Notas iniciais
Boa noite! Aqui está o prometido capítulo, sei que vão me matar de curiosidade, mas espero que gostem do capítulo! Boa leitura!

P.D.V. Narrador

Quando aproximou-se da porta, Edward sentiu seu coração saltar em seu peito, ele estava ansioso, e desejava, com todas as suas forças, que fosse ali que sua Isabella estivesse.

Os pensamentos de Alaric não eram muito longe disso, e no momento que ele ouviu a voz fraca e arrastada de Isabella, vindo do outro lado da porta, ele não pensou duas vezes antes de pegar seu telefone sorrindo e discar para a casa dos Swan.

Quem atendeu foi Charlie Swan, com uma voz aflita, já sem esperanças que fosse notícias de sua filha, como havia acontecido o dia todo, várias pessoas ligaram querendo informações do que estava acontecendo, amigos dele de outras cidades, amigos de escola de Isabella, e alguns curiosos mesmo. Mas quando ouviu Alaric Saltzman do outro lado da linha, sentiu uma brasa de esperança se reacender.

–Charlie, encontramos ela! – Falou Alaric com calma – Precisamos que mande a policia para cá agora, eles devem estar por perto, e ela está trancada dentro de um galpão abandonado, mande Carlisle também!

–Ah, ela está machucada? O que fizeram com ela? – perguntou ele nervosa, fazendo sinal, na sala tumultuada de sua casa, para que alguns policiais e sua esposa se aproximassem. Ele colocou o telefone em viva-voz, para que todos pudessem ouvir.

–Não sabemos, ela está presa do outro lado da porta e não temos como abrir! Falou Alaric olhando a briga de Edward contra a porta, tentando não fazer barulho.

–Tem um aqui comigo! – Falou Bella com a voz baixa – Não façam barulho, ele vai acordar! – Ela falava em súplica, Alaric não se admirou de ver a determinada e forte Isabella em tal situação, ele sabia que o horror a estar presa deixava qualquer um assim.

–Bella! – Alaric se aproximou um pouco da porta sussurrando, com o telefone ainda no ouvido – Fique calma, vamos dar um jeito de tirar você daí!

Alaric Saltzman passou precisamente as informações do local onde estavam para os policiais e desligou o telefone, a espera de ajuda.

Mas rápido demais um carro se aproximou, parando na entrada da trilha, onde eles haviam deixado o carro de Alaric, Edward olhou preocupado, da prota onde Bella estava para Alaric, contatando a mesma coisa, quem havia chegado, não importando quem fosse, não era ajuda!

–Bella! – Pediu Edward com calma – Fique quietinha, nós voltamos para te buscar!

–Não Edward, não me deixe! – Pediu Bella caindo ao chão chorando, sentindo que não sairia dali tão rápido.

Com o coração apertado e lágrimas nos olhos Edward começou a se afastar – Eu volto Isabella – prometo voltar e te tirar daqui! – Falou, sem esperar por respostas e correu atrás de Alaric para a floresta, na direção contraria a que estava vindo alguém.

–Quem está aí? – perguntou um homem alto e forte andando no escuro em direção ao velho galpão. Ele tinha a mão direita posicionada em seu revólver 32, decorado em detalhes dourados. Ele tinha visto um carro na estrada, alguém estava por perto, e se ele visse, não pensaria duas vezes, atiraria para matar, era esse seu lema de vida, na dúvida, soltar fogo!

Ronald estava preocupado, sabia que seu assistente era um incompetente, não daria conta de segurar nem uma criança, muito menos uma adulta inteligente como sua refém, por isso fizera questão de deixa-la amarrada a cordas antes de sair.

Se aproximou cauteloso até a porta, antes de subir os degraus, deu uma ultima olhada, justamente na direção em que Alaric e Edward estavam escondidos, ele sentiu vontade de dar uma olhada em volta da casa, mas sabia que a melhor coisa a fazer era entrar e fazer silêncio.

Quando o homem desconfiado abriu a porta com facilidade com suas chaves e entrou, Edward rosnou de forma selvagem de onde estava.

–Não podemos deixa-lo entrar lá!

–Não podemos entrar atrás dele Edward, ele provavelmente está armado!

–Não me importo, a policia está demorando muito, ela corre perigo lá dentro com ele.

–Temos que ter cautela Edward, não podemos arriscar correr até lá, ele pode fazer qualquer coisa com ela, mas se não ameaçarmos, ele não fará nada, se formos até lá, a situação talvez piore!

Depois de alguns minutos os dois saíram de trás das árvores úmidas, fazendoo mínimo de barulho possível e andavam em direção a onde ficara o carro, quando ouviram um grito agudo de dor vir de dentro da casa em ruinas.

Ronald entrará nervoso dentro do galpão, sabendo que tinha alguém por perto, mas não imaginaria que sua refém estaria tentando sair.

Isabella estava apoiada na parede ao lado da porta, quando ele entrou, ela pulou rapidamente, passando seus braços amarrados nos pulsos pelo pescoço dele, o sufocando, com a corda áspera, diminuindo seu fluxo sanguíneo. Mas ele era muito mais forte que ela, em apenas um golpe ele retirou as mãos brancas e frágeis de sua garganta e a girou, jogando-a no chão com apenas um empurrão e distribuindo um chute nas pernas nuas de Isabella, qual não aguentou ao sentir o golpe e gritou. Aquilo certamente deixaria uma marca horrível em sua perna.

Isabella se contorceu de dor, tentando encolher-se no chão, enquanto um Ronald raivoso a olhava no escuro.

–Sua desgraçada, você vai ver só, eu podia te matar agora mesmo sabia? E é o que devo fazer, já que você está querendo fugir, mas não vai não!

Nesse momento Isabella sentiu o medo invadir seu corpo, uma grande adrenalina percorreu suas veias, ela não podia fazer mais nada, a única coisa que dava-lhe esperanças era saber que Edward e Alaric estavam por ali. Mas e se fosse tarde? Ronald retirou a arma da cintura e apontou na direção de Isabella, qual ficou pálida e gelada. Ele estava apontando a arma em sua direção quando James acordou sonolento.

–O que aconteceu chefinho? – perguntou olhando surpreso de Isabella para arma a sua frente.

–Cale sua boca James, você estava deixando-a fugir seu babaca!

–Eu? Mas o que eu fiz?

–Você dormiu! Te dei permissão para dormir idiota? – O sangue fervia nos rosto de Ronald, a raiva estava o consumindo, ele precisava relaxar e só relaxaria apertando o gatilho.

–Desculpa chefinho, mas ela não fugiu, esta aí ó! – dizia o homem com medo que seu patrão virasse o cano da arma em sua direção.

–Fique quieto, se não que vai morrer vai ser você! – Rosnou o homem aproximando-se de Isabella – E quanto a você, darei um jeito de acabar com isso agora mesmo!

Ronald pediu que James se aproximasse com um sinal.

–Traga-me o celular dela e disque para Charlie Swan, vamos acabar com esse problema!

No primeiro toque Charlie atendeu de seu celular.

–Boa noite Charlie! Chegou a hora, diga adeus a sua filinha!

–Acho que não Ronald Senthes, se você tocar nela invadiremos o galpão e pegaremos você! – Falou o xerife da cidade ao telefone, com a voz também sendo ouvida através da porta, atrás de R7. Esse que virou-se lentamente em direção a porta e pode perceber, entrando por baixo desta o clarão que vinha dedo outro lado, e ouviu pela primeira vez a sirene da policia do lado de fora.

–Você está cercado! Se renda agora!

Notas finais
Gostaram? O que será que acontecerá agora? Curiosas? :D Espero que sim! Beijos, até mais!