Notas iniciais
Oi pessoas, tudo bem com vocês? Espero que sim.
Aposto que nem sentiram minha falta, já que estou postando tão rápido. É o seguinte, quero muito agradecer as pessoas que comentaram os capítulos anteriores, graças a elas estamos com 72 reviews *o*
Mas, um agradecimento especial vai para a Stéfane Souza que quis me ver mais feliz ainda e recomendou essa fanfic. Obrigada mesmo Stéfane. E uma dica para vocês, se quiserem ver uma autora feliz, comentem e recomendem a fic. Não importa se seja por aqui, ou recomendando para um amigo. Todos esses meios me deixam incrivelmente feliz.
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Algumas pessoas me perguntaram se a Bella era virgem. Gente, eu nunca fui muito ligada a essas coisas de fics hots e talls, é claro que leio algumas, mas eu não consigo ler a parte do vamos ver, sei lá, não tenho paciência. (-q)
Mas, eu realmente não sabia que isso tinha tanta importância, sabe? Na minha opinião, independentemente dela ser ou não, seria algo ruim, de qualquer forma,eles seriam um monstro.
Para matar a curiosidade de vocês: Sim, ela era virgem. -q

– Essa será sua primeira visão do inferno.

Edward se levantou novamente, e empurrou o corpo da garota no lago, ele sorriu ao ver o corpo dela afundar. Tudo estava acabado.

– Heil Hitler. [N/A: Algo parecido como Salve Hitler] – sussurrou Edward por fim.

Dois corpos são encontrados completamente carbonizados na rua mais movimentada de Forks.



A grande manchete do jornal faria com que qualquer um ficasse completamente indignado, era um absurdo um país considerado de primeiro mundo ainda possuir tal tipo de violência, mas em Edward causou um efeito contrário.

O rapaz de aproximadamente vinte e três anos possuía um largo sorriso nos lábios, seu sorriso aumentou ainda mais quando sua mente produziu cenas da noite anterior. A adrenalina contida nas lembranças fez com que ele sentisse a vontade de repetir tal ato novamente.

Edward era um rapaz rico, seu pai, Carlisle Cullen, era um dos médicos mais respeitados do país. Rapaz de origem alemã cresceu idolatrando um forte personagem de sua cultura, Hitler, na sua opinião ele estava mais do que certo em acabar com todos que envergonhavam sua pátria. E assim ele fez. Edward fazia parte de uma espécie de gangue e pelo menos duas vezes por semana fazia uma espécie de varredura nas ruas. Desta vez, livrou a sua própria cidade de três “lixos”, como ele próprio denomina os moradores de rua.

Os abusos não pararam por ai. Há boatos de que a famosa Gangue de Seattle andou estendendo seus domínios para Forks. A população está aterrorizada.



Seu pai desconhecia completamente esse lado do filho e Edward pretendia manter-se assim por muito tempo. Ao ler a última parte da manchete, não conseguiu conter a vontade de revirar os olhos com as informações da reportagem, era claro que a população não deveria ficar aterrorizada. Tudo era arquitetado em sua mente doentia. Ele e seus amigos não fariam mal algum às pessoas com boa condição financeira, seu foco estava às classes mais baixas da sociedade. Exterminava a camada inferior da sociedade sem dor nem piedade. Acha que assim seu país evoluiria cada vez mais e mais, pobre coitado, mal sabia que a culpa de seu país estar assim era por existir pessoas como ele, sem um pingo de caráter ou bom senso.

– Edward. – Emmett, seu irmão mais velho, se aproximou. A preocupação estava estampada em sua face. Seus lábios estavam franzidos e suas mãos trêmulas. – Você viu as reportagens? Estão falando sobre nós em todos os jornais. – sorriu largamente.

– É, acho que vi. – murmurou lendo com mais atenção as notícias do jornal.

– Parece que uma garota foi encontrada por pescadores com o corpo parcialmente queimado e com marcas visíveis de abuso sexual próximo a divisa com La Push. – Jasper, cunhado dos rapazes, entrou na sala de estar.

– Idaí? – Edward perguntou sem ao menos desviar os olhos do jornal. A verdade é que ele pouco se importava com o que estava acontecendo.

– Fizeram alguns exames com algumas mostras de sangue que acharam no local. – Jasper se aproximou puxando uma das cadeiras e sentando-se na mesma. – Descobriram que aquela garota é da mesma família dos dois corpos carbonizados.

– Onde vocês querem chegar com isso? Eles não irão chegar até nós. Nunca irão. – Edward mordeu o lábio e deixou o jornal de lado. – Só precisaremos ter cuidado da próxima vez.

– Acho que não deveremos atacar novamente por um bom tempo. – murmurou Emmett. – Pelo menos até esquecerem tudo isso...

– Parece que a garota ainda está viva.

– Quem ainda está viva? – uma voz parecida com sinos soou pelo local. Ambos os garotos se viraram em direção à voz.

Uma garota baixa com cabelos espetados aproximou-se da mesa onde o grupo se encontrava.

– Bom dia meninos. – Ela sorriu largamente. Seu jeito doce era irreconhecível, ela não parecia que era irmã daqueles dois garotos, ao contrário deles ela não distinguia ninguém. Todos eram iguais, pelo menos para ela. Ela se aproximou de cada um dos meninos, depositou um beijo na bochecha dos irmãos e quando se aproximou de Jasper roçou seus lábios nos dele. – Bom dia amor. – sussurrou próximo ao ouvido de Jasper, mordendo o lóbulo da orelha do mesmo. – Onde está Rosalie? – completou ao se afastar percorrendo com o olhar para todos os lugares dali.

– Ela disse que não quer ver o Emmett nem pintado de ouro, então, preferiu ficar em casa e ir de táxi para a escola do que dividir o mesmo carro com ele. – Jasper respondeu revirando os olhos.

– Por isso que não me envolvo com garotas. – Edward deu de ombros.

– Ah, então só se envolve com homens, não é maninho? – disse Emmett em um tom brincalhão.

Edward respirou fundo. Emmett havia ido longe demais. Ele controlava a vontade de soca-lo, então levantou-se da cadeira e buscou seu casaco negro, assim que o achou, jogou-o por sua camisa e pegou as chaves de seu carro que estavam em cima da mesa.

– Nos vemos mais tarde. – falou por fim.

O garoto saiu de casa com uma mochila nas costas e uma bata na mão. Com facilidade, abriu o volvo estacionado a sua frente. Assim que entrou no carro as lembranças da noite anterior o atingiram com força. Flashes da garota desesperada pedindo por socorro fez com que ele sentisse vontade de rir.

Ele ligou o carro e dirigiu o mais rápido que pode para Seattle, onde fica sua faculdade, ironicamente, de direito.

[...]

Os olhos de Isabella estavam fechados, seu corpo estava imóvel. Estava sedada desde que chegara naquele hospital. Suas pernas e seus braços estavam todos enfaixados e a mesma, respirava com dificuldade.

O jovem médico a olhava com indignação. Como um dito ser humano conseguia fazer coisas daquele tipo?

O rosto da menina estava completamente inchado, nos seus lábios as marcas de agressão estavam mais visíveis.

– Acha que ela tem chance de entrar em coma? – perguntou uma das enfermeiras.

Carlisle suspirou pesadamente.

– Temo que sim. Se ela acordar teremos que refazer o mesmo procedimento, várias e várias vezes. A dor poderia ser insuportável para ela.

– Então acha melhor induzi-la ao coma?

– Sim. Nesse momento, infelizmente, essa é a melhor opção.



Notas finais
Agora, estou aqui para convida-los a ler uma fanfic maravilhosa e incrivelmente emocionante #Mentira.
O nome dela é The Death ~lê-se: A Morte~
Bom, o enredo é mais ou menos o seguinte: Bella é uma garota "normal" que desde criança tem que se acostumar com a presença da morte em sua vida. Primeiramente seu pai e em seguida uma situação de guerra. Anos depois ela se encontra com encarnação da morte, Edward Cullen, um ceifador.
Em meio de muitas idas e vindas eles se envolvem e talls. -q
Sou péssima nisso, mas enfim, é isso. O link da fic para quem estiver interessado é esse: https://www.fanfiction.com.br/historia/178092/The_Death.
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Presentinho:
Capítulo quatro.
[...] Suportar tantas dores já era parte de sua rotina, mas conversar com Carlisle a animava.
Quando ouviu a notícia que seus pais haviam morrido e do que aconteceu consigo mesma, seu coração foi dominado e dividido. Dor e sofrimento dividiam espaço com o desejo de vingança.
Os olhos verdes penetrantes que pareciam com os de um anjo haviam se transformado na visão do próprio demônio. Ela tentava a todo custo eliminar de sua vida esses tipos de pensamentos, sabia que nada daquilo faria vem para ela. Mas o que fazer quando não há outra opção? Ela era praticamente obrigada a lembrar de tudo que passou diariamente. A cada coleta de sangue, a cada troca de soro ou até mesmo com um ultrassom, coisa que agora era essencial em sua vida, feita ela lembrava-se daquela noite. [...]