Ela estava vestida com uma roupa de gourmet, que a conseguia deixa-la ainda mais linda, seus cabelos estavam preços em uma toca. Definitivamente eu havia descoberto um novo fetiche.

– Boa noite! – Eu estava em transe! A voz dela era calma e suave, ela era ainda mais bonita de perto, tinha o sorriso mais lindo que eu já havia visto, os seus olhos castanhos mel eram brilhantes, era... Era fascinante.

– Boa noite! Você é a chef?

– Sim. Julius disse que desejava falar comigo.

– Oh, sim... é sobre... – fui interrompido pela pequena do meu lado.

– Papai!

– Sim meu amor? – virei-me para ela.

– Ela é nossa vizinha né? — sussurrou, mas acho a intenção de que a moça não ouvisse falhou.

– Sim.

– Vocês são meus vizinhos?

– Uhum – Sam, tinha um sorriso de orelha a orelha – Eu sou a Sam. – a minha pequena estendeu a mão e a bela mulher apertou.

– Prazer eu sou Demetria.

Demetria. Então esse era o nome que Afrodite tinha em sua forma humana.

– Seu nome é lindo! – Sam a elogiou.

– Obrigada. Eh... – ela dirigiu o olhar para mim, parecia um pouco desconfortável – o que senhor desejava?

– Oh, sobre a comida, ela é magnifica – Notei que as bochechas dela ficaram levemente coradas – Seu restaurante com certeza será um sucesso.

– Obrigada, estou feliz que tenha gostado.

Ela tinha um sorriso de canto de boca e olhava em meus olhos. Algo me dizia que eu e ela nos daríamos muito bem.

***

Fui pra recepção pagar a conta, com Sam, em meus braços, e quando estava retirando-me escuto a mais doce voz.

– Eu vou matar Selena! Ela era minha carona! Que raiva! Como vou pra casa? – o tom dela era de aflição, parecia precisar de ajuda.

– Calma Demi, você pega um táxi. – um homem, no qual não vi direito, tentava acalma-la, sem sucesso.

– eu não sei nem o endereço Peter! Mas Selena me paga!

Da forma que fui educado não podia deixa-la, ali desesperada, sendo que poderia ajuda-la.

– Que tal ajudarmos ela Sam? – ela apenas acenou positivamente.

Nós fomos bater na porta da sala onde ela estava e lá de dentro ouvimos um “entra”, entrei um tanto corado devo dizer.

– desculpe-me incomodar... Mas eu ouvi sua conversa – tenho certeza de que ela achou que eu fosse um curioso intrometido – é... Bom... Sou seu vizinho, se quiser, posso dar-lhe uma carona.

Ela olhou para mim com incerteza, depois para homem de estatura mediana, olhos escuros, cabelos castanhos e com topete, que com certeza era com quem ela estava conversando, ele balançou levemente a cabeça em sinal positivo, por ultimo olhou pra Sam que sorriu para ela e a mesma desviou o olhar.

– Sua filha deve esta com sono, eu não quero incomodar e também o restaurante fecha tarde.

– Num comoda, amanhã eu num tenho aula, eu e o papai espera né? – Samantha tomou a frente e olhou pra mim que concordei com sua ideia.

– Eu não quero incomodar, eu realmente saio muito tarde.

– Demi, eu e o pessoal podemos fechar o restaurante, já são – ela olhou para o relógio em seu pulso – 21:45 e só fechamos de 23:00, podemos dar conta.

Vi que ela não queria aceitar e novamente ela passou o olhar por todos na sala e parou em Sam.

– Será que vocês esperariam 5 minutos, enquanto eu pego as minhas coisas?

– Uhum, agente espela.

Ela e o rapaz saíram da sala deixando eu e Sam a sós, ela tinha um sorriso no rosto, tinho certeza de que ela estava com a esperança de que Demetria seria sua amiga, mas algo me dizia que não seria tão fácil assim.

Quando ela voltou nós seguimos para o carro e quando estramos ficamos assim: Sam no banco de trás na cadeirinha, Demetria ao meu lado tirando meu raciocínio, pois ela, agora, usava um vestido que cobria metade da sua coxa, mas como estava sentada o mesmo subia deixando o belo par de coxas a mostra, tenho certeza que elas vão ser alvo do meu sonho de hoje. Sam logo agarrou o senhor Tominos, mas como sempre, curiosa, começo disparar perguntas a Demetria.

– A senhora é casada? – Sam perguntou docemente.

–Aah... não precisa me chamar de senhora, me chame de Demi. – ela falou bem desajeitada devo dizer – eh... não... não sou casada.

– Serio?! Mas a senho... quer dizer, você é tão bonita, papai diz que você tinha namolado é verdade?

Com certeza eu estava vermelho. Demetria olhou para mim com um pequeno sorriso. Envergonhada, era isso que ela estava, mas devo dizer que o sorriso era lindo e ficava mais perfeito junto com o brilho nos olhos da mulher.

– Não, eu também não tenho namorado, ultimamente não tenho tido tempo para isso.

– Então você podia namola meu papai! – Então, nada mais direto do que a inocência infantil. Devo dizer que isso poderia me agradar de varias formas, mas com certeza agradava a minha pequena de uma forma imensurável. Sam sempre quis ter uma família completa, pai, mãe e irmãos, mas isso nunca aconteceu. Sua mãe era alguém de quem eu não gostava nem de pensar. Então para Sam a mera hipótese de ter uma família era de imensa alegria.

Vi que a bela mulher ficou vermelha e constrangida e eu, logico, não sabia o que fazer ou falar. Sam era tão inocente que às vezes falava as coisas mais embaraçosas nos momentos mais inoportunos.

– Samantha! Esta deixando a moça constrangida, eu não posso namorar com ela, nem nos conhecemos.

– Por falar nisso, eu ainda não sei seu nome.

Digam-me como eu poderia ser mais patético! Eu não havia me apresentado! Mas como lembra do meu nome quando ela estava bem ali exibindo seu corpo cheio de curvas?

– Oh! Como sou idiota, me chamo Joseph Jonas.

– Então o senhor é o dono da empresa de cosméticos perto do restaurante?

– Um dos, mas sim.

Logo chegamos, estacionei na frente da minha casa.

– Sam vá entrando – falei assim que saímos do carro, ela obedeceu-me e foi saltitando ate nossa casa.

– Será que poderia falar rapidamente com a senhorita? – falei em um tom serio para Demetria.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.