ter razão – Pois então, mudando de assunto. Eu sei que você não vai querer sair nos dias que o Henry estiver viajando porque vai querer passar o tempo com Regina, mas eu estava pensando em juntar eu, o August, você, a Regina, o Henry, a Mulan e a Aurora e irmos à algum lugar, no domingo. Que tal? – Ela pergunta com os inevitáveis olhos pidões.

– É uma boa ideia e acho que sei de um lugar. Sabe aquela área de caminhada na floresta? – Ela pensa um pouco e confirma – Então, lá perto tem uma espécie de riacho e faz tempo que quero ir lá.

Ela se animou com a ideia e ficou de ligar para Mulan e convidar, depois resolveríamos o que faltasse. Fiquei lá por mais um tempinho conversando com ela e voltei para casa.

Nunca vi uma tarde passar tão devagar quanto aquela. Tentei ler, entrar na internet, ver televisão e decidi fazer uma faxina geral na casa, mas quando terminei e olhei no relógio ainda eram quatro da tarde e faltavam duas horas para Regina chegar.

É tão estranha essa necessidade que sinto de ter Henry ou Regina por perto, parece que não encontro nada que me satisfaça se não os tenho ao meu lado. Quando me mudei não me importava de ficar o dia todo sozinha e sem fazer nada, mas agora é diferente. Uma tarde sem Henry correndo pela casa parece uma tarde sem graça, um almoço sem os dois não parece o mesmo. Porém o mais estranho é que não se passaram nem quarto meses e eles se tornaram uma parte essencial do meu dia-dia.

Decido subir e tomar um banho depois vou preparar o jantar antes de busca-la na prefeitura.

– Oi, tudo bem? – Pergunto assim que ela entra no carro.

– Só com um pouco de dor de cabeça, mas já tomei um comprimido e daqui a pouco passa. E você? – Ela responde meio cansada, prendendo o cinto depois de ter entrado e me dado um beijo no rosto.

Digo que sim e vamos para casa. Enquanto jantávamos lhe contei sobre domingo e ela gostou, revirou os olhos quando falei que almocei hambúrguer e me contou sobre seu dia e que a partir de amanhã tinha que terminar o resto da contabilidade que fazia sozinha.

Logo depois de comermos lavamos a louça e fomos para a sala. Eu estava sentada com as pernas no sofá e com Regina deitada de bruços no meio delas com a cabeça em minha barriga enquanto víamos televisão e eu mexia em seu cabelo.

– Sua cabeça melhorou? – Pergunto e ela levanta a cabeça apoiando o queixo em minha barriga.

– Melhorou muito. E sabe... acho que alguém me prometeu uma massagem hoje. – Ela fala, com um olhar pidão.

Falo que não me esqueci, e levanto, ela fica deitada na mesma posição e me sento em sua bunda com uma perna de cada lado de seu corpo. Ela ri por me sentar nela.

Massageio suas costas por alguns minutos e passo a puxar sua blusa de dento da saia e beijo suas costas enquanto subo a blusa. Quando sinto que sua respiração começa a ficar mais profunda o celular dela toca.

– Deixa tocar. Sussurro meio manhosa em seu ouvido e volto a beijar suas costas.

– Não dá. Pode ser importante. – Ela fala se movendo me fazendo levantar de cima dela.

Ela se levanta e puxa blusa para baixo enquanto pega o celular na mesa de centro e atende. Sento-me no sofá observando ela conversar.

– E você enviou para o e-mail da prefeitura? – Ela fala com uma mão na cintura. – Ok, eu vou checar. — Ela sobe para o quarto, e vou atrás.

Liga o notebook na escrivaninha e depois de alguns minutos responde: — Ótimo, chegou sim. Amanhã eu dou uma olhada e te passo o que precisa fazer, pode ser?

Ela logo se despede e pergunto quem era, ela diz que é a Abigail, a amiga que está vindo para cidade. Viu minha cara de quem não gostou e explicou que é o currículo dela porque ela quer um emprego e a morena avisou que estava precisando de uma assistente, já que estava a mais de um ano sem e as coisas ficaram ainda piores quando a secretária dela ficou grávida.

Regina se levanta da escarninha e fica de costas para mim enquanto desliga o computador, eu a olho tentando não me incomodar por Abigail ter me atrapalhado.

– Acho que você merece um agrado agora que tudo isso passou — a abracei por trás dando um beijo em seu pescoço — e por enfrentar seus fantasmas internos.

– Essa proposta me parece muito boa. — Ela se vira pondo as mãos em meus ombros e sorrindo.

Avancei contra sua boca e a beijei faminta enquanto a empurrava até a cama. Regina se desequilibrou ao chegar na cama e caiu, na mesma, me levando junto. Ela começou a rir por causa da queda e a fitei por um tempinho sorrindo com aquela risada, até que parou e ficou me olhando nos olhos com um sorriso sereno nos lábios.

– Adoro como seus olhinhos verdes brilham quando estamos a sós. — Ela põe as mãos em meu rosto e acaricia minhas bochechas.

Não sei como funciona essa coisa entre mim e ela. Ao mesmo tempo que estamos ardendo em desejo pela outra, nós simplesmente nos olhamos e sentimos aquele carinho em volta de nós duas, aquele sentimento mais doce e calmo.

Dei um beijo na ponta de seu nariz e desci com beijos lentos por sua boca, mandíbula, pescoço e clavícula.

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Minhas mãos passeavam de vagar pela sua cintura e as dela acariciavam meu cabelo. Ela respirava profundamente aproveitando cada sensação.

Comecei a abrir os botões de sua blusa e cada pedacinho de pele que era exposto logo era preenchido por beijos e mais beijos. Regina se ergueu um pouco para tirar a blusa e aproveitei para abrir o fecho de seu sutiã. Minhas mãos brincavam com seus seios enquanto beijava a parte de sua barriga que não estava coberta pela saia. Ao chegar no início da saia, que se encontrava um pouco acima do umbigo, coloquei minha língua quente em sua pele e a lambi até chegar no vão entre seus seios, já rijos em meus dedos.

A morena se contorcia e arqueou de leve as costas me dando mais acesso ao seu busto. Ela mantinha os olhos fechados, soltava o ar pela boca, suas mãos não pararam quietas e eu me deliciava ainda mais com aquela visão. Comecei a beijar e morder vagarosamente cada um de seus seios e levei minha mão até o zíper na lateral da saia e o abri.

Desci novamente minha boca junto com a saia e umedeci os lábios ao ficar de joelhos e a ver só de calcinha na minha frente. Coloquei-me de pé na frente da cama e puxei minha blusa enquanto ela me olhava, terminei de tirar minha roupa e voltei beijando desde seu calcanhar subindo devagar até chegar no meu objetivo.

Ela gemeu baixo quando a toquei por cima da calcinha e pude senti-la molhada. Deslizei sua calcinha para baixo, puxado pelas laterais e voltei a beijar a área interna de suas coxas próximas ao seu centro. Ela suspirava ansiosa até que passei minha língua sua intimidade e ela gemeu se contorcendo e abrindo mais as pernas.

Me concentrei naquela área e deslizei alguns dedos para dentro dela, minha mão livre subiu até seu seio. Ela, se contorcia e gemia gradativamente cada vez que eu aumentava meus movimentos, suas mãos passeavam pelo lençol, pelo seu corpo, pelo meu cabelo e por minha mão em seu seio.

Em minutos senti seu gosto em minha boca e ela se contrair em meus dedos. Logo subi beijando sua pele salgada até chegar em sua boca e me deitei ao seu lado enquanto sua respiração voltava ao normal.

– Agora é a minha vez. — Ela disse virando o rosto para mim com aquele sorriso diabólico dela — Quero você de quatro, Swan. — A voz dela era excitante.

Apenas a obedeci e ela logo estava atrás de mim beijando minhas coxas e indo em direção ao meu centro já pulsante. Logo senti ela me estimulando e aquela sensação gostosa foi crescendo tanto que em certo momento meu braços cederam e fiquei apoiada apenas pelas pernas bambas enquanto ela continuava, poucos minutos depois senti meu orgasmo e não pude conter um gemido alto em meio a minha respiração ofegante. Deixei que minhas pernas também cedessem me deitando, esgotada. Ela subiu beijando minhas costas, me deu um beijo na bochecha e se deitou ao meu lado.

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Notas finais
Perdoa minha demora e não desiste de mim *puppie's eyes*. Estão gostando? Bom, eu tenho duas notícias para vocês uma boa e uma ruim, me digam no comentários qual vocês querem saber primeiro e vou dar uma notícia nos próximos dois capítulos. Beijinhos e vou tentar não demorar.♡♡♡