Durante a conversa, ouviram sua mãe chamando — os. Correram até o quarto onde ela estava com a moça.

Weisslogia: Fiz alguns curativos, agora é esperar. Aparentemente, ela não tem nada de grave. Se por um acaso ela piorar, nos a levaremos a um hospital, já que este só na cidade grande.

Era tarde, seu Skiadrum avisara que iria dormir, já que pela manhã teria de acordar cedo para trabalhar. Ele trabalha na cidade grande, tem um comércio onde vende os produtos agrícolas produzidos nas suas terras. Antes desse empreendimento, seu Skiadrum viajava muito, trabalhando aqui e ali. Fazendo estradas, na construção civil, mas, poupou dinheiro para investir em terras e depois no comércio. Hoje, possui uma situação financeira estável.

Do período que seu pai viajava, Sting guardava as lembranças da dificuldade que passou ao lado da sua mãe e irmãos. Sua irmã ainda não era nascida. Sting sempre se lembra das histórias que seu pai conta, de como era difícil sua jornada de trabalho. Hoje motivo de risos e lições.

As primeiras dificuldades enfrentadas por seu Skiadrum quando saiu mundo afora para trabalhar foi com certeza a saudade que sentia da sua família. Só podia visitar sua família uma vez no mês, era um período difícil para todos. Sting se lembra de quando ficava na frente da sua casa esperando o carro que traria seu pai. Quando este aparecia, a felicidade tomava conta do ambiente, pelo menos por esse dia. Essa vida corrida se deu até Sting completar sete anos, Rogue tinha quatro anos e Yukino encontrava — se com poucos dias de vida.

Todos foram dormir, menos o angustiado Sting, que passou a noite em claro olhando a jovem misteriosa. Ficou ali, parado, encantado com sua beleza. Observando cada detalhe, guardando — os na memória, prestando atenção em cada curva do seu corpo, nos seios fartos, na pele branca e macia, ficou completamente encantado com tamanha beleza da loira adormecida na sua frente. " É uma jovem muito bonita, a mulher mais linda que eu já vi ". — Pensava Sting. Colocou a mão de leve sobre o rosto da jovem e acaricio devagar o rosto da loira, sem conseguir tirar os olhos do rosto sereno da moça. Ele murmurou baixinho:

Sting: Como será o seu nome? E a cor dos seus olhos? Será que a sua voz é bela que nem a sua aparência?

A noite estava no seu fim. Os pássaros cantando anunciavam o início do dia. Sting acabou dormindo numa cadeira, sem imaginar o que aconteceria. Seu Skiadrum se levantou, começava a cuidar dos detalhes preparando — se para sair. Não notou seu filho dormindo na cadeira.

Dona Weisslogia que também despertara foi cuidar nos afazeres da casa, entrou no quarto para ver a jovem. Ela parecia estar melhor, e logo depois notou seu filho dormindo na cadeira:

Weisslogia: Sting! Sting!

Ele despertou muito cansado, com olhos pesados de sono:

Weisslogia: Va dormir um pouco mais. Descanse no seu quarto, você está de férias mesmo...

Mais tarde, todos estavam sentados à mesa da cozinha tomando café.

Enquanto falavam sobre o acontecimento, a jovem acordava desorientada, sem saber onde estava ou o que havia acontecido. A pancada em sua cabeça foi forte, sua memória não estava muito boa, cada vez que tentava lembrar — se do que ocorreu, sua cabeça doía. Lembrava — se do seu nome, sabia que sofrera um acidente, mas apareciam muitos vultos sobre seu passado que ela não conseguia organizar. A última coisa que lembrou, foi de estar caindo debaixo de muita chuva e ver uma pessoa correndo em sua direção, parecia estar a sua espera.

Com muitas dores em seu corpo, levantou e se dirigiu a porta do quarto, escutando as vozes na cozinha, caminha em sua direção. Seu Skiadruma vê toma aquele susto e avisa a todos.

Skiadrum: Olhem a jovem acordou!

Rápidamente Rogue corre na direção do quarto de Sting, passa pela jovem com tanta pressa que só deu para dizer um * Oi * e um * Bom Dia *. A jovem não imaginava o motivo de tanta pressa, continuo a andar na direção da cozinha.

Dona Weisslogia, com seu grande carisma, quando a avistou foi logo chamando:

Weisslogia: Venha, minha filha, venha tomar café, você deve estar cansada. Diga — me, como se sente? E como se chama?

A jovem sentiu uma sensação gostosa de acolhimento, foi se aproximando da mesa e respondeu:

Lucy: Estou me sentindo bem! Com algumas dores pelo corpo e na cabeça e me chamo Lucy.

Então se sentou a mesa para tomar café com a família de Sting, esperando saber como chegou ali. Enquanto a jovem conversava na mesa do café, Rogue se encontrava no quarto chamando o seu irmão.

Rogue: Sting, acorda! A moça esta bem! Você precisa ver seus lindos olhos e admirar seu belo corpo.

Coitado de Rogue, tentava de todas as formas acordar o seu irmão, mas o sono de Sting era grande. Depois de tentar varias vezes, ele resolve voltar a mesa. Chegando lá, depara — se com um clima alegre. A jovem havia se enturmado com seus pais e irmã.

A moça segue em direção a Rogue e agradece:

Lucy: Obrigado por ter me ajudado...

Ele meio sem jeito responde:

Rogue: Não fiz nada, quem te... — Nesse instante ela o interrompe:

Lucy: Eu ja sei de tudo. Seu pais me contaram toda a história. Eu sei que foi seu irmão quem me salvou no momento em que cai do avião, mas te agradeço por ter me ajudado também.

Rogue: Você não se lembra moça do que aconteceu?

Lucy: Não lembro muito bem, minha memória está voltando aos poucos. Ah! Meu Deus, que falta de educação a minha, acabei me apresentando pros seus pais e sua irmã, mas não me apresentei pra você — Lucy estende as mãos pro garoto a sua frente — Me chamo Lucy — Lucy da um belo sorriso ao sentir as maos macias de Rogue.

Rogue: Prazer em te conhecer Lucy, eu me chamo Rogue — Rogue fica meio sem jeito ao responder a bela jovem a sua frente, fica incrivelmente sem jeito ao tocar a mão da senhorita. " Como ela tem uma mão tão bela e suave " cora um pouco com o seu próprio pensamento e em seguida solta a mão da moça, pra poder se afastar um pouco dos seus pensamentos resolve trocar de assunto — Então Lucy, do que você se lembra?

Lucy: Do acidente? Lembro — me pouco, quase nada.

Senhor Skiadrum interrompe o diálogo.

Skiadrum: Rogue cadê o seu irmão?

Rogue: Ah, pai! Não consegui acordá — lo, ele deve estar muito cansado. — Disse ele em tom desanimador.

Weisslogia: Deixe — o dormir. Se não me engano, seu irmão ficou até tarde preocupado com Lucy.

A jovem olhando para os pais de Sting faz um pedido:

Lucy: Posso vê — lo? Não o acordarei, prometo, eu o deixarei descansar, mais tarde posso conhecê — lo.

Dona Weisslogia tomou a iniciativa:

Weisslogia: Claro, minha filha, claro que sim. Entendo que esteja curiosa. Vamos, Rogue sente para tomar o seu café, deixe que sua irmã leve a Lucy ao quarto de Sting.

Yukino, ouvindo o pedido de sua mãe, chamou a moça acidentada para visitar o quarto de seu irmão e assim conhecer o jovem que a salvou.

Yukino: Lucy, este é o quarto de meu irmão, entre e por favor não olhe a bagunça, esses dois não tem jeito, jogam tudo por ai!

Yukino e Lucy soltam uma pequena risada, logo depois Lucy entra no quarto do seu " Heroi ", sem se preocupar com a bagunça, e Yukino volta para sala.

Sting nem imaginava o que aconteceria, a moça salva por ele estava ali, de pé em sua frente vigiando seu sono e observando todos os detalhes do seu corpo.

A sensação para Lucy foi estranha, não entendia o porquê de ficar inquieta diante do loiro que a salvou, deu — lhe um beijo na testa e aproximou sua boca na orelha do jovem e murmurou:

Lucy: Sting! Sting! Não o conheço, mas agradeço ao destino por ter te colocado no meu caminho e ter salvado a minha vida. Obrigada!

O cheiro de menta que vinha de Sting, invade as narinas de Lucy, que acaba se perdendo no rosto sonolento do jovem a sua frente, aquele cheiro incrível que vinha dele embriagava Lucy de um jeito incrível, a jovem sem saber o porque daquilo, se retira o mais rápido possível do quarto do loiro e resolve voltar à cozinha, onde encontraria dona Weisslogia, pessoa com quem havia feito uma pequena amizade. No percurso, a moça se depara com seu Skiadrum. Este avisa a moça:

Skiadrum: Estou indo a cidade grande para trabalhar, irei buscar informações sobre seu acidente e comunicar às autoridades sobre o ocorrido. Creio que em pouco tempo seus amigos e parentes virão a seu encontro.

Lucy: Obrigado, nem sei como agradecer.

Skiadrum: Que nada, minha filha, estamos nesse mundo para ajudar uns aos outros. — Disse seu Skiadrum saindo em direção à garagem. Lucy continuou seu trajeto a cozinha.

A jovem ao chegar à cozinha novamente é recebida com o carinho da dona da casa. Esta foi logo dizendo:

Weisslogia: Você viu o Sting?

Lucy: Vi sim. Ele ainda dorme, deve estar muito cansado, seu sono é profundo.

Weisslogia: Ô, minha filha! Ali dorme como uma pedra. Venha, sente aquí, vamos conversar, quem sabe durante a conversa você não se lembre de mais detalhes da sua vida.

Lucy: Dona Weisslogia, onde estão o Rogue e Yukino?

Weisslogia: Bem, Rogue saiu para ver alguns amigos e Yukino esta me ajudando nos afazeres domésticos. Ela deve estar arrumando a sala. Mas, não se preocupe combinamos de não contar sobre o acidente de ontem, pelo que parece, ninguém notou, então não queremos falar nada até descobrimos mais de você. Se contássemos tudo o que aconteceu, alguns não acreditaria eooutros ficariam fazendo milhares de perguntas a você, o que acho inapropiado, pois você está cansada e além do mais, não se lembra de tudo o que aconteceu.

Lucy: A senhora está certa, no momento não gostaria de muitas perguntas.

Dona Weisslogia, apesar do discurso, não parava de pensar no encontro de Sting e Lucy, os dois principais envolvidos na história, no entanto, havia muito que fazer em casa. Lucy insistia em ajudar as anfitriãs, mas dona Weisslogia não concordava. Então chamou a moça para ir até a casa de seus pais que se localizava a poucas casas dali. Chamou sua filha e disse:

Weisslogia: Yukino, irei à casa de seus avós com Lucy.

Yukino: Mas mãe... Se perguntarem sobre ela?

Weisslogia: Não se preocupe, direi que Lucy é uma colega de faculdade de Sting, que veio fazer um trabalho aqui em casa. E se perguntarem pelos machucados, Lucy dirá que foi uma queda de bicicleta.

Yukino: Tudo bem!

La foi dona Weisslogia visitar seus pais. Enquanto andavam, Lucy era o centro das atenções. Os rapazes da cidade ficaram admirados com a sua beleza. Assobiavam e falavam algumas frases de elogios, até brincando com dona Weisslogia.

??: Dona Weisslogia, quem é a florzinha? Por favor, me apresente.

Dona Weisslogia só fazia rir.

Enquanto isso na casa da dona Weisslogia, Sting acorda. Com a cabeça doendo sem saber se aquilo tudo foi sonho ou verdade. Ele foi ao quarto de Yukino para ver se a jovem estava lá ou se foi fruto de sua imaginação e o encontra vazio. Yukino ja havia terminado seus afazeres e também foi dar uma volta deixando Sting só com seus pensamentos.

Sting se convencera de que tudo não havia passado de um sonho, uma ilusão de sua cabeça. Ele resolve sair para ver os amigos, estava de férias do trabalho e poderei fazer muitas coisas no seu tempo livre, a principal naquele momento era tirar aquele sonho tão real da cabeça.

Não muito longe dali, dona Weisslogia resolve voltar para casa, o almoço estava próximo. A moça havia se distraído, mostrou gostar da pequena cidade e dos pais de dona Weisslogia. A volta não foi diferente. Lucy continuava desviando olhares, chamando atenção.

Chegando à casa, quase todos ja se faziam presentes. Seu Skiadrum havia chegado mais cedo para contar as novidades a Lucy. Rogue também estava lá, juntamente com Yukino. Só faltava Sting que sairá desnorteado.

Dona Weisslogia, preocupada com o filho, foi ao seu quarto para ver como estava, o encontra vazio. Seu filho ja havia saído. Apreensiva, chama Lucy:

Weisslogia: Lucy, Sting ja acordoue nnão encontrou ninguém em casa, ou ele foi a nossa procura, ou então acredita que tudo não passou de um sonho.

Lucy: Será, dona Weisslogia, por que ele pensaria que foi sonho?

Weisslogia: Porque não achou nenhum vestígio seu. Sua roupa que estava molhada e rasgada foi jogada fora, você está com uma roupa da Yukino. Diga — me o que prova que você esteve aqui?

Lucy: A senhora está certa, ele deve estar confuso. Vamos procurá — lo!

Continua....

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.