Notas iniciais
Capitulo novo na área espero que todos gostem dele.

Os dias foram se passando e o tão sonhado encontro havia chegado Jane estava super ansiosa, não sabia qual roupa usaria para o encontro, se pudesse chamar de encontro já que elas iriam se encontrar em um museu. Escutou sua campainha tocar e foi até a porta atender, ao abrir aporta viu que era um entregar.

— Entrega para a senhora Olhos insanos? Disse o entregado querendo rir do nome.

— Sou eu. Disse a morena com uma cara de poucos amigos. Ela recebeu entrou para casa novamente e abriu o envelope lá tinha um convite e um bilhete.

“ Olhos insanos, me desculpe pelo nome do destinatário, como não sei seu verdadeiro nome e você somente me enviou seu endereço não tive outra alternativa em enviar com este nome. Mas estou te enviando o convite da exposição do museu de hoje, espero que você esteja ansiosa pois eu estou. Estarei lá as 21:00 pm e esperando na porta, estarei com um vestido vermelho longo. Te aguardo. Doutora MDI” - Estou Super animada. Respondeu a morena com os olhos revirados. Ela sabia que não seria um encontro, ainda mais por esta em um local onde ela não sentia se bem. Podia apostar que estaria várias pessoas ligadas ao mundo da ciência, mas fazer o que ela entrou nesse barco então teria que remar até ao porto. A noite foi chegando e a morena já estava quase pronta, para sua sorte ela tinha um vestido que sua mãe havia comprado para ela em um jantar que teria na casa da Mamma Rizzoli, esse jantar fez Jane sorrir, pois a mãe queria apresenta-lhe um rapaz filho de uma amiga, e foi nesse dia que ela disse a sua mãe que gostava de garotas e não de garotos. Ela então resolveu vesti o vestido foi ao seu “encontro. ”

XXX

—Uau, maninha você está linda heim? Olha se gostasse da fruta com certeza te daria “ uns pegas. ” Disse catillin.

— Que isso Cat, assim você me deixa sem graça sabia?

— Sem graça que nada, você realmente está precisando disso, ainda mais depois de uma semana tumultuada e turbulenta como foi a sua.

— E verdade, mas não quero lembrar disso, foi muito difícil para mim. E agora quero tentar recomeçar minha vida.

— Sim concordo com você, está indo no caminho certo. Agora vá logo que você já está atrasada daqui a pouco minha futura cunhada vai achar que você não vai. Disse sorriso.

— Você nem sabe se ela irá gostar de mim, para já sair chamando a de cunhada.

— Maura deixa de ser besta, e logico que ela irá gosta de você, você e linda, inteligente, alegre. Quem no mundo não gostaria de estar perto de você? Me diga?

— Não e assim minha irmã. E se eu não gostar dela? E se não tiver coragem de encontrá-la.

— Maura, você vai sim ter coragem de encontrá-la, isso você pode ter certeza. E não quero ver você chegando aqui antes das 7 da manhã, você me entendeu?

— Não vou discutir com você, pois já estou atrasada até, e me deseje sorte.

— Sorte Maura, dará tudo certo.

Maura saiu de sua casa em direção ao museu, e dentro de seu carro estava ensaiando o que diria para sua ... sua... Ela não sabia como chamar a “ Olhos insanos”. Ou seja, ela a chamou de correspondente virtual.

XXX

Jane já estava impaciente em esperar, pois a Doutora já estava atrasada, ela queria ir embora para sua casa, tirar aquela roupa, se jogar no sofá e tomar a sua cerveja. Mas então decidiu enviar uma mensagem para a mulher.

De repente Maura recebe em seu telefone uma mensagem da sua correspondente. — “ Olá e desculpe, mas e que já estou aqui e ainda não te vi, você já chegou? Está lá dentro? “ – Maura aproveitou o sinal vermelho e respondeu a mensagem. “ Me desculpe atrasei em nosso compromisso, já estou quase chegando pode me esperar na frente do museu. ”

Jane ao receber a mensagem ficou um pouco aliviada não teria levado “um toco”, então por- se a esperar mais um pouco. A cada minuto chegava carros e mais carros, de repente havia parado um carro, na frente de onde morena estava, pois ela ainda não havia entrado, estava dentro do seu carro. Ela então viu uma mulher saindo dele, estava linda estonteante, com seu vestido vermelho, Jane então sorriu e pensou em como havia tirando a sorte naquele encontro, mas então seu sorriso se desfez, a mulher que havia saído estava acompanhada por um rapaz. Ou seja, não era ela. A morena esperou mais um pouco, então resolveu sair de seu carro e ir para frente do museu, então havia chegado mais um carro, ela então esperou que o manobrista abrisse a porta dele, e saísse alguém, a morena desejou que fosse sua correspondente. Ela se aproximou mais um pouco, e ouviu o manobrista falar.

— Boa noite Doutra Isles.

—Boa noite George, tudo bem com você esta noite?

— Sim, bem e espero que a senhorita esteja bem.

— Sim estou bem. Maura sorriu para o rapaz e se caminhou para entrar. Jane que estava parada olhou para a mulher que havia saído do carro, e algo dentro de si, estava avisando que ela era, a mulher que ela se correspondia pela internet. Mas ficou abismada com a beleza que aquela mulher carregava. Então ela viu algumas pessoas se aproximarem dela e a cumprimentarem. Ao ver que aquelas pessoas haviam se distanciado, ela então resolveu criar coragem e se aproximar.

— Boa noite Doutora MDI?

Maura que estava de costas procurando seu celular na bolsa levou um susto ao ouvir a voz lhe desejando boa noite. Ela não teve reação de virar-se imediatamente pois tinha a impressão que já havia ouvido aquela voz em algum lugar. Ela criou coragem de não sabe de que lugar espacial saiu e virou-se para cumprimentar a mulher.

—Boa noite Olhos...Olhos... insanos. Ela disse meio sem graça. Reconhecendo a mulher a sua frente.

— Espero que não tenha assustado. Disse a morena.

— Não que isso me desculpe o meu espanto e porquê e a primeira vez que tenho esse tipo de encontro. A loira responde ainda atropelando as palavras e pensando. “ – será que ela não me reconheceu? ”.

— Creio que esteja na hora de entramos a exposição irá começar. Jane avisou, pois, as portas do museu já estavam sendo fechadas. As duas entraram e forma em direção aos materiais expostos. Maura ainda estava atônica com a mulher que estava ao seu lado, quando foi tirada dos seus pensamentos.

— Prazer Jane Rizzoli.

— Como me desculpe.

— Me apresentei a você, você só me conhece pelo meu apelido, esse e meu nome. Jane Rizzoli.

— Oh sim me desculpe, me chamo Maura Isles.

— Prazer Maura. Elas ainda andaram um pouco pelo local, até que a loira pediu licença e foi em direção ao banheiro. Jane ainda ficou encostada em uma parede esperando a mulher sair do banheiro, ate que seu telefone tocou.

— Me diga que Vocês estão no seu apartamento deitadas na sua cama? Disparou Nina.

— Não... Não estamos. Ainda estou aqui no museu.

— Mas diga como ela e?

— E linda. Loira dos olhos verdes, pela branca como a neve.

— Só não e branca de neve. Brincou a amiga.

— Não e sua chata. Ela disse que foi ao banheiro, mas esta demorando será que devo me preocupar?

— Não, creio que deva, ela deve esta nervosa isso normal, espere um pouco qualquer coisa se ela demorar mais que o normal você vai la.

— Ok então.....

Enquanto Jane conversava com a sua amiga Maura estava dentro do banheiro andando de um lado para o outro sem saber o que fazer, então resolveu ligar para sua irmã.

— Cat me ajude, por favor..

— O que houve Maura, ela te atacou? Fez algo com você de ruim?

— Não. Ela não fez anda, e que a pessoa, a mulher na verdade e a detetive.

— Detetive? Que detetive?

— Já esqueceu? A detetive que fomos ate o escritório dela para investigar a Alex.

— Como? Mas como isso pode ser verdade, mas ela não te reconheceu?

— Parece que não, ainda mais porque eu estava de peruca lembra? E agora o que eu faço? Conto a verdade ou deixo do jeito que estar?

— Olha em minha opinião acho que você não deveria contar nada por agora, deixa rolar para ver onde vai dar, caso depois você queira conte a verdade para ela.

— Não sei se sigo seu concelho, olha só a confusão que você foi me colocar.

— Maura minha irmã deixa de ser medrosa vai lá e se joga. Tchau. Antes de maura responder ela escutou a ligação sendo terminada. Então ela decidiu sair do banheiro, mas ao passar pela porta ela acabou trombando com Jane que já estava entrando no banheiro.

— Oww, me desculpe, vim ver se você estava bem.

— O sim estou e que minha irmã me ligou e acabei me perdendo no tempo, mas vamos continuar nosso passeio.

— Maura me desculpe o que vou falar, mas e que não sou muito acostumada a esse tipo de lugar, não poderíamos ir para outro se não foi te deixar aborrecida? Pergunta Jane.

— Ow, sim, me desculpe na onde você sugere?

— Perto de onde eu trabalho tem um Bar chamado Dirty Robber, Geralmente vou lá toda anoite quando saio do trabalho caso você queira ir. Maura refletiu um pouco sobre a proposta de Jane e aceitou mas antes.

— Onde e o endereço?

— Eu te levo estou de carro.

— Oh não precisa vou de taxi. Respondeu a loira.

— Tudo bem. Jane ensinou o taxista onde era o bar e lá foi as duas cada uma em um carro, ao chegarem Jane foi cumprimentada por algumas pessoas que estavam presentes no bar, Maura havia reparado nisso e não hesitou em comentar.

— Você e bem conhecida por aqui não e? Principalmente pela parte feminina frequentadora do local.

— Sim... Disse sem graça. Mas então qual e a sua primeira impressão aqui do Dirty? Perguntou tentando mudar de assunto.

— Parece ser um local bem agradável com pessoas agradáveis de passar a noite.

— Sim, geralmente a maioria aqui são os moradores do bairro e alguns policiais do Departamento de policia, então e um lugar seguro. A conversa foi fluindo gradativamente, enquanto Jane bebia sua cerveja Maura bebia sua taça de vinho, Jane havia pedido licença, pois precisava ir ao banheiro. Na verdade não queria usar o banheiro e sim precisava pensar se tomava a iniciativa de beijar aquela mulher. Ela respirou pensou um pouco e saiu do banheiro decidida no que fazer.

— Pronto voltei. Disse sentando ao lado de Maura.

— Sim você foi bem mais rápida que eu.

— Maura me desculpe pelo que eu vou dizer e provavelmente irei fazer, mas e que desde o momento que vi você descendo do carro lá no museu mesmo não sabendo que você era você, tive uma vontade imensa de te beijar, então e isso que vou fazer agora. Jane levou seus longos dedos para o queixo de Maura e foi subindo seu rosto para que elas duas ficassem na mesma altura, e foi se aproximando cada vez mais em direção àqueles lábios chamativos, elas fecharam seus olhos na esperança de sentir o gosto da boca uma da outra, mas então foram tiradas daquele transe que se formou, por uma voz desconhecida por Jane, mas conhecida por Maura.

— Maura eu não acredito nisso....

Notas finais
Sera quem foi a alma penada que atrapalhou o beijo do nosso casal predileto? Essa pessoa merece apanhar demais por causa disso.