Amor de Luz
9 Opedido inesperado parte 2
Notas iniciais
O duque era um senhor de idade, suas roupas bem feitas e com muitos brilhantes. A outra pessoa que estava o acompanhando era um rapaz, parecia ter minha idade ou mais velho um pouco. Bem vestido como o duque.
__ Oh! Olhe quem esta aqui. Senhor duque Armitis, esta é minha filha Mariana. – disse meu pai.
__ Encantado senhorita! – falou o duque com uma reverencia e eu retribuo – Quero q eu conheça meu filho Jeremi, futuro duque de Canmos.
Uma brisa leve e gélida como a da noite passada soprou em meu rosto ao olhar para o futuro duque. Seria um sinal de Kevin?
__ Muito prazer senhorita! – disse o futuro duque.
Por que ele ficou me encarando enquanto minha madrasta nos conduzia para a sala de jantar? Quando todos já estavam sentados e os empregados servindo o jantar começaram a conversar sobre casamentos e quem seria a pretendente. E eu só escutando sem dizer nada.
__ O que acham de ir um pouco ao jardim crianças? Para se conhecerem melhor, vão. – impôs Soraia a mim e ao Jeremi. – mostre o jardim ao rapaz Mariana, vá!
Muito contraria fui. Levei o ao jardim, e a varanda. Ele ficou praticamente calado o caminho todo, só dizia algumas coisas. E eu apenas disse o suficiente também. Mostrei meu cantinho preferido do jardim e lá sentamos e tentamos conversar. o céu estava incrível, cheio de estrelas.
__ Então senhorita parece desanimada. – disse Jeremi.
__ Com o que estaria desanimada? – realmente estava para baixo, queria que já fossem embora.
__ Ora, não lhe contaram? – perguntou surpreso por não saber de alguma coisa que parecia ser boa.
__ Me contaram o que?
__ Que será minha esposa, ora! Iremos nos casar daqui a cinco dias. Não estava sabendo de nada?
Então era isso que estavam me escondendo o dia todo com essa visita desse duque. Como podem fazer isso comigo.
__ C-como é? Não podemos nos casar assim. Nem quero me casar ainda, muito menos com você, acabei de conhecê-lo, isso é um absurdo! – sai tão desesperada do jardim que o cara correu atrás de mim e gritando meu nome. Que raiva! A primeira coisa q veio a minha mente foi correr e me trancar no quarto, e bem, foi o que fiz. Todos vieram atrás de mim quando passei pelo salão principal. Atropelei tudo que havia a minha frente até chegar ao meu quarto e trancar a porta. Desabei no chão, minhas lagrimas de raiva caiam no meu vestido.
__ Não chore. – Kevin já estava lá, abaixado enxugando minhas lagrimas. – Levante-se, você precisa enfrentá-los. – me ajudou e em seguida foi para a janela.
__ Espere! Não consigo enfrentá-los sozinha. – disse segurando-o para q não fosse.
Ele desceu da janela e me abraçou. __ Você consegue! Tenho que ir agora, daqui a quatro dia eu voltarei para te buscar. Não se esqueça que vou lhe proteger só me prometa que vai resistir a todo que fizerem a você. Promete?
__ Promet... – antes que eu conseguisse dizer a palavra prometo, ele já havia me beijado.
Beijo doce e cheio de magia. Parecia que o tempo estava parado enquanto durou até que ele desapareceu e eu estava sozinha de novo no quarto. E vozes muito furiosas gritavam no corredor vindo em direção a porta até baterem na porta.
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