Amor improvavel

2 The Confession


Notas iniciais
Oi gente. Este capitulo é dedicado á duas pessoas lindas que comentaram!!! Obrigado aqui está outro capítulo. Boa leitura Kiss

POV: Tris
Quatro acaba adormecendo na cama. Fico a observa-lo durante algum tempo, depois vou até há cozinha e começo a fazer uma salada, arroz e salmão. Não tenho a certeza que Quatro vá gostar mas na hora eu vejo. Ponho o salmão no forno e vejo meu telefone a vibrar. Olho o monitor esta escrito 33 chamadas perdidas, não preciso de ver de quem são pois sei que são do meu "namorado" Will. Ele é super protetor e pensa que temos um caso. Eu e Will somos muito diferentes, mas em termos de carreira somos muito parecidos. Eu e Will tínhamos estrelado juntos mas le deixou a fama subir pra sua cabeça. Por vezes tenho de ser corajosos e enfrentar os nossos medos e foi o que eu fiz: Disse-lhe que não queria mais nada com ele e que agora podia ser livre com as suas putinhas de estimação que são elas Nita, Tori e Molly

# Calling on: Will #

Oi amor estava preocupado. Não atende minhas chamadas e vi eu rapaz entrando em seu prédio agarrado a Peter. Já agora devia despedi-lo depois um dia ele ainda te fo..- diz Will

– Primeiro: Amor o caralho, Will a gente já não é mais nada. Segundo: Eu trago quem quiser pra MINHA casa, porque a casa é MINHA. E terceiro: Eu não vou despedir Peter por que tu queres ok??- nem dou tempo de responder- Boa agora tenho de ir

Espera. Desculpa eu sei que a gente não tem mais nada mas podíamos voltar a tentar.-pede ele

– Nem em sonhos!-respondo revirando os olhos

Tu gostas-te do tempo em que a gente tava junto! Só que tu queres é gostar de rapazes simples sem uma carreira porque Tris Porque???- diz ele

– Will estás bêbado??-pergunto já sei a resposta mas pronto

Sim eu estou doido por ti. Casa comigo! Pode ser amanha e depois fugimos e depois...

– Will não fugimos nem casamos e só pra sua informação mudei a fechadura e se for preciso peço uma ordem de afastamento. Adeus.- digo desligando o telefone- Droga de vida.

Vou há cozinha e tiro o salmão estava quase perfeito. Corro escada acima e entro no quarto onde Quatro estava, continuava a dormir tive pena de o acordar, mas se não o acorda-se ele ainda morria de fome.

– Quatro.-sussurro em seu ouvido- Anda lá jantar, aviso já que tenho dotes culinários.

– Ainda bem porque sem ofensa a comida que a Chris faz não me satisfaz lá muito.- diz ele se levantando

– Cuidado! Se quiseres eu chamo o Peter- digo segurando seu braço

– Eu estou bem. Este cheiro é peixe???- pergunta ele

– Nunca comeu peixe?- pergunto

– Só uma vez enquanto estava no lar de acolhimento... Não por uns meus pais biológicos me terem abandonado.. Quem me dera.. Foram presos por traficarem droga.-ele explica- Sardinha, comi sardinha acho

– Vai gostar mais de salmão é bom. — vejo-o a quase cair agarro seu braço e sento-o na cama espera só um minuto. Não saias daqui por favor- peço pego no telefone e ligo pra Peter- Peter querido eu sei que disse que podia tirar o dia mas quer jantar cá?

– Claro esse tal de Tobias ainda aí está?-pergunta sinto um pouco de ciumes na sua voz

– Só vem logo. — peço desligando o telefone

Peter chega e ajuda-me a levar Quatro pra a sala. Olho pra Quatro ele não estava mesmo habituado a comer assim. Acho que ele gostou se não el não teria repetido. No final do jantar digo

– Quatro, pode dormir aqui se quiser. Eu tenho de ir aquela porra de entrevista com o raio da MTV. Peter pode ficar ou pode vir que queres fazer?

– Eu fico. Sabes câmaras longe da minha cara.-responde

Corro escada acima e vou vestir o que me parece mais fofo um vestido que acho muito fofo. Corro escada abaixo. Ignoro os assobios de Peter e pulo pra um táxi que chamei há ultima hora

– Pra o estúdio da Mtv por favor.-peço

– Com muito gosto menina-o taxista parecia simpático e era velho- chagamos em 10 minutos.

E foi verdade chegamos 10 minutos depois, estava tudo um caos só por mim. Os paparazzis não paravam com as fotos, as perguntas. Era este o mundo que na minha infância me parecia giro mas agora sei que não é. Volto a pedir PRIVACIDADE, mas só interiormente. Entro e a rapariga que me tinha perguntado algumas coisas estava lá sentada. Caminho até ela. Ela me abraça e diz

– Não tive oportunidade de dizer meu nome é Marlene.

– Vamos começar logo por favor.-digo tentando ser simpática. Ela me leva pra o palco e me senta numa cadeira.

– E agora aqui no Good Morning Chicago temos Beatrice Prior, que se não me engano da ultima vez disse que nos ia contar sua história certo?- pergunta Marlene

– Pois foi! Então vou começar do inicio eu nasci num bairro aqui perto minha mãe morreu depois de me ter. Com 10 anos meu irmão mais velho Caleb morreu de cancro. Comecei a minha carreira aos 13 nos teatros a rondar minha casa. A minha infância foi horrível nunca vi o rosto de minha mãe, lembro-me vagamente do rosto do meu irmão e só via o meu pai chorando e me abraçando dizendo que era a única razão da vida dele. Mas aos 15 um homem me atropelou, tive 2 semanas em coma e quando acordei me disseram que me pai se tinha suicidado. Quando me deram alta meu prima Zeke ficou comigo e me ajudou a estrear no mundo da moda e do cinema. Me lembro que depois disso eu só chorava e não parava de dizer que ia ficar sozinha sem ninguém..- tenho de parar porque comecei a chorar- Agora estão felizes já sabem a minha história já me podem criticar mas que fiquem a saber que.. Esta é a infância pior que uma pessoa desejaria ter. E eu só peço uma coisa Privacidade.

Entro no carro e digo ao taxista que me esperava lá dentro as indicações de minha casa. Entro devagar e percebo pelo olhar de Quatro e Peter que estavam a ver o programa.

– Tris isso é... Horrível se soube-se teria ido contigo.-diz Peter

– Eu sei mas.. Vou chorar pra o meu quarto tchau. — digo correndo escada acima e me trancando no quarto.

POV: TOBIAS (QUATRO)

Tris tinha contado todo assim desse jeito pra a impressa até parece que já estava preparada pra esta situação. Sei que sou a conheço a umas horas mas posso ter a certeza de que ela é uma boa pessoa e não devia ter passado por isto. Bato a porta dela só ouço um fungar por isso digo

– Tris se precisares de um abraço ou algo eu estou aqui.

Ela destranca a porta e me abraça. Ponho os braços á volta do seu pescoço e sussurro que tudo vai ficar bem. Levo-a pra dentro de quarto, deito-a na cama, cobro-a.

– Sabes quando fiz 16 contratei um detetive privado e ele me disse que a morte do meu pai não tinha sido suicídio, a minha mãe não tinha morrido depois do parto, meu irmão não tinha morrido de cancro e que eu não tinha sido atropelada por um estranho. Alguém estava a tentar matar a nossa família.-conta ela

– Tris foste há policia?? Devias ter ido!-digo

– Eu sei mas continua a ouvir. O detetive não quis saber mais de nada tentou encontrar o assassino, e quando ia revelar-me ele morreu ali no meio do chão. E é isso o meu mistério. Minha família morta e eu destroçada.-diz ela

– Não estas mais sozinha eu vou ajudar-te a saber quem fez isso aos teus pais- digo e antes que ela tive-se oportunidade responder digo também- não aceito um não como resposta.

– Ok mas ficas já avisado que todos os que se dão bem comigo simplesmente morrem. — diz ela enterrando a cara na almofada e começando a chorar outra vez

Nunca pensei sentir amor por um celebridade mas acho que agora sei o que é amor. Tambem sei o que é amor há primeira vista. Ela tira-me dos meus pensamentos abraçando-me

– Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem.- sussurro no seu ouvido

Esta vai ser uma noite longa com Tris e uma inundação pela casa.
Quando finalmente Tris adormece ponho uma roupa que estava no canto do quarto na ponta da cama e saiu. Aquela rapariga precisa de dormir. Encontro Peter sentado no sofá.

– o que se passa Peter?-pergunto

– É só que somos amigos desde sempre e ela podia ter-me dito isto há mais tempo e talvez se eu tivesse ido com ela isto não tive-se acontecido-responde ele

– Peter você não pode mudar o destino. Ela esta muito fragil por isso vai com calma. — aconcelho

– Uau, tu estas aqui há umas horas e já és meu amigo. É bom pra ti. Mas se fizeres mal há minha protegida eu juro que te mato. — diz Peter sorrindo- Tambem sou o seu segurança.

– Pois. E só pra que fique esclarecido eu e a Tris não temos nada.-digo

– Ainda bem por que senão...- diz ele apertando o seu pescoço e depois apontando pra mim — vai dormir rapaz.

– Porque não vais tu homem?- pergunto. Ficamos a conversar ainda um bom tempo depois nos vamos deitar.

Notas finais
Gente pra postar o proximo capitulo é só perciso dois comentários esperro que tenham gostado e desculpem qualquer erro é que o computador gosta de comer algumas letras de vez em quando. Vejo-vos nos comentários???