Amor X Preconceito
7 Capítulo seis.
Notas iniciais
Tenho uma notícia ruim: Eu tentei fazer um capítulo hot, mas não deu certo, então tentei colocar a parte principal do capítulo em outra situação... Acreditem, também não deu certo. Então optei pela parte hot fail -q
Se não quiserem ler eu coloquei uma espécie de legenda informando onde começa e onde termina.
– Assim que sair daqui você irá para a minha casa. – Ele deu um sorriso largo. – Só vou lembrar a você que não aceito não como resposta.
– Eu... Eu não sei o que dizer. – gaguejou Isabella.
– Eu não disse que não conheço o significado da palavra solidão? Bom, não quero conhecer nunca, muito menos agora que estou entrando na meia idade.
– Do que está falando Carlisle? – Isabella riu ignorando a dor. – Você é muito novo ainda.
– Você que é gentil demais Isabella. – mordeu o lábio enquanto acariciava o rosto de Bella.
POV ESPECIAL – EDWARD
O sol de Nova York fazia com que meus olhos ardessem e ficassem entreabertos, era estranho estar em um lugar ensolarado, Forks vivia constantemente cercada de nuvens, o que era bom, pelo menos na minha opinião. Segurei o volante somente com uma mão e com a outra busquei o par de óculos de sol que estava guardado no porta-luvas.
Eu e os meninos estávamos naquela cidade há quase duas semanas, de tempos em tempos, inventávamos desculpas na faculdade para viajar pelo mundo.
Todo o lugar precisava de uma atenção especial de nós, principalmente os países em desenvolvimento. Era incrível o número de pessoas problemáticas que haviam por lá e mais incrível ainda era que o governo ainda tentava solucionar esse problema. Não era mais fácil eles se tocarem que no mundo sempre terá pessoas folgadas incapazes de tentarem crescer na vida?
As mortes em Nova York cresciam com a nossa presença e nosso lugar favoritos de todas as noites era o Brooklyn, a fama não era em vão, a maior parte das pessoas “pobres” de Nova York estavam lá. E era pra lá que eu me dirigia agora.
Deixar meus amigos no hotel foi à parte mais fácil, o difícil foi esconder meu envolvimento com Tânia. Eu sentia nojo de mim mesmo por deseja-la, mas ao mesmo tempo não conseguia me imaginar sem possuir o seu corpo por pelo menos uma vez ao mês. Ultimamente tudo ficava ainda mais insuportável. Os problemas que andavam me cercando faziam com que eu a desejasse mais e mais, por isso escolhi Nova York novamente. Eu daria um jeito de ter Tânia sempre para mim, a hora que eu quiser.
Parei o carro em frente a um prédio em decadência e sai do mesmo. A sensação de todos os olhares sobre mim e meu carro fazia com que meu ego aumentasse. Eu sabia que não era muito comum carros como o meu naquela região, mas eu fazia questão de humilha-los.
Ouvi algumas pessoas murmurando, nem fiz questão de prestar atenção. Me aproximei lentamente da velha construção e dei um meio sorriso ao bater na porta surrada do apartamento do térreo. Se os garotos me vissem naquela situação eu seria motivo de chacota por um bom tempo.
Suspirei pesadamente ao ver a mulher de estatura média e cabelos loiros abrir a porta e me encarar. Ela vestia um short curto e uma blusa preta que deixava sua barriga de fora. Aquela visão seria muito tosca se ela não fosse tão gostosa.
Tânia esboçou um sorriso ao me ver, mas eu nem dei atenção, puxei-a pela cintura e empurrei novamente para dentro do apartamento.
(aqui)
– Edward... – sussurrou em baixo tom.
Puxei seu rosto para o meu e colei nossos lábios, nossas línguas pareciam lutar uma contra a outra, ambos querendo ser dominante. Meus lábios desceram de sua boca até seu pescoço e ali mordi com força. Tânia soltou um gemido baixo e um sorriso malicioso brotou por seus lábios. A peguei no colo com facilidade e assim que entrei no seu quarto a joguei na cama com força. Tirei minha camisa e a joguei no chão enquanto subia a minha outra mão pelas coxas de Tânia. Cravei minhas unhas em sua perna e a mesma gemeu.
– Ainda não vadia. – rosnei.
Rasguei o short de Tânia deixando sua calcinha de renda à mostra.
– Encharcada. – Sussurrei ao tocando seu sexo.
Movimentei rapidamente meus dedos pressionando e brincando com o seu clitóris, Tânia que gemia alto em fração de segundos ela começou a se movimentar nos meus dedos, aproximei meu rosto de seu sexo e passei a movimentar a minha língua por ele. Não demorou muito até eu sentir seu gozo por minha boca. Ela era mesmo uma vadia. Suas mãos agarraram-se em meu cabelo puxando-os com força. Direcionei meu olhar ao seu rosto e no mesmo instante ela me beijou novamente.
Levei uma de minhas mãos até sua nuca enquanto a outra percorria por toda a lateral do corpo de Tânia até para em seu seio que ainda estava coberto pelo sutiã. Apertei-o mesmo assim com força.
Senti a aproximação de seus lábios de meu ouvido e sorri ao ouvir sua voz rouca.
– Vamos, me foda todinha.
Nesse momento meu pau pulsou ainda mais em minha cueca, sem pensar duas vezes levei minha mão até ele apertando-o com força. Dei um meio sorriso e retirei o resto da minha roupa.
O olhar de Tânia cheio de luxúria me fez ficar ainda mais excitado. Tirei o sutiã da garota, se ainda existia qualquer delicadeza naquele momento foi apagada. A penetrei com força, seu sexo molhado facilitou meus movimentos.
A vadia cravou as unhas em minhas costas e então passei a me movimentar mais rápido. Seus olhos se fecharam. Puxei seu corpo para mais perto do meu, apertei o mesmo com mais força. Mordi seu seio com força, ela gemeu ainda mais alto em meu ouvido, sorri de lado ao senti-la gozar. Movimentei-me mais algumas vezes gozando em seguida.
(aqui)
Algumas horas depois (POV DESCONHECIDO)
Edward estava deitado com Tânia em seus braços. Seus olhos estavam fechados e sua expressão era calma. Ela bocejou brevemente e abriu seus olhos lentamente. Edward apenas encarava o teto, parecia estar preso em seu próprio mundo. Pensava em algo, estava decidindo se faria o certo ou o errado.
– Quero que vá comigo para Forks.
– Com você? – gaguejou. – O que dirá para seus amigos... Para seu pai?
– Que me apaixonei por uma prostituta do Brooklyn? Acho que não. – Edward levantou-se já se vestindo, pegou sua carteira e tirou sua carteira do bolso da calça e retirou alguns dólares.– Tome. – ele jogou as notas na cama. – Só compre roupas decentes... Antes de irmos voltarei aqui e ensinarei algumas regras de etiquetas a você.
Ele não esperou a garota responder, saiu do apartamento e entrou no carro da mesma forma que havia saído dele.
Notas finais
Enfim, só digo algo. Próximo capítulo veremos Cullen Pai X Cullen Filho.
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